DOMINGO, 22/02/2026

Em destaque

L

Mundo

Passados 20 anos, consequências do 11 de setembro ainda geram debate

Uso da força nas relações internacionais ressurge após atentado

Publicado em 

Lá se vão 20 anos de um dos dias mais fotografados, filmados e comentados da história da humanidade. Quando uma das duas torres do World Trade Center foi atingida por um avião com 92 pessoas a bordo, toda a imprensa mundial interrompeu o que estava fazendo e voltou suas atenções para Nova York. No horário de Brasília, adiantado uma hora em relação ao epicentro dos acontecimentos, os relógios marcavam 9h46. Menos de 20 minutos depois, a outra torre se tornou alvo de um segundo avião, com 65 passageiros a bordo.

Muitas pessoas que nasceram nas décadas de 1960, 1970 e 1980 ou mesmo no início da década de 1990 costumam se lembrar com exatidão do que estavam fazendo naquele 11 de setembro de 2001 quando tomaram conhecimento do que se passava. Em todo o mundo, onde houvesse uma televisão ligada, havia uma reunião de pessoas intrigadas com as cenas: cada uma das duas torres em chamas demoraria cerca de uma hora para ir ao chão depois de atingida. Com a queda dos edifícios, que funcionavam como um complexo comercial, quase 3 mil pessoas perderam suas vidas. Uma nuvem de poeira se formou por quilômetros.

O atentado se tornou um dos maiores eventos da história.

"Faço uma associação curiosa porque eu cresci escutando meus pais e meus avós falando onde estavam quando o homem pisou na Lua. E eu lembro exatamente do 11 de setembro de 2001. Estava fazendo estágio em uma empresa, entrou na sala uma pessoa falando que havia tido um acidente com um avião em Nova York. Ainda não se tinha ideia de que era um ataque. Nós corremos para a televisão e vimos ao vivo o segundo avião se chocando com o edifício", diz Jorge Lasmar, especialista em Relações Internacionais e professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

Ao todo, quatro aviões comerciais foram sequestrados por terroristas. Além dos dois direcionados ao World Trade Center, um foi jogado contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos localizado na capital Washington. O último acabou caindo na zona rural de Shanksville, no estado da Pensilvânia. Especula-se que o alvo poderia ser o Capitólio, sede do Congresso, ou a Casa Branca, residência oficial do presidente do país.

Os desdobramentos são bastante conhecidos: a Al Qaeda assumiu a autoria do atentado e, no mês seguinte, os Estados Unidos invadiram o Afeganistão, onde a organização terrorista estaria abrigada. O país era comandado na época pelo Talibã, um grupo fundamentalista que aplica sua interpretação da Sharia, a lei islâmica. Após duas décadas, o governo norte-americano decidiu encerrar a ocupação e, no mês passado, o Talibã retomou o controle do Afeganistão, quando as tropas dos Estados Unidos estavam organizando sua retirada. O então presidente afegão Ashraf Ghani, eleito em 2014 e reeleito em 2019, não ofereceu resistência ao Talibã e fugiu do país.

Apesar da cronologia dos acontecimentos ser de domínio público, muitos aspectos ainda são debatidos por especialistas. São questões que vão além da superficialidade dos fatos e envolve os seus efeitos.

“Não há dúvida de que o mundo que a gente vive hoje foi consequência do que aconteceu", afirma Jorge Lasmar.

"No final da década de 1990, caminhávamos para a consolidação de uma atmosfera mais liberal no sentido capitalista, com os Estados abrindo suas fronteiras e seus mercados e com relações mais pacíficas entre os países. De repente, isso mudou. Começou a haver contestações à visão americana, sobretudo pela Rússia e pela China. As fronteiras ficaram mais fechadas. A questão do uso da força voltou a ser um componente nas relações internacionais. E tivemos um avanço do terrorismo. Mesmo com a redução dos ataques e das mortes nos últimos anos, os números hoje ainda são muito mais altos do que eram antes de 2001", completa.

