TERÇA-FEIRA, 03/03/2026
Publicidade

Em destaque

Brasil investe em algodão com identidade latino-americana

Dinheiro aplicado vem de ação que o país ganhou dos EUA há 10 anos

Por FLÁVIA PEIXOTO - REPÓRTER DA TV BRASIL - 20

Publicado em 

Brasil investe em algodão com identidade latino-americana
FRAME/TV BRASIL

Há mais de uma década, programa liderado pelo Brasil trabalha para unir países latino-americanos em torno de um produto: o algodão. O Brasil é o maior exportador deste vegetal do mundo, terceiro lugar no ranking de maiores produtores da fibra e líder mundial em produção de algodão sustentável. Com a parceria em torno +ALgodão, a ideia é que os países vizinhos também trabalhem de forma sustentável e invistam em seus artesanatos mais autênticos feitos a partir do algodão, para assim atrelar o produto brasileiro à identidade latino-americana com valores como rastreabilidade, ancestralidade, respeito ao meio ambiente e combate à fome e à pobreza.

Para destacar o setor que responde por cerca de 250 milhões de empregos diretos e indiretos no mundo, a Organização das Nações Unidas elegeu 7 de outubro como Dia Mundial do Algodão.

O programa de cooperação internacional +ALgodão é liderado pelo Brasil por meio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Itamaraty, em parceria com a Embrapa e a Assistência Técnica da Empresa Paraibana de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural Paraíba (Empaer-PB). A cooperação envolve Colômbia, Peru, Equador, Bolívia, Paraguai, Argentina, Haiti e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

A origem do investimento para esse programa remonta ao ano de 2002, quando o Brasil contestou, na Organização Mundial do Comércio, subsídios que o governo dos Estados Unidos concedia a seus produtores de algodão. Em 2014, depois de doze anos de disputa, os Estados Unidos tiveram que pagar 300 milhões de dólares ao Brasil. Dez por cento deste valor foi destinado à cooperação internacional.

Cecília Malaguti, coordenadora de cooperação sul-sul trilateral da ABC, ressalta que além do programa +ALgodão, direcionado a América Latina e Caribe, também existe cooperação com países africanos produtores da fibra. “Para cada uma dessas duas iniciativas, definimos uma estratégia diferente. Na cooperação do Brasil com a África, iniciamos com cooperação bilateral, que é Brasil diretamente com cada um desses países, que foram 15 inicialmente. E na América Latina, resolvemos desenvolver esse programa a partir de projetos em parcerias com organismos internacionais”, esclarece Cecília, sobre o envolvimento da FAO.

A coordenadora destaca que o nome +ALgodão tem o ‘AL’ de América Latina e foi desenvolvido em conjunto entre os participantes. “Um nome que é simples e diz tudo”, constata Cecília.

Parceria

Em Bogotá, o embaixador brasileiro Paulo Estivallet de Mesquita defendeu que uma das vantagens de ajudar a desenvolver o algodão em países parceiros é a diversificação: “a extensão dessa produção para outros países que têm outros climas, outras situações geográficas, pode em algum momento, se nós enfrentarmos uma dificuldade, também ser um bom fornecedor para equilibrar o mercado brasileiro”.

O embaixador do Brasil na Colômbia lembrou que o algodão brasileiro superou uma forte crise nos anos de 1980 e 1990. Os colombianos também enfrentaram dificuldades na mesma época, mas ao contrário do Brasil, não se recuperaram plenamente até hoje. No auge, na década de 1970, o algodão era o segundo produto mais importante do país vizinho, só perdia para o café. Os colombianos plantavam 350 mil hectares de algodão e produziam mais de 300 mil toneladas. Hoje, são no máximo 20 mil hectares cultivados e uma produção de 20 mil toneladas, segundo o presidente da Congregação Colombiana do Algodão, Cesar Villalba.

Para retomar o ritmo de produção do algodão na Colômbia, o Brasil tem transferido técnicas sustentáveis de cultivo.

