DOMINGO, 01/03/2026

Em destaque

Brasil investe em algodão com identidade latino-americana

Dinheiro aplicado vem de ação que o país ganhou dos EUA há 10 anos

Por FLÁVIA PEIXOTO - REPÓRTER DA TV BRASIL - 20

Publicado em 

Brasil investe em algodão com identidade latino-americana
FRAME/TV BRASIL

Há mais de uma década, programa liderado pelo Brasil trabalha para unir países latino-americanos em torno de um produto: o algodão. O Brasil é o maior exportador deste vegetal do mundo, terceiro lugar no ranking de maiores produtores da fibra e líder mundial em produção de algodão sustentável. Com a parceria em torno +ALgodão, a ideia é que os países vizinhos também trabalhem de forma sustentável e invistam em seus artesanatos mais autênticos feitos a partir do algodão, para assim atrelar o produto brasileiro à identidade latino-americana com valores como rastreabilidade, ancestralidade, respeito ao meio ambiente e combate à fome e à pobreza.

Para destacar o setor que responde por cerca de 250 milhões de empregos diretos e indiretos no mundo, a Organização das Nações Unidas elegeu 7 de outubro como Dia Mundial do Algodão.

O programa de cooperação internacional +ALgodão é liderado pelo Brasil por meio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Itamaraty, em parceria com a Embrapa e a Assistência Técnica da Empresa Paraibana de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural Paraíba (Empaer-PB). A cooperação envolve Colômbia, Peru, Equador, Bolívia, Paraguai, Argentina, Haiti e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

A origem do investimento para esse programa remonta ao ano de 2002, quando o Brasil contestou, na Organização Mundial do Comércio, subsídios que o governo dos Estados Unidos concedia a seus produtores de algodão. Em 2014, depois de doze anos de disputa, os Estados Unidos tiveram que pagar 300 milhões de dólares ao Brasil. Dez por cento deste valor foi destinado à cooperação internacional.

Cecília Malaguti, coordenadora de cooperação sul-sul trilateral da ABC, ressalta que além do programa +ALgodão, direcionado a América Latina e Caribe, também existe cooperação com países africanos produtores da fibra. “Para cada uma dessas duas iniciativas, definimos uma estratégia diferente. Na cooperação do Brasil com a África, iniciamos com cooperação bilateral, que é Brasil diretamente com cada um desses países, que foram 15 inicialmente. E na América Latina, resolvemos desenvolver esse programa a partir de projetos em parcerias com organismos internacionais”, esclarece Cecília, sobre o envolvimento da FAO.

A coordenadora destaca que o nome +ALgodão tem o ‘AL’ de América Latina e foi desenvolvido em conjunto entre os participantes. “Um nome que é simples e diz tudo”, constata Cecília.

Parceria

Em Bogotá, o embaixador brasileiro Paulo Estivallet de Mesquita defendeu que uma das vantagens de ajudar a desenvolver o algodão em países parceiros é a diversificação: “a extensão dessa produção para outros países que têm outros climas, outras situações geográficas, pode em algum momento, se nós enfrentarmos uma dificuldade, também ser um bom fornecedor para equilibrar o mercado brasileiro”.

O embaixador do Brasil na Colômbia lembrou que o algodão brasileiro superou uma forte crise nos anos de 1980 e 1990. Os colombianos também enfrentaram dificuldades na mesma época, mas ao contrário do Brasil, não se recuperaram plenamente até hoje. No auge, na década de 1970, o algodão era o segundo produto mais importante do país vizinho, só perdia para o café. Os colombianos plantavam 350 mil hectares de algodão e produziam mais de 300 mil toneladas. Hoje, são no máximo 20 mil hectares cultivados e uma produção de 20 mil toneladas, segundo o presidente da Congregação Colombiana do Algodão, Cesar Villalba.

Para retomar o ritmo de produção do algodão na Colômbia, o Brasil tem transferido técnicas sustentáveis de cultivo.

