SEXTA-FEIRA, 16/01/2026

Em destaque

Especialistas alertam que é preciso repensar o gerenciamento costeiro

Problema ficou mais evidente com a tragédia em São Sebastião.

Publicado em 

Por Elaine Patricia Cruz

Um grande número de pessoas em situação de vulnerabilidade vive atualmente em regiões de alto risco no Brasil, que tem um histórico de desigualdades sociais e de não efetivar políticas fundiárias. Cerca de 2,47 milhões de domicílios estavam nessa situação em 2018, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Imagem Rovena Rosa

A estimativa é que pelo menos 8 milhões de brasileiros estão sob grave risco e podem ser vítimas de uma tragédia como a que aconteceu durante o último carnaval em São Sebastião, no litoral norte paulista, e que causou a morte de ao menos 64 pessoas somente na cidade, segundo o último boletim divulgado pelo governo de São Paulo.

“Uma área de risco é um local que está mais suscetível a sofrer alterações, a partir de processos naturais, como a chuva, que são perigosas para a vida humana. Uma região é considerada de risco quando existem instalações humanas que podem sofrer com esses processos naturais, que podem ou não serem ampliados pela ação antrópica [a ação do ser humano sobre o meio ambiente]”, explicou a geógrafa Ana Paula Ichii Folador, que fez um mapeamento sobre a Justiça e o racismo ambiental em São Sebastião.

 “De maneira geral, área de risco é um local em que as pessoas estão expostas a perigo ou algum tipo de ameaça que pode prejudicar a vida dela ou seus bens e patrimônios”, segundo o arquiteto e urbanista Anderson Kazuo Nakano, professor do Instituto das Cidades da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Em entrevista à Agência Brasil, ele disse que “há perigos de ordem geológica, como é o caso dos riscos de deslizamentos de encostas de morro e rolamento de rochas, corredeiras e lama. Há também os perigos e as ameaças de ordem hidrológica, que são trazidas pelas inundações, enchentes e transbordamento de rios e de córregos. E há também outros tipos de ameaças como solos contaminados”.

Essas áreas de grande risco no Brasil, sujeitas a enchentes ou deslizamentos de morros, são habitadas principalmente por uma população mais vulnerável, que não consegue pagar para morar mais próximo ao local de trabalho ou em uma área considerada segura, pelo alto custo.

“A maior parte da população que não tem recursos econômicos e não pode contar com políticas urbanas habitacionais, acaba acessando a terra em uma situação segregada, precária, informal, periférica. E são áreas muitas vezes construídas com os próprios recursos dos moradores. Você tem uma tradição histórica de produção de espaço urbano estruturado por profundas desigualdades socioespaciais. Essa é uma característica recorrente nas nossas cidades”, disse Nakano. A isso, segundo o urbanista, se dá o nome de racismo ambiental.

“Podemos dizer que há justiça ambiental quando os problemas ambientais existentes afetam da mesma maneira todos os segmentos da população. Na medida em que temos alguns segmentos mais vulneráveis sendo expostos a mais problemas ambientais, enquanto outro segmento privilegiado tem condições de se proteger desses mesmos problemas, podemos dizer que há injustiça ambiental. Quando essa injustiça ambiental afeta populações negras, pardas ou tradicionais, como os caiçaras ou os quilombolas no litoral paulista, caracterizamos isso como racismo ambiental”, explica Rubia Gomes Morato, professora do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo e coordenadora do Laboratório de Cartografia e Geoprocessamento Professor André Libault (LabCart).

No Brasil, essa diferença é tão gritante que a população pobre é separada da população rica de forma bem delimitada. No caso de São Sebastião e de outras cidades litorâneas paulistas, essa demarcação é feita por uma rodovia, a Rio-Santos.

“A Rio-Santos é um marcador importante que divide as áreas mais valorizadas e com melhor infraestrutura urbana, próximas às praias, destinadas em boa parte ao turismo, enquanto as áreas menos valorizadas pelo mercado imobiliário, não raramente em áreas de risco, são as únicas acessíveis para a população de baixa renda”, disse Rúbia.

