O programa Prosa & Pesquisa desta terça-feira, dia 24, às 10h, abre espaço para uma entrevista com Jennifer Alves Rates Gomes, mestra em Planejamento e Desenvolvimento Regional pela UNITAU, com MBA em Gestão Executiva pelo Ibmec, pós-graduação em Mediação de Conflitos pelo Centro de Mediadores Instituto de Ensino, além de especializações em Liderança de Alta Performance e em Metodologias Ativas aplicadas ao Ensino Superior pela Faculdade Sapiens. Graduada em Direito pela ULBRA e em Administração pela Wyden, Jennifer atua como advogada, conciliadora e mediadora judicial e extrajudicial, e também é professora do curso de Direito do Centro Universitário Unisapiens.
Atualmente, ela coordena o Núcleo de Atendimento Especializado e Estudos Jurídicos, o NAEJ, onde desenvolve projetos que integram ensino, pesquisa e extensão com foco em impacto social, cidadania e inovação no ensino jurídico. Essa vivência prática dá o tom da conversa, que vai além da sala de aula e discute como a pesquisa se transforma em ferramenta concreta de transformação.
Um dos pontos centrais do programa é a pesquisa como fundamento da produção do conhecimento. Jennifer vai explicar por que pesquisar não é apenas cumprir uma exigência acadêmica, mas construir caminhos próprios de compreensão da realidade. Nesse sentido, entra em cena a diferença entre repetir conteúdo e construir saber, um debate essencial para quem vive o dia a dia da educação superior e sente os limites de um ensino baseado só na memorização.
Outro tema importante é a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. A proposta é mostrar como esses três pilares se fortalecem quando caminham juntos, especialmente em projetos que aproximam universidade e sociedade. A formação crítica e a autonomia intelectual do estudante também ganham destaque, com exemplos de como metodologias ativas e projetos práticos podem estimular o protagonismo do aluno.
Por fim, o programa aborda o papel do professor pesquisador na consolidação da cultura científica. Mais do que transmitir conteúdos, o docente é convidado a ser mediador de processos, incentivando perguntas, investigações e soluções criativas para problemas reais. A entrevista promete contribuir tanto para estudantes quanto para professores e gestores educacionais que buscam uma educação mais conectada com a realidade e com impacto social.








