Sustentabilidade

De 2017 até agora, o programa +ALgodão tem trabalhado na Colômbia com o uso de técnicas brasileiras como substituição de agrotóxico por biofertilizante, sistema de irrigação que não desperdiça água e rotação de culturas. Isso tem reduzido os custos da produção e os pequenos produtores colombianos têm aprovado. “Está indo muito bem e se vê uma boa mata e um bom algodão”, comenta Rosa Rubiano Rojas, que cultiva em terras que ficam a seis horas da capital Bogotá. Rosa vive com a família na zona rural de Villavieja, município que guarda o Deserto de Tatacoa, a segunda área mais árida da Colômbia.

O clima seco desta região produtora colombiana traz à tona semelhanças com a produção de algodão orgânico no semiárido paraibano. Jefferson Morais, diretor de Empaer, acrescenta que “a maioria dos agricultores que estão trabalhando dentro do projeto são agricultores familiares com pequenas áreas, o estado da Paraíba não é diferente, eles praticamente não têm o título da terra, eles arrendam a terra para poderem produzir”.

É o caso do agricultor Alfredo Antonio Ramos Rivas, de Cereté, município na região caribenha. Além do algodão, ele planta vários outros produtos para garantir as refeições da família e para vender o excedente. Um deles é o milho, base alimentar dos colombianos, usado para fazer “arepa”, tão comum para eles quanto um pão francês no Brasil. Alfredo conta que uma das maiores vantagens para ele do programa de cooperação +ALgodão é a assistência técnica gratuita. “Antes do projeto, eu pagava 80 mil pesos colombianos por hectare para o assistente técnico, e hoje em dia é grátis, por meio do projeto, então, tudo isso ajuda”, relata.

O pesquisador da Embrapa José Renato Cortes Bezerra esteve nas terras do Alfredo e verificou os resultados positivos da rotação de culturas. “O monocultivo, exatamente por se tratar de uma única cultura, faz com que a ocorrência de pragas e doenças ocorra com muito mais frequência na área. Quando a gente tem a sucessão ou a rotação de culturas, ou mesmo o consórcio, a gente tem mais de uma cultura, fazendo com que de imediato uma praga que vai atacar uma determinada cultura não consiga atingir a outra. Fazendo com que, ao final, você tenha realmente o resultado mais rentável para ele”, constata.

Essa rentabilidade também depende dos esforços do governo colombiano para resolver algumas questões nacionais. Só existe uma empresa no país atualmente que compra o algodão produzido internamente, portanto, não há concorrência.

Segundo Eduvin Timoté Vargas [foto em destaque na matéria], agricultor da zona rural de Coyaima e líder indígena Pijao, o algodão ainda não tem dado o lucro que eles esperam. “Todos os governos que passaram não valorizaram o nosso trabalho”, se queixou Edvin, após um ritual para estabelecer confiança com a equipe de reportagem. Ele recebeu a TV Brasil com uma cumbuca de ‘guarapo’, uma bebida fermentada à base de rapadura, e com outra de ‘chicha’, feita de milho e mandioca. Em povos indígenas, compartilhar é essencial para abrir o diálogo.

Em resposta à reclamação, em Bogotá, Ruth Ibarra, coordenadora do ministério de Agricultura e desenvolvimento Rural da Colômbia, disse que o governo está buscando ajustes. “Uma grande aposta que tem o governo colombiano é ajudar os produtores na parte de assistência técnica. Fazer todo o acompanhamento, até levá-los ao mercado, onde negociam com os aliados comerciais, os quais vão comprar a matéria-prima a um preço justo, e também dar-lhes valor agregado”, ressalta Ruth Ibarra.

Pesquisa científica

Outra linha de frente do programa de cooperação internacional em busca de um algodão mais sustentável na América Latina é a pesquisa científica. Na Colômbia, por exemplo, a Universidade de Tolima envolveu profissionais como o professor Giovani Andrade Peña, engenheiro agrônomo.

