TERÇA-FEIRA, 24/03/2026

Em destaque

Pesquisa mostra como judeus usaram música para resistir ao Holocausto

Em tempos de guerra, historiadora propõe reflexão sobre intolerância

Por Rafael Cardoso - Agência Brasil - Rio de Janeiro - 44

Publicado em 

Pesquisa mostra como judeus usaram música para resistir ao Holocausto
© Tânia Rêgo/Agência Brasil

A historiadora Silvia Lerner estava com tudo programado para o lançamento de um novo livro no Brasil, quando a guerra entre Israel e Hamas começou. Ela vive em Tel Aviv e, durante cinco dias, ficou abrigada no bunker que tem em casa, sem saber se conseguiria um voo. Havia ainda o desafio de publicar uma pesquisa sobre o Holocausto em um contexto que mobiliza posições exaltadas contra judeus, árabes e outros povos envolvidos nos conflitos do Oriente Médio.

O primeiro ponto foi superado e ela lançou o livro “A música e os músicos em tempos de intolerância: o Holocausto” no mês de outubro em São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro. Sobre o segundo ponto, a autora defende que, apesar de tratar de um tema do passado, a pesquisa pode ajudar na reflexão sobre a intolerância entre os povos nos dias atuais. As dificuldades de diálogo e de aceitação do outro, segundo Silvia Lerner, favorecem a violência e tornam acordos de paz cada vez mais distantes.

A pesquisa da historiadora fala da perseguição dos nazistas, que provocou a morte de cerca de 6 milhões de judeus nas décadas de 1930 e 1940 na Europa, evento conhecido como Holocausto. Em meio aos guetos, campos de concentração e de extermínio, muitas vítimas encontraram refúgio na música. O que, segundo Silvia, era uma forma de resistência psicológica contra a violência extrema.

Todas as músicas apresentadas no livro foram escritas originalmente em ídiche ou alemão, mas foram traduzidas para o português pela autora. Elas podem ser ouvidas no idioma original por meio de QR Codes. Em entrevista à Agência Brasil, a historiadora dá detalhes da pesquisa e da experiência em Tel Aviv, em meio aos conflitos entre Israel e Hamas.

Rio de Janeiro (RJ), 24/10/2023 - Detalhe de foto da apresentaçao de orquestra no Gueto de Kovno.  A historiadora e escritora, Silvia Lerner, fala sobre o lançamento do seu livro  “A música e os músicos em Tempos de Intolerância: o Holocausto” (Editora Rio Books), na livraria Travessa, no Shopping Leblon, zona sul da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
 Detalhe de foto da apresentação de orquestra no Gueto de Kovno. A historiadora e escritora, Silvia Lerner, fala sobre o lançamento do seu livro “A música e os músicos em Tempos de Intolerância: o Holocausto” (Editora Rio Books), na livraria Travessa, no Shopping Leblon, zona sul da cidade – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Agência Brasil: Por que você escolheu esse tema de estudo? Interesse apenas acadêmico ou tem alguma relação pessoal com o assunto?

Silvia Lerner: Meus pais eram sobreviventes do Holocausto. Eram judeus alemães e viviam em Berlim.  Eles se tornaram refugiados no Brasil. Eles vieram sozinhos, então eu nunca tive avó, tio, tia, porque todos morreram na Alemanha ou foram levados para campos de concentração. Fiz faculdade de História e consegui uma bolsa na Escola Internacional de Estudos sobre Holocausto, em Jerusalém. Ali, comecei a me especializar nesse tema e em História Judaica. Buscava encontrar respostas para tanta maldade. Você começa a estudar e ver como os homens são cruéis. E a troco de quê? Se me perguntarem hoje se eu tenho as respostas, vou te dizer: já estudei muito, mas eu ainda não encontrei o que justificasse tanta maldade e crueldade. Eu vejo que nos homens não aprenderam. Porque desde que a guerra terminou, a gente já assistiu a vários genocídios, vários eventos e momentos de falta de paz.