Ele pondera, no entanto, que o mundo não deve ser analisado somente pela ótica de um evento. “Muita coisa aconteceu de lá pra cá. Há efeitos, mas estamos hoje numa situação mais complexa e delicada”, avalia.

Políticas de segurança

Como desdobramento do atentado, uma série de leis aprovadas em torno da palavra de ordem “guerra ao terror” reduziram a liberdade e a privacidade de cidadãos nos Estados Unidos, especialmente de estrangeiros. A Europa também seguiu essa tendência. Foram definidos, em todo o mundo, novos mecanismos e protocolos de controle nos aeroportos: revista mais minuciosa das bagagens, uso de detector de metal, restrição a líquidos na mala de mão. A tecnologia foi aprimorada para aprofundar o monitoramento, com scanners corporais, detectores de explosivos e outros equipamentos.

“Assim como o final da Guerra Fria inaugurou uma nova era nas relações internacionais, o atentado de 11 de setembro também simbolizou uma ruptura na forma como se analisava a segurança internacional. A ideia de inimigo transacional, desterritorializado e que pode causar um caos e muitas mortes sem ter o domínio de armas bélicas sofisticadas trouxeram novos parâmetros para o planejamento de segurança dos Estados, reforçando a importância da cooperação internacional”, observa a cientista política Ariane Roder, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Segundo Thiago Rodrigues, pesquisador em relações internacionais e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), o desenvolvimento da tecnologia de segurança colocado em marcha após o 11 de setembro gerou e continua gerando mecanismos de controle das populações, como a biometria e os variados dispositivos para monitoramento do espaço urbano.

"Quem começou a viajar nos últimos 20 anos, principalmente as pessoas mais jovens, não sabe como era antes. Hoje temos diversas camadas de controle, que vão desde a emissão de vistos até as revistas rigorosas nos aeroportos. Mas com exceção dos grupos capturados na iminência de um atentado, não dá pra saber exatamente quantos ataques foram inibidos por essas medidas de segurança. Então os efeitos realmente mensuráveis não são os efeitos sobre os terroristas, mas sobre nós. Mesmo que o terrorismo sumisse hoje, essas tecnologias criadas em nome do combate ao terrorismo não seriam abandonadas", avalia.

Jorge Lasmar considera que o terrorismo exige que o mundo se mantenha vigilante. “A gente continua tendo atentados e algumas dessas regras conseguem impedir novos ataques.”

No entanto, ele também vê efeitos colaterais que decorrem desse ambiente de controle, como a construção de muros entre os países. “As fronteiras do mundo estão mais fechadas. Temos mais fronteiras físicas entre os Estados do que tínhamos depois da Segunda Guerra Mundial. Há a questão dos refugiados e as dificuldades para o reconhecimento de asilo. A exigência de vistos diante do fluxo de pessoas."

Em meio a toda essa vigília das populações, os pesquisadores veem um fortalecimento dos estereótipos contra imigrantes provenientes de países considerados como uma ameaça aos valores ocidentais, como a democracia e a liberdade individual.

"Isso tem gerado um outro tipo de extremismo, que tem motivação étnica. Está ligado aos movimentos de supremacia branca, que se alimentam dessa retórica estereotipada contra as pessoas do Oriente Médio. É algo que cresceu muito nos últimos anos no mundo ocidental. E ainda se fala pouco disso. Ainda há um pudor em reconhecer esses grupos como grupos. Mas fechar os olhos para essa questão é um problema, porque esse movimentos vão ganhando força", observa Lasmar.

Impactos militares

O atentado também revelou sofisticações nos modos de operar de grupos terroristas. Um aspecto que chama a atenção foi a dificuldade encontrada para localizar Osama bin Laden, líder da Al-Qaeda e apontado como o idealizador dos ataques. Mesmo empregando a mais avançada tecnologia, foram necessários quase 10 anos para que as forças norte-americanas o localizassem. Sua morte foi anunciada em maio de 2011.

