SEGUNDA-FEIRA, 05/01/2026
Publicidade

Em destaque

Escolas são importantes no combate à LGBTfobia, defendem especialistas

Hoje é o Dia Internacional de Combate à Homofobia

Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil - 20

Publicado em 

Escolas são importantes no combate à LGBTfobia, defendem especialistas
Tomaz Silva/Agência Brasil

“Seu viado”, “Fulano é mão quebrada”. Essas são algumas expressões que o professor de artes e teatro Ronei Vieira conta que já ouviu entre os estudantes. Expressões que muitas vezes são naturalizadas, mas que são agressivas e que podem gerar impactos profundos na vida e na trajetória escolar de pessoas LGBTQIA+.

“Eu acho que a escola ainda é um ambiente muito hostil à comunidade LGBT”, diz Vieira, que leciona no Centro de Ensino em Período Integral Edmundo Pinheiro de Abreu, em Goiânia

As impressões do professor são confirmadas em estudos que mostram que a escola muitas vezes não é um ambiente acolhedor. Por um lado, xingamentos que começam como piadinhas e chegam até mesmo a agressões, podem gerar marcas profundas. Por outro, deixar de repreender condutas preconceituosas pode fazer com que essas práticas se perpetuem até a vida adulta, gerando uma sociedade cada vez mais intolerante.

No Brasil, a discriminação de pessoas LGBTQIA+ é crime. Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) equiparou a LGBTfobia ao crime de racismo. Nas escolas, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei 9394/1996, a principal lei educacional do Brasil, o ensino nas escolas deve ser feito baseado no “respeito à liberdade e apreço à tolerância”.

Esse preceito, no entanto, nem sempre acontece. A Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil 2016 – As experiências de adolescentes e jovens LGBT em nossos ambientes educacionais, mostra que estudantes lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais relatam que são agredidos dentro das escolas e que isso atrapalha o rendimento nos estudos. Alguns inclusive declaram que já cogitaram tirar a própria vida por causa das agressões: 73% foram agredidos verbalmente e 36% foram agredidos fisicamente.

Como professor, Vieira diz que deve repreender qualquer tipo de preconceito. “A gente tem que repreender, conversar com o estudante, dependendo do nível. Se for uma agressão física, é [preciso] chamar os pais. Se for mais grave ainda, no sentido de uma agressão mais grave, você tem que chamar o batalhão escolar pra intervir”, diz.

Mas, ao longo da carreira, ele conta já ter presenciado estudantes que buscaram a coordenação por estarem sofrendo bullying e LGBTfobia e acabarem sendo repreendidos. A gestão dizia que isso ocorria por conta do comportamento da própria vítima.

“A gente tá vivendo uma sociedade conservadora e a escola, na verdade, é uma reprodução desse mundo que a gente vê aí fora, infelizmente”, diz o professor. Ele defende que a escola deve ser capaz de trabalhar a educação sexual de forma inclusiva, como uma maneira de formar melhores cidadãos para o país e para o mundo:

“Eu acho que você vai criando uma sociedade mais saudável. Saudável no sentido de lidar com o próprio corpo, saudável no sentido de saber lidar com o outro melhor, de respeitar a diversidade de corpos e existências, né? De formas de existir no mundo. E eu não vejo outra forma da gente criar um mundo melhor se não for olhando para essa diversidade”.

Menos espaço nas escolas

No Brasil, no entanto, temas como a LGBTfobia tem ganhado cada vez menos espaço nas instituições de ensino. O total de escolas públicas com projetos para combater racismo, machismo e homofobia caiu ao menor patamar em dez anos, segundo levantamento do Todos Pela Educação, divulgado em 2023.

Com base nos dados do Sistema Nacional de Avaliação Básica (Saeb), do Ministério da Educação, a organização mostrou que, em 2011, 34,7% das escolas no país relataram ter ações voltadas para o combate ao machismo e a homofobia. Em 2017, essa porcentagem chegou a 43,7%. Em 2021, no entanto, caiu para o menor patamar, 25,5%, o que significa que três a cada quatro escolas no Brasil não têm ações voltadas para combater esse tipo de preconceito.