Agência Brasil: Você estuda letras de músicas produzidas pelos judeus nesses tempos de Holocausto. Como teve acesso e como foi o processo de seleção, tradução e análise de fontes?

Silvia Lerner: Dentro desse tema mais geral, eu me identificava com o campo cultural. E resolvi focar na arte e na música. Minha filha morou um tempo em Nova York, eu ia muito lá, e consegui juntar um material que encontrei pesquisando lá, principalmente livros e áudios que encontrei no Institute for Jewish Research (YIVO). Tinha um com músicas escritas em ídiche e, como eu sei a língua, comecei a traduzir e a procurar áudios correspondentes produzidos nos Estados Unidos, em Israel, na França. Algumas também estavam em alemão e, como também sei o idioma, consegui traduzir.

Agência Brasil: A pesquisa encontrou cerca de 300 músicas produzidas nesse contexto pelos judeus. Qual critério você utilizou para analisar e publicar 31 delas no livro?

Silvia Lerner: Eu comecei a escolher músicas que fossem produzidas em espaços diferentes. Por exemplo, algo que era do gueto de Varsóvia, do de Vilna, do de Białystok. Para mostrar o quanto se produziu, em tantos lugares diferentes. Tem músicas feitas em campos de extermínio, como Treblinka e Auschwitz. Mas é interessante que, mesmo em lugares tão diferentes, existam pontos em comum. Por exemplo, muitas traziam em comum uma estrofe que diz “dorme, meu filho, dorme”. Era um sentimento do pai e da mãe que não queriam que o filho percebesse toda a tragédia em volta. Elas também costumam trazer temas como a saudade e a chamada para uma luta.

Agência Brasil: Quais músicas você destacaria como emblemáticas desse período?

Silvia Lerner: Tem uma que eu gosto muito que se chama Friling, (Primavera), composta no gueto de Vilna, em ritmo de tango. O autor escreveu essa música logo após o assassinato de sua esposa, com quem tinha casado recentemente. E realmente é uma música bonita, emocionante. E perguntaram a ele, como tinha conseguido compor algo naquele momento. E ele respondeu que era a música que o segurava, que sustentava os músculos dele. E por que o ritmo de tango? Por que os alemães permitiam esse tipo de ritmo. Ao contrário, por exemplo, do jazz, que eles não admitiam. Para eles era um estilo de origem dos negros, grupo que eles perseguiam. E o tango era visto como dança de submissão da mulher ao homem.

Agência Brasil: Você centra a análise das músicas a partir do conceito de resistência, que há muito tempo é explorado na historiografia em diferentes situações. Pode explicar como você o entende e o aplica no estudo?

Silvia Lerner: Havia tanto a resistência armada, quanto a resistência psicológica. Os judeus pegaram em armas tardiamente. Não estavam habituados, não tinham treinamento militar. Somente quando sentiram que os guetos estavam sendo evacuados é que resolveram pegar em armas. A resistência psicológica consistia em produzir elementos, como a música, para esquecer a fome. Em trabalhar uma composição para esquecer a saudade. Era tentar viver com dignidade em tempos indignos.

E havia o papel da transmissão e do testemunho. Quando os guetos iam sendo evacuados, os prisioneiros eram enviados para diferentes lugares. Mas eles levavam com eles as músicas. Cantavam em barracões em diferentes campos de concentração. E quando a guerra acaba, há um grupo de sobreviventes que começa a se interessar em manter essa memória e a juntar todas as músicas que tinham ouvido e passar para partituras.

Agência Brasil: O seu livro está sendo lançado em um momento de conflito no Oriente Médio, e os judeus são um dos grupos envolvidos. Acredita que o contexto pode ter influência nas leituras que serão feitas do livro? O estudo pode, de alguma forma, dialogar com a atualidade?