A guerra ao terror se desdobrou em outras ações militares como a ocupação do Iraque em 2003, país que era comandado por Saddam Hussein desde o final da década de 1970. Na época, Estados Unidos e Inglaterra diziam deter provas de que o país guardava um grande arsenal de armas de destruição em massa que representava um perigo à população mundial. Saddam foi enforcado em 2006, mas as armas nunca foram encontradas. Os dois governos que lideraram a ocupação afirmaram, posteriormente, que confiaram em informações que se mostraram falsas.

As incursões militares no Oriente Médio não eliminaram os grupos terroristas. Nos últimos anos, o Estado Islâmico tem se tornando uma peça-chave nos conflitos que se desdobram na região, sobretudo na Síria, no Iraque e no Afeganistão.

A retomada do poder do Talibã no Afeganistão, na visão de Ariane Roder, retrata a ineficácia do uso de instrumentos clássicos de guerra para lidar com a situação. Segundo ela, as soluções requerem muito mais do que o uso da força.

Ela também observa que há uma dimensão de resistência cultural que alimenta os grupos terroristas. "A utilização realizada por alguns grupos terroristas da religião extremista como instrumento de aliciamento e construção do poder causou um distanciamento ainda maior entre culturas do Ocidente e Oriente, com desconfianças, preconceitos e desrespeitos", acrescenta.

Para Jorge Lasmar, os Estados Unidos apostaram equivocadamente em um investimento maciço de propaganda sobre sua própria sociedade.

"Buscaram disseminar os valores americanos. Mostraram como a democracia ocidental é legal, como a vida no país é legal, como a liberdade não comporta o terrorismo. Mas muito disso não foi bem recebido não só no mundo muçulmano, mas em todo o mundo oriental. Era uma cultura exógena. E há outros caminhos. Diversos líderes muçulmanos são capazes de mostrar que não há nada na religião islâmica que legitime o terrorismo."

Lei nacional

No Brasil, na véspera dos Jogos Olímpicos sediados pelo Rio de Janeiro em 2016, foi aprovada uma Lei Antiterrorismo (Lei 13.260/2016). Havia um temor de que se repetissem cenas ocorridas dois anos antes, na Copa das Confederações de 2014, quando uma forte onda de manifestações resultou em cenas de violência e assustou turistas. Foi definida como terrorismo qualquer ação motivada por razões de xenofobia, racismo, etnia e religião, que tenha por objetivo causar terror social a partir do uso, transporte ou armazenamento de explosivos; gases tóxicos; conteúdos químicos, biológicos e nucleares; ou outros meios que possam promover a destruição em massa.

Essas ações podem envolver sabotagem ou ameaça em meios de transporte, portos, aeroportos, estações ferroviárias ou rodoviárias, hospitais, casas de saúde, escolas, estádios esportivos, instalações públicas ou locais onde funcionem serviços públicos essenciais, instalações de geração ou transmissão de energia, instalações militares e instalações de exploração, refino e processamento de petróleo e gás e instituições bancárias.

Segundo Thiago Rodrigues, a lei incorpora uma perspectiva de terrorismo disseminada de forma global. "Em parte, é resultado de uma pressão que tem a ver com o 11 de setembro. É uma pressão que vem do Comitê Olímpico Internacional, de alguns países específicos como os Estados Unidos e também do capital privado que investe e patrocina os eventos esportivos. Houve uma cobrança por medidas afinadas com as expectativas de países mais envolvidos na guerra contra o terrorismo".

Ao mesmo tempo, ele observa a presença de outros componentes que não têm relação com o 11 de setembro. “Há outra parte que tem mais a ver com o nosso ambiente político. Há muitos anos de pressão de segmentos da sociedade e de uma ala do Congresso para se ter um maior controle de movimentos sociais consolidados no país. E a lei é ambígua o suficiente para deixar brechas. Dependendo da interpretação, pode ser usada para tentar criminalizar movimentos sociais."

