Um britânico condenado por feminicídio voltou a repercutir nas redes sociais após a divulgação de imagens de sua prisão, nas quais aparece lamentando que não poderia jogar Grand Theft Auto 6. Robert Richens, de 35 anos, foi sentenciado à prisão perpétua pelo assassinato da ex-namorada, ocorrido em 2025, e o vídeo ganhou notoriedade pelo contraste entre a gravidade do crime e a reação do condenado.
As imagens, registradas por câmeras corporais da polícia, mostram Richens chorando enquanto é levado sob custódia e dizendo que “sentiria falta de GTA”. Em determinado momento, um agente pergunta a qual título ele se referia, e o detido responde que era o sexto jogo da franquia. O registro foi divulgado posteriormente dentro de procedimentos de transparência das autoridades britânicas.
O caso voltou ao noticiário após a sentença ser confirmada pelo Tribunal da Coroa de Oxford, em fevereiro de 2026. Segundo relatório policial, Richens ligou inicialmente para os serviços de emergência alegando que a morte da ex-companheira teria sido acidental. A investigação, porém, concluiu que a vítima sofreu agressões violentas. Durante o julgamento, a promotoria apresentou provas periciais e apontou inconsistências no depoimento do réu, que acabou se declarando culpado.
Na leitura da sentença, o juiz classificou o crime como grave e ressaltou o impacto da violência. A pena prevê prisão perpétua, com período mínimo de 16 anos antes de qualquer possibilidade de revisão.
Autoridades informaram que a circulação do vídeo não interfere no processo judicial, mas acabou gerando ampla discussão pública. No sistema prisional do Reino Unido, detentos podem ter acesso restrito a videogames antigos, sem conexão à internet, o que inviabiliza o uso de consoles modernos.
Paralelamente, a desenvolvedora responsável pela franquia confirmou que a campanha de divulgação de GTA 6 deve começar ao longo de 2026, com lançamento previsto para novembro do mesmo ano em consoles de nova geração.








































