QUINTA-FEIRA, 19/02/2026

Em destaque

Especialistas alertam que é preciso repensar o gerenciamento costeiro

Problema ficou mais evidente com a tragédia em São Sebastião.

Publicado em 

Por Elaine Patricia Cruz

Um grande número de pessoas em situação de vulnerabilidade vive atualmente em regiões de alto risco no Brasil, que tem um histórico de desigualdades sociais e de não efetivar políticas fundiárias. Cerca de 2,47 milhões de domicílios estavam nessa situação em 2018, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Imagem Rovena Rosa

A estimativa é que pelo menos 8 milhões de brasileiros estão sob grave risco e podem ser vítimas de uma tragédia como a que aconteceu durante o último carnaval em São Sebastião, no litoral norte paulista, e que causou a morte de ao menos 64 pessoas somente na cidade, segundo o último boletim divulgado pelo governo de São Paulo.

“Uma área de risco é um local que está mais suscetível a sofrer alterações, a partir de processos naturais, como a chuva, que são perigosas para a vida humana. Uma região é considerada de risco quando existem instalações humanas que podem sofrer com esses processos naturais, que podem ou não serem ampliados pela ação antrópica [a ação do ser humano sobre o meio ambiente]”, explicou a geógrafa Ana Paula Ichii Folador, que fez um mapeamento sobre a Justiça e o racismo ambiental em São Sebastião.

 “De maneira geral, área de risco é um local em que as pessoas estão expostas a perigo ou algum tipo de ameaça que pode prejudicar a vida dela ou seus bens e patrimônios”, segundo o arquiteto e urbanista Anderson Kazuo Nakano, professor do Instituto das Cidades da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Em entrevista à Agência Brasil, ele disse que “há perigos de ordem geológica, como é o caso dos riscos de deslizamentos de encostas de morro e rolamento de rochas, corredeiras e lama. Há também os perigos e as ameaças de ordem hidrológica, que são trazidas pelas inundações, enchentes e transbordamento de rios e de córregos. E há também outros tipos de ameaças como solos contaminados”.

Essas áreas de grande risco no Brasil, sujeitas a enchentes ou deslizamentos de morros, são habitadas principalmente por uma população mais vulnerável, que não consegue pagar para morar mais próximo ao local de trabalho ou em uma área considerada segura, pelo alto custo.

“A maior parte da população que não tem recursos econômicos e não pode contar com políticas urbanas habitacionais, acaba acessando a terra em uma situação segregada, precária, informal, periférica. E são áreas muitas vezes construídas com os próprios recursos dos moradores. Você tem uma tradição histórica de produção de espaço urbano estruturado por profundas desigualdades socioespaciais. Essa é uma característica recorrente nas nossas cidades”, disse Nakano. A isso, segundo o urbanista, se dá o nome de racismo ambiental.

“Podemos dizer que há justiça ambiental quando os problemas ambientais existentes afetam da mesma maneira todos os segmentos da população. Na medida em que temos alguns segmentos mais vulneráveis sendo expostos a mais problemas ambientais, enquanto outro segmento privilegiado tem condições de se proteger desses mesmos problemas, podemos dizer que há injustiça ambiental. Quando essa injustiça ambiental afeta populações negras, pardas ou tradicionais, como os caiçaras ou os quilombolas no litoral paulista, caracterizamos isso como racismo ambiental”, explica Rubia Gomes Morato, professora do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo e coordenadora do Laboratório de Cartografia e Geoprocessamento Professor André Libault (LabCart).

No Brasil, essa diferença é tão gritante que a população pobre é separada da população rica de forma bem delimitada. No caso de São Sebastião e de outras cidades litorâneas paulistas, essa demarcação é feita por uma rodovia, a Rio-Santos.

“A Rio-Santos é um marcador importante que divide as áreas mais valorizadas e com melhor infraestrutura urbana, próximas às praias, destinadas em boa parte ao turismo, enquanto as áreas menos valorizadas pelo mercado imobiliário, não raramente em áreas de risco, são as únicas acessíveis para a população de baixa renda”, disse Rúbia.

