SEXTA-FEIRA, 27/03/2026

Em destaque

Saiba como atua o Conselho de Direitos Humanos da ONU

Atualmente, órgão está sendo rejeitado por EUA e Israel

Por VITOR ABDALA - REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL - 20

Publicado em 

Saiba como atua o Conselho de Direitos Humanos da ONU
ONU/ELMA OKIC

Rejeitado pelos Estados Unidos e por Israel, que recentemente anunciaram sua saída do órgão, o Conselho de Direitos Humanos (UNHRC) da Organização das Nações Unidas (ONU) completa este ano 19 anos de existência. O foro foi criado em 2006, para substituir a antiga Comissão de Direitos Humanos, que segundo o próprio secretário-geral da ONU na época, Kofi Annan, considerava enfraquecida.

“Ele deixou de ser uma mera comissão, como havia dezenas dentro da ONU, e passou a ser um conselho, equiparado aos outros dois grandes conselhos da ONU, o Conselho de Segurança e o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Então, a própria criação do Conselho de Direitos Humanos já apontava para esse lugar de maior prestígio, de maior destaque do tema dos direitos humanos dentro da organização”, explica o cientista político Mauricio Santoro, professor do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha.

Comandado por um Alto Comissário, escolhido pelo secretário-geral das Nações Unidas, o conselho é composto por 47 países, eleitos pelos 193 membros da ONU, para mandatos de 3 anos. A cada ano, eleições renovam um terço de sua composição. O Brasil, por exemplo, foi eleito em 2023 para ficar no órgão até 2026.

Além do comissário e dos representantes dos países, o órgão conta ainda com um comitê consultivo, grupos de trabalho e especialistas designados para missões específicas.

A função do conselho é reforçar a promoção e proteção dos direitos humanos ao redor do mundo, abordar situações de violações e fazer recomendações sobre elas. Entre seus instrumentos estão as resoluções e decisões, que funcionam como a expressão da vontade da comunidade internacional sobre determinadas situações. Em 19 anos, foram publicadas mais de 1.400 resoluções sobre situações em diversos países.

“A adoção de uma resolução envia um sinal político forte que pode incitar governos a agir de forma a remediar essas situações”, informa o site do próprio órgão.

Segundo Santoro, as resoluções têm um impacto que extrapola o sinal político ou um simples “constrangimento” para alguns países, como aqueles que lidam com tratados internacionais de direitos humanos como instrumentos legais superiores às suas próprias legislações, como é o caso do Brasil, Chile e Argentina.

“Quando você tem uma decisão da ONU, uma resolução, ou algum tipo de debate no Conselho de Direitos Humanos, com muita frequência, eles envolvem também esses compromissos jurídicos que os países assumiram, nos tratados”, destaca.

Além das resoluções, há também as comissões de investigação e de apuração de fatos, que podem ajudar em processos penais internacionais, além da Revisão Periódica Universal (UPR), que avalia periodicamente a situação de direitos humanos de todos os países-membros da ONU. Todos eles já foram avaliados pelo menos três vezes desde 2006 e, neste momento, o conselho faz sua quarta rodada da UPR.

“Ela é universal. Todos os países são examinados. Não é uma coisa que acontece só com alguns violadores. Uma vez a cada quatro ou cinco anos, esses países passam ali por uma rodada de avaliação e o Conselho dos Direitos Humanos publica um relatório com as suas análises e com as suas sugestões do que cada país pode fazer para melhorar suas condições”, explica Santoro.

EUA

Em 3 de fevereiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma Ordem Executiva que determinava que seu país “não participará” e “nem buscará eleição” para o Conselho de Direitos Humanos, do qual foi um dos 47 membros de 2022 a 2024. Além disso, os EUA não financiarão mais o conselho.

No documento, Trump justificou sua saída afirmando que o conselho “tem protegido violadores de direitos humanos ao permitir que eles usem a organização para se blindar de seu escrutínio”.

Não é a primeira vez que o presidente estadunidense oficializa a saída da organização. Em 2018, em seu primeiro governo, Trump decidiu sair do conselho enquanto seu país tinha mandato, o qual se encerraria apenas no ano seguinte.

“O presidente Trump tem uma perspectiva da inserção dos Estados Unidos no sistema internacional que é muito peculiar. Ele considera que os Estados Unidos são o país mais importante de todos e que não podem ser prejudicados em momento algum, por razão alguma, né? E todos aqueles organismos e acordos que ele considera de alguma forma lesivos aos interesses dos Estados Unidos, ele rejeita”, avalia o professor de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Williams Gonçalves.

