O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, reforçou nesta terça-feira (24) a importância de que a ajuda humanitária às vítimas das chuvas na Zona da Mata ocorra de forma organizada e segura. Durante coletiva em Juiz de Fora, as autoridades alertaram para o surgimento de campanhas fraudulentas e chaves PIX falsas que tentam desviar recursos destinados aos desabrigados.
Até o fim da tarde de hoje, o balanço oficial subiu para 28 mortes confirmadas (21 em Juiz de Fora e 7 em Ubá) e 40 pessoas desaparecidas. A prioridade atual é a assistência direta às famílias que perderam suas casas e o suporte às equipes de resgate que ainda atuam em áreas de soterramento.
Canais oficiais para doações financeiras
Para garantir que o dinheiro chegue ao destino correto, o governo estadual recomenda que as contribuições financeiras sejam feitas exclusivamente por meio do Servas (Serviço Social Autônomo), que coordena a campanha oficial.
Chave PIX Oficial: sosaguas@servas.org.br
Beneficiário: SSA Servas (confira o nome ao confirmar a transação)
Objetivo: Os valores são convertidos em cartões humanitários para que as famílias comprem alimentos e itens de higiene.
Doação de mantimentos e sangue
Embora o abastecimento emergencial de Juiz de Fora esteja sob controle, a Defesa Civil continua recebendo alimentos não perecíveis, água mineral, produtos de higiene e roupas de cama. Em Juiz de Fora, os principais pontos de coleta incluem o Prédio Sede da Prefeitura (Av. Brasil, 2001) e as lojas do Supermercado Bahamas.
Outro apelo urgente parte da Fundação Hemominas. Devido aos temporais, o comparecimento de doadores caiu drasticamente, colocando os estoques de sangue em nível crítico.
Onde doar: Em qualquer unidade da Hemominas (Juiz de Fora: Rua Barão de Cataguases, s/n – Santa Helena).
Agendamento: Pode ser feito pelo site oficial (hemominas.mg.gov.br) ou pelo aplicativo MG App.
Requisitos: Ter entre 16 e 69 anos e pesar mais de 50 quilos.
As forças de segurança e o Conselho Regional de Engenharia (CREA-MG) permanecem na região monitorando encostas. A orientação para quem vive em áreas de risco é deixar os imóveis imediatamente ao primeiro sinal de instabilidade ou alerta da Defesa Civil.










