O problema é que, principalmente no litoral norte paulista, a faixa de terra plana, possível para ser urbanizada, é bem estreita, descontínua e encravada entre o mar e as escarpas da Serra do Mar. Sem uma política fundiária, a faixa mais próxima ao mar acaba sendo destinada aos mais ricos. “A faixa mais próxima da orla marítima, mais próxima à praia, é ocupada predominantemente por hotéis, por restaurantes caros, por condomínios residenciais de alto padrão, com moradias de veraneio e residências que ficam boa parte do ano ociosas. Esses condomínios são interligados pela Rodovia Rio-Santos”, explicou Nakano.

Sem conseguir pagar por essa faixa de terra mais segura e plana, a população mais pobre, por sua vez, passa a construir suas moradias mais próxima das escarpas da Serra do Mar, ou então começam a subir o morro e se colocam cada vez mais em risco. Esse é um histórico da Vila do Sahy, em São Sebastião, local que foi mais atingido pela tragédia das chuvas ocorrida no último carnaval.

Vila do Sahy

Os primeiros habitantes de São Sebastião, lembrou a geógrafa Ana Paula, foram os indígenas guaranis, que hoje passaram a ocupar uma área muito limitada na região. Depois, no período colonial, essa região litorânea passou a ser ocupada para o escoamento de açúcar e café produzido no Vale do Paraíba. Mas com o fim do ciclo da agricultura de exportação, as fazendas que ali existiam foram desativadas e as áreas das antigas plantações foram retomadas pela floresta ou ocupadas por famílias caiçaras.

“A região ficou isolada e a população dali se voltou para a agricultura de subsistência, pesca e artesanato. Essa condição foi essencial para a preservação do local, enquanto o restante do território paulista passava por um intenso processo de degradação”, disse Ana Paula, em entrevista à Agência Brasil.

Mas com o início da construção de rodovias e a implantação de energia elétrica, lotes na região passaram a ser negociados. “Esses lotes de terra tinham como finalidade servir ao turismo, como o turismo de veraneio, onde a elite paulistana mora na capital e tem a sua segunda moradia no litoral. Tudo isso foi construído em cima de muito desmatamento e violência contra os que já moravam ali e preservavam esse lugar com seu próprio modo de vida cultural e tradição. Além disso, teve muita migração para trabalhar na construção da plataforma da Petrobras, na construção das rodovias e posteriormente, para se trabalhar no turismo”, acrescentou.

Na Vila do Sahy, por exemplo, a ocupação teve início entre as décadas de 80 e 90, com a construção da Rodovia Rio-Santos. “Os trabalhadores que foram para o município na década de 80 para trabalhar no asfaltamento e abertura da Rio-Santos e, depois, na construção dos condomínios das casas e da infraestrutura, não tinham muito espaço para construir suas moradias. Não havia política pública e eles não tinham recursos necessários para acessar as terras mais seguras e mais distantes das escarpas da Serra do Mar. Então, eles foram ocupando a parte dessas áreas mais alargadas que já adentravam em direção ao pé dessas escarpas da Serra do Mar e acabaram mais expostos a esses riscos de deslizamentos. E, com o processo de crescimento e adensamento populacional, e com a continuidade da não implementação de políticas urbanas e habitacionais que propiciassem o acesso a uma terra urbana e segura e moradia adequada, essas pessoas começaram a subir as encostas das escarpas da Serra do Mar”, explica o arquiteto e urbanista Kazuo Nakano.

“E esse foi o caso da Vila do Sahy. Você ali tem moradias não só no pé das escarpas da Serra do Mar, mas subindo já encostas com declividades altíssimas, quase verticais. Isso criou uma situação de alto risco”, disse.

Uma situação que o Ministério Público já chamou de “tragédia anunciada”, como consta em um documento que o órgão encaminhou à prefeitura de São Sebastião, em 2021, solicitando uma solução para os moradores da Vila do Sahy. Um pedido que nunca foi atendido.

Turismo elitista

Para não condenar essas populações a tragédias como a que acabou ocorrendo na Vila do Sahy, em São Sebastião, o Brasil precisa repensar o seu gerenciamento costeiro, defende Nakano. “Precisamos repensar o gerenciamento costeiro não só em relação às chuvas e ao aumento das chuvas, mas também em relação à elevação do nível do mar. A maior parte das cidades brasileiras estão nas zonas costeiras, que foi a faixa onde a gente começou o processo de colonização. A gente precisa aperfeiçoar e mudar completamente os procedimentos de gerenciamento costeiro, articulando com todas as demandas de atendimento social, mas também com políticas ambientais e, principalmente, protetivas”, defende.