O problema é que, principalmente no litoral norte paulista, a faixa de terra plana, possível para ser urbanizada, é bem estreita, descontínua e encravada entre o mar e as escarpas da Serra do Mar. Sem uma política fundiária, a faixa mais próxima ao mar acaba sendo destinada aos mais ricos. “A faixa mais próxima da orla marítima, mais próxima à praia, é ocupada predominantemente por hotéis, por restaurantes caros, por condomínios residenciais de alto padrão, com moradias de veraneio e residências que ficam boa parte do ano ociosas. Esses condomínios são interligados pela Rodovia Rio-Santos”, explicou Nakano.

Sem conseguir pagar por essa faixa de terra mais segura e plana, a população mais pobre, por sua vez, passa a construir suas moradias mais próxima das escarpas da Serra do Mar, ou então começam a subir o morro e se colocam cada vez mais em risco. Esse é um histórico da Vila do Sahy, em São Sebastião, local que foi mais atingido pela tragédia das chuvas ocorrida no último carnaval.

Vila do Sahy

Os primeiros habitantes de São Sebastião, lembrou a geógrafa Ana Paula, foram os indígenas guaranis, que hoje passaram a ocupar uma área muito limitada na região. Depois, no período colonial, essa região litorânea passou a ser ocupada para o escoamento de açúcar e café produzido no Vale do Paraíba. Mas com o fim do ciclo da agricultura de exportação, as fazendas que ali existiam foram desativadas e as áreas das antigas plantações foram retomadas pela floresta ou ocupadas por famílias caiçaras.

“A região ficou isolada e a população dali se voltou para a agricultura de subsistência, pesca e artesanato. Essa condição foi essencial para a preservação do local, enquanto o restante do território paulista passava por um intenso processo de degradação”, disse Ana Paula, em entrevista à Agência Brasil.

Mas com o início da construção de rodovias e a implantação de energia elétrica, lotes na região passaram a ser negociados. “Esses lotes de terra tinham como finalidade servir ao turismo, como o turismo de veraneio, onde a elite paulistana mora na capital e tem a sua segunda moradia no litoral. Tudo isso foi construído em cima de muito desmatamento e violência contra os que já moravam ali e preservavam esse lugar com seu próprio modo de vida cultural e tradição. Além disso, teve muita migração para trabalhar na construção da plataforma da Petrobras, na construção das rodovias e posteriormente, para se trabalhar no turismo”, acrescentou.

Na Vila do Sahy, por exemplo, a ocupação teve início entre as décadas de 80 e 90, com a construção da Rodovia Rio-Santos. “Os trabalhadores que foram para o município na década de 80 para trabalhar no asfaltamento e abertura da Rio-Santos e, depois, na construção dos condomínios das casas e da infraestrutura, não tinham muito espaço para construir suas moradias. Não havia política pública e eles não tinham recursos necessários para acessar as terras mais seguras e mais distantes das escarpas da Serra do Mar. Então, eles foram ocupando a parte dessas áreas mais alargadas que já adentravam em direção ao pé dessas escarpas da Serra do Mar e acabaram mais expostos a esses riscos de deslizamentos. E, com o processo de crescimento e adensamento populacional, e com a continuidade da não implementação de políticas urbanas e habitacionais que propiciassem o acesso a uma terra urbana e segura e moradia adequada, essas pessoas começaram a subir as encostas das escarpas da Serra do Mar”, explica o arquiteto e urbanista Kazuo Nakano.

“E esse foi o caso da Vila do Sahy. Você ali tem moradias não só no pé das escarpas da Serra do Mar, mas subindo já encostas com declividades altíssimas, quase verticais. Isso criou uma situação de alto risco”, disse.

Uma situação que o Ministério Público já chamou de “tragédia anunciada”, como consta em um documento que o órgão encaminhou à prefeitura de São Sebastião, em 2021, solicitando uma solução para os moradores da Vila do Sahy. Um pedido que nunca foi atendido.