Na Ordem Executiva assinada no dia 3 de fevereiro, Trump cita que os Estados Unidos ajudaram a fundar a ONU depois da Segunda Guerra Mundial, para prevenir conflitos globais e promover a paz, mas que “algumas agências e organismos se distanciaram dessa missão e, em vez disso, agem contra os interesses dos Estados Unidos, enquanto ataca seus aliados e propaga o antissemitismo”.

A saída dos EUA do conselho ocorreu na mesma semana em que Trump sugeriu que os palestinos saíssem de Gaza e fossem realocados em outros países. Os habitantes do território palestino sofreram nos últimos 15 meses, com ataques israelenses.

“A principal questão é a questão dos palestinos. A principal denúncia que o conselho faz é o tratamento que o Estado de Israel dispensa aos palestinos. Um tratamento que chegou ao paroxismo após a investida do Hamas contra alguns membros da sociedade de Israel. Trump considera que a crítica a Israel é, de alguma forma, uma crítica aos Estados Unidos. E, de certa forma, ele tem razão, uma vez que os Estados Unidos apoiaram integralmente do início ao fim, toda a ação genocida de Israel na faixa de Gaza”, explica Gonçalves.

Israel, aliás, anunciou que seguiria o exemplo dos Estados Unidos em relação ao conselho. “Israel considera bem-vinda a decisão de Trump de não participar do Conselho de Direitos Humanos da ONU (UNHRC). Israel se junta aos Estados Unidos e não participará do UNHRC”, escreveu o chanceler israelense, Gideon Sa’ar, em suas redes sociais, complementando que o órgão “demoniza obsessivamente” seu país.

Em entrevista para a agência de notícias Reuters, a relatora especial da UNHRC para Israel e os Territórios Ocupados Palestinos, Francesca Albanese, classificou de “arrogância” a decisão dos israelenses de deixar o conselho.

A organização internacional Anistia Internacional condenou a saída dos EUA do conselho em um momento em que “palestinos em Gaza enfrentam genocídio, deslocamento forçada e negação a apoio humanitário crítico”. Em momentos como esse, segundo a entidade, a “comunidade internacional deve reforçar urgentemente, e não abandonar, mecanismos de responsabilização e justiça”.

Consequências

Segundo Mauricio Santoro, mesmo deixando de participar do conselho, os EUA continuam sujeitos ao seu escrutínio. “É um esvaziamento político não ter mais os Estados Unidos, que são a maior economia e que têm o maior peso militar”.

Há ainda a questão do corte do financiamento, que pode atrapalhar os trabalhos do conselho. “A ONU trabalha muitas vezes com orçamentos muito apertados e muito erráticos. Com muita frequência, os dirigentes de cada uma das grandes instituições da ONU, passam um ano ali de chapéu na mão, indo aos grandes doadores, pedindo ajuda, pedindo um financiamento extra para poder lidar com uma situação de crise”, explica Santoro.

Para além dos impactos diretos na representatividade e financiamento do conselho, a saída dos Estados Unidos pode ter efeitos em outros países que têm alinhamento ideológico com Trump.

“O Trump está criando uma espécie de franquia política. Têm presidentes em outras partes do planeta que se apresentam, por exemplo, como Trump latino-americano, Trump africano. Ele criou um modelo político que está encontrando muitos seguidores. Por exemplo, a gente tem visto que a Argentina tem replicado muitas dessas ações do presidente americano. Ele saiu, por exemplo, da Organização Mundial da Saúde. Será que vai sair [do Conselho de Direitos Humanos] também?”, questiona Santoro.

Além do UNHRC, os Estados Unidos também anunciaram sua saída da Organização Mundial da Saúde (OMS), o fim do financiamento à agência das Organização das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA) e a reavaliação de sua participação na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Novas dinâmicas

Mauricio Santoro destaca que os EUA lideraram a criação das Nações Unidas e é curioso ver, neste momento, o “criador voltando-se contra a criatura”. “Isso é muito inusitado. E vamos dizer, a gente tem uma série de preocupações, porque qual é a alternativa para as organizações internacionais. Elas exercem funções muito importantes, criam um ambiente global que é mais previsível, que é mais estável, onde há mecanismos melhores de transparência, de compartilhar informações”, ressalta.