Nakano defende ainda que o país estabeleça uma política de distribuição de terras. “É necessário fazer uma política de terras, coisa que o Brasil nunca fez, principalmente para a classe trabalhadora. O poder publico precisa coordenar o processo de distribuir a terra urbanizada, dotada de infraestrutura viária, de saneamento básico, de fornecimento de energia elétrica, de espaços para equipamentos comunitários e públicos. Hoje isso acaba ficando na mão de loteadores e seguindo a lógica do mercado. Nunca se teve um agente público responsável pela produção dessas terras urbanas e pela distribuição dessas terras urbanas para a construção de moradias, principalmente para a classe trabalhadora. Essa classe tem que acessar a terra, sem essa urbanização prévia, porque ela não consegue comprar um lote urbanizado que é caro”, disse o urbanista.

Os especialistas alertam também que o país precisa repensar o modelo que privilegia o turismo elitista. “Tem que se repensar o próprio modelo de condomínios de alto padrão, porque eles ficam ociosos, e às vezes por anos. São casas grandes, com terrenos grandes e que muitas vezes é usado menos de um mês por ano. E quando é usado, é usado por uma quantidade mínima de pessoas. É um desperdício de espaço, de infraestrutura, de terra urbanizada. Tem que se repensar esse modelo porque é um modelo excludente, segregatório e que está colocando a vida das pessoas em risco”, alerta Nakano.

“O turismo de elite, com certeza, é algo que deveria ser repensado ali porque ele não é nada sustentável. Isso acontece no Brasil todo. O turismo sustentável chega, toma conta, destrói áreas naturais, sobe o preço dos imóveis e empurra a população local para áreas indesejadas”, acrescentou Ana Paula.

Outro ponto que precisa ser considerado para evitar essas tragédias, dizem eles, são as mudanças climáticas, que tornam mais frequentes as ocorrências de eventos extremos. “As mudanças climáticas podem agravar ainda mais o problema existente. Um bom planejamento não deveria considerar chuvas próximas da média, mas também os eventos extremos, que não ocorrem com a mesma frequência, mas não deixam de acontecer. E quando esses eventos extremos ocorrem, as consequências podem ser muito sérias para a população”, alerta Rubia.

Para ela, a falta de políticas habitacionais e fundiárias no Brasil está colocando toda uma população vulnerável em risco. “A falta de uma boa política habitacional de modo consistente e contínuo coloca em risco a vida da população de baixa renda. Isso é inadmissível. As políticas públicas deveriam priorizar o bem-estar da população. O Estatuto da Cidade já tem mais de duas décadas e ainda vemos muitos problemas se repetindo. A população de baixa renda não ocupa áreas de risco por opção. É por falta de alternativas devido aos altos preços produzidos pela especulação imobiliária, que torna as áreas seguras, com infraestrutura urbana e próximas dos locais de trabalho ou estudo muito caras e inacessíveis para muitos”, disse a coordenadora do LabCart.

“Para enfrentar esse problema é necessário combater a especulação imobiliária e adotar um planejamento urbano focado no bem-estar de toda a população, sem deixar de fora a população de baixa renda, além de respeitar limites ambientais para garantir a segurança”, acrescentou.

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Manutenção na RO-010 reforça segurança na Zona da Mata

Manutenção na RO-010 reforça segurança na Zona da Mata

Serviços iniciados entre Pimenta Bueno e Migrantinópolis garantem mais durabilidade ao pavimento e fortalecem o escoamento da produção na região.
L
Documentário valoriza cultura do povo Sabanê em Vilhena

Documentário valoriza cultura do povo Sabanê em Vilhena

“Saberes Ancestrais” foi gravado nas aldeias Sowainte e Capitão Kina e destaca ritos, memória e identidade cultural da comunidade indígena Sabanê em Vilhena (RO).
L
CPMI do INSS antecipa depoimento de Daniel Vorcaro para segunda-feira

CPMI do INSS antecipa depoimento de Daniel Vorcaro para segunda-feira

Presidente da comissão afirma que mudança visa dar celeridade às investigações sobre irregularidades em empréstimos consignados que atingem milhares de idosos.
L

Programa de Afiliados da TEMU: Um guia completo para aumentar sua renda e o engajamento dos usuários

Descubra como o Programa de Afiliados da TEMU permite que qualquer pessoa monetize seu tráfego online, mesmo sem experiência, usando ferramentas simples e comissões competitivas.
L
Canal Remix Folia confirma DJ nº 1 no Carnaval 2026

