SÁBADO, 17/01/2026

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Varadouros da PAN-Amazônia – Por Marquelino Santana

Este conúbio desenfreado e degradante é típico de países onde o poder governamental incentiva com o seu pérfido desregramento no mais hostil ato que provoca o descalabro clarividente dos povos da floresta.

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Na absurdez aviltante da arrogância humana o homem afugenta as minorias originárias e tradicionais da floresta e no ego do seu opróbrio, asfixia, encurrala e desterritorializa essas seculares e milenares populações do seu autêntico lugar.

As ações exacerbadas do ato escabroso de destruir a verde mata é um dissabor alcantilado que culmina de forma horripilante na grilagem de terras na Pan – Amazônia, onde o capital avassalador sepulta o aprazível e harmonioso palco florestal provocando além do etnocídio, um caminho que leva ao ecocídio planetário insolente e doentio, deixando sem lar e sem vida os seus tradicionais tapiris.

A ascensão aversa e repugnante da concentração hegemônica do capital torna-se o ápice da desordem conflitante e excludente das classes marginalizadas que são condenadas e arrebatadas com ódio e beligerância em nome do latifúndio malévolo do crime que coloca o peculiar lar amazônico em derrocada.

Este conúbio desenfreado e degradante é típico de países onde o poder governamental incentiva com o seu pérfido desregramento no mais hostil ato que provoca o descalabro clarividente dos povos da floresta.

Em ruina e desolação as populações originárias e tradicionais amazônicas vão resistindo e esmaecendo diante da negligência e inoperância estatal, causando uma afronta evidente aos princípios constitucionais de uma carta que é cotidianamente desrespeitada por uma elite dominante ameaçadora e arbitrária, sustentada por uma banda podre do poder público vigente que não consegue proteger os lares originais impregnados à mata verdejante.

A empáfia e o embrutecimento dos setores privilegiados da sociedade envolvente amazônica, ceifam a vida de pessoas inocentes que são julgadas pelo escárnio de um júri composto essencialmente por jagunços fortemente armados que ateiam fogo em míseros tapiris, colocam as famílias de joelho e dilaceram seus cérebros à base de chumbo grosso.

Um cenário de violência estereotipado e estigmatizado que serve de subterfúgio para execrar os oprimidos, extenuar a força de pequenos camponeses, falsear o legítimo, praticar atos burlescos, fragilizar a resistência, escamotear a verdade e exaurir por completo o bem viver de modos de vida ribeirinhos, originários e tradicionais de coletividades singulares e plurais que sobrevivem basicamente da mãe floresta que os alimenta.

O sentimento de estesia do belo é vítima incessante da ignávia humana, a incúria estatal é malévola e desluzida, o fabuloso imaginário amazônico se tornou visivelmente fálico e combalido, a pujança radiante da fauna e flora é segregada, o obstinado e relutante povo da floresta é covardemente sucumbido pelo poder do capital e por um sistema político tacanho, tácito e avarento, e a exuberante verde mata é morta pela tenebrosa insensatez humana.

Em combalida nostalgia as coletividades amazônicas estão condenadas à sepultura pela ominosa consciência humana, uma sórdida indolência de uma sociedade envolvente odiosa e execrável que devora a natureza.

A perniciosidade do ápice da pirâmide social leva as minorias marginalizadas amazônicas a um hediondo holocausto que celebra a enfadonha fase terminal rumo ao ecocídio planetário.

Os inefável e inebriante modos de vida tradicionais da Pan – Amazônia sentem-se encurralados pelo infortúnio do egoísmo e da ferocidade do capital desumano e avassalador que desaloja almas e deteriora o bem viver de seus jardins fluviais.

Na inquietação do cativeiro amazônico há um aniquilamento clarividente dos inocentes em uma sociedade deplorável e injusta. Ruptura e segregação são aspectos repugnantes que sem nenhuma comiseração ceifam vidas amazônicas que só precisam de um pedaço de terra e de apenas um pedaço de pão para continuarem sonhando com a árdua sobrevivência no palco da vida.

Uma sociedade envolvente torpe nos condena a um planeta tórrido tal como uma turba em desordem implorando por uma gota de água para sobreviver. Neste vitupério infame e pernicioso os povos da floresta agonizam diante de concepções reacionárias e estigmatizantes que dilaceram as relações estetizantes de exuberância entre o homem e a natureza da peculiar e plural Pan – Amazônia cosmopolita e planetária.