Jorge Lasmar vê pontos positivos e lacunas no texto da Lei Antiterrorista. "Caminhou numa direção certa de não de designar terroristas e, sim, atos terroristas. Há um excludente explícito dizendo que movimentos sociais não podem ser caracterizados com grupos terroristas. Pode-se até discutir se isso seria redundante, mas as legislações antiterroristas possuem um alto custo social, que pode ensejar maior militarização da polícia e aumento de força do Poder Executivo, o que faz com que esse tipo de resguardo seja positivo. Mal não faz. Movimento social não tem nada a ver com terrorismo", explica.

"Mas o conceito de ato terrorista no artigo 2º o vincula a uma motivação de discriminação racial, étnica, religiosa. Isso pode ser problemático porque existe um terrorismo político onde não há essa instância de discriminação", completa o especialista.

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Conheça Punch: rejeitado pela mãe, ele encontrou apoio em uma pelúcia

Conheça Punch: rejeitado pela mãe, ele encontrou apoio em uma pelúcia

Filhote rejeitado pela mãe no zoológico de Ichikawa, no Japão, ganhou um orangotango de pelúcia para ajudar na adaptação ao grupo.
L
Azul conclui processo de reestruturação financeira nos EUA

Azul conclui processo de reestruturação financeira nos EUA

A companhia aérea oficializou a saída do Chapter 11 com redução bilionária de dívidas e o apoio estratégico das gigantes United e American Airlines.
L
Trump estabelece nova tarifa global de 10% por 150 dias

Trump estabelece nova tarifa global de 10% por 150 dias

O presidente dos EUA acionou a Lei Comercial de 1974 para contornar a decisão da Suprema Corte; as taxas serão somadas aos impostos de importação já existentes.
L
Trump promete medidas mais duras para manter tarifas após derrota no STF

Trump promete medidas mais duras para manter tarifas após derrota no STF

O presidente americano reagiu à decisão judicial que considerou as taxas globais ilegais; o tribunal entendeu que a Casa Branca ignorou a autoridade do Congresso.
L
Câmara da Argentina aprova reforma trabalhista do governo Milei

Câmara da Argentina aprova reforma trabalhista do governo Milei

O projeto de lei flexibiliza a jornada para até 12 horas diárias e impõe restrições ao direito de greve; o texto retornará ao Senado após sofrer modificações.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Nota de pesar: Raimunda Damiana Ramalho dos Santos

Falecimento de Raimunda Damiana Ramalho dos Santos, ocorrido em Porto Velho, deixando um legado de fé, amor à família e dedicação ao próximo, com despedida marcada na Igreja Teu Reino.
L
Nota de Pesar: Izabel Estela dos Prazeres Queiroz

Nota de Pesar: Izabel Estela dos Prazeres Queiroz

Artista, cozinheira e referência de amor e fé, Izabel Estela dos Prazeres Queiroz deixa um legado de afeto, generosidade e memórias inesquecíveis para família e amigos.
L
Lula defende multilateralismo e fecha oito acordos estratégicos com a Índia

Lula defende multilateralismo e fecha oito acordos estratégicos com a Índia

Presidente brasileiro destaca diversificação comercial como escudo contra o protecionismo global; parcerias abrangem minerais críticos, saúde e pequenas empresas.
L
Momento Agro: José Antonio da Silva, o Casa Grande e a vida nas hortas

Momento Agro: José Antonio da Silva, o Casa Grande e a vida nas hortas

Neste sábado, dia 21, às 11h, o Momento Agro entrevista José Antonio da Silva, conhecido como Casa Grande, para mostrar como funciona o cultivo, o cuidado e a colheita nas hortas que ele mantém.
L
STF forma maioria para manter condenação da cúpula da PMDF

STF forma maioria para manter condenação da cúpula da PMDF

Ministros rejeitaram recursos de oficiais condenados por omissão no 8 de janeiro; pena de 16 anos de prisão deve ser mantida para cinco militares.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Dezenove estados e DF registram menor desemprego da história