Peña explica que os trabalhos na universidade incluem o desenvolvimento de novos biofertilizantes e o reaproveitamento de subprodutos do cultivo do algodão. Giovani diz que a universidade se une ao esforço de revalorizar o algodão.

“Lamentavelmente, neste momento, o algodão, como tal, a nível mundial, não somente na Colômbia, está atravessando uma crise. Já que temos outros tipos de fibras que o substituem, por exemplo, o poliéster, que é um derivado do petróleo. Então, para as indústrias, é mais atrativo trabalhar com o poliéster, porque o preço é mais baixo”, conclui.

O algodão é uma fibra natural cujo processo de decomposição acontece entre três meses e vinte anos. Por outro lado, as fibras sintéticas podem levar duzentos anos para se decompor.

Há também um trabalho para recuperar as sementes tradicionais do algodão, as chamadas sementes crioulas, e deixar de usar tão amplamente as sementes transgênicas. A ideia é criar um banco de material genético do algodão latino-americano. Quem cuida disso na Colômbia é a Corporação Colombiana de Pesquisa Agropecuária (Agrosavia), o equivalente à Embrapa no Brasil.

Henry Ballesteros é coordenador de inovação regional da Agrosavia em Cereté e a missão profissional dele se mistura a um desejo pessoal. “Sonho em voltar a produzir algodão de novo. Tenho muita esperança. E, se eu fizer, sem dúvida, faria com essas técnicas que estamos aprendendo e desenvolvendo com o Projeto +ALgodão”, destaca. Henry é neto de produtores de algodão e a produção da família dele foi à ruína na época em que se usava muito agrotóxico, o que encareceu a produção e desvalorizou o produto.

Ouro branco

O algodão é sagrado para alguns povos da América Latina. Já foi considerado ‘ouro branco’, por exemplo, em algumas regiões do Brasil e da Colômbia por gerar riqueza.

Incentivar o fortalecimento do cultivo do algodão, de forma sustentável, nos países que têm ou tinham a tradição desse plantio, é também lutar contra a fome e a pobreza, segundo especialistas de instituições envolvidas no programa de cooperação internacional liderado pelo Brasil. Não apenas por causa dos cultivos associados de alimentos e das vantagens financeiras e ambientais das técnicas sustentáveis de plantio, mas pela própria permanência da população no campo.

Na Colômbia, muita gente foi expulsa da zona rural por causa do conflito entre governo, grupos paramilitares, traficantes de drogas e guerrilhas como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que já dura seis décadas e é responsável pelo deslocamento de cerca de sete milhões e meio de pessoas de seus lares originais.

Agustin Zimmermann, representante da FAO na Colômbia, afirma que o programa +ALgodão está atuando em zonas que foram muito afetadas durante o auge do conflito armado no país. “Então, o projeto dá agora possibilidade de retorno dos camponeses, porque põe em funcionamento uma dinâmica produtiva, digamos, benefícios, para que os camponeses possam ficar e retornar aos lugares onde antes tinham suas casas”, avalia Zimmermann.

Para atrair as pessoas de volta para o campo e, principalmente os mais jovens, a estratégia da cooperação internacional é levar tecnologia para o campo. O Brasil doou para a Colômbia um drone agrícola para pulverização de biofertilizantes nas plantações de algodão e cultivos associados. O dispositivo voador é usado por alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem da Colômbia (Sena), no município de El Espinal.

Alvaro Puentes Molina, professor de Agricultura do Sena, pontua que o jovem, “se ele sabe que a partir da tecnologia, ele vai ter mais conforto, vai ter mais sustentabilidade, vai ter melhores garantias na vida, ele fica”. Kelly Moreno, estudante de 17 anos do curso de agricultura de precisão, explica que o drone tem entre os benefícios “monitorar cultivo, analisar dados, e a possibilidade de fazer doses variáveis, de expandir fertilizantes e de economizar água”.

Para o coordenador do programa +ALgodão na Colômbia, José Nelson Camelo, da FAO, uma das situações mais críticas da cadeia algodoeira na América Latina é que há uma população envelhecida e, portanto, atrair jovens seria um dos maiores acertos da cooperação internacional.