O professor Antonio Jorge Ramalho da Rocha, da Universidade de Brasília (UnB), considera lastimável que o atual governo estadunidense renegue os valores promovidos por seu país logo após a Segunda Guerra Mundial.

“Eles vão sair perdendo mais do que quaisquer outros países em relação a isso. No longo prazo, isso é a aceleração de sua decadência. Não tenho dúvida de que é um erro do ponto de vista do interesse deles. Os Estados Unidos se fundaram com base nessa convicção compartilhada, nesse valor de que os seres humanos devem ser objeto de proteção pelos Estados. Toda a estrutura política dos Estados Unidos está montada para impedir que os governantes oprimam os cidadãos, para proteger as liberdades individuais”, explica.

Segundo Rocha, o vácuo deixado pelos Estados Unidos no conselho pode ser uma chance para que outros países, como aqueles da União Europeia e do Sul Global, inclusive o Brasil, assumam um papel de liderança na defesa dos direitos humanos no planeta.

“É preciso que os países que prezam esses valores abracem o conselho, financiem suas ações. Hoje há um vácuo de liderança. É uma grande oportunidade para um país como o Brasil, que tem uma tradição de respeito, de defesa e de promoção do multilateralismo. Resta saber se tem energia, recursos e visão clara para ocupar esse espaço”, conclui o professor.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Bem-Estar Animal: saiba como funciona o atendimento gratuito

Bem-Estar Animal: saiba como funciona o atendimento gratuito

Clínica oferece consultas, exames e cirurgias gratuitas para pets de famílias de baixa renda na zona Leste da capital.
L
Povos tradicionais pedem reconhecimento de saberes ancestrais na COP15

Povos tradicionais pedem reconhecimento de saberes ancestrais na COP15

Representantes de 28 comunidades entregaram ofício ao presidente da conferência, João Paulo Capobianco, solicitando que o conhecimento tradicional seja incluído no texto da Convenção sobre Espécies Migratórias; proposta visa valorizar práticas que protegem rotas e habitats de animais silvestres.
L
Consumo de livros no Brasil cresce e atinge 18% da população adulta

Consumo de livros no Brasil cresce e atinge 18% da população adulta

Pesquisa da Câmara Brasileira do Livro revela que 3 milhões de novos consumidores entraram no mercado em 2025; mulheres negras da classe C formam o maior grupo comprador, enquanto as redes sociais impulsionam o interesse de jovens pela literatura.
L
Jaru abre credenciamento para empreendedores no Barco Cross e Festa do Trabalhador

Jaru abre credenciamento para empreendedores no Barco Cross e Festa do Trabalhador

Inscrições seguem até 9 de abril; interessados podem se cadastrar presencialmente ou on-line.
L
Banco Central avalia impactos da guerra no Oriente Médio sobre a economia

Banco Central avalia impactos da guerra no Oriente Médio sobre a economia

Presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirma que postura conservadora da autoridade monetária garante margem para analisar efeitos do conflito na inflação; bloqueio do Estreito de Ormuz gera choque de oferta global e amplia incertezas sobre o crescimento do PIB brasileiro em 2026.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Governo reduz para zero a tarifa de importação de 191 produtos eletrônicos

Governo reduz para zero a tarifa de importação de 191 produtos eletrônicos

Decisão da Camex beneficia itens de informática que sofreram alta de impostos em fevereiro; medida também zera alíquotas para medicamentos de doenças crônicas e insumos agrícolas para conter a inflação e garantir o abastecimento industrial no Brasil.
L
STF forma maioria e derruba prorrogação da CPMI do INSS

STF forma maioria e derruba prorrogação da CPMI do INSS

Placar de 6 a 2 no plenário virtual invalida decisão liminar que estendia os trabalhos da comissão; ministros acompanharam divergência de Alexandre de Moraes, restando apenas os votos de Gilmar Mendes e Edson Fachin para o encerramento oficial do julgamento.
L

Programa Agenda News: Do grão à xícara, Porto Velho Café ganha destaque em Rondônia

Nas feiras locais, o cliente participa de todo o processo, desde a escolha do grão até a moagem na hora, levando para casa um produto recém-torrado, com qualidade superior e sabor diferenciado. Mesmo sem disputar preços baixos, a marca aposta na excelência como diferencial.
L
Gladson Cameli apresenta pedido de renúncia do cargo de Governador do Acre

