SEGUNDA-FEIRA, 19/01/2026

Em destaque

Especialistas analisam causas de inundações no Rio Grande do Sul

Há divergências sobre efeitos de ocupação desordenada e uso do solo

Por Rafael Cardoso e Cristina Índio do Brasil - Repórteres da Agência Brasil - 20

Publicado em 

Especialistas analisam causas de inundações no Rio Grande do Sul
Pref. de Canoas/Divulgação

Em cenários de crise, é comum a busca por causas e responsabilidades. A tragédia das chuvas no Rio Grande do Sul, que provocaram a morte de quase 150 pessoas até agora, têm levantado diferentes reflexões. Trata-se de um evento natural excepcional, impossível de prever e evitar? Ou há um grau considerável de responsabilidade humana pela forma de ocupação do território, desenvolvimento urbano e uso do solo?

Agência Brasil conversou com especialistas em recursos hídricos, que pesquisam áreas como geologia, agronomia, engenharia civil e ambiental. Há consenso de que se trata de um evento extremo, sem precedentes, potencializado pelas mudanças climáticas no planeta. Mas quando o assunto é o papel desempenhado pelas atividades econômicas e a ocupação do território, surgem as discordâncias.

Ocupação e desenvolvimento urbano

O geólogo Rualdo Menegat, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é crítico em relação às políticas de planejamento urbano e econômico no estado. O caso de Porto Alegre, para ele, é o mais emblemático de que há uma desorganização generalizada do território, causado por um conjunto de atividades econômicas. Por isso, defende que não se pode falar apenas em grande precipitação como causadora da tragédia, mas também de problemas graves de gestão que a potencializaram.

“Os planos diretores da cidade foram desestruturados para facilitar a especulação imobiliária. No caso de Porto Alegre, por exemplo, toda a área central que hoje está inundada no porto, foi oferecida para ser privatizada e ocupada por espigões. Houve um sucateamento do nosso sistema de proteção, como se nunca mais fosse haver inundações”, diz Rualdo.

O desmatamento de vegetação nativa para fins imobiliários também é considerado fator que dificulta o escoamento de água da chuva.

“Há uma ocupação intensiva do solo. Em Porto Alegre, em especial na margem do Guaíba, na zona sul, ainda temos um ecossistema mais perto do que foi no passado, com estrutura de zonas de banhado, matas e morros. Mas essas áreas estão sob pressão da especulação imobiliária. E por causa das políticas de uso intensivo do solo urbano, essas áreas estão sendo expostas, em detrimento da conservação dos últimos estoques ambientais, que ajudam a regular as vazões da água”, analisa Rualdo.

O professor de recursos hídricos da Coppe/UFRJ, Paulo Canedo, pondera que ainda é preciso analisar a situação com mais calma. Mas reforça que o desenvolvimento econômico e social, quando não acompanhado de medidas estruturais e preventivas, facilita inundações.

“Nós temos a convicção de que a chuva foi realmente extraordinária. Mas é claro que o progresso da região trouxe dificuldades de escoamento. Isso é a contrapartida do progresso. Criam-se as cidades, as atividades econômicas, novas moradias. Mas tem o ônus de impermeabilizar o solo e gerar mais vazão para a chuva”, avalia Paulo Canedo. “Muitas atividades econômicas podem ter sido desenvolvidas de forma não sustentável. Não criaram condições para lidar com esse aumento de impermeabilização. Isso é algo que devemos ter em mente quando formos reconstruir o Rio Grande do Sul”.

Agricultura

Outro ponto em discussão é se o investimento em determinadas atividades agrícolas, com consequentes alterações da vegetação nativa, ajudaram a fragilizar os solos e o processo de escoamento da água. Para o geólogo Rualdo Menegat, esse foi um dos elementos que aumentou o impacto das chuvas no estado.

“Grande parte do planalto meridional tem sido intensamente ocupada pelas plantações de soja no limite dos arroios, destruindo a mata auxiliar e os bosques. E também os banhados, que acumulam água e ajudam que ela não ganhe velocidade. O escoamento de água passa a ser muito mais violento e em maior quantidade, porque não há tempo para infiltração”, diz Rualdo.

O agrônomo Fernando Setembrino Meirelles discorda do peso dado à agricultura nas inundações recentes. Ele é professor de recursos hídricos na UFRGS e foi diretor do Departamento de Recursos Hídricos do Rio Grande do Sul entre 2015 e 2019. Meirelles defende que as atividades agrícolas não foram um fator de importância para a tragédia, que deve ser explicada pela magnitude das chuvas.

“Tivemos muitos deslizamentos em áreas de matas, que já estavam consolidadas. Na região mais alta e preservada do estado, temos milhares de cicatrizes de escorregamento. O solo derreteu, simplesmente perdeu capacidade de suporte por causa da chuva muito intensa. Na região do Vale do Taquari, a gente vê pilhas de árvores que foram arrancadas. Então, a relação da agricultura com esse evento é zero. Ela não é o motor dessa cheia”, diz Fernando Meirelles.