Silvia Lerner: O título traz a palavra intolerância. E esses eventos no Oriente Médio têm como foco a intolerância. Acho que lançar o livro nesses tempos tem um impacto. Até para os leitores perceberem que a intolerância ainda não terminou. No sentido de não aceitação do outro. No Holocausto, foi assim. Para o nazista, o outro não era o que ele queria, não tinha a compleição física considerada ideal, que era ser ariano. Ele não produzia a arte que os ideólogos do nazismo consideravam a correta. E o que acontece no Oriente Médio é essa dificuldade em aceitar o outro. Isso nos dois lados, a ponto de ter sido deflagrada essa guerra violenta.

Agência Brasil: Você estava em Israel quando começou o conflito mais recente, entre o governo israelense e o Hamas. O que poderia falar dessa experiência e de como acompanhou de perto os acontecimentos?

Silvia Lerner: Eu vivo em Israel há um ano e meio. E esses cinco dias que passei lá, antes de voltar ao Brasil para o lançamento do livro, não foram fáceis. Tinha o estresse de querer sair para honrar os compromissos aqui e não conseguir. As sirenes tocando me deixavam muito perturbada. Não é fácil ter que correr para o quarto antimíssil. Você fica ali fechada, correr com os documentos, água, comida. Em algum momento devo voltar. Eu moro lá. Tenho uma filha lá e três netos. No condomínio onde eu moro, muitos vizinhos foram recrutados para o conflito. No kibutz, no Sul de Israel, tem uma família de brasileiros que eu conheço e eles conseguiram se salvar. E eu cedi meu apartamento para uma outra família, vinda do Norte, se abrigar.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Hidrovia do Madeira: Prefeitura cria comitê para ampliar governança e ouvir população

Hidrovia do Madeira: Prefeitura cria comitê para ampliar governança e ouvir população

Com-Madeira integra Porto Velho nas decisões estratégicas sobre o transporte fluvial e busca atrair investimentos para gerar emprego e renda na capital.
L
Prefeitura de Porto Velho lança Programa BEN+SERVIDOR

Prefeitura de Porto Velho lança Programa BEN+SERVIDOR

Nova iniciativa institui benefícios e descontos exclusivos para servidores municipais, aposentados e pensionistas através de parcerias com o setor privado.
L
Clínica Veterinária Pública de Porto Velho fortalece acesso gratuito à saúde animal

Clínica Veterinária Pública de Porto Velho fortalece acesso gratuito à saúde animal

A unidade pioneira em Rondônia oferece castrações, exames e cirurgias para famílias de baixa renda e protetores.
L
Nova 364 intensifica limpeza na BR-364, minimizando riscos de acidentes

Nova 364 intensifica limpeza na BR-364, minimizando riscos de acidentes

Para minimizar esses perigos e reforçar a segurança viária, a Nova 364 intensifica, entre os dias 22 e 28 de março, os serviços de roçada ao longo da faixa de domínio, garantindo mais visibilidade, segurança e melhores condições de tráfego aos usuários.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Prefeitura lança edital para Procurador Municipal

Prefeitura lança edital para Procurador Municipal

O prazo para inscrições preliminares deve acontecer de 30 de março a 20 de abril de 2026
L

Jovem News: Luiz Henrique Braga destaca ações sociais da Sorriso do Amanhã

Durante a entrevista, Luiz Henrique vai compartilhar a história da criação da entidade, os projetos desenvolvidos ao longo dos anos e os resultados alcançados com dedicação e compromisso.
L
CIEE abre 116 vagas de estágio e aprendizagem em Rondônia

CIEE abre 116 vagas de estágio e aprendizagem em Rondônia

Oportunidades contemplam estudantes do ensino médio e superior em diversas áreas, com cadastro gratuito disponível no portal do CIEE.
L

Ponto & Contraponto: Samuel Costa debate política e futuro de Rondônia

O debate promete trazer reflexões importantes sobre o futuro do estado, com diferentes visões e propostas que impactam diretamente a população.
L
Chuvas intensas atingem Rondônia no início da semana