Gladson Cameli apresenta pedido de renúncia do cargo de Governador do Acre

No Acre, Gladson Cameli apresenta pedido de renúncia do cargo de governador
L
Butantan produzirá medicamento contra o câncer para pacientes do SUS

Butantan produzirá medicamento contra o câncer para pacientes do SUS

Parceria com a farmacêutica MSD prevê a transferência de tecnologia do pembrolizumabe, terapia que estimula o sistema imunológico; acordo visa nacionalizar a produção de insumos de saúde e ampliar o atendimento para até 13 mil pessoas por ano no Brasil.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Governo convoca 1,8 mil candidatos para vagas remanescentes do CNU 1

Governo convoca 1,8 mil candidatos para vagas remanescentes do CNU 1

Chamada publicada nesta terça-feira representa 21% do total de postos do “Enem dos Concursos”; Incra, IBGE e Funai lideram o volume de novas convocações federais.
L
Prefeitura lança edital para Procurador Municipal

Prefeitura lança edital para Procurador Municipal

O prazo para inscrições preliminares deve acontecer de 30 de março a 20 de abril de 2026
L
Correios: inscrições para Jovem Aprendiz 2026 abertas

Correios: inscrições para Jovem Aprendiz 2026 abertas

Programa oferece 548 vagas em todo o país com foco em capacitação e inclusão de jovens em situação de vulnerabilidade social.
L
CNU 2025 consolida maior diversidade étnica e de gênero no serviço público federal

CNU 2025 consolida maior diversidade étnica e de gênero no serviço público federal

Ministra Esther Dweck apresenta balanço da segunda edição do “Enem dos Concursos”, destacando que 40% dos aprovados pertencem a grupos de cotas reservadas.
L
CNU convoca 712 candidatos para etapa de investigação social

CNU convoca 712 candidatos para etapa de investigação social

A fase é eliminatória para o cargo de analista técnico de justiça e defesa, exigindo o preenchimento de ficha de informações pessoais até o dia 24 de março.
L
Publicidade

POLÍTICA

Luiz Fux vota pela prorrogação da CPMI do INSS e placar chega a 4 a 2

Luiz Fux vota pela prorrogação da CPMI do INSS e placar chega a 4 a 2

Ministro do STF acompanhou o relator André Mendonça ao defender que o direito das minorias parlamentares deve alcançar também a extensão dos trabalhos; apesar do novo voto favorável, a maioria da Corte ainda se posiciona contra a continuidade das investigações sobre fraudes previdenciárias.
L
Ministra Sônia Guajajara recebe alta médica após cinco dias de internação

Ministra Sônia Guajajara recebe alta médica após cinco dias de internação

Chefe da pasta dos Povos Indígenas deixou o InCor, em São Paulo, nesta quinta-feira (26) em boas condições clínicas; boletim médico confirma que ministra seguirá com acompanhamento ambulatorial e medicação controlada após apresentar quadro de febre e dores abdominais no último sábado.
L
Moraes vota contra prorrogação da CPMI do INSS; placar está 3 a 1

Moraes vota contra prorrogação da CPMI do INSS; placar está 3 a 1

Ministro Alexandre de Moraes divergiu do relator e abriu placar de 3 a 1 pela interrupção das investigações; magistrado argumentou que a extensão dos trabalhos é um direito da maioria parlamentar, além de criticar o vazamento de dados sigilosos por parte da comissão.
L
Em reflexão, Confúcio Moura diz que trajetória pesa mais que resultado eleitoral

Em reflexão, Confúcio Moura diz que trajetória pesa mais que resultado eleitoral

Senador reflete sobre campanhas e diz que disputa política mede relações, história pessoal e reconhecimento social.
L
Ministros do STF classificam vazamento de dados de banqueiro como criminoso

Ministros do STF classificam vazamento de dados de banqueiro como criminoso

Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes criticaram a divulgação de conversas íntimas de Daniel Vorcaro durante julgamento sobre a CPMI do INSS; magistrados condenaram a quebra de sigilo de materiais apreendidos pela Polícia Federal que deveriam estar sob custódia legislativa.
L
Publicidade

POLÍCIA

Força Tática do 5º Batalhão apreende grande quantidade de drogas na zona leste

Força Tática do 5º Batalhão apreende grande quantidade de drogas na zona leste

Suspeito de 23 anos foi preso em flagrante no bairro Cascalheira após denúncia anônima sobre tráfico de entorpecentes; policiais militares localizaram mais de 400 porções de cocaína, crack e “ice”, além de um tablete de maconha de um quilo.
12
BPTRAN da PM de Rondônia amplia apreensões e aponta alta de crimes com veículos em 2026