Doutor em recursos hídricos, o engenheiro civil e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS), Jaime Federici Gomes, entende que, apesar do papel importante que a vegetação desempenha no escoamento de água, não acredita que as intervenções agrícolas tenham tido influência nas inundações.

“Os tipos de vegetação que estão no solo têm influência em uma das fases do ciclo hidrológico, que é a interceptação de água pelas raízes. Grandes plantas são um reservatório e jogam parte dessa água para atmosfera. As copas das árvores também podem interceptar a água antes de ela chegar ao solo. Mas dada a magnitude das chuvas, eu não sei como regiões mais florestadas poderiam ter diminuído o volume de escoamento. Em um evento desse, com muita água, pode não ter tido quase influência”, diz Jaime.

Sistemas de contenção

Depois de um histórico de enchentes no século 20, a cidade de Porto Alegre desenvolveu uma série de recursos estruturais para impedir enchentes. Nesse ponto, não há divergências: ficou claro que o sistema de contenção de águas apresentou falhas agora.

“Os sistemas de proteção foram projetados na década de 1970, por causa das cheias de 1941 e de 1967. Ele foi o mais economicamente viável. Tecnicamente é bastante adequado e eficiente. Em Porto Alegre, tem também vários diques compatíveis com a cheia de 1941. Mas, desta vez, na hora de fechar as comportas, quando a água ficou acima de quatro metros, elas começaram a vazar, tiveram problemas de vedação e acabaram abrindo. E as casas de bombas, que drenam as águas dentro da cidade, devem ter falhado”, analisa o engenheiro Jaime Federici.

“Os sistemas de proteção falharam aqui em Porto Alegre por falta de manutenção. Ele não foi superado pela água, já que ela entrou por baixo. Agora em outros sistemas, como os das cidades de São Leopoldo e de Canoas, houve uma passagem da água por cima deles. Ou seja, os critérios de projeto que foram utilizados considerando o passado, agora não têm mais validade. Eventos estão mostrando que, por causa das mudanças climáticas, devemos considerar outras métricas e estatísticas”, complementa o professor Fernando Meirelles.

Para Rualdo Menegat, a negligência política ajudou a enfraquecer a capacidade estrutural do estado de lidar com fenômenos climáticos mais intensos.

“Nas cidades e nos campos, a infraestrutura de energia elétrica, de água e de proteção contra as inundações estão sendo sucateadas nos últimos três governos estaduais. A companhia de energia elétrica e de abastecimento de água foram privatizadas. A Secretaria de Meio Ambiente foi incorporada a outra e assumiu papel secundário. O estado não desenvolveu capacidade de inteligência estratégica para diminuir os riscos e nos tornamos mais vulneráveis”, diz Rualdo.

Conhecimento e prevenção

Quando se fala em prevenção e redução de danos, os especialistas entendem que é possível ao menos minimizar as consequências dos fenômenos climáticos com treinamento adequado de profissionais e da população.

“Não temos uma Defesa Civil eficiente. O que vimos foi que ela está desestruturada, com dificuldades, mal aparelhada, sucateada. E sem mecanismos de alerta. Além disso, temos uma população que, por não haver programas estratégicos para ela, tem problemas de acesso às informações de prevenção”, diz Rualdo.

“As defesas civis de alguns municípios, principalmente desses que foram afetados, têm uma ou duas pessoas. Poucos têm uma Defesa Civil consolidada. E a população precisa de treinamento para saber se defender”, diz Jaime Federici. “Mas, economicamente, não vejo soluções definitivas para esse tipo de evento. Vamos imaginar o exemplo do Japão, que lida com furacões, terremotos e maremotos, e tem toda uma estrutura para conviver com esses eventos extremos. Isso é algo que temos que começar a estabelecer na cultura. Precisamos aprender a nos defender, lidar com essas situações e, aos poucos, fazer as adaptações estruturais”.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Advocacia de Rondônia tem até 30 de janeiro para garantir desconto máximo na anuidade

Advocacia de Rondônia tem até 30 de janeiro para garantir desconto máximo na anuidade

OAB Rondônia reforça o prazo para pagamento à vista com o maior benefício financeiro do ano, visando facilitar o planejamento da classe e fortalecer a defesa das prerrogativas.
L
Prefeitura de Jaru convoca aprovados em processos seletivos para quatro funções

Prefeitura de Jaru convoca aprovados em processos seletivos para quatro funções

Editais publicados nesta segunda-feira (19) chamam candidatos dos seletivos nº 001 e 004; posse deve ocorrer em até três dias úteis, com envio de documentos por peticionamento eletrônico.
L
BR-364: Nova 364 intensifica obras de pavimento na rodovia