Outro acerto, segundo ele, é promover o modelo produtivo, que se validou no Brasil, que atrai pequenos produtores da agricultura familiar e que em seu sistema de produção envolve algodão com outros cultivos, como milho, arroz e sorgo. “Isso para a Colômbia é muito válido, porque a maioria dos produtores de algodão no país, cerca de 70%, são pequenos. Para a FAO e para o projeto, esse é um dos nossos interesses: a segurança alimentar”, enfatiza José Nelson.

A ideia do projeto é aproveitar tudo que é nutritivo em torno do cultivo da fibra, até os cactos da região algodoeira próxima ao Deserto de Tatacoa. O cacto conhecido como nopal tinha enorme importância para as civilizações pré-colombianas e até hoje é usado por alguns como base para alimentos e cosméticos. No sertão nordestino, o nopal é conhecido como ‘palma forrageira’.

Vivian García, engenheira ambiental do Pacto Global, da ONU, avalia que o programa +ALgodão atende a todos os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. “Um programa como este, definitivamente, está abarcando temas de fome zero, de erradicação da pobreza, de ação climática, de gestão de água e redução de desigualdades”, defende.

Mulheres na cadeia do algodão

Para combater desigualdades, o programa +ALgodão também tem um recorte de gênero. Muitas mulheres têm histórias de vida entrelaçadas pela fibra têxtil natural mais usada no mundo. Em Córdoba, no Caribe colombiano, as artesãs Adriana Isabel Reyes e Líris Barga Martine aprenderam ainda crianças a tecer bolsas típicas do povo Wayuu, indígenas que habitam a fronteira com a Venezuela. As mais tradicionais são coloridas e no formato saco. É um souvenir colombiano famoso entre os turistas e as fashionistas.

Por meio do programa de cooperação internacional, Adriana e Liris têm recebido os fios de graça, o que reduz os custos de produção das peças artesanais. Mas a intenção da iniciativa é maior: preparar mulheres para plantar e colher o algodão.

“É muito difícil se manter comprando o quilo caro, sendo que nós podemos produzir o algodão”, reforça a artesã Liris.

Na região de Tolima, em um vale da Cordilheira dos Andes. as indígenas do povo pijao Oneida Collazos Payanene e Eliza Fernanda Liz Pietro já cultivam o próprio algodão. Elas foram selecionadas para participar de capacitações de cultivo oferecidas gratuitamente pelo +ALgodão. “Isso é uma mudança de vida muito bonita, tanto para a comunidade como para nós, porque nos beneficia em sermos lideranças, em perder o medo de dirigir, empoderar como mulheres indígenas, e obter ganhos monetários e econômicos para nossas famílias”, afirma Elisa.

Ainda em Tolima, na capital da reigão, Ibagué, Sandra Patricia Gil Pérez, profissional de segurança e saúde no trabalho das Confecções Caribbean, é uma dos cerca de 100 trabalhadores da empresa alinhados com a missão do programa +ALgodão. “Não é só vir e fazer roupas, não. Há muita coisa por trás de tudo isso. Trabalho social, gerar renda para pessoas que estão na prisão, igualdade de gênero, a maioria são mães de família, mantendo o algodão na Colômbia”, defende Sandra.

Na Tomatico, outra empresa têxtil da cidade de Ibagué, a operária de confecção Zoraida Cárdenas conta que o sustento de muitas famílias é devido ao algodão. “Temos muitas mães, chefes de família, que pertencem à empresa. E, graças a isso, nós podemos sobreviver ou podemos levar nossos filhos, nossa família para frente”.

No entanto, Zoraida alerta sobre a redução de negócios no polo têxtil de Ibagué durante a decadência do algodão na Colômbia, nas últimas três décadas. Muitas fábricas de fiação foram fechadas, o que encareceu o fio produzido na Colômbia, tendo em vista que praticamente não há concorrência interna. Tanto que para diminuir os custos, o fio usado na Tomatico é importado da Ásia, mais barato. Reverter esse tipo de importação é um dos objetivos do programa de cooperação internacional.