Canal Remix Folia confirma DJ nº 1 no Carnaval 2026

Bloco leva DJ Japa NK, líder das rádios e plataformas digitais, ao Circuito Pinheiro Machado e promete mega trio, line-up variado e camarote open bar em Porto Velho.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Ji-Paraná e Guaporé avançam na Copa do Brasil e garantem premiação milionária

Ji-Paraná e Guaporé avançam na Copa do Brasil e garantem premiação milionária

Clubes rondonienses superam adversários na primeira fase e levam R$ 830 mil cada; time de Rolim de Moura conquista classificação histórica nos pênaltis.
L
Resultados individuais do CNU 2025 já estão disponíveis para consulta

Resultados individuais do CNU 2025 já estão disponíveis para consulta

Candidatos podem acessar notas da prova discursiva e títulos no site da FGV; classificação geral e primeira convocação serão publicadas nesta sexta-feira.
L
Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 72 milhões nesta quinta

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 72 milhões nesta quinta

Concurso 2.974 ocorre em São Paulo e apostadores podem registrar seus jogos até as 20h; aposta simples com seis dezenas custa R$ 6.
L
Vulnerabilidade social afeta crescimento de crianças indígenas e nordestinas

Vulnerabilidade social afeta crescimento de crianças indígenas e nordestinas

Estudo da Fiocruz Bahia revela que fatores socioeconômicos reduzem altura média de menores no Norte e Nordeste, enquanto Sul e Sudeste registram altas taxas de obesidade.
L
Lula defende na Índia governança da inteligência artificial pela ONU

Lula defende na Índia governança da inteligência artificial pela ONU

Em discurso em Nova Délhi, presidente afirma que a inovação tecnológica exige controle multilateral para proteger a democracia e combater a desinformação.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Resultados finais do CNU 2025 são divulgados hoje

Resultados finais do CNU 2025 são divulgados hoje

Candidatos podem consultar notas definitivas e respostas aos recursos a partir das 16h no site da FGV; confirmação de interesse começa na sexta-feira.
L
Emprego em Rondônia: 2.344 vagas pelo Sine

Emprego em Rondônia: 2.344 vagas pelo Sine

Governo amplia oferta de emprego em Rondônia com 2.344 vagas pelo Sine, incluindo 82 oportunidades em Porto Velho, com destaque para vendedor e jovens aprendizes.
L
TJRO esclarece operações em Machadinho D’Oeste e instauração de procedimento

Rondônia aplica provas para cartórios neste domingo

Candidatos aprovados na primeira fase do concurso extrajudicial realizam os exames escritos e práticos para preenchimento de 26 serventias no estado.
L
Governo de Rondônia oferta 2.377 vagas no Sine-RO nesta semana

Governo de Rondônia oferta 2.377 vagas no Sine-RO nesta semana

Ação coordenada pela Sedec inclui 75 oportunidades para jovens aprendizes e amplia o acesso da população ao mercado de trabalho em diversos municípios do estado.
L
Estágio na Prefeitura de Porto Velho revela talentos e abre portas

Estágio na Prefeitura de Porto Velho revela talentos e abre portas

Programa mantém 264 estagiários ativos, oferece bolsas e forma jovens para o serviço público, com ex-estagiários ocupando hoje cargos estratégicos na gestão municipal.
L
Publicidade

POLÍTICA

Pedro Fernandes solicita manutenção emergencial na BR-421 e alerta para riscos à população

Pedro Fernandes solicita manutenção emergencial na BR-421 e alerta para riscos à população

Parlamentar reforça a urgência de medidas junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes para garantir segurança e trafegabilidade na rodovia federal em Rondônia.
L
STF reafirma correção do FGTS pelo IPCA e veta pagamento retroativo

STF reafirma correção do FGTS pelo IPCA e veta pagamento retroativo

Ministros confirmam que rendimento das contas deve acompanhar a inflação oficial, mas negam pedido de trabalhadores para aplicação do índice sobre saldos passados.
L
Lula desembarca na Índia para cúpula global sobre IA

Lula desembarca na Índia para cúpula global sobre IA

Presidente discursa nesta quinta-feira em Nova Délhi sobre o impacto da inteligência artificial e busca fortalecer parcerias em tecnologia e minerais críticos.
L
Moraes arquiva inquérito contra Carla Zambelli por obstrução