Turismo elitista

Para não condenar essas populações a tragédias como a que acabou ocorrendo na Vila do Sahy, em São Sebastião, o Brasil precisa repensar o seu gerenciamento costeiro, defende Nakano. “Precisamos repensar o gerenciamento costeiro não só em relação às chuvas e ao aumento das chuvas, mas também em relação à elevação do nível do mar. A maior parte das cidades brasileiras estão nas zonas costeiras, que foi a faixa onde a gente começou o processo de colonização. A gente precisa aperfeiçoar e mudar completamente os procedimentos de gerenciamento costeiro, articulando com todas as demandas de atendimento social, mas também com políticas ambientais e, principalmente, protetivas”, defende.

Nakano defende ainda que o país estabeleça uma política de distribuição de terras. “É necessário fazer uma política de terras, coisa que o Brasil nunca fez, principalmente para a classe trabalhadora. O poder publico precisa coordenar o processo de distribuir a terra urbanizada, dotada de infraestrutura viária, de saneamento básico, de fornecimento de energia elétrica, de espaços para equipamentos comunitários e públicos. Hoje isso acaba ficando na mão de loteadores e seguindo a lógica do mercado. Nunca se teve um agente público responsável pela produção dessas terras urbanas e pela distribuição dessas terras urbanas para a construção de moradias, principalmente para a classe trabalhadora. Essa classe tem que acessar a terra, sem essa urbanização prévia, porque ela não consegue comprar um lote urbanizado que é caro”, disse o urbanista.

Os especialistas alertam também que o país precisa repensar o modelo que privilegia o turismo elitista. “Tem que se repensar o próprio modelo de condomínios de alto padrão, porque eles ficam ociosos, e às vezes por anos. São casas grandes, com terrenos grandes e que muitas vezes é usado menos de um mês por ano. E quando é usado, é usado por uma quantidade mínima de pessoas. É um desperdício de espaço, de infraestrutura, de terra urbanizada. Tem que se repensar esse modelo porque é um modelo excludente, segregatório e que está colocando a vida das pessoas em risco”, alerta Nakano.

“O turismo de elite, com certeza, é algo que deveria ser repensado ali porque ele não é nada sustentável. Isso acontece no Brasil todo. O turismo sustentável chega, toma conta, destrói áreas naturais, sobe o preço dos imóveis e empurra a população local para áreas indesejadas”, acrescentou Ana Paula.

Outro ponto que precisa ser considerado para evitar essas tragédias, dizem eles, são as mudanças climáticas, que tornam mais frequentes as ocorrências de eventos extremos. “As mudanças climáticas podem agravar ainda mais o problema existente. Um bom planejamento não deveria considerar chuvas próximas da média, mas também os eventos extremos, que não ocorrem com a mesma frequência, mas não deixam de acontecer. E quando esses eventos extremos ocorrem, as consequências podem ser muito sérias para a população”, alerta Rubia.

Para ela, a falta de políticas habitacionais e fundiárias no Brasil está colocando toda uma população vulnerável em risco. “A falta de uma boa política habitacional de modo consistente e contínuo coloca em risco a vida da população de baixa renda. Isso é inadmissível. As políticas públicas deveriam priorizar o bem-estar da população. O Estatuto da Cidade já tem mais de duas décadas e ainda vemos muitos problemas se repetindo. A população de baixa renda não ocupa áreas de risco por opção. É por falta de alternativas devido aos altos preços produzidos pela especulação imobiliária, que torna as áreas seguras, com infraestrutura urbana e próximas dos locais de trabalho ou estudo muito caras e inacessíveis para muitos”, disse a coordenadora do LabCart.