Sustentabilidade

De 2017 até agora, o programa +ALgodão tem trabalhado na Colômbia com o uso de técnicas brasileiras como substituição de agrotóxico por biofertilizante, sistema de irrigação que não desperdiça água e rotação de culturas. Isso tem reduzido os custos da produção e os pequenos produtores colombianos têm aprovado. “Está indo muito bem e se vê uma boa mata e um bom algodão”, comenta Rosa Rubiano Rojas, que cultiva em terras que ficam a seis horas da capital Bogotá. Rosa vive com a família na zona rural de Villavieja, município que guarda o Deserto de Tatacoa, a segunda área mais árida da Colômbia.

O clima seco desta região produtora colombiana traz à tona semelhanças com a produção de algodão orgânico no semiárido paraibano. Jefferson Morais, diretor de Empaer, acrescenta que “a maioria dos agricultores que estão trabalhando dentro do projeto são agricultores familiares com pequenas áreas, o estado da Paraíba não é diferente, eles praticamente não têm o título da terra, eles arrendam a terra para poderem produzir”.

É o caso do agricultor Alfredo Antonio Ramos Rivas, de Cereté, município na região caribenha. Além do algodão, ele planta vários outros produtos para garantir as refeições da família e para vender o excedente. Um deles é o milho, base alimentar dos colombianos, usado para fazer “arepa”, tão comum para eles quanto um pão francês no Brasil. Alfredo conta que uma das maiores vantagens para ele do programa de cooperação +ALgodão é a assistência técnica gratuita. “Antes do projeto, eu pagava 80 mil pesos colombianos por hectare para o assistente técnico, e hoje em dia é grátis, por meio do projeto, então, tudo isso ajuda”, relata.

O pesquisador da Embrapa José Renato Cortes Bezerra esteve nas terras do Alfredo e verificou os resultados positivos da rotação de culturas. “O monocultivo, exatamente por se tratar de uma única cultura, faz com que a ocorrência de pragas e doenças ocorra com muito mais frequência na área. Quando a gente tem a sucessão ou a rotação de culturas, ou mesmo o consórcio, a gente tem mais de uma cultura, fazendo com que de imediato uma praga que vai atacar uma determinada cultura não consiga atingir a outra. Fazendo com que, ao final, você tenha realmente o resultado mais rentável para ele”, constata.

Essa rentabilidade também depende dos esforços do governo colombiano para resolver algumas questões nacionais. Só existe uma empresa no país atualmente que compra o algodão produzido internamente, portanto, não há concorrência.

Segundo Eduvin Timoté Vargas [foto em destaque na matéria], agricultor da zona rural de Coyaima e líder indígena Pijao, o algodão ainda não tem dado o lucro que eles esperam. “Todos os governos que passaram não valorizaram o nosso trabalho”, se queixou Edvin, após um ritual para estabelecer confiança com a equipe de reportagem. Ele recebeu a TV Brasil com uma cumbuca de ‘guarapo’, uma bebida fermentada à base de rapadura, e com outra de ‘chicha’, feita de milho e mandioca. Em povos indígenas, compartilhar é essencial para abrir o diálogo.

Em resposta à reclamação, em Bogotá, Ruth Ibarra, coordenadora do ministério de Agricultura e desenvolvimento Rural da Colômbia, disse que o governo está buscando ajustes. “Uma grande aposta que tem o governo colombiano é ajudar os produtores na parte de assistência técnica. Fazer todo o acompanhamento, até levá-los ao mercado, onde negociam com os aliados comerciais, os quais vão comprar a matéria-prima a um preço justo, e também dar-lhes valor agregado”, ressalta Ruth Ibarra.

Pesquisa científica

Outra linha de frente do programa de cooperação internacional em busca de um algodão mais sustentável na América Latina é a pesquisa científica. Na Colômbia, por exemplo, a Universidade de Tolima envolveu profissionais como o professor Giovani Andrade Peña, engenheiro agrônomo.