Um dos responsáveis pela Tomatico, o engenheiro industrial Germán Mejía Sanchez diz que a empresa planeja produzir o fio. “Temos o projeto de montar uma fábrica de fios aqui na região, está dentro do projeto +ALgodão. A longitude de fibra do algodão de Tolima é muito boa, é uma região que tem muitos terrenos, são muitos que se prestam ao cultivo do algodão”.

A coordenadora de cooperação sul-sul trilateral da Agência Brasileira de Cooperação, Cecília Malaguti, diz que na recém lançada segunda fase do projeto +ALgodão, o foco é a certificação e o rastreamento da forma de produção. “Os consumidores querem saber de onde vem esse algodão, que técnicas empregou, técnicas sociais, ambientais”, explica sobre a prioridade atual.

Quem resume bem esses valores é o designer de moda sustentável colombiano Juan Pablo Martínez. Ele une peças de algodão feitas por artesãs dos diferentes países participantes do programa +ALgodão. “É um tecido, uma maneira de trabalhar o algodão típico de Yatite, no Paraguai. E isto eu combinei com este tecido, que é dos indígenas arhuacos, da Serra Nevada da Colômbia”, expõe.

“Há uma história de que todas essas artesãs que estão afastadas fisicamente, geograficamente, por milhares de quilômetros, mas que têm histórias muito similares umas às outras, são apaixonadas e conhecedoras do trabalho do tecido e do fazer com o algodão”, acrescenta Juan Pablo.

São a esses valores que o algodão brasileiro quer se vincular.

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Semana começa sob alerta máximo: Rondônia terá temporais intensos e risco de alagamentos

Semana começa sob alerta máximo: Rondônia terá temporais intensos e risco de alagamentos

Inmet e CPTEC indicam acumulados acima de 50 mm e risco de tempestades severas até terça-feira (3) em diversas regiões do estado.
L
Lua de Sangue: Brasil verá eclipse parcial

Lua de Sangue: Brasil verá eclipse parcial

Eclipse lunar da próxima terça-feira começa às 5h44, mas a fase total da chamada Lua de Sangue não será visível na maior parte do Brasil.
L
Justiça suspende contrato do transporte inter-hospitalar em RO

Justiça suspende contrato do transporte inter-hospitalar em RO

Decisão do Tribunal de Justiça de Rondônia impede empresa de assumir serviço e reforça debate sobre legalidade e transparência na saúde pública estadual.
L
Prefeitura inicia obras na Estrada de Santo Antônio

Prefeitura inicia obras na Estrada de Santo Antônio

Nova estrutura de ferro e madeira será instalada para garantir tráfego seguro e evitar soluções paliativas no trecho afetado.
L
Prefeitura de PVH reduz custo do frete rural

Prefeitura de PVH reduz custo do frete rural

Programa Transporte da Produção Rural já beneficiou 128 produtores com economia no frete e mais de 200 toneladas escoadas em 2025.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Ali Khamenei tem morte confirmada pelo governo do Irã

Teerã decreta 40 dias de luto nacional após anúncio; Donald Trump afirma que ataques continuarão
L

Nota de pesar: Manoel Brito Ferreira

Motorista dedicado e apaixonado pela família, Manoel Brito Ferreira será lembrado pela generosidade, alegria contagiante e amor pelo Vasco da Gama.
L
Agro: Gustavo Nobre de Azevedo fala sobre Regularização Fundiária Urbana

Agro: Gustavo Nobre de Azevedo fala sobre Regularização Fundiária Urbana

Neste sábado, dia 28, às 11h, o Momento Agro recebe o advogado Gustavo Nobre de Azevedo para esclarecer dúvidas sobre Regularização Fundiária Urbana e seus impactos para moradores e produtores.
L
Sintonia 360: Raymisson Correa fala sobre o Bloco Leste Folia