Dezenove estados e DF registram menor desemprego da história

Dados do IBGE revelam que o Brasil fechou 2025 com taxa de 5,6%, impulsionado pelo dinamismo do mercado de trabalho e pelo aumento do rendimento real.
L
Governo publica listas de aprovados do CNU 2025 e abre confirmação de interesse

Governo publica listas de aprovados do CNU 2025 e abre confirmação de interesse

O Ministério da Gestão e da Inovação (MGI) divulgou a classificação geral nesta sexta-feira; candidatos em vagas imediatas devem confirmar interesse entre sábado e segunda.
L
Governo autoriza 489 contratações temporárias para a Aeronáutica

Governo autoriza 489 contratações temporárias para a Aeronáutica

As vagas visam atender projetos de infraestrutura aeroportuária na Região Amazônica, com edital previsto para ser publicado nos próximos seis meses.
L
Resultados individuais do CNU 2025 já estão disponíveis para consulta

Resultados individuais do CNU 2025 já estão disponíveis para consulta

Candidatos podem acessar notas da prova discursiva e títulos no site da FGV; classificação geral e primeira convocação serão publicadas nesta sexta-feira.
L
Resultados finais do CNU 2025 são divulgados hoje

Resultados finais do CNU 2025 são divulgados hoje

Candidatos podem consultar notas definitivas e respostas aos recursos a partir das 16h no site da FGV; confirmação de interesse começa na sexta-feira.
L
Publicidade

POLÍTICA

Lula e Modi defendem reforma da ONU e expansão do Conselho de Segurança

Lula e Modi defendem reforma da ONU e expansão do Conselho de Segurança

Líderes de Brasil e Índia reafirmam parceria para ocupar assentos permanentes e assinam acordos em áreas estratégicas como saúde, minerais e comércio.
L
Cássio Gois parabeniza nova Prefeitura de Cacoal e destaca avanço histórico na gestão pública

Cássio Gois parabeniza nova Prefeitura de Cacoal e destaca avanço histórico na gestão pública

Da dificuldade à dignidade: Cássio Gois destaca nova Prefeitura como símbolo de respeito aos servidores.
L
“Meu país é Rondônia”, diz Samuel Costa ao defender governo para todos

“Meu país é Rondônia”, diz Samuel Costa ao defender governo para todos

O pré-candidato destacou que governar exige compromisso com toda a população, mas com atenção especial aos que mais precisam.
L
Lula sugere que a ONU lidere a regulação da Inteligência Artificial

Lula sugere que a ONU lidere a regulação da Inteligência Artificial

Em visita à Índia, o presidente brasileiro defendeu que o controle da tecnologia não deve pertencer a grandes plataformas, mas sim servir ao desenvolvimento social.
L
Dra. Taíssa visita produtor de hidroponia em Urupá

Dra. Taíssa visita produtor de hidroponia em Urupá

Deputada esteve no Núcleo Primavera, zona rural de Urupá, e destacou a importância da agricultura familiar para a economia local.
L
Publicidade

POLÍCIA

Falta de água gera protesto e bloqueio de via por moradores do Orgulho do Madeira

Falta de água gera protesto e bloqueio de via por moradores do Orgulho do Madeira

Manifestantes fecham a Rua Osvaldo Ribeiro para cobrar soluções urgentes sobre a falta de água no condomínio
10
Homem morre atropelado por carreta no distrito de Vista Alegre do Abunã

Homem morre atropelado por carreta no distrito de Vista Alegre do Abunã

Vítima de 57 anos estava embaixo do veículo e foi esmagada quando o motorista iniciou o deslocamento; o acidente ocorreu na manhã deste sábado na BR-364.
18
Polícia Civil intercepta ônibus e prende foragido em Espigão d’Oeste

Polícia Civil intercepta ônibus e prende foragido em Espigão d’Oeste

Investigado por tráfico de drogas foi detido ao chegar no município; ação estratégica da equipe policial retirou de circulação alvo de mandado judicial.
12
Polícia Militar recupera televisão furtada e prende três homens na zona sul