Peña explica que os trabalhos na universidade incluem o desenvolvimento de novos biofertilizantes e o reaproveitamento de subprodutos do cultivo do algodão. Giovani diz que a universidade se une ao esforço de revalorizar o algodão.

“Lamentavelmente, neste momento, o algodão, como tal, a nível mundial, não somente na Colômbia, está atravessando uma crise. Já que temos outros tipos de fibras que o substituem, por exemplo, o poliéster, que é um derivado do petróleo. Então, para as indústrias, é mais atrativo trabalhar com o poliéster, porque o preço é mais baixo”, conclui.

O algodão é uma fibra natural cujo processo de decomposição acontece entre três meses e vinte anos. Por outro lado, as fibras sintéticas podem levar duzentos anos para se decompor.

Há também um trabalho para recuperar as sementes tradicionais do algodão, as chamadas sementes crioulas, e deixar de usar tão amplamente as sementes transgênicas. A ideia é criar um banco de material genético do algodão latino-americano. Quem cuida disso na Colômbia é a Corporação Colombiana de Pesquisa Agropecuária (Agrosavia), o equivalente à Embrapa no Brasil.

Henry Ballesteros é coordenador de inovação regional da Agrosavia em Cereté e a missão profissional dele se mistura a um desejo pessoal. “Sonho em voltar a produzir algodão de novo. Tenho muita esperança. E, se eu fizer, sem dúvida, faria com essas técnicas que estamos aprendendo e desenvolvendo com o Projeto +ALgodão”, destaca. Henry é neto de produtores de algodão e a produção da família dele foi à ruína na época em que se usava muito agrotóxico, o que encareceu a produção e desvalorizou o produto.

Ouro branco

O algodão é sagrado para alguns povos da América Latina. Já foi considerado ‘ouro branco’, por exemplo, em algumas regiões do Brasil e da Colômbia por gerar riqueza.

Incentivar o fortalecimento do cultivo do algodão, de forma sustentável, nos países que têm ou tinham a tradição desse plantio, é também lutar contra a fome e a pobreza, segundo especialistas de instituições envolvidas no programa de cooperação internacional liderado pelo Brasil. Não apenas por causa dos cultivos associados de alimentos e das vantagens financeiras e ambientais das técnicas sustentáveis de plantio, mas pela própria permanência da população no campo.

Na Colômbia, muita gente foi expulsa da zona rural por causa do conflito entre governo, grupos paramilitares, traficantes de drogas e guerrilhas como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que já dura seis décadas e é responsável pelo deslocamento de cerca de sete milhões e meio de pessoas de seus lares originais.

Agustin Zimmermann, representante da FAO na Colômbia, afirma que o programa +ALgodão está atuando em zonas que foram muito afetadas durante o auge do conflito armado no país. “Então, o projeto dá agora possibilidade de retorno dos camponeses, porque põe em funcionamento uma dinâmica produtiva, digamos, benefícios, para que os camponeses possam ficar e retornar aos lugares onde antes tinham suas casas”, avalia Zimmermann.

Para atrair as pessoas de volta para o campo e, principalmente os mais jovens, a estratégia da cooperação internacional é levar tecnologia para o campo. O Brasil doou para a Colômbia um drone agrícola para pulverização de biofertilizantes nas plantações de algodão e cultivos associados. O dispositivo voador é usado por alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem da Colômbia (Sena), no município de El Espinal.

Alvaro Puentes Molina, professor de Agricultura do Sena, pontua que o jovem, “se ele sabe que a partir da tecnologia, ele vai ter mais conforto, vai ter mais sustentabilidade, vai ter melhores garantias na vida, ele fica”. Kelly Moreno, estudante de 17 anos do curso de agricultura de precisão, explica que o drone tem entre os benefícios “monitorar cultivo, analisar dados, e a possibilidade de fazer doses variáveis, de expandir fertilizantes e de economizar água”.

Para o coordenador do programa +ALgodão na Colômbia, José Nelson Camelo, da FAO, uma das situações mais críticas da cadeia algodoeira na América Latina é que há uma população envelhecida e, portanto, atrair jovens seria um dos maiores acertos da cooperação internacional.