“O cenário nunca foi o ideal, mas o que a gente percebeu é que de 2017 até 2021 houve uma queda nesse tipo de projeto nas escolas, o que é muito preocupante. A gente deveria vir numa toada de aumentar o número de projetos, aumentar o número de escolas que estão debatendo esses assuntos, trabalhando esses assuntos com os alunos e, na verdade, a gente vem regredindo”, diz a coordenadora de Políticas Educacionais do Todos pela Educação, Daniela Mendes.

O preconceito, de acordo com ela, pode impactar no processo de ensino e aprendizagem. “Se o ambiente não respeita, dificilmente aquela criança, aquele jovem vai querer continuar na escola e isso vai fazer com que ele abandone a escola e não conclua a educação básica. Isso é um grande problema, não só para a pessoa individualmente, mas para a nossa sociedade como um todo. Afinal de contas, já existem estudos que mostram como a evasão escolar prejudica economicamente o nosso país”, diz.

No Rio de Janeiro, por exemplo, o 1º Dossiê anual do Observatório de Violências LGBTI+ em Favelas, mostrou que a população travestigênere – pessoas trans, travestis e não-binárias – é a que mais sofre com a falta de acesso a serviços públicos, como a educação.

Ao todo, 25,5% de travestigêneres abandonaram a escola antes de concluir os estudos e sequer acessou o ensino médio, enquanto entre o restante dos entrevistados, as pessoas não trans, esse índice é de 8%. “Ninguém pode ser discriminado e ter o seu direito à educação ferido a partir de preconceito, discriminação em relação à orientação sexual ou qualquer outro grupo que essa pessoa faça parte”, ressalta, Mandes.

Espaços de discussão

Maria Sofia Ferreira, 16 anos, é um exemplo de como ter espaços de discussão sobre diversidade nas escolas faz com que estudantes se sintam seguros para se dedicar aos estudos. Ela frequenta a Escola de Referência em Ensino Médio Silva Jardim, no Recife.

Até o ano passado, a escola contava com o núcleo de estudos de gênero Wilma Lessa. “Eu me interessei logo de cara, no meu primeiro ano, porque eu senti que era um lugar de acolhimento, era um lugar que eu poderia me expressar as minhas dores, principalmente sendo um adolescente LGBT”, diz. O nome do grupo de estudos homenageia a jornalista Wilma Lessa, reconhecida no estado pela defesa dos direitos das mulheres.

“Quanto mais você é excluído de um espaço, quanto mais você sofre nesse espaço, menos vai ser sua vontade de estar nesse ambiente. Então, quando a gente encontra um local acolhedor, a gente sente que ali você pode frequentar. Então, realmente, ajuda muito nos estudos, ajuda muito a você querer estar na escola, a participar de projetos, a sentir que você pode se expressar finalmente.”

Sofia está no 3º ano do ensino médio. Ela conta que na escola antiga, uma escola particular, ela não contava com nenhuma rede de apoio e eram frequentes os comentários LGBTfóbicos. “Foi um processo muito difícil pra mim, porque foi um ambiente muito homofóbico, tanto por parte da diretoria, quanto por parte dos alunos, dos estudantes mesmo”.

Quando mudou de escola, Sofia sentiu a diferença no ambiente. “Eu me vi podendo ser quem eu sou, sem me preocupar de ter que me esconder, ter que me armar contra quem quisesse me atingir. Eu encontrei ali um espaço com pessoas iguais a mim e onde, juntos, a gente consegue fazer diferença”.

Uma das coisas que aprendeu no núcleo de estudos é que quando alguém expressa algum tipo de preconceito em um ambiente escolar, não se deve se afastar dessa pessoa, mas trazê-la para perto e buscar conversar e aprender junto.

Neste ano, por conta das mudanças curriculares, com a implementação do novo ensino médio, o núcleo foi desativado. Sofia diz já sentir diferença no comportamento dos estudantes. “Um dos maiores impactos que eu vejo é a volta do preconceito”, diz.

“São jovens carregados de preconceitos e dentro da escola não se tem mais esse espaço, onde a gente vira em conjunto e fala ‘pô, mano, o que tu tá fazendo não é legal. O que tu tá fazendo tem que ser mudado’”.

O professor Vieira também fala sabe o impacto do acolhimento entre os alunos. Por ser, ele mesmo, um homem gay, ele conta que muitos alunos se sentem à vontade e protegidos simplesmente com a presença dele. Ele diz que certa vez foi abordado por um estudante que perguntou se ele era homossexual. Ele respondeu que sim.

