Depois de ter feito contatos com autoridades da comunidade indígena Pedra do Branco, pertencente ao município de Uiramutã, situado na reserva Raposa Serra do Sol, o professor pesquisador Dr. Lourismar Barroso conseguiu através do ex tuchaua Gregório a aproximação com a anciã Macuxi da comunidade Belchior dona Alvelina, a guardiã do sabre do Mal. Rondon.
Com 106 anos de idade, dona Alvelina Pereira Belchior continua lúcida e sob os cuidados de uma de suas filhas, segue transmitindo a história vivida na época do Mal. Rondon. Aproveitei para fotografar ao seu lado, junto com o histórico e lendário sabre presenteado pelo Rondon ao tuchaua Gregório, que após a sua morte, o mesmo foi repassado para o seu filho Lauro Belchior, esposo de dona Alvelina.

TEPUY RORAIMA
Pesquisando a vida e o legado de Rondon aproximadamente 10 anos, o pesquisador e historiador Dr. Lourismar Barroso seguiu em direção a última expedição realizado pelo general Rondon, a Comissão de Demarcação da Fronteira e Serviço Nacional.
Ao 62 anos de idade, Rondon subiu o tepuy Roraima com aproximadamente 180 índios das etnias, Macuxi- Taurepã e Wapichana. A subida ao Monte Roraima levou 28 dias, iniciado no dia 2 de novembro e concluído em 29 de 1927.

Após realizar o serviço de demarcação na fronteira do Brasil, Venezuela e Guiana Inglesa, Rondon pediu para a sua equipe se posicionar sobre uma rocha, e com as bandeiras dos 3 países ateados fez o registro. O local foi batizado por Rondon como posto Clemente.

Depois de ter conhecido pessoalmente o tepuy Roraima em 2026 o pesquisador e historiador Dr. Lourismar Barroso, reconhece em Rondon a bravura, a determinação e principalmente a persistência de concluir a missão, não se importando com o lugar e local onde ela aconteça.
“Depois que subi o tepuy Roraima, vi o quanto é difícil e arriscado se manter firme, segurando em pedras, muitas vezes soltas, subindo degraus feitos nas rochas, passando por cacheiras e com muito vento frio e cansaço.” Vi que jamais haverá um outro homem na terra que possa se igualar ao grandioso marechal.

Após a sua experiência nos caminhos trilhados por Rondon, nosso pesquisador irá nos brindar em breve com a nova obra que trata da vida do marechal, RONDON, trilhas de uniram o Brasil.
A tradição entre os venezuelanos da tribo Taurepã continua entorno do nome do Rondon, consagrando-o como o primeiro explorador daquele tepuy sagrado.
Prof. Dr. Lourismar Barroso
Historiador/Escritor










