Outro acerto, segundo ele, é promover o modelo produtivo, que se validou no Brasil, que atrai pequenos produtores da agricultura familiar e que em seu sistema de produção envolve algodão com outros cultivos, como milho, arroz e sorgo. “Isso para a Colômbia é muito válido, porque a maioria dos produtores de algodão no país, cerca de 70%, são pequenos. Para a FAO e para o projeto, esse é um dos nossos interesses: a segurança alimentar”, enfatiza José Nelson.

A ideia do projeto é aproveitar tudo que é nutritivo em torno do cultivo da fibra, até os cactos da região algodoeira próxima ao Deserto de Tatacoa. O cacto conhecido como nopal tinha enorme importância para as civilizações pré-colombianas e até hoje é usado por alguns como base para alimentos e cosméticos. No sertão nordestino, o nopal é conhecido como ‘palma forrageira’.

Vivian García, engenheira ambiental do Pacto Global, da ONU, avalia que o programa +ALgodão atende a todos os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. “Um programa como este, definitivamente, está abarcando temas de fome zero, de erradicação da pobreza, de ação climática, de gestão de água e redução de desigualdades”, defende.

Mulheres na cadeia do algodão

Para combater desigualdades, o programa +ALgodão também tem um recorte de gênero. Muitas mulheres têm histórias de vida entrelaçadas pela fibra têxtil natural mais usada no mundo. Em Córdoba, no Caribe colombiano, as artesãs Adriana Isabel Reyes e Líris Barga Martine aprenderam ainda crianças a tecer bolsas típicas do povo Wayuu, indígenas que habitam a fronteira com a Venezuela. As mais tradicionais são coloridas e no formato saco. É um souvenir colombiano famoso entre os turistas e as fashionistas.

Por meio do programa de cooperação internacional, Adriana e Liris têm recebido os fios de graça, o que reduz os custos de produção das peças artesanais. Mas a intenção da iniciativa é maior: preparar mulheres para plantar e colher o algodão.

“É muito difícil se manter comprando o quilo caro, sendo que nós podemos produzir o algodão”, reforça a artesã Liris.

Na região de Tolima, em um vale da Cordilheira dos Andes. as indígenas do povo pijao Oneida Collazos Payanene e Eliza Fernanda Liz Pietro já cultivam o próprio algodão. Elas foram selecionadas para participar de capacitações de cultivo oferecidas gratuitamente pelo +ALgodão. “Isso é uma mudança de vida muito bonita, tanto para a comunidade como para nós, porque nos beneficia em sermos lideranças, em perder o medo de dirigir, empoderar como mulheres indígenas, e obter ganhos monetários e econômicos para nossas famílias”, afirma Elisa.

Ainda em Tolima, na capital da reigão, Ibagué, Sandra Patricia Gil Pérez, profissional de segurança e saúde no trabalho das Confecções Caribbean, é uma dos cerca de 100 trabalhadores da empresa alinhados com a missão do programa +ALgodão. “Não é só vir e fazer roupas, não. Há muita coisa por trás de tudo isso. Trabalho social, gerar renda para pessoas que estão na prisão, igualdade de gênero, a maioria são mães de família, mantendo o algodão na Colômbia”, defende Sandra.

Na Tomatico, outra empresa têxtil da cidade de Ibagué, a operária de confecção Zoraida Cárdenas conta que o sustento de muitas famílias é devido ao algodão. “Temos muitas mães, chefes de família, que pertencem à empresa. E, graças a isso, nós podemos sobreviver ou podemos levar nossos filhos, nossa família para frente”.

No entanto, Zoraida alerta sobre a redução de negócios no polo têxtil de Ibagué durante a decadência do algodão na Colômbia, nas últimas três décadas. Muitas fábricas de fiação foram fechadas, o que encareceu o fio produzido na Colômbia, tendo em vista que praticamente não há concorrência interna. Tanto que para diminuir os custos, o fio usado na Tomatico é importado da Ásia, mais barato. Reverter esse tipo de importação é um dos objetivos do programa de cooperação internacional.

