“O ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Hakan Fidan, teve hoje uma conversa telefónica com o seu homólogo iraniano […] e disse que não queremos uma nova escalada na região”, afirmou à agência de notícias francesa France-Presse.
Segundo a mesma fonte, o chefe da diplomacia iraniana, Hossein Amir-Abdollahian, afirmou que “a operação de retaliação contra Israel terminou”, mas que Teerã mantinha o direito de agir “com mais firmeza”, em caso de uma resposta por parte de Tel Aviv.
O Irã lançou na noite de sábado e madrugada de hoje um ataque contra Israel, com uso de drones (aeronaves não tripuladas), mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos, a grande maioria interceptada, segundo o Exército israelense.
O ataque surgiu depois de um bombardeamento ao consulado do Irã em Damasco, na Síria, em 1º de abril, que matou sete membros da Guarda Revolucionária e mais seis cidadãos sírios, aumentando as tensões entre Teerã e Telavive, já marcadas nos últimos tempos pela ofensiva de Israel na Faixa de Gaza.
O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, afirmou hoje que o ataque lançado contra Israel foi “uma lição contra o inimigo sionista”, avisando Tel Aviv que qualquer “nova aventura” irá contar com uma resposta “ainda mais dura” de Teerã.










