Sintonia 360: Raymisson Correa fala sobre o Bloco Leste Folia

Programa Sintonia 360 recebe Raymisson Correa para falar sobre organização, segurança e cultura no Bloco Leste Folia.
L
Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 145 milhões neste sábado

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 145 milhões neste sábado

Apostas para o concurso 2.978 podem ser realizadas até as 20h; sorteio ocorre no Espaço da Sorte com transmissão ao vivo pelas redes sociais.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Conselho Municipal de Saúde de Porto Velho abre inscrições para triênio 2026–2029

Conselho Municipal de Saúde de Porto Velho abre inscrições para triênio 2026–2029

Entidades podem se inscrever até 6 de março para compor o colegiado que fortalece o controle social do SUS no município.
L
CREA-RO anuncia preparação de novo concurso público em Rondônia

CREA-RO anuncia preparação de novo concurso público em Rondônia

Conselho Regional confirma vagas para Agente Fiscal e Assistente Administrativo; provas serão aplicadas em Porto Velho, Ji-Paraná e Vilhena.
L
CNU 2025: Governo convoca novos candidatos para confirmar interesse em vagas

CNU 2025: Governo convoca novos candidatos para confirmar interesse em vagas

Atualização das listas de classificação foi publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial; prazo para manifestação começa neste sábado e termina em 2 de março.
L
Maioria dos aprovados no CNU confirma interesse em vagas imediatas

Maioria dos aprovados no CNU confirma interesse em vagas imediatas

Primeira convocação do certame registra 91% de adesão; governo prepara segunda chamada para preencher postos remanescentes já na próxima sexta-feira.
L
Empregos em Rondônia: 2.333 vagas abertas

Empregos em Rondônia: 2.333 vagas abertas

Empregos em Rondônia somam 2.333 vagas nesta semana, com oportunidades para engenheiro civil, jovem aprendiz e cargos de liderança em vários municípios.
L
Publicidade

POLÍTICA

Edevaldo Neves prestigia 5ª Copa em Espigão

Edevaldo Neves prestigia 5ª Copa em Espigão

Deputado Edevaldo Neves participa da 5ª Copa da Linha São Paulo, em Espigão do Oeste, e reforça apoio ao esporte amador como ferramenta de inclusão social.
L
Ministério do Turismo lança pesquisa para mapear necessidades de viajantes neurodivergentes

Ministério do Turismo lança pesquisa para mapear necessidades de viajantes neurodivergentes

Iniciativa em parceria com a UEA busca subsidiar guia de boas práticas para hotéis e restaurantes; questionário online pode ser respondido até 30 de março.
L
Governo Federal prepara o programa Brasil Soberano 2.0 para socorrer indústrias

Governo Federal prepara o programa Brasil Soberano 2.0 para socorrer indústrias

Plano visa apoiar setores de aço, alumínio e autopeças afetados pelas sobretaxas de importação dos EUA; BNDES utilizará R$ 13 bilhões em recursos remanescentes.
L
Haddad classifica caso do Banco Master como "pancada" histórica no setor financeiro

Haddad classifica caso do Banco Master como “pancada” histórica no setor financeiro

Ministro da Fazenda descarta risco sistêmico imediato, mas confirma que fraude pode consumir até 50% dos recursos do Fundo Garantidor de Crédito.
L
Gilmar Mendes proíbe aceleração de pagamentos de penduricalhos no Judiciário e MP

Gilmar Mendes proíbe aceleração de pagamentos de penduricalhos no Judiciário e MP

Ministro do STF veda reprogramações financeiras para antecipar benefícios; órgãos têm 48 horas para comprovar cumprimento da suspensão de verbas acima do teto.
L
Publicidade

POLÍCIA

Homem é preso após furtar picanhas e chocolates na Mamoré

Homem é preso após furtar picanhas e chocolates na Mamoré

Suspeito de 28 anos foi detido pela Polícia Militar após tentar sair de supermercado na Meta 21 da Avenida Mamoré com carnes, chocolates, cerveja e outros produtos.
14
PM recupera moto furtada e prende dupla no Mariana