Esta peculiar contemplação dos coletivos originais e tradicionais com a floresta é uma vivacidade que mantém viva a chama prazerosa da vida em comunhão e sem a necessidade de destruir este relacionamento de paz e grandeza espiritual entre os povos da floresta e a verde mata divinizante.

A natureza divinizada é originalmente entranhada no ribeirinho amazônico e nesta fascinação da exaltação desmesurada dos sentidos ontológicos, o seringueiro em sua cosmogonia, é transcendentalmente alimentado no espaço e tempo pelos seus peculiares modos de vida.

Na memória coletiva de suas encantarias florestais o lar seringueiro constrói seus próprios seres mitológicos como forma imaginária do seu espaço de ação. O caboclinho da mata ensina a não caçar de maneira excedente no intuito ambiental de preservação do alimento.

Nesta exuberância cósmica existe um singular sentimento de perenidade e um profundo pertencimento de lugar que faz a coletividade internalizar os signos do bem viver e construir de forma esplendora e harmônica uma relação estetizante com a natureza que a acolheu, protegendo-lhe através de uma original cortina caudalosa da verde mata.

O ato afrontoso da sociedade envolvente concentradora de capital não reconhece com alteridade a cultura secular de homens e mulheres que dependem exclusivamente da floresta para sobreviver sem precisar destruir a mãe natureza.

O ato ardiloso de destruir, de matar e de desterritorializar, provoca um etnocídio cruel e criminoso que infelizmente os governos da Pan – Amazônia ainda não adotaram políticas públicas eficientes, capazes de combater o desmatamento desenfreado a ferro e fogo.

Línguas, dialetos, coletivos e cultura são vítimas de atrocidades que não são vistas aos olhos do mundo, são escamoteados pelos governos nacionalistas como forma de estancar a verdade e manipular a opinião pública através de uma linguagem midiática persuasiva e estereotipada de tudo.

As práticas malevolentes de políticas nacionalistas reacionárias na Pan – Amazônia querem calar o mundo, querem asfixiar o pensamento e ludibriar a liberdade de expressão mundial. Estão matando a verde mata e seus povos indígenas, estão matando pobres camponeses e seus lugares e estão matando ribeirinhos e seringueiros de forma fria e covarde em nome do capital hegemônico globalizado.

Ceifar vidas de indígenas, extrativistas e camponeses tornou-se algo comum nas comunidades da Pan – Amazônia, as propinas de parte dos serviços públicos fiscalizadores são coniventes com o crime, enquanto uma banda podre do aparato policial – judiciário ainda se intitulam os guardiães das constituições nacionais.

A Pan – Amazônia está condenada ao calabouço, a liberdade de seus povos está cerceada, o ecocídio não cessa, a coerção e repressão é visível, o genocídio ocorre sem comiseração e a morte em vida produz em cada país uma indústria de mendigos.

A dádiva amazônica está morrendo, a vida humana está em derrocada, os governantes transformaram-se em verdadeiros déspotas, o embuste se fortalece e a felicidade chora enclausurada. A execração odiosa se alastra, o faccioso domina as fronteiras e a hecatombe humana é escamoteada pela manipulação de estatísticas fraudulentas.

No incauto do impropério a incúria é produto oficial do desregramento, o infortúnio das minorias étnicas marginalizadas é iniludível, o Estado por mais que se esforce continua inoperante, enquanto a malversação do dinheiro público continua nos efeitos da mancomunação vergonhosa e doentia.

A maviosidade da verde mata e o ser ontológico que dela arranca o sustento para sobreviver, estão cada vez mais sendo encurralados e desterritorializados pelo avanço desenfreado do latifúndio criminoso e desumano.

A mendacidade provoca a mendicância, a obtusidade provoca a obliteração da vida e a subserviência estatal ao capital é uma prova irrefutável de líderes nacionalistas tacanhos que de forma esdrúxula trocam o ter pelos valores da ética triunfante universal.

O regime tácito governamental hegemônico atua de forma torpe e tenebrosa com efeitos ominosos de uma vituperação que ceifa a vivacidade dos palcos florestais. A volúpia se esmaece, a exuberância fraqueja, o caboclo resiste, a pistola aparece, o túmulo é cavado e nas próprias águas brotam as raízes de cruzes fúnebres entrelaçadas.