Um dos responsáveis pela Tomatico, o engenheiro industrial Germán Mejía Sanchez diz que a empresa planeja produzir o fio. “Temos o projeto de montar uma fábrica de fios aqui na região, está dentro do projeto +ALgodão. A longitude de fibra do algodão de Tolima é muito boa, é uma região que tem muitos terrenos, são muitos que se prestam ao cultivo do algodão”.

A coordenadora de cooperação sul-sul trilateral da Agência Brasileira de Cooperação, Cecília Malaguti, diz que na recém lançada segunda fase do projeto +ALgodão, o foco é a certificação e o rastreamento da forma de produção. “Os consumidores querem saber de onde vem esse algodão, que técnicas empregou, técnicas sociais, ambientais”, explica sobre a prioridade atual.

Quem resume bem esses valores é o designer de moda sustentável colombiano Juan Pablo Martínez. Ele une peças de algodão feitas por artesãs dos diferentes países participantes do programa +ALgodão. “É um tecido, uma maneira de trabalhar o algodão típico de Yatite, no Paraguai. E isto eu combinei com este tecido, que é dos indígenas arhuacos, da Serra Nevada da Colômbia”, expõe.

“Há uma história de que todas essas artesãs que estão afastadas fisicamente, geograficamente, por milhares de quilômetros, mas que têm histórias muito similares umas às outras, são apaixonadas e conhecedoras do trabalho do tecido e do fazer com o algodão”, acrescenta Juan Pablo.

São a esses valores que o algodão brasileiro quer se vincular.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Governo federal libera R$ 540 mil para ações de recuperação em Paraty

Governo federal libera R$ 540 mil para ações de recuperação em Paraty

Recurso será pago em parcela única para conter danos causados pelas tempestades; município da Costa Verde tem prazo de 180 dias para executar as obras.
L
Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 160 milhões nesta terça-feira

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 160 milhões nesta terça-feira

Concurso 2.979 pode pagar um dos maiores valores do ano para quem acertar as seis dezenas; apostas encerram-se às 20h no horário de Brasília.
L
Feminicídios no Brasil superam dados oficiais em quase 40% em 2025

Feminicídios no Brasil superam dados oficiais em quase 40% em 2025

Relatório da UEL aponta que 2.149 mulheres foram assassinadas no ano passado; levantamento utiliza monitoramento de mídia para identificar casos subnotificados.
L
Brasil concluirá mapas do caminho para desmatamento e fósseis até novembro

Brasil concluirá mapas do caminho para desmatamento e fósseis até novembro

Embaixador André Corrêa do Lago detalha as prioridades da presidência brasileira no pós-COP30 e o foco na implementação de metas climáticas globais.
L
Embaixador afirma que nenhum brasileiro solicitou saída do Irã após ataques

Embaixador afirma que nenhum brasileiro solicitou saída do Irã após ataques

Comunidade de 200 pessoas em Teerã é monitorada diariamente; André Veras Guimarães relata cenário de apreensão e bombardeios violentos contra alvos oficiais.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Conexão RH: Galdiana dos Santos Silva fala sobre liderança feminina e combate à violência

O debate também aborda carreira, propósito, equilíbrio entre vida profissional e produção de conteúdo digital, além da responsabilidade de ocupar espaços estratégicos na defesa de direitos.
L
Mpox em Porto Velho: atendimentos são ampliados

Mpox em Porto Velho: atendimentos são ampliados

Novo fluxo concentra casos suspeitos de Mpox em Porto Velho em três UBS com equipe exclusiva, após registro de nove confirmações neste ano.
L
Horóscopo de quarta-feira (11/02): ajustes e equilíbrio nas decisões

Horóscopo de terça-feira, 03/03/2026: comunicação clara e decisões práticas orientam o dia