BR-364: Nova 364 intensifica obras de pavimento na rodovia

Força-tarefa entre 18 e 24 de janeiro prevê reparos, fresagem, recomposição e tapa-buraco em trechos como Cacoal, Presidente Médici, Ariquemes e Ouro Preto do Oeste, com sinalização e homens-bandeiras.
L
FMI reduz para 1,6 por cento projeção de crescimento do Brasil em 2026

FMI reduz para 1,6 por cento projeção de crescimento do Brasil em 2026

Organismo internacional aponta os efeitos dos juros altos como causa principal para a desaceleração da economia brasileira no próximo ano.
L
IPEM-RO: reunião de alinhamento integra servidores e gestão

IPEM-RO: reunião de alinhamento integra servidores e gestão

Primeiro encontro reuniu presidência e equipes técnicas e administrativas para alinhar diretrizes, apresentar objetivos da gestão e reforçar a eficiência no serviço público em Rondônia.
L
Publicidade
ENERGISA
Publicidade

DESTAQUES NEWS

GIRO NEWS: Michel Alisson fala sobre educação financeira e Sicredi

O administrador e especialista em Gestão de Cooperativas de Crédito do Sicredi aborda volta às aulas, planejamento financeiro, cartões, seguros e capital social.
L
Pix: instabilidade afeta serviço e bancos nesta segunda-feira (19)

Pix: instabilidade afeta serviço e bancos nesta segunda-feira (19)

Relatos de falhas no Pix aumentaram ao longo da tarde e envolveram bancos como Banco do Brasil, Itaú, Nubank, Bradesco, Santander e Inter, segundo reclamações em plataformas de monitoramento.
L
Enamed aponta desempenho satisfatório em 69 por cento dos cursos

Enamed aponta desempenho satisfatório em 69 por cento dos cursos

Primeira edição do exame nacional revela que instituições federais e estaduais lideram qualidade, enquanto redes municipais e privadas registram piores notas.
L
Anvisa determina recolhimento de gliter e pó para alimentos

Anvisa determina recolhimento de gliter e pó para alimentos

Agência Nacional de Vigilância Sanitária proíbe a venda de itens de decoração com plásticos e substâncias não autorizadas que eram comercializados na internet.
L
Termina hoje prazo de recurso para cotas no concurso unificado

Termina hoje prazo de recurso para cotas no concurso unificado

Candidatos do CNU2 podem contestar o resultado da heteroidentificação e da perícia médica até o fim desta segunda-feira por meio da página oficial do certame.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Prazo para recursos sobre cotas e vagas reservadas no CNU 2 abre hoje

Prazo para recursos sobre cotas e vagas reservadas no CNU 2 abre hoje

Candidatos negros, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência têm até a próxima segunda-feira para contestar os resultados preliminares da autodeclaração.
L
Gratuito e acessível, Sine se consolida como ferramenta eficaz na geração de emprego

Gratuito e acessível, Sine se consolida como ferramenta eficaz na geração de emprego

Serviço do Sine em Porto Velho oferece cadastro gratuito, atendimento presencial e digital, ampliando o acesso a vagas de emprego e estágio na capital.
L
Resultado preliminar de vagas reservadas do CNU2 é divulgado

Resultado preliminar de vagas reservadas do CNU2 é divulgado

Os candidatos têm até o dia 19 de janeiro para apresentar recursos sobre a análise de deficiência ou autodeclarações de pessoas negras, indígenas e quilombolas no portal oficial.
L
Sine Municipal oferece mais de 30 vagas de emprego em Porto Velho

Sine Municipal oferece mais de 30 vagas de emprego em Porto Velho

Oportunidades são para trabalhadores com ensino médio, fundamental e sem exigência de escolaridade, com atendimento presencial e consulta online disponíveis.
L
CRECI-RO abre concurso público com salários de até R$ 2.994

CRECI-RO abre concurso público com salários de até R$ 2.994

Inscrições para o Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 24ª Região encerram nesta segunda-feira; oportunidades abrangem Porto Velho, Ji-Paraná e Vilhena.
L
Publicidade

POLÍTICA

Ministério lança módulo para monitorar saúde de crianças indígenas

Ministério lança módulo para monitorar saúde de crianças indígenas

Nova ferramenta da Secretaria Especial de Saúde Indígena permitirá o registro detalhado do desenvolvimento neuropsicomotor e rastreio precoce de doenças em territórios.
L
Justiça converte para domiciliar prisão de suspeito de fraude no INSS

Justiça converte para domiciliar prisão de suspeito de fraude no INSS

Ministro André Mendonça autoriza que Silvio Feitoza cumpra pena em casa devido a quadro de isquemia miocárdica grave diagnosticado após cirurgia.
L
MPRO: Justiça obriga municípios a ampliar acolhimento de crianças