Moraes arquiva inquérito contra Carla Zambelli por obstrução

Ministro acolheu parecer da Procuradoria-Geral da República que apontou falta de provas suficientes sobre suposta coação e interferência em investigações.
L
Pedro Fernandes solicita manutenção emergencial no Travessão B-40

Pedro Fernandes solicita manutenção emergencial no Travessão B-40

Solicitação ao DER prevê cascalhamento, drenagem e vistoria na RO-144 para garantir trafegabilidade, segurança viária e escoamento da produção regional.
L
Publicidade

POLÍCIA

Suspeito de furtar iPhone 15 se arrepende e devolve aparelho

Suspeito de furtar iPhone 15 se arrepende e devolve aparelho

Homem enganou jovem no bairro Aponiã ao se passar por comprador, mas retornou ao local no dia seguinte para devolver o celular arremessando-o na frente da casa.
12
Motorista joga carro contra muro após discussão com namorada no Dom Bosco

Motorista joga carro contra muro após discussão com namorada no Dom Bosco

Condutor abandonou o veículo e fugiu do local após colidir propositalmente contra residência; discussão teria começado após jovem se recusar a entrar no carro.
10
Ciclista morre após grave acidente com motocicleta na Avenida Brasil

Ciclista morre após grave acidente com motocicleta na Avenida Brasil

Vítima de 79 anos não resistiu aos ferimentos após colisão durante tentativa de conversão; perícia técnica e SAMU atenderam a ocorrência no local.
18
PM prende homem com pistola calibre .45 após travessia ilegal da Bolívia

PM prende homem com pistola calibre .45 após travessia ilegal da Bolívia

Ação do BPFRON em Guajará-Mirim interceptou suspeito que desembarcou em porto clandestino com arma de fabricação estrangeira e 33 munições.
14
Ladrão capota carro furtado na BR-174 durante fuga entre Vilhena e Juína

Ladrão capota carro furtado na BR-174 durante fuga entre Vilhena e Juína

Suspeito enganou frentista em Pimenta Bueno ao se passar por parente do dono; ele ficou gravemente ferido após perder o controle do veículo em rodovia federal.
12
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Requerimento da Licença Ambiental: VALE COMPANY ARIQUEMES LTDA

LICENÇAS PRÉVIA, DE INSTALAÇÃO E DE OPERAÇÃO
L

Requerimento de Outorga: VALE COMPANY ARIQUEMES LTDA

OUTORGA DO DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOS
L
Cirurgias gratuitas de fissura serão realizadas em Porto Velho

Cirurgias gratuitas de fissura serão realizadas em Porto Velho

Operação Sorriso, em parceria com o Governo de Rondônia, promove atendimentos e procedimentos cirúrgicos gratuitos entre 26 e 30 de março na capital.
L
Servidores da educação passam por treinamento de segurança

Servidores da educação passam por treinamento de segurança

Capacitação promovida pela Prefeitura de Porto Velho prepara profissionais da rede municipal para combate a incêndio e primeiros socorros no ambiente escolar.
L
Prefeitura reforça vacinação contra influenza

Prefeitura reforça vacinação contra influenza

Imunização contra gripe atende grupos prioritários em Porto Velho; demais vacinas do calendário seguem disponíveis para toda a população nas unidades de saúde.
L

Requerimento da Licença Ambiental: M.A RODRIGUES DE MELO LTDA (RADICAL MOTOS)

Licença Municipal Prévia, Licença Municipal de Instalação e Licença Municipal de Operação
L
Governo Trump amplia autoridade do ICE para deter refugiados legais

Governo Trump amplia autoridade do ICE para deter refugiados legais

Memorando do Departamento de Segurança Interna exige que beneficiários retornem à custódia para reavaliação após um ano no país; medida gera críticas de entidades.
L
Pix lidera pagamento da conta de luz em RO

Pix lidera pagamento da conta de luz em RO

Mais de 53% dos clientes da Energisa Rondônia quitaram a fatura via Pix em 2025; índice chegou a 57% em janeiro de 2026 e consolida modalidade como principal no estado.
L
Resultado da pré-seleção do Fies 2026 será divulgado nesta quinta

Resultado da pré-seleção do Fies 2026 será divulgado nesta quinta

Candidatos devem consultar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior para conferir a chamada única; aprovados terão até o dia 24 para complementar a inscrição.
L
Logo News Rondônia
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.