“Para enfrentar esse problema é necessário combater a especulação imobiliária e adotar um planejamento urbano focado no bem-estar de toda a população, sem deixar de fora a população de baixa renda, além de respeitar limites ambientais para garantir a segurança”, acrescentou.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Eleição no CONSAD da Emdur: empregados já podem se inscrever

Eleição no CONSAD da Emdur: empregados já podem se inscrever

Processo eleitoral define representante dos empregados no Conselho de Administração da Emdur, com inscrição por chapa (titular e suplente) e envio da documentação por e-mail dentro do prazo do edital.
L
Canal da Jorge Teixeira: Prefeitura atua para evitar alagamentos

Canal da Jorge Teixeira: Prefeitura atua para evitar alagamentos

Serviços da Seinfra incluem desobstrução, hidrojato e retirada de vegetação no canal da avenida, visando melhorar o escoamento da chuva e reduzir pontos críticos de alagamento na capital.
L
Ministério dos Direitos Humanos lança campanha para proteger crianças no Carnaval

Ministério dos Direitos Humanos lança campanha para proteger crianças no Carnaval

A iniciativa Pule, Brinque e Cuide busca conscientizar a sociedade sobre o combate ao trabalho infantil e à exploração sexual durante as festas populares.
L
O Agente Secreto amplia presença nos cinemas após vencer Globo de Ouro

O Agente Secreto amplia presença nos cinemas após vencer Globo de Ouro

O longa dirigido por Kleber Mendonça Filho triplicou o número de salas em exibição no Brasil e agora aguarda as indicações oficiais ao Oscar.
L
TRT-14: julgamento vai definir folga mensal na Embrapa

TRT-14: julgamento vai definir folga mensal na Embrapa

Tribunal do Trabalho de Rondônia e Acre analisa conflito entre turmas sobre benefício extinto da Embrapa, buscando uniformizar decisões e garantir segurança jurídica aos empregados.
L
Publicidade
ENERGISA
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Chamada Escolar 2026: matrículas estaduais começam dia 19

Chamada Escolar 2026: matrículas estaduais começam dia 19

Matrícula online da rede estadual de Rondônia ocorre de 19 a 23 de janeiro, pelo site da Seduc, para garantir acesso às vagas e permitir que estudantes ingressem ou continuem os estudos na rede pública.
L
Prazo para recursos sobre cotas e vagas reservadas no CNU 2 abre hoje

Prazo para recursos sobre cotas e vagas reservadas no CNU 2 abre hoje

Candidatos negros, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência têm até a próxima segunda-feira para contestar os resultados preliminares da autodeclaração.
L
Desocupação prolongada coloca Rondônia entre os melhores resultados do país

Desocupação prolongada coloca Rondônia entre os melhores resultados do país

Lideranças da direita criticam decisão do STF que determinou mudança do ex-presidente para o 19º Batalhão da Polícia Militar, alegando risco à saúde e injustiça política.
L
Governo lança inteligência artificial para orientar candidatos do Enem

Governo lança inteligência artificial para orientar candidatos do Enem

O chatbot Chat GOV.BR ajudará estudantes com informações sobre inscrições no Sisu, Prouni e Fies, enviando mensagens personalizadas via WhatsApp e caixa postal.
L
Direita de Rondônia reage à transferência de Bolsonaro para a "Papuda"

Direita de Rondônia reage à transferência de Bolsonaro para a “Papuda”

Lideranças da direita criticam decisão do STF que determinou mudança do ex-presidente para o 19º Batalhão da Polícia Militar, alegando risco à saúde e injustiça política.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Gratuito e acessível, Sine se consolida como ferramenta eficaz na geração de emprego

Gratuito e acessível, Sine se consolida como ferramenta eficaz na geração de emprego

Serviço do Sine em Porto Velho oferece cadastro gratuito, atendimento presencial e digital, ampliando o acesso a vagas de emprego e estágio na capital.
L
Resultado preliminar de vagas reservadas do CNU2 é divulgado

Resultado preliminar de vagas reservadas do CNU2 é divulgado

Os candidatos têm até o dia 19 de janeiro para apresentar recursos sobre a análise de deficiência ou autodeclarações de pessoas negras, indígenas e quilombolas no portal oficial.
L
Sine Municipal oferece mais de 30 vagas de emprego em Porto Velho

Sine Municipal oferece mais de 30 vagas de emprego em Porto Velho

Oportunidades são para trabalhadores com ensino médio, fundamental e sem exigência de escolaridade, com atendimento presencial e consulta online disponíveis.
L
CRECI-RO abre concurso público com salários de até R$ 2.994