MPRO: Justiça obriga municípios a ampliar acolhimento de crianças

Decisões determinam implantação e qualificação do acolhimento institucional e em família acolhedora em Pimenta Bueno, Primavera de Rondônia e São Felipe do Oeste, com base no ECA e na Assistência Social.
L
Programa Fecha Laudo: Eyder Brasil propõe emenda de R$ 35 milhões

Programa Fecha Laudo: Eyder Brasil propõe emenda de R$ 35 milhões

Deputado apresentou proposta ao orçamento para reduzir filas de laudos em Rondônia e ampliar o atendimento especializado, beneficiando cerca de 10 mil pessoas com deficiência no estado.
L
Deputada Dra. Taíssa solicita reforço no policiamento para o distrito de Abunã

Deputada Dra. Taíssa solicita reforço no policiamento para o distrito de Abunã

Indicação tem como objetivo atender de forma direta às necessidades do distrito, promovendo mais segurança para os moradores e comerciantes da região.
L
Publicidade

POLÍCIA

Polícia Civil alerta para golpes contra idosos em Porto Velho

Polícia Civil alerta para golpes contra idosos em Porto Velho

Criminosos se passam por servidores municipais para obter dados e contratar empréstimos indevidos; prefeitura esclarece que não solicita fotos em visitas.
L
Polícia apreende adolescente e prende mãe por venda de bebidas e drogas

Polícia apreende adolescente e prende mãe por venda de bebidas e drogas

Flagrante ocorreu em Candeias do Jamari durante patrulhamento em ponto conhecido como ponto de venda de entorpecentes; jovem mantinha animal silvestre em garrafa.
14
Polícia Civil e prefeitura alertam sobre golpe da falsa cesta básica

Polícia Civil e prefeitura alertam sobre golpe da falsa cesta básica

O esquema já causou prejuízos significativos às vítimas, incluindo casos de endividamento bancário superior a R$ 30 mil.
L
Polícia Militar prende suspeitos e recupera pneus furtados na BR 364

Polícia Militar prende suspeitos e recupera pneus furtados na BR 364

A abordagem ocorreu em Presidente Médici na manhã seguinte ao crime em uma empresa de autopeças; equipamentos usados no arrombamento também foram apreendidos.
12
Patamo prende foragido e apreende drogas em residência no Novo Ji-Paraná

Patamo prende foragido e apreende drogas em residência no Novo Ji-Paraná

A prisão ocorreu após abordagem na avenida Gabriel Vieira de Melo; o suspeito autorizou a entrada dos policiais em sua casa, onde foram encontrados cocaína, crack e maconha.
14
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Requerimento da Licença Ambiental (LP-LI-LO): AGUAS DE JARU SPE S.A.

LICENÇAS PRÉVIA, INSTALAÇÃO E DE OPERAÇÃO
L

Requerimento da Outorga: AGUAS DE JARU SPE S.A

OUTORGA DO DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOS
L
Dia do Profissional da Beleza destaca expansão do setor em Rondônia e apoio do Sebrae

Dia do Profissional da Beleza destaca expansão do setor em Rondônia e apoio do Sebrae

Data celebrada em 19 de janeiro evidencia crescimento do empreendedorismo na área e ações de capacitação, gestão e inovação para fortalecer pequenos negócios no estado.
L
Xbox Cloud Gaming pode ganhar plano gratuito com anúncios, indicam vazamentos

Xbox Cloud Gaming pode ganhar plano gratuito com anúncios, indicam vazamentos

Modelo permitiria jogar via streaming títulos já comprados pelo usuário, sem assinatura do Game Pass Ultimate, mas com sessões limitadas e publicidade antes da partida.
L
CNH digital: renovação automática já alcança mais de 320 mil motoristas

CNH digital: renovação automática já alcança mais de 320 mil motoristas

Programa em vigor desde 9 de janeiro renovou 323.459 CNHs digitais na primeira semana e é voltado a “bons condutores”, com critérios como ausência de infrações e cadastro no Registro Nacional Positivo.
L
Dos games aos cinemas: Resident Evil e Silent Hill revivem rivalidade em 2026

Dos games aos cinemas: Resident Evil e Silent Hill revivem rivalidade em 2026

Franquias que marcaram o survival horror nos anos 1990 e 2000 retornam às telonas no mesmo ano, reacendendo comparações entre terror psicológico e ação apocalíptica.
L
Faturamento da indústria sobe mas emprego cai pelo terceiro mês

Faturamento da indústria sobe mas emprego cai pelo terceiro mês

Dados da CNI revelam que o setor industrial enfrenta desaceleração no mercado de trabalho em decorrência dos juros altos, apesar da alta pontual nas vendas.
L
Logo News Rondônia
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.