DOMINGO, 25/01/2026

Em destaque

Ações educativas ajudam povos amazônicos a lidar com crise climática

Uma das iniciativas é o Projeto Aldeias, que surgiu em 2019

Por RAFAEL CARDOSO* - ENVIADO ESPECIAL - 20

Publicado em 

Ações educativas ajudam povos amazônicos a lidar com crise climática
ANDRÉ NOBOA/UMGRAUEMEIO

Aos 7 anos de idade, Neymar perdeu o pai. Um homem negro, chamado Kleber, que morreu com um tiro nas costas. Segundo a família, o assassino foi um policial militar. A morte não foi um evento isolado, mas uma das muitas ocorridas durante a onda de violência que tomou conta da cidade de Altamira, no Pará, depois da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu.

Nos dois anos seguintes, a tia de Neymar, Daniela Silva, percebeu que a vida do sobrinho era marcada tanto pela perda da relação do pai, como da conexão com as raízes amazônicas. Neymar, como tantos outros de sua geração, cresceu a mais de 10 quilômetros (km) de distância do Xingu. Um grupo de crianças e adolescentes criados em bairros populares urbanos, com infraestrutura precária, que surgiram depois do processo de expulsão das terras do Xingu.

“As crianças depois da minha geração não tiveram o direito de vivenciar o rio, o igarapé, uma comunidade cercada por curandeiros, rezadeiras, indígenas, ribeirinhos. O Neymar, diferente da minha geração, não teve direito de conviver com uma infância na Amazônia. Eu sou de uma geração que tive esse privilégio. Cresci no meio dessa diversidade”, disse a geógrafa, ativista socioambiental e liderança local Daniela Silva, durante o TEDxAmazônia 2024, evento realizado entre o final de novembro e o início de dezembro, em Manaus.

Foi a partir dessas reflexões que nasceu o Projeto Aldeias em 2019. Resistir aos processos de violência e de ruptura afetiva com a Amazônia se tornou um dos nortes de Daniela. Por meio de um conjunto de ações educacionais, ela ajuda crianças e adolescentes a reatar laços naturais com a floresta e laços culturais com a cultura ribeirinha amazônica. Existe a preocupação em trabalhar uma identidade amazônida que valorize indivíduos e territórios.

“A gente só ama aquilo que conhece. E o Projeto Aldeias nasce da história desse menino, com o objetivo de retomada das nossas conexões que foram rompidas após o processo de deslocamento forçado pela construção da hidrelétrica de ‘Belo Monstro’ no nosso Rio Xingu. O Aldeias é uma conclamação para todos os setores da sociedade colocarem as nossas crianças no centro, para pensarem junto com os adultos o nosso futuro. É um projeto que se baseia naquele famoso provérbio africano que diz ser preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”, explica Daniela.

Uma das principais iniciativas do projeto é o Escola da Rua, que promove a educação ambiental, o direito e a cidadania de crianças e adolescentes periféricos de Altamira. São atividades criativas, culturais, artísticas e socioambientais, como visitas às áreas naturais da região. Em comum, as ações do Projeto Aldeias desenvolvem trabalhos conjuntos e participativos, discutem políticas públicas, infâncias, juventudes, e tentam ampliar vozes em defesa do meio ambiente e da Amazônia. O fortalecimento comunitário é visto como o melhor caminho para defesa da floresta e dos povos tradicionais. Assim dizem os versos escritos pela Daniela:

“Dá até nó na garganta de contar essa história./ Aqui na Amazônia, a violência tem etnia, tem cor, tem gênero./ Morre ‘noiz’: pretos, indígenas, seringueiros, beiradeiros./ Querem nos calar, para nossas riquezas saquear./ Mas nós não vamos deixar!/ É tempo de nos conectar!/ E juntos, com fé, união e ação, lutar!”.

Manejar o fogo

O exemplo de Daniela mostra que educação e conhecimento vão muito além de disciplinas formais da escola. Incluem também habilidades, técnicas e saberes úteis para uma vida equilibrada com a natureza. Por essa razão, não seria errado considerar que os brigadistas de Alter do Chão, no Pará, são educadores. O grupo foi criado em 2018, com seis pessoas, para dar uma primeira resposta organizada aos incêndios florestais da região e ajudar a comunidade local. A formação incluiu cursos com a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros.