Os povos da floresta parecem viver numa espécie de cadafalso onde predomina a desgraça e o infortúnio. Submetidos ao calvário e ao cárcere abominável e causticante, os coletivos estão sendo ceifados com enorme clarividência pela claudicância e inoperância estatal sem um mínimo de tolerância, brandura ou benignidade.

Nesta concupiscência ambiciosa da sociedade envolvente, o que era dadivoso está se tornando um deserto pelas mãos assassinas de delinquentes que não temem as operações coibidoras de atos criminosos contra a natureza e seus povos.

A derrocada humana é um verdadeiro descalabro condenado ao desdém da vida. Os atos esdrúxulos e desmoralizantes cometidos contra os povos da floresta provoca uma desirmanação e ruptura com os laços históricos dos tradicionais modos de vida destas coletividades amazônicas visivelmente fragilizadas pela desterritorialização, pelo fogo, pelo etnocídio e pela pandemia vigente.

O desmando é real, o despautério é evidente, a cultura é desterrada, a devassidão é concreta, a discrepância vigora, o conflito não cessa, a divagação coletiva é cotidiana e os estereótipos são absurdos e clarividentes.

Extinguiu-se o ecoequilíbrio, prevaleceu o ecocídio, o etnocídio se alastra, o lugar original tornou-se embaciado, o embuste está presente na linguagem persuasiva estatal, a empáfia asfixia, o encantatório se despede e a liberdade original é definitivamente enclausurada pelo discurso dos dominantes.

Mesmo em agonia, as coletividades originárias e tradicionais da Pan – Amazônia resistem como podem diante de governos inescrupulosos possuídos pelo escárnio e por um padrão esdrúxulo desmoralizante de vidas humanas. Os modos de vida são esfacelados, o vigor é esmaecido, a terra é usurpada e o discurso político é espúrio.

O poder público tornou-se estapafúrdio e suas ações se estagnaram. A linguagem oficial ecoa estereotipada, a estúrdia destroçou a serenidade, o espaço de ação tombou exacerbado, as coletividades agonizam exauridas, a cultura é absolvida pela execração de um ódio profundo e a verde mata está perdendo a sua verdadeira e original exuberância e vivacidade.

Lamentemos a impetuosidade de governos nacionalistas amazônicos internacionais, lamentemos as ações de uma política pública fútil, lamentemos a postura horripilante que desonra suas constituições e lamentemos a malévola hostilidade à que são submetidos os povos que são cotidianamente alojados e alimentados pela imaculada mátria florestal.

O imensurável lugar dos povos que sobrevivem dos alimentos da mata e de uma economia de subsistência são vítimas de uma ignobilidade hostil, de uma ilicitude tenebrosa e de um imbróglio Pan – Nacional imódico e melancólico. O imensurável planeta amazônico precisa de uma ação imediata e impostergável diante desta imprecação histórica vigente.

A improbidade estatal e improcedente, encurrala e desterritorializa os guardiães da verde mata. No incauto deste clarividente impropério, a incúria cresce de forma assustadora deixando as coletividades milenares na mais clara indigência humana. A mata perdeu seu mundo inefável e o pouco que ainda resta está condenada a ineficácia e a inépcia que vigora de forma desenfreada e sem rumo.

Neste infortúnio de desgraça e infelicidade o filho da verde mata sobrevive num mundo insidioso e sem sabor. Nesta invisibilidade o filho está aos poucos perdendo seu mais precioso leite materno florestal. O filho perdeu o seu luzeiro, a mãe perdeu sua maternidade, e no labéu da desonra, a lamúria estanca a apropriação imaculada do ser.

Os larápios da sociedade envolvente agem de modo macabro e nesta malevolência horripilante da vida, mãe e filhos malogram rumo ao calvário. A mendacidade que provoca a mendicância afugenta os coletivos da mata direto à sepultura, enquanto os que restam aguardam no pé da cova dos fúnebres varadouros da Pan – Amazônia.

Marquelino Santana é doutor em geografia, pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas, Modos de Vida e Culturas Amazônicas – Gepcultura/Unir e pesquisador do grupo de pesquisa Percival Farquhar o maior empresário do Brasil: Territórios, Redes e Conflitos na Implantação da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM-RO) e na Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande (EFSPRG-PR/SC), da Universidade Estadual de Londrina e do grupo de pesquisa Geografia Política, Território, Poder e Conflito, também da Universidade Estadual de Londrina. 

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