Chuvas intensas atingem Rondônia no início da semana

Previsão indica tempestades em todas as regiões e risco de eventos mais severos a partir de terça-feira. Mesmo com a chegada do outono, o calor persiste e mantém a sensação de tempo abafado.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Correios: inscrições para Jovem Aprendiz 2026 abertas

Correios: inscrições para Jovem Aprendiz 2026 abertas

Programa oferece 548 vagas em todo o país com foco em capacitação e inclusão de jovens em situação de vulnerabilidade social.
L
CNU 2025 consolida maior diversidade étnica e de gênero no serviço público federal

CNU 2025 consolida maior diversidade étnica e de gênero no serviço público federal

Ministra Esther Dweck apresenta balanço da segunda edição do “Enem dos Concursos”, destacando que 40% dos aprovados pertencem a grupos de cotas reservadas.
L
CNU convoca 712 candidatos para etapa de investigação social

CNU convoca 712 candidatos para etapa de investigação social

A fase é eliminatória para o cargo de analista técnico de justiça e defesa, exigindo o preenchimento de ficha de informações pessoais até o dia 24 de março.
L
Mais de 2,3 mil vagas abertas em Rondônia: confira sua cidade

Mais de 2,3 mil vagas abertas em Rondônia: confira sua cidade

O Governo de Rondônia disponibiliza 2.377 vagas formais em diversas cidades do estado, reforçando oportunidades no mercado de trabalho e o fortalecimento da economia local.
L
CNU divulga resultado final com classificações e lista de espera

CNU divulga resultado final com classificações e lista de espera

Candidatos já podem consultar notas e posições na página da FGV; convocações para nomeações e cursos de formação começam nesta segunda-feira.
L
Publicidade

POLÍTICA

Governo lança Projeto Soldado Cidadão para apoiar militares na transição ao mercado de trabalho

Governo lança Projeto Soldado Cidadão para apoiar militares na transição ao mercado de trabalho

Portaria publicada no Diário Oficial da União cria programa de capacitação e recolocação profissional para militares temporários após licenciamento.
L
Lula participa da entrega de 2,2 mil casas do Minha Casa, Minha Vida

Lula participa da entrega de 2,2 mil casas do Minha Casa, Minha Vida

Cerimônia ocorre em Brasília e simultaneamente em quatro estados, beneficiando famílias de todo o país nesta terça-feira (24/3).
L
TRT-14 movimenta quase R$ 4 milhões em acordos na campanha "Elas em Pauta"

TRT-14 movimenta quase R$ 4 milhões em acordos na campanha “Elas em Pauta”

Mutirão de conciliação focado em mulheres beneficiou 1,9 mil pessoas e reforçou acesso rápido à Justiça do Trabalho em RO e AC.
L
Cláudia de Jesus defende salários dignos para profissionais da saúde

Cláudia de Jesus defende salários dignos para profissionais da saúde

Parlamentar participou de fórum estadual e destacou a urgência de valorização profissional para garantir a qualidade da saúde pública.
L
Vereador Dr. Gilber vistoriza campos de futebol amador em Porto Velho

Vereador Dr. Gilber vistoriza campos de futebol amador em Porto Velho

Parlamentar percorre espaços esportivos da capital para levantar demandas de infraestrutura; foco da ação é garantir iluminação em LED e reformas de arquibancadas.
L
Publicidade

POLÍCIA

PRF prende quatro homens por embriaguez ao volante em rodovias de Rondônia

PRF prende quatro homens por embriaguez ao volante em rodovias de Rondônia

Ocorrências registradas neste final de semana na BR-364, BR-421 e BR-319 resultaram em detenções após acidentes e tentativas de fuga em Ariquemes e Porto Velho.
10
Equipe do 5º Batalhão apreende drogas no residencial Orgulho do Madeira

Equipe do 5º Batalhão apreende drogas no residencial Orgulho do Madeira

Ação da guarnição sob comando do sargento Machado ocorre após denúncias anônimas na zona leste de Porto Velho; suspeito conseguiu fugir pulando janela de apartamento.
12
Operação 7 vidas resgata gato de bueiro na zona sul de Porto Velho