“E ele me disse: ‘Eu gosto de estudar nessa escola porque tem você e tinha mais dois professores gays e vocês falam muito tranquilamente sobre sexualidade e aí eu não sofro homofobia aqui na escola. Eu não sofro porque eu sei que tem quem vai intervir, quem vai, de alguma forma, proteger’. Nesse dia eu fiquei pensando muito sobre isso, sobre a importância de você ter uma referência, porque eu fui um menino gay que eu não tinha referência na escola, nem de professor, nem de estudantes gays”.

Abordagem

Gênero e sexualidade nas escolas são temas que geram polêmica no Brasil. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) essas questões devem ser tratadas a partir do acolhimento da diversidade. “Alguns países do mundo, entre eles o Brasil, enfrentam alguns obstáculos para entender o que é falar sobre gênero e sexualidade na escola. A perspectiva da Unesco é de acolhimento das diversidades. Então, que pessoas LGBT, seja por orientação sexual, identidade de gênero, possam ser acolhidas e tenham direito à educação. Ou seja, tenham direito a completar a sua trajetória educacional”, diz a oficial de programa do setor de Educação da Unesco no Brasil, Mariana Braga.

Segundo levantamentos feitos pelo organismo internacional, muitas vezes estudantes sofrem preconceito por ser quem são e também por se assemelhar ao que seria um padrão LGBTQIA+.

“O fato de você se assemelhar com uma identidade LGBT provoca discriminação. E, sobretudo, população trans, elas são praticamente expulsas da escola. Não há um acolhimento da comunidade escolar e aí dos professores, da diretoria e dos próprios estudantes para que essa população permaneça na escola. Então, o que a Unesco preconiza é o direito à educação dessas populações e o direito de permanecer na escola.”

A organização elaborou o documento Orientações técnicas internacionais de educação em sexualidade: uma abordagem baseada em evidências, que traz instruções sobre como essas questões podem ser abordadas na educação a cada etapa de ensino.

“A perspectiva da Unesco é trazer conteúdos baseados no desenvolvimento de cada indivíduo. Então, trazer os conteúdos apropriados à faixa etária, apropriados àquele nível de ensino, onde a criança possa entender, ter noção do seu corpo, conhecer o outro, se prevenir da violência”, diz Mariana.

Uma das preocupações é também com a violência no ambiente digital. “A Unesco está muito preocupada com as questões de violências on-line. Então, as meninas, e aí sobretudo também meninas lésbicas e travestis, são muito violentadas em espaços digitais. Então, a escola também tem um poder, um papel muito importante de poder educar nesse sentido, educar para levar informação baseada em evidências, informações verdadeiras, para que esses estudantes se protejam, tanto no espaço físico, quanto no espaço virtual, que é um espaço de violência de gênero também cada vez maior”.

O dia 17 de maio é o Dia Internacional de Combate à Homofobia. Nesta data, em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou o termo homossexualismo da lista de distúrbios mentais do Código Internacional de Doenças. Sem o sufixo “ismo”, que remete à doença, o termo passou a ser homossexualidade, que deixou de ser relacionada a qualquer patologia.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Rondônia celebra 44 anos de instalação: do sonho territorial à potência da Amazônia

Estado completa 44 anos em 4 de janeiro de 2026, consolidando uma trajetória marcada por desafios, integração nacional e crescimento econômico, social e produtivo
L
Menor desemprego da história e ações na saúde marcam a semana

Menor desemprego da história e ações na saúde marcam a semana

Emprego atinge nível histórico e SUS amplia atendimento especializado.
L
Helicóptero faz pouso forçado no mar em Cabo Frio

Helicóptero faz pouso forçado no mar em Cabo Frio

Oito ocupantes foram resgatados com vida pela Marinha.
L

Fortes chuvas com trovoadas se aproximam da capital e interior

Alerta de descargas elétricas, especialmente nas regiões Norte e Sudoeste do estado.
L

O governo brasileiro age para garantir a segurança na fronteira com Roraima após a invasão dos EUA na Venezuela

“O Brasil condena estas ações e reafirma sua disposição de promover o diálogo e a cooperação”, disse Lula.
L
Publicidade
ENERGISA
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Maduro é preso em Nova York: ex-líder passa primeira noite sob custódia

