A capital baiana foi o cenário da despedida de Juliana Matos de Lima Santiago, de 41 anos, neste domingo, dia 8. Familiares, amigos e colegas de profissão se reuniram em Salvador para o velório e a cremação da professora, morta em Porto Velho após um ataque ocorrido dentro de uma sala de aula.
Juliana atuava como professora de Direito Penal no Centro Universitário Aparício Carvalho e também era escrivã da Polícia Civil. O episódio aconteceu na noite de sexta-feira, dia 6, depois do encerramento das aulas. Ela chegou a receber atendimento médico e foi levada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu. A notícia causou forte impacto entre estudantes, professores e profissionais da área de segurança pública.
O suspeito, João Cândido da Costa Júnior, de 24 anos, foi preso no local e permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil continua apurando o que motivou o ataque e de que forma os fatos se desenrolaram, buscando esclarecer todos os pontos do caso.
Em Porto Velho, a instituição de ensino onde Juliana trabalhava divulgou nota de pesar e comunicou a suspensão temporária das atividades acadêmicas. A medida foi tomada em sinal de respeito e luto, diante da comoção provocada pela perda da professora.
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Durante a cerimônia em Salvador, pessoas próximas destacaram a trajetória de Juliana, lembrando a dedicação à sala de aula e o compromisso com o serviço público. Colegas ressaltaram o perfil profissional e o cuidado com os alunos, características que marcaram sua carreira.
Enquanto a investigação segue em andamento, homenagens continuam sendo prestadas, e a comunidade acadêmica tenta lidar com a perda de uma docente que deixou sua marca tanto na educação quanto na atuação na área policial.
Com Informações: G1/BA









