Operação 7 vidas resgata gato de bueiro na zona sul de Porto Velho

Polícia Militar e Corpo de Bombeiros realizam ação conjunta para salvar animal preso em galeria de esgoto; resgate mobilizou moradores nesta segunda-feira (23).
L
MPRO consegue condenação de assaltantes que atacaram deputado Jean Mendonça e família

MPRO consegue condenação de assaltantes que atacaram deputado Jean Mendonça e família

Crimes ocorreram em outubro de 2025 e resultaram em penas que totalizam 30 anos de reclusão
14
Homem é preso por agredir filha e ameaçar esposa em RO

Homem é preso por agredir filha e ameaçar esposa em RO

Caso de violência doméstica no bairro Lagoa, em Porto Velho, envolveu adolescente ferida e ameaças de morte; suspeito foi detido pela Polícia Militar.
16
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Corujão da Saúde otimiza atendimento noturno e reduz filas em Porto Velho

Corujão da Saúde otimiza atendimento noturno e reduz filas em Porto Velho

Programa alcança 9 mil atendimentos na unidade Manoel Amorim de Matos, oferecendo alternativa para trabalhadores e idosos.
L
Mudanças climáticas são tema de fórum municipal com propostas sustentáveis em Porto Velho

Mudanças climáticas são tema de fórum municipal com propostas sustentáveis em Porto Velho

Prefeito e especialistas debateram soluções ambientais e o enfrentamento de eventos extremos durante encontro no Teatro Banzeiro.
L
Hospital de Amor celebra 64 anos com campanha solidária e prêmios de até R$ 500 mil

Hospital de Amor celebra 64 anos com campanha solidária e prêmios de até R$ 500 mil

Aniversário da instituição em Barretos distribui R$ 800 mil em sorteios e financia tratamento oncológico gratuito para milhares de pacientes no Brasil.
L
Brasil supera meta com 66% das crianças alfabetizadas na idade certa

Brasil supera meta com 66% das crianças alfabetizadas na idade certa

Governo Federal anuncia que dois em cada três alunos concluíram o 2º ano do ensino fundamental sabendo ler e escrever em 2025; objetivo é atingir 80% até 2030.
L
Aposentados e pensionistas do INSS em Rondônia terão 13º salário antecipado

Aposentados e pensionistas do INSS em Rondônia terão 13º salário antecipado

Pagamento será dividido entre abril e maio, injetando R$ 453,2 milhões na economia do estado e beneficiando cerca de 250 mil pessoas.
L
Nubank enfrenta instabilidade no Pix nesta segunda-feira (23)

Nubank enfrenta instabilidade no Pix nesta segunda-feira (23)

Usuários relatam dificuldades para realizar transações; plataforma registra pico de mais de 1 mil notificações de erro.
L
Operação Cidade Limpa intensifica ações em Porto Velho

Operação Cidade Limpa intensifica ações em Porto Velho

Trabalho em várias regiões garantem mais qualidade de vida e saúde pública
L
Dra. Taíssa Sousa fiscaliza entrega de quadra em Campo Novo de Rondônia

Dra. Taíssa Sousa fiscaliza entrega de quadra em Campo Novo de Rondônia

Parlamentar destaca compromisso com a população.
L
Juíza condena advogados de Jairinho a pagarem custos de adiamento do júri

Juíza condena advogados de Jairinho a pagarem custos de adiamento do júri

Magistrada impõe multa para cobrir gastos com segurança e alimentação após defesa abandonar plenário; julgamento do caso Henry Borel foi remarcado para o dia 25 de maio.
L
Dra. Taíssa Sousa apoia 2ª Corrida Mulher Maravilha em Guajará-Mirim

Dra. Taíssa Sousa apoia 2ª Corrida Mulher Maravilha em Guajará-Mirim

Com inscrições gratuitas e grande adesão da população, o evento deve reunir centenas de participantes.
L