Além do trabalho direto de combate aos incêndios, o grupo ajuda na formação de outros brigadistas e na conscientização da população sobre o manejo correto e legal do fogo. O que é coerente com uma das principais missões da brigada: “Implementar e aprimorar processos contínuos de formação técnica, treinamento, educação ambiental, engajamento comunitário”.

“Uma coisa bem didática para as pessoas entenderem. Se uma empresa tem um prédio grande, é obrigada a ter uma brigada para dar o primeiro combate ao incêndio predial. As brigadas que estão nos territórios rurais têm as melhores condições para dar a primeira resposta no combate ao incêndio florestal, porque o governo nunca vai ter braço suficiente. É muito caro você deslocar alguém de Brasília, por exemplo. Ideal sempre que tenha uma brigada em todas as regiões”, diz Daniel Gutierrez, brigadista voluntário.

“Todo incêndio florestal pode ser apagado com o pé no começo, quando ainda é pequeno. E as brigadas são as melhores ferramentas para impedir que esses fogos virem grandes incêndios”, acrescenta

Apesar do trabalho majoritariamente voluntário, os brigadistas tiveram de lidar com opositores poderosos. Em novembro de 2019, quatro deles, incluindo Gutierrez, chegaram a ser presos, responsabilizados pelo incêndio que atingiu a Área de Proteção Ambiental (APA) Alter do Chão dois meses antes. Segundo a Polícia Civil, eles teriam cometido o crime para arrecadar doações para a brigada. Passaram três dias na prisão. O episódio incluiu acusações do presidente da República à época, Jair Bolsonaro, e do então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Até o ator norte-americano Leonardo Di Caprio foi citado pelo governo como financiador dos incêndios. Por falta de provas, o inquérito foi arquivado pela Polícia Federal e o processo acabou sendo extinto na Justiça.

“ONGs são demonizadas. E esses ataques da extrema-direita vêm porque eles não querem que a gente se organize e fique cobrando ações do poder público. E não entra na cabeça de muita gente que eu gaste o meu tempo e a minha saúde em um trabalho voluntário, sem receber nada para isso. Apesar de tudo, queremos crescer como instituição e, em 2025, planejamos ter um corpo de funcionários pagos e inteiramente dedicados às atividades da brigada”, projeta Daniel Gutierrez.

Na luta pela preservação da Floresta Amazônica, os brigadistas de Alter do Chão tentam conscientizar a população para o uso correto do fogo e esperam por uma regulação melhor do trabalho pelo poder público. Um primeiro passo foi dado em julho de 2024, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Política Nacional de Manejo do Fogo.

“O fogo é uma ferramenta ancestral nas comunidades da Amazônia. Pessoas queimam, por exemplo, uma área pequena para plantar mandioca, que ajuda na subsistência local. É o que a gente chama de fogo bom, com aceiro em volta, para as chamas não se alastrarem. Mas ocorrem irregularidades quando, por exemplo, a prefeitura não disponibiliza recolhimento de lixo, as pessoas queimam tudo e perdem o controle das chamas. A gente precisa de políticas públicas, que os governos entendam a nova realidade climática, com eventos extremos mais frequentes. E que ofereçam serviços adequados para a população”, conclui o brigadista.

Educação ribeirinha

Impactados diretamente por esses eventos extremos, como secas e inundações, povos ribeirinhos procuram lidar com a nova realidade e preparar respostas para proteger o meio ambiente. Na comunidade de Tumbira, município de Iranduba, Amazonas, esse aprendizado conta com a ajuda do Núcleo de Inovação e Educação para o Desenvolvimento Sustentável (Nieds), da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), uma organização sem fins lucrativos. Alberta Pacheco é a gestora do núcleo e coordena projetos educativos para que as pessoas sejam protagonistas do desenvolvimento social, econômico e ambiental da Amazônia.

Ela explica que crianças, jovens e adultos que estão cursando o ensino fundamental e médio participam dos projetos complementares no contraturno das aulas. Pelos menos 380 pessoas já foram impactadas pelas ações desde 2010. A conservação da floresta é um dos pilares dessas atividades, que entendem a Amazônia como uma grande sala de aula, onde se desenvolvem equidade, a justiça, o respeito, a ética e liberdade das pessoas que vivem na floresta.

