Finalmente chegou o meu momento de assistir à tão esperada adaptação de De Férias com Você.
Baseado no livro de Emily Henry, o filme narra a história de dois amigos que mantêm a tradição de tirar férias juntos todos os anos, até que um acontecimento os afasta. Após dois anos sem contato, uma nova viagem surge como a chance perfeita para resolverem as pendências do passado.

Para os fãs da temática friends to lovers, sempre paira a dúvida: será que a adaptação manteve a essência da química entre os protagonistas? Se querem saber meu veredito: eu adorei! A adaptação é tão encantadora quanto o livro. A forma como os personagens foram construídos no filme cumpre bem o papel de matar a saudade dos leitores.
Um dos pontos que mais me agradou foi o ritmo mais ágil da narrativa. Enquanto o livro se aprofunda no desenvolvimento gradual da amizade, nas nuances da personalidade de cada um e nas experiências das férias, o filme opta por uma abordagem mais dinâmica, e isso funcionou muito bem na tela.
Meu principal elogio vai para a escolha do elenco: Tom Blyth como Alex e Emily Bader no papel de Poppy. Eles sustentam com naturalidade as inseguranças de Alex e a excentricidade de Poppy, capturando fielmente a essência dos personagens e proporcionando uma experiência cinematográfica deliciosa. A química entre os dois é palpável em cada cena, e nos faz torcer para que descubram logo o que nós já percebemos desde o início: os opostos se atraem, e se completam. Juntos, eles são perfeitos!

Mas o essencial está lá, nas quase duas horas de filme repletas de vida e energia, como a icônica viagem a Nova Orleans e a famosa cena da dança, que nos fez nos apaixonar (ainda mais) por Alex e Poppy.
De Férias com Você é uma ótima pedida para quem busca uma distração leve, com cenários encantadores, tensão romântica e aquela química irresistível que nos faz suspirar.
Minha dica final: leia o livro, antes ou depois do filme! Sou fã da escrita de Emily Henry, e posso garantir que a leitura oferece ainda mais: diálogos afiados, pensamentos profundos e sentimentos que o filme, por mais encantador que seja, não consegue traduzir por completo.










