PM recupera moto furtada e prende dupla no Mariana

Polícia Militar prende dois homens e recupera motocicleta com registro de furto durante patrulhamento do BPTAR no bairro Mariana, em Porto Velho.
14
Força Tática prende suspeitos após roubo no Carnaval

Força Tática prende suspeitos após roubo no Carnaval

Força Tática prende dois homens e apreende dois menores após roubo durante a Operação Carnaval na região central de Porto Velho, na madrugada deste domingo.
14
Homem é preso por agredir companheira no Universitário

Homem é preso por agredir companheira no Universitário

Homem de 26 anos é preso após agredir companheira com cabo de vassoura durante caso de violência doméstica no bairro Universitário, na madrugada de domingo.
16
Homem é morto a golpes de faca na zona leste de Porto Velho

Homem é morto a golpes de faca na zona leste de Porto Velho

Corpo foi encontrado no meio da rua no bairro Planalto II; faca estava ao lado da vítima
18
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Irã e Israel intensificam ataques no Oriente Médio

Irã e Israel intensificam ataques no Oriente Médio

Guarda Revolucionária do Irã anuncia nova ofensiva contra Israel e bases dos EUA após morte de Ali Khamenei; conflito amplia tensão na região.
L
Papa pede diálogo e condena violência no Oriente Médio

Papa pede diálogo e condena violência no Oriente Médio

Leão XIV faz apelo por diplomacia após ataques de EUA e Israel ao Irã e manifesta solidariedade às vítimas das chuvas em Minas Gerais.
L
Morte de Khamenei eleva tensão entre Irã, EUA e Israel

Morte de Khamenei eleva tensão entre Irã, EUA e Israel

Após assassinato de Ali Khamenei, Irã promete retaliação a EUA e Israel; Donald Trump ameaça resposta com força inédita e Netanyahu convoca iranianos a reagir.
L
Livro reúne jovens contra o racismo ambiental

Livro reúne jovens contra o racismo ambiental

Projeto da ActionAid reúne 350 crianças e adolescentes de seis estados em livro que denuncia o racismo ambiental a partir de vivências em favelas, comunidades rurais e territórios indígenas.
L
Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 160 milhões

Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 160 milhões

Mega-Sena acumula após ninguém acertar as seis dezenas do concurso 2.978 e próximo sorteio pode pagar R$ 160 milhões, segundo a Caixa.
L
Março reúne datas de igualdade e memória

Março reúne datas de igualdade e memória

Dia da Mulher, combate à discriminação, inclusão e meio ambiente marcam as principais datas e efemérides de março de 2026 no Brasil e no mundo.
L
Conselho de Segurança convoca reunião após ataques

Conselho de Segurança convoca reunião após ataques

Conselho de Segurança da ONU realiza reunião de emergência após ataques de EUA e Israel ao Irã e discute riscos à paz internacional.
L
Israel amplia ofensiva e atinge 500 alvos no Irã

Israel amplia ofensiva e atinge 500 alvos no Irã

Israel diz que 200 caças atingiram mais de 500 alvos no Irã; ataque a escola de meninas deixa 85 mortas e eleva número total de vítimas para mais de 200.
L
Ataques ao Irã: ofensiva amplia crise e deixa 201 mortos

Ataques ao Irã: ofensiva amplia crise e deixa 201 mortos

Os ataques ao Irã deixaram ao menos 201 mortos e 747 feridos neste sábado (28), segundo informações atribuídas a um porta-voz da Sociedade Crescente Vermelho e divulgadas por agências internacionais, como a Al Jazeera.
L
Brasil deve adotar cautela entre EUA e Irã, parceiro do Brics

Brasil deve adotar cautela entre EUA e Irã, parceiro do Brics

Brasil deve adotar postura cautelosa diante de ataques dos EUA ao Irã, parceiro do Brics; governo defende negociação e evita romper com Washington em meio a tratativas comerciais.
L
Logo News Rondônia
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.