“Dentro dos nossos projetos complementares, trabalhamos, por exemplo, com o Repórter da Floresta. Temos oficinas de rádio, vídeo e produção de texto para os estudantes desenvolverem práticas de educomunicação e levarem perspectivas da floresta para o mundo por meio de redes sociais e do rádio. Há outro projeto que trabalha práticas agroecológicas, a questão de produção das hortaliças, da criação de aves. A escola está dentro de uma unidade de conservação, então a gente procura o ano inteiro fazer palestras e promover debates de cuidado com o meio ambiente”, explica Alberta Pacheco. “Quem vive dentro da floresta sofre impactos diariamente das mudanças climáticas. Nossos alunos são engajados e representam a nossa escola em congressos e eventos que tratam desse tema.”

Conhecimento indígena

Natural de Minas Gerais, Maria do Carmo Barcelos se mudou para o interior de Rondônia em 1976, no auge da ditadura militar e da ideia de colonização dos territórios amazônicos. Ela tinha 26 anos de idade e uma vontade imensa de conhecer melhor a vida dos indígenas Paiter Suruí. Educadora e licenciada em geografia, Maria começou a atuar como professora, mas o trabalho com os indígenas se desenvolveu em outras frentes com o passar do tempo.

A vida se mesclou com a dos Paiter Suruí a ponto de adotar como filha uma menina da etnia, que havia perdido a mãe com dez dias de vida e tinha a saúde frágil. Hoje, a integração é tamanha que ela afirma ser vista como uma “igual” onde vive, no município de Cacoal. Quem quiser encontrá-la por lá precisa perguntar por Maria dos Índios, como é conhecida há décadas. O trabalho em prol da comunidade é reconhecido e valorizado, como os projetos que envolvem educação de crianças, jovens e professores indígenas. Um dos focos atuais é o de discutir governança territorial e mudanças climáticas.

“Desenvolvemos uma metodologia que privilegia interdisciplinaridade e interculturalidade. Produzimos um livro para cada povo, porque cada um deles tem a própria história. Só não produzimos nas línguas originais ainda, porque nenhuma delas está esquematizada. O português é a língua que eles têm usado mais”, explica a indigenista. “O objetivo é que a rede de educação escolar indígena possa inserir esses materiais na grade curricular básica do ensino fundamental. E isso já vem acontecendo.”

O trabalho foi feito até agora em oito territórios diferentes e, entre os materiais oferecidos, estão livros sobre mudanças climáticas escritos especialmente para cada um desses povos. Há um diálogo entre os saberes tradicionais e os saberes científicos, adaptados para cada cosmologia diferente. Maria conta que uma das partes do livro, por exemplo, fala do “surgimento das coisas”, para explicar como determinado povo indígena explica a origem do Sol, da Lua, dos seres humanos.

“A partir daí, falamos da história das mudanças climáticas, buscando os sinais da natureza que os antigos interpretavam. Conhecimento que muitos deles ainda têm, mas outros vão esquecendo. Por exemplo, quando as cigarras estão cantando muito, ou quando o sapinho coaxa muito, é um sinal de que a chuva vai chegar. A gente começa aí e busca o entendimento especialmente que os mais velhos têm sobre o assunto. O material é muito interativo e são as crianças que vão construir com os mais velhos as respostas para as mudanças climáticas. Vemos ali o que eles falam de concreto, como os impactos na pesca, quando a água se aquece demais e provoca mortandade dos peixes, ou dos periquitos que passaram a cantar de madrugada. O ciclo das plantações, o que florescia em determinada época, e agora está tudo bagunçado, sem muita previsibilidade”, diz Maria.

Ciente de que as mudanças climáticas são um desafio de longo prazo, ela entende que o investimento no conhecimento dos mais jovens é importante para que as próximas gerações assumam a liderança na defesa da Amazônia. “Um dos objetivos é que eles possam desenvolver um senso crítico e elaborar respostas para esses impactos climáticos. Essas crianças e adolescentes daqui a pouco tempo vão ser os gestores dos territórios em que vivem e os tomadores de decisão. E as pressões continuam sendo muitas. Mesmo que o movimento indígena esteja maravilhosamente assumindo seu protagonismo, ganhando espaço no mundo, os problemas vão continuar, e as soluções têm que ser encontradas”, ressalta Maria dos Índios.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
NEWSTV
Publicidade

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Prefeitura de Porto Velho resgata cães abandonados após denúncia

Prefeitura de Porto Velho resgata cães abandonados após denúncia

Ação da Sema reforça o combate ao abandono e a proteção aos animais; resgate ocorreu no bairro Igarapé após denúncia anônima
L
Resgates de animais crescem em 2026 e acendem alerta sobre abandono em Porto Velho