CRECI-RO abre concurso público com salários de até R$ 2.994

Inscrições para o Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 24ª Região encerram nesta segunda-feira; oportunidades abrangem Porto Velho, Ji-Paraná e Vilhena.
L
Aeronáutica abre concurso para sargentos com provas em Porto Velho

Aeronáutica abre concurso para sargentos com provas em Porto Velho

Inscrições para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação à Graduação de Sargento seguem até 23 de janeiro; salário inicial após formação é de R$ 4.100.
L
Publicidade

POLÍTICA

RO-459 e RO-457: Alex Redano pede recuperação urgente

RO-459 e RO-457: Alex Redano pede recuperação urgente

Deputado solicita ao governo manutenção das rodovias entre Alto Paraíso e Ariquemes, citando buracos, falhas de drenagem e riscos de acidentes que afetam produtores rurais e moradores da região.
L
Peritos federais criticam decisão de Toffoli sobre apreensões do Banco Master

Peritos federais criticam decisão de Toffoli sobre apreensões do Banco Master

A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais manifestou preocupação com a ordem de enviar materiais apreendidos diretamente à PGR, alertando para riscos na prova.
L
Lula defende PEC da Segurança Pública em posse de novo ministro

Lula defende PEC da Segurança Pública em posse de novo ministro

O presidente destacou operações recentes contra o crime organizado e a lavagem de dinheiro, reforçando a necessidade de definir o papel da União no setor.
L
OPINIÃO DE PRIMEIRA – Única saída contra Lula: direita aposta em Tarcísio

OPINIÃO DE PRIMEIRA – Única saída contra Lula: direita aposta em Tarcísio

Divisão entre líderes do centro e da direita fortalece Lula nas pesquisas, enquanto o governador de São Paulo surge como único nome competitivo para enfrentar o presidente e unificar o campo oposicionista.
L
Publicidade

POLÍCIA

Polícia Civil investiga morte de mulher encontrada na BR 364

Polícia Civil investiga morte de mulher encontrada na BR 364

Rosângela Andrade dos Santos, de 55 anos, apresentava ferimentos graves na cabeça e no rosto, sugerindo que a vítima possa ter sofrido agressões antes de falecer.
18
Trabalhador sobre choque elétrico em obra no centro

Trabalhador sobre choque elétrico em obra no centro

O incidente ocorreu na manhã desta quinta-feira no cruzamento da T-13 com a avenida Maringá, onde a vítima foi atingida por uma descarga de indução de 13 mil volts.
10
Colisão entre dois carros mobiliza Polícia Militar em Rondônia

Colisão entre dois carros mobiliza Polícia Militar em Rondônia

O acidente ocorreu na noite desta quinta-feira no cruzamento entre a avenida São Luís e a rua Corumbiara, resultando apenas em danos materiais nos veículos.
16
Corpo de mulher é encontrado com sinais de violência na BR 364

Corpo de mulher é encontrado com sinais de violência na BR 364

A vítima residia em Pimenta Bueno e foi localizada por trabalhadores de uma concessionária na noite de quarta-feira com graves ferimentos na região da cabeça.
18
Pai e filha escapam ilesos de capotamento na BR 429

Pai e filha escapam ilesos de capotamento na BR 429

O condutor perdeu o controle do veículo após o carro aquaplanar em uma curva durante a noite de terça-feira na zona rural de São Miguel do Guaporé.
14
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Requerimento da Licença Ambiental: AMANDA SOUZA DE ARAUJO

LICENÇA PRÉVIA (LP) – LICENÇA DE INSTALAÇÃO (LI) – LICENÇA DE OPERAÇÃO (LO)
L

Requerimento da Licença Ambiental: SERVICO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC

Licença Ambiental Prévia e Licença Ambiental de Instalação
L
Medicamentos em Governador Jorge Teixeira: Lebrinha empenha R$ 100 mil

Medicamentos em Governador Jorge Teixeira: Lebrinha empenha R$ 100 mil

Recurso solicitado pela Prefeitura será destinado à compra de medicamentos para reforçar o abastecimento da rede municipal de saúde e manter os atendimentos nas unidades do município.
L
Logo News Rondônia
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.