Maduro é preso em Nova York: ex-líder passa primeira noite sob custódia

Nicolás Maduro foi levado a um centro federal nos EUA após captura em Caracas e enfrentará acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas
L

Confira o que está em cartaz no Cine Araújo em Porto Velho

Filmes de ação, suspense e animação movimentam a programação desta semana no Cine Araújo, com opções para toda a família, incluindo estreias aguardadas e sucessos consagrados nas telonas.
L

Trump afirma que EUA vão assumir gestão interina da Venezuela e abrir espaço para petroleiras americanas

Em discurso, o presidente dos Estados Unidos diz que a administração seria temporária, promete transição política e anuncia entrada de empresas de energia no país, após operação que teria capturado Nicolás Maduro.
L
Resultado do sorteio: Cine Araújo presenteia internauta

Resultado do sorteio do dia 02/01: Cine Araújo presenteia internauta

Mais um participante foi premiado com dois ingressos na promoção do News Rondônia e Cine Araújo. Emoção garantida na telona!
L

Vista Alegre do Abunã: falta de médico na USF obriga paciente com dores a procurar farmácia

O caso tem sido apontado como negligência médica por moradores da região, que frequentemente buscam atendimento no Hospital Regional de Extrema, Acre, Nova Mamoré, Guajará-Mirim, Porto Velho e, às vezes, até na Bolívia, devido à precariedade dos serviços locais, que deixam muito a desejar.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

AgSus abre processo seletivo em Rondônia com salários de R$ 5,8 mil

AgSus abre processo seletivo em Rondônia com salários de R$ 5,8 mil

Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS oferece vagas de níveis médio e superior para atuação no Programa Mais Médicos em Porto Velho.
L
Processo Seletivo Simplificado da Prefeitura de Porto Velho abre vagas para professores

Processo Seletivo Simplificado da Prefeitura de Porto Velho abre vagas para professores

Processo Seletivo prevê contratação temporária de docentes para zonas urbana e rural
L
CRECI-RO lança concurso público com vagas para três municípios de Rondônia

CRECI-RO lança concurso público com vagas para três municípios de Rondônia

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI-RO) publicou edital de certame com oportunidades para níveis médio e superior em Porto Velho, Ji-Paraná e Vilhena, no concurso público do CRECI-RO.
L
CNU 2: FGV altera horário das bancas de candidatos negros e com deficiência

CNU 2: FGV altera horário das bancas de candidatos negros e com deficiência

Fundação Getúlio Vargas (FGV) comunicou a atualização do Cartão de Confirmação de Inscrição, com alterações de horário e turno, para convocados nos procedimentos de Caracterização da Deficiência e Confirmação Complementar à Autodeclaração de Pessoas Negras do (CNU 2025).
L
Ministério da Gestão nomeia 677 aprovados no Concurso Unificado

Ministério da Gestão nomeia 677 aprovados no Concurso Unificado

Cargos de analista, engenheiro, médico e outros estão distribuídos em seis pastas ministeriais; empossados no Concurso Público Nacional Unificado devem apresentar documentação digitalmente pelo Portal do Servidor.
L
Publicidade

POLÍTICA

Trump diz que EUA vão se envolver no petróleo da Venezuela

Trump diz que EUA vão se envolver no petróleo da Venezuela

Presidente afirma que empresas americanas atuarão fortemente no setor.
L
Sequestrado, Maduro será julgado nos Estados Unidos

Sequestrado, Maduro será julgado nos Estados Unidos

Procuradora diz que Maduro responderá à Justiça americana.
L
Sem provas, Rubio acusa Maduro de chefiar grupo narcoterrorista

Sem provas, Rubio acusa Maduro de chefiar grupo narcoterrorista

Secretário dos EUA diz que governo venezuelano não é legítimo.
L
Governo convoca reunião de emergência no Itamaraty após invasão da Venezuela

Governo convoca reunião de emergência no Itamaraty após invasão da Venezuela

Presidente Lula acompanha crise e retorna a Brasília ainda hoje.
L
Milei provoca Lula ao celebrar ataque dos EUA à Venezuela

Milei provoca Lula ao celebrar ataque dos EUA à Venezuela

Presidente argentino associa Lula a Maduro em vídeo nas redes sociais.
L
Publicidade

POLÍCIA

Enteado ataca padrasto com panela de pressão na cabeça para defender mãe de agressões