Terça-feira favorece alinhamentos, planejamento e escolhas conscientes
L

Jovem News: Marcos Correia fala sobre concursos, feminicídio e ECA

Será uma conversa que mistura técnica, experiência prática e orientação para quem busca crescimento profissional, além de reflexão sobre segurança pública e direitos fundamentais.
L

Se é “job”, tem que pagar imposto? Debate esquenta no Brasil

Debate sobre possível tributação de profissional do sexo, popularmente chamado de “job”, reacende discussão sobre regulamentação, direitos e justiça fiscal.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Candidatos do CNU têm até hoje para confirmar interesse em vagas

Candidatos do CNU têm até hoje para confirmar interesse em vagas

Procedimento obrigatório deve ser realizado pelo site da banca FGV; convocação faz parte da segunda rodada de preenchimento do concurso unificado.
L
Conselho Municipal de Saúde de Porto Velho abre inscrições para triênio 2026–2029

Conselho Municipal de Saúde de Porto Velho abre inscrições para triênio 2026–2029

Entidades podem se inscrever até 6 de março para compor o colegiado que fortalece o controle social do SUS no município.
L
CREA-RO anuncia preparação de novo concurso público em Rondônia

CREA-RO anuncia preparação de novo concurso público em Rondônia

Conselho Regional confirma vagas para Agente Fiscal e Assistente Administrativo; provas serão aplicadas em Porto Velho, Ji-Paraná e Vilhena.
L
CNU 2025: Governo convoca novos candidatos para confirmar interesse em vagas

CNU 2025: Governo convoca novos candidatos para confirmar interesse em vagas

Atualização das listas de classificação foi publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial; prazo para manifestação começa neste sábado e termina em 2 de março.
L
Maioria dos aprovados no CNU confirma interesse em vagas imediatas

Maioria dos aprovados no CNU confirma interesse em vagas imediatas

Primeira convocação do certame registra 91% de adesão; governo prepara segunda chamada para preencher postos remanescentes já na próxima sexta-feira.
L
Publicidade

POLÍTICA

Ex-secretária do empresário "Careca do INSS" presta depoimento à CPMI

Ex-secretária do empresário “Careca do INSS” presta depoimento à CPMI

Aline Cabral admitiu ter acesso ao cofre da empresa para pagamentos de insumos, mas negou conhecimento sobre a origem do dinheiro investigado.
L
Eyder Brasil recebe Medalha Marechal Rondon

Eyder Brasil recebe Medalha Marechal Rondon

Deputado estadual é homenageado pelo Governo de Rondônia com honraria que reconhece serviços prestados e reforça parceria institucional.
L
Dra. Taíssa entrega 112 veículos à saúde em Guajará-Mirim

Dra. Taíssa entrega 112 veículos à saúde em Guajará-Mirim

Deputada destinou R$ 1,8 milhão para aquisição de motocicletas e reforçou a atenção básica com entrega voltada a agentes da zona rural do município.
L
Edevaldo Neves destina quase R$ 3 milhões para Vilhena e reforça apoio à zona rural

Edevaldo Neves destina quase R$ 3 milhões para Vilhena e reforça apoio à zona rural

Recursos aplicados em 2025 e 2026 contemplam saúde e associações de produtores rurais no município.
L
Deputado Cássio Gois recebe a mais alta honraria do Governo de Rondônia

Deputado Cássio Gois recebe a mais alta honraria do Governo de Rondônia

Parlamentar destacou o compromisso renovado com o estado ao ser agraciado com a medalha; reconhecimento celebra a atuação legislativa e o serviço público.
L
Publicidade

POLÍCIA

Jovem grávida e comparsa do CV são presas com drogas na zona leste

Jovem grávida e comparsa do CV são presas com drogas na zona leste

Uma das suspeitas, grávida de cinco meses, tentou coagir usuário para assumir a droga; abordagem ocorreu na zona leste de Porto Velho.
14
Polícia Militar prende "Felícia do CV" após resistência no bairro Jardim Santana

