A Praça Marise Castiel, no bairro Alphaville, em Porto Velho, passou a contar com reforço na segurança após episódios de vandalismo registrados desde sua inauguração. A medida é resultado de diálogo entre a Prefeitura, o Governo de Rondônia e representantes da sociedade.
Inaugurada em setembro de 2025, a praça foi entregue como um novo espaço de convivência, lazer e integração comunitária. No entanto, menos de 24 horas após a abertura, parte da fiação elétrica foi furtada. Meses depois, novos atos de vandalismo voltaram a atingir o local, aumentando a sensação de insegurança entre moradores.
Diante da situação, a Prefeitura de Porto Velho iniciou acompanhamento contínuo do caso. A partir da escuta da comunidade e de análises técnicas, o secretário municipal de Turismo, Esporte e Lazer, Paulo Moraes Jr., levou a demanda ao Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania.
Como resultado da articulação institucional, foi implantado um totem de monitoramento, que já está em funcionamento e passou a integrar o sistema de vigilância da área. O equipamento reforça a segurança da praça e também do entorno, incluindo o espaço público ao lado onde ocorre regularmente a feira livre de produtores.
Segundo Paulo Moraes Jr., a solução construída demonstra a importância da cooperação entre os entes públicos. “Quando um espaço público é atingido pelo vandalismo, não é só uma estrutura que sofre dano. É a cidade e são as pessoas. Segurança se constrói com parceria e compromisso”, afirmou, ao agradecer o apoio do secretário estadual de Segurança, coronel Vital.
O prefeito Léo Moraes destacou que o reforço na segurança reflete a forma como a gestão municipal enfrenta os desafios urbanos, priorizando diálogo e cooperação. Ele também agradeceu ao governador Marcos Rocha pelo apoio institucional. “Cuidar da cidade é cuidar do que é público. Quando a população aponta um problema, a gestão precisa ouvir, dialogar e construir soluções”, ressaltou.
A experiência da Praça Marise Castiel evidencia que políticas públicas não se encerram na entrega de uma obra. Elas exigem acompanhamento permanente, escuta da comunidade e capacidade de adaptação diante dos desafios urbanos. Com o novo sistema de monitoramento, o espaço segue cumprindo seu papel como área de convivência, encontro e pertencimento.








