Enteado ataca padrasto com panela de pressão na cabeça para defender mãe de agressões

O idoso precisou de atendimento médico na Policlínica Ana Adelaide, e depois de receber alta foi encaminhado junto do enteado para o Departamento de Flagrantes.
16
Equipe do sgt Machado fecha “Boca da Bia” e prende traficante com drogas na zona leste

Equipe do sgt Machado fecha “Boca da Bia” e prende traficante com drogas na zona leste

O flagrante aconteceu em uma boca de fumo na Rua Constelação, bairro Flamboyant, zona leste de Porto Velho.
14

Jovem presa por violência doméstica é encontrada morta em cela na Central de Flagrantes

As causas da morte estão sendo apuradas pela Polícia Civil.
18
Operação Madeira-Mamoré apreende armas de guerra e entorpecentes em Guajará-Mirim

Operação Madeira-Mamoré apreende armas de guerra e entorpecentes em Guajará-Mirim

Forças de segurança realizaram a Operação Madeira-Mamoré e localizaram granadas, fuzil e drogas em residência no bairro Jardim das Esmeraldas.
12
Homem é preso após ameaçar esposa e enfrentar PM em Porto Velho

Homem é preso após ameaçar esposa e enfrentar PM em Porto Velho

Suspeito armado com facão descumpriu medida protetiva e resistiu à prisão.
14
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Prefeito de Nova York critica ação de Trump contra a Venezuela

Prefeito de Nova York critica ação de Trump contra a Venezuela

Zohran Mamdani classifica captura de Nicolás Maduro como “ato de guerra” e cita impactos diretos para venezuelanos que vivem na cidade.
L
Incêndio na Suíça: 24 das 40 vítimas já foram identificadas

Incêndio na Suíça: 24 das 40 vítimas já foram identificadas

Explosão em bar de estação de esqui deixou 40 mortos e 119 feridos; polícia suíça avança no processo de identificação das vítimas.
L
Venezuelanos no exterior reagem a ataque dos EUA e queda de Maduro

Venezuelanos no exterior reagem a ataque dos EUA e queda de Maduro

Manifestações de repúdio e comemoração ocorreram em vários países após a captura do líder venezuelano e o anúncio de uma administração norte-americana no país.
L
TEA em idosos: estudo estima 300 mil brasileiros no espectro

TEA em idosos: estudo estima 300 mil brasileiros no espectro

Levantamento com base no Censo 2022 aponta prevalência de autismo em pessoas acima de 60 anos e indica que diagnóstico tardio costuma trazer alívio e autocompreensão.
L
China cobra libertação de Maduro: EUA violaram direito internacional

China cobra libertação de Maduro: EUA violaram direito internacional

Governo chinês exige soltura imediata do presidente venezuelano e de sua esposa, afirma que ação fere a Carta da ONU e defende solução por meio do diálogo.
L
Ataque dos EUA à Venezuela: ofensiva fortalece extrema-direita

Ataque dos EUA à Venezuela: ofensiva fortalece extrema-direita

Professora da Uerj avalia que ação de Washington integra estratégia de Donald Trump para articular redes transnacionais de extrema-direita e ampliar instabilidade regional.
L
Argentina restringe imigração de aliados de Maduro: entrada é barra

Argentina restringe imigração de aliados de Maduro: entrada é barra

Governo argentino endurece regras para impedir que funcionários, militares e empresários ligados ao regime venezuelano usem o país como refúgio político.
L
Venezuela: Conselho de Segurança da ONU será convocado após ação dos EUA

Venezuela: Conselho de Segurança da ONU será convocado após ação dos EUA

Reunião solicitada pela Colômbia, com apoio de Rússia e China, discutirá impacto da ofensiva americana e alertas da ONU sobre violação do direito internacional.
L
Trump afirma que operação na Venezuela é aviso à soberania dos EUA

Trump afirma que operação na Venezuela é aviso à soberania dos EUA

Presidente dos Estados Unidos diz que ação militar serve como recado global, anuncia controle do país e afirma que exigências americanas deverão ser cumpridas integralmente.
L
Trump indica diálogo com vice e descarta oposição na Venezuela

Trump indica diálogo com vice e descarta oposição na Venezuela

Presidente dos EUA afirma que Washington vai administrar a Venezuela por tempo indefinido e rejeita liderança de Maria Corina Machado
L
Logo News Rondônia
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.