Polícia Militar prende “Felícia do CV” após resistência no bairro Jardim Santana

Foragido da justiça foi localizado em residência na zona leste de Porto Velho; militares precisaram utilizar munição não letal para conter o suspeito.
12
Força Tática do 5º BPM prende duas mulheres com 81 porções de crack na zona Leste

Força Tática do 5º BPM prende duas mulheres com 81 porções de crack na zona Leste

Prisões ocorreram durante patrulhamento no bairro Mariana; uma das suspeitas está grávida de cinco meses.
10
VÍDEO: Ladrão é filmado fazendo furto na loja do Chinês no centro

VÍDEO: Ladrão é filmado fazendo furto na loja do Chinês no centro

Câmera de segurança registrou o momento em que suspeito esconde produto na roupa e deixa estabelecimento sem pagar.
10
PRF em Rondônia apreende 3 armas no final de semana

PRF em Rondônia apreende 3 armas no final de semana

Duas pessoas foram presas.
10
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

UNIR realiza evento sobre atividade física e saúde

UNIR realiza evento sobre atividade física e saúde

Encontro na UNIR reúne especialistas de várias regiões para debater letramento corporal, autonomia motora e desenvolvimento humano, com certificação de 20 horas.
L
Embaixada dos Estados Unidos em Riad é atingida por drones durante retaliação iraniana

Embaixada dos Estados Unidos em Riad é atingida por drones durante retaliação iraniana

Ataque causou danos leves e incêndio limitado na representação diplomática; Departamento de Estado recomenda que cidadãos americanos abandonem 14 países da região.
L
Mercado reage à ofensiva no Irã com disparada do petróleo e alta do dólar

Mercado reage à ofensiva no Irã com disparada do petróleo e alta do dólar

Bloqueio no Estreito de Ormuz eleva cotação do barril Brent em 7,6%; investidores buscam refúgio na moeda americana diante da instabilidade no Golfo Pérsico.
L
Forças Armadas incorporam primeira turma de voluntárias do serviço militar inicial

Forças Armadas incorporam primeira turma de voluntárias do serviço militar inicial

Ministério da Defesa prevê que 1.467 mulheres integrem o Exército, a Marinha e a Aeronáutica em 2026; contingente feminino já representa 10% do efetivo total.
L
Conflito no Oriente Médio ameaça calendário da Fórmula 1 para temporada 2026

Conflito no Oriente Médio ameaça calendário da Fórmula 1 para temporada 2026

FIA e promotores monitoram segurança para GPs do Bahrein e Arábia Saudita em abril; abertura na Austrália segue confirmada apesar de caos logístico.
L
Morte de Mansoureh Khojasteh é confirmada após ofensiva no Irã

Morte de Mansoureh Khojasteh é confirmada após ofensiva no Irã

Esposa do aiatolá Ali Khamenei foi atingida no mesmo ataque que vitimou o líder iraniano; Donald Trump projeta que operações militares devem durar um mês.
L

Lotofácil 3625 acumula e próximo prêmio chega a R$ 5,5 milhões após ninguém acertar os 15 números

Sorteio da Lotofácil concurso 3625 não teve ganhador na faixa principal, prêmio acumulou e próxima edição pode pagar R$ 5,5 milhões aos apostadores.
L
Prefeitura reorganiza atendimento para casos de Mpox

Prefeitura reorganiza atendimento para casos de Mpox

Novo fluxo concentra atendimentos em três unidades de saúde com equipe exclusiva e treinamento específico.
L
Projeto leva água potável a mais de 800 famílias ribeirinhas em Porto Velho

Projeto leva água potável a mais de 800 famílias ribeirinhas em Porto Velho

Programa Cisterna Sanear Amazônia implanta sistemas de captação e tratamento de água em 24 comunidades da capital.
L
Comitê de crise hídrica intensifica monitoramento do Rio Madeira

Comitê de crise hídrica intensifica monitoramento do Rio Madeira

Prefeitura reúne secretarias e Defesa Civil para planejar ações diante do risco de cheia e estiagem.
L
Logo News Rondônia
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.