Polícia Militar recupera televisão furtada e prende três homens na zona sul

Suspeito confessou ter trocado aparelho por drogas em ponto de tráfico; receptadores foram localizados em diligências conjuntas entre guarnições e a Força Tática.
10
Homem é preso após roubo de caminhão e cárcere privado em Candeias do Jamari

Homem é preso após roubo de caminhão e cárcere privado em Candeias do Jamari

Autor confessou ter agido por vingança após demissão; vítima foi amarrada e trancada dentro de casa enquanto o veículo era subtraído na BR-364.
12
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Noite de observação astronômica reúne famílias em Porto Velho

Noite de observação astronômica reúne famílias em Porto Velho

Evento gratuito na Praça Jacques Demolay democratiza o acesso à ciência com observação astronômica e telescópios para a comunidade
L
Governo do DF faz proposta de uso de imóveis como garantia ao BRB

Governo do DF faz proposta de uso de imóveis como garantia ao BRB

Projeto de lei enviado à Câmara Legislativa prevê o uso de 12 áreas como garantia para levantar R$ 2,6 bilhões após perdas com o Banco Master.
L
Família Asfaltão realiza desfile tradicional na comunidade neste sábado

Família Asfaltão realiza desfile tradicional na comunidade neste sábado

Evento na Rua Jacy Paraná serve como ensaio técnico para o desfile oficial das escolas de samba de Porto Velho, previsto para o mês de abril.
L
Brasil e Índia firmam acordo estratégico sobre minerais críticos e terras raras

Brasil e Índia firmam acordo estratégico sobre minerais críticos e terras raras

A parceria assinada em Nova Delhi visa reduzir a dependência da China e fortalecer cadeias de suprimento resilientes para tecnologias de ponta.
L
Presidente da Unafisco presta depoimento à PF em inquérito sobre fake news

Presidente da Unafisco presta depoimento à PF em inquérito sobre fake news

Kleber Cabral foi ouvido como investigado após criticar operação contra auditores da Receita; oitiva foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.
L
BC Protege+ bloqueia 255,7 mil tentativas de abertura de contas falsas

BC Protege+ bloqueia 255,7 mil tentativas de abertura de contas falsas

Novo serviço do Banco Central já foi ativado por 1 milhão de pessoas e funciona como uma barreira obrigatória contra fraudes de identidade em bancos.
L
Mercado financeiro registra recorde histórico e queda do dólar após decisão nos EUA

Mercado financeiro registra recorde histórico e queda do dólar após decisão nos EUA

Ibovespa ultrapassa os 190 mil pontos pela primeira vez com o fim das tarifas de Trump; moeda norte-americana atinge o menor valor em quase dois anos.
L
Indústria brasileira celebra decisão nos EUA, mas mantém cautela com nova tarifa

Indústria brasileira celebra decisão nos EUA, mas mantém cautela com nova tarifa

Queda do “tarifaço” pela Suprema Corte traz alívio de US$ 21,6 bilhões às exportações do Brasil, porém anúncio de nova taxa de Trump preocupa setores estratégicos.
L
GDF quer usar imóveis públicos para salvar o caixa do Banco de Brasília

GDF quer usar imóveis públicos para salvar o caixa do Banco de Brasília

O projeto de lei enviado à Câmara Legislativa prevê o uso de 12 áreas como garantia para levantar R$ 2,6 bilhões após perdas em operações com o Banco Master.
L
Sintonia 360: Jessica Brasil Cabral e os bastidores entre imóveis, moda e Carnaval

Sintonia 360: Jessica Brasil Cabral e os bastidores entre imóveis, moda e Carnaval

Neste sábado, dia 21, às 09h, o Sintonia 360 entrevista Jessica Brasil Cabral, corretora de imóveis, modelo e apresentadora digital, em um papo sobre carreira, influência e Carnaval.
L
Logo News Rondônia
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.