BPTRAN da PM de Rondônia amplia apreensões e aponta alta de crimes com veículos em 2026

Comparativo do primeiro trimestre mostra aumento nas ocorrências e reforça alerta sobre golpes na compra de automóveis no estado.
12
Operação Mulher Segura: Governo de RO intensifica combate à violência

Operação Mulher Segura: Governo de RO intensifica combate à violência

Foram realizadas palestras e abordagens de conscientização que alcançaram 176 pessoas, buscando fortalecer a rede de proteção estadual.
L
Homem é preso após furtar picanha em supermercado de Ji-Paraná

Homem é preso após furtar picanha em supermercado de Ji-Paraná

Suspeito já era monitorado por câmeras de segurança devido a furtos anteriores no mesmo estabelecimento da T-4; Polícia Militar realizou a abordagem após flagrante de nova subtração de peça de carne nesta quinta-feira.
12
BPTRAN da PM-RO aponta aumento de apreensões em 2026

BPTRAN da PM-RO aponta aumento de apreensões em 2026

Comparativo do 1º trimestre mostra alta nos casos envolvendo veículos adulterados e reforça alerta à população.
L
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Requerimento de Alteração de Titularidade: VALERIUS PALACE HOTEL LTDA,

ALTERAÇÃO DE TITULARIDADE da Licença de Operação e da Outorga do Direito de Uso de Recursos Hídricos
L
Uber lança painel que monitora velocidade e pode banir motociclistas

Uber lança painel que monitora velocidade e pode banir motociclistas

Nova função do app Moto usa GPS e avaliações de passageiros para punir excesso de velocidade
L

Requerimento da Outorga e Licença Ambiental: VALERIUS PALACE HOTEL LTDA

OUTORGA DO DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOS – LICENÇA DE OPERAÇÃO
L

Requerimento da Licença Ambiental: ADILSON VALERIO DA SILVA

Licença Ambiental de Médio Porte – LAMP, Licença Ambiental Prévia e Licença Ambiental de Instalação
L
Fundo Baobá lança programa de bolsas para estudantes negros no exterior

Fundo Baobá lança programa de bolsas para estudantes negros no exterior

Iniciativa Black STEM oferece auxílio de R$ 42 mil para brasileiros matriculados em cursos de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática em universidades estrangeiras; além do suporte financeiro, selecionados terão acesso a mentorias, workshops e acompanhamento psicológico.
L
Dívida Pública Federal sobe 2,31% em fevereiro e atinge R$ 8,8 trilhões

Dívida Pública Federal sobe 2,31% em fevereiro e atinge R$ 8,8 trilhões

Alta foi impulsionada pela forte emissão de títulos prefixados e pela apropriação de juros com a Selic em 14,75%; Tesouro Nacional projeta que estoque do endividamento brasileiro pode encerrar o ano de 2026 próximo à marca de R$ 10,3 trilhões.
L
André Mendonça vota no STF para prorrogar CPMI do INSS por 60 dias

André Mendonça vota no STF para prorrogar CPMI do INSS por 60 dias

Relator defende manutenção de liminar que obriga continuidade das investigações sobre fraudes contra aposentados; ministro afirma que requerimento preenche requisitos legais e que o Judiciário deve garantir o direito de fiscalização da minoria parlamentar.
L
Agro brasileiro usará Turquia como rota alternativa para exportações

Agro brasileiro usará Turquia como rota alternativa para exportações

Acordo anunciado pelo Ministério da Agricultura visa contornar o bloqueio do Estreito de Ormuz devido à guerra no Oriente Médio; medida utiliza portos turcos como ponto estratégico para garantir o fluxo de mercadorias rumo à Ásia Central e evitar o desabastecimento de fertilizantes.
L
Escola João Bento da Costa sedia Feira de Inovação e Empreendedorismo

Escola João Bento da Costa sedia Feira de Inovação e Empreendedorismo

Evento em Porto Velho reunirá setores do agronegócio, tecnologia e comércio no dia 24 de abril; iniciativa busca fomentar novos negócios e apresentar soluções tecnológicas desenvolvidas por empreendedores da região de Rondônia.
L
Publicidade