Resgates de animais crescem em 2026 e acendem alerta sobre abandono em Porto Velho

Janeiro já concentra mais da metade dos atendimentos realizados no semestre anterior; abandono e maus-tratos são crimes com pena de até cinco anos de reclusão
L
Exposição geológica com apoio da Fiocruz é novidade no Parque Natural de Porto Velho

Exposição geológica com apoio da Fiocruz é novidade no Parque Natural de Porto Velho

Museu reúne rochas e amplia opções de lazer e educação ambiental na capital
L
Presença de animais silvestres em Porto Velho indica preservação, mas exige cautela

Presença de animais silvestres em Porto Velho indica preservação, mas exige cautela

Registro de onça-parda no Parque Circuito destaca funcionalidade de corredor ecológico; órgãos ambientais orientam moradores sobre como agir ao avistar espécies na área urbana.
L
Ecoparque Porto Velho fecha 2025 com impacto ambiental e social positivo

Ecoparque Porto Velho fecha 2025 com impacto ambiental e social positivo

Com média de 15 mil toneladas de resíduos recebidas por mês, unidade atende Porto Velho, Candeias do Jamari e Nova Mamoré.
L
Publicidade
ENERGISA
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Momento Agro: Pâmela Carreiro fala sobre Direito Imobiliário no campo

O Momento Agro deste sábado, dia 24, às 11h, recebe a advogada imobiliária Pâmela Carreiro para uma entrevista especial sobre regularização de imóveis, segurança jurídica e os desafios do setor imobiliário ligado ao agro.
L
Influenciadora que viaja por capitais de Celta chega a Porto Velho

Influenciadora que viaja por capitais de Celta chega a Porto Velho

Ana Clara Uchôa e sua cadela Ísis visitam a capital rondoniense a bordo de um Celta como parte da nova temporada da jornada que pretende cruzar o continente até o Peru.
L
Cantora de Rondônia viraliza em apresentação na praia do Rio de Janeiro

VÍDEO: Cantora de Rondônia viraliza em apresentação na praia do Rio de Janeiro

Milena Santana surpreendeu o público e alcançou mais de 200 mil visualizações após interpretar um sucesso de Bruno Mars durante uma apresentação improvisada no litoral carioca.
L

Supermercado MB se consolida como opção prática e econômica no bairro Castanheira

Localizado na Rua Pau Ferro, o estabelecimento oferece variedade de produtos, ofertas diárias e atendimento voltado à comodidade dos clientes
L

Sintonia 360: Abnner Assunção revela trajetória entre o Direito, o empreendedorismo e a dança

O bate-papo também aborda o impacto da exposição em um reality show, os aprendizados deixados pela experiência e os novos projetos que estão sendo desenvolvidos.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Resultado e espelho da discursiva do CNU 2025 saem nesta sexta

Resultado e espelho da discursiva do CNU 2025 saem nesta sexta

Candidatos podem conferir as notas preliminares a partir das 18 horas e terão dois dias na próxima semana para entrar com recursos contra a correção da banca.
L
Defensoria Pública da União cobra cumprimento de cotas raciais em concursos federais

Defensoria Pública da União cobra cumprimento de cotas raciais em concursos federais

O órgão enviou recomendação a ministérios para extinguir a divisão de vagas por especialidades, prática que reduz a reserva legal de 20% destinada a candidatos negros.
L
Prefeitura divulga resultado preliminar do Processo Seletivo Simplificado da Educação

Prefeitura divulga resultado preliminar do Processo Seletivo Simplificado da Educação

Candidatos já podem conferir a classificação e o cronograma das próximas etapas
L
Sema divulga convocação de aprovados em processo seletivo para voluntários

Sema divulga convocação de aprovados em processo seletivo para voluntários

Entrega de documentos ocorre de 26 a 30 de janeiro, em Porto Velho.
L
Termina hoje prazo de recurso para cotas no concurso unificado

Termina hoje prazo de recurso para cotas no concurso unificado

Candidatos do CNU2 podem contestar o resultado da heteroidentificação e da perícia médica até o fim desta segunda-feira por meio da página oficial do certame.
L
Publicidade

POLÍTICA

ACORDA BRASIL: Bagattoli se une a Nikolas Ferreira em caminhada pela liberdade e justiça

ACORDA BRASIL: Bagattoli se une a Nikolas Ferreira em caminhada pela liberdade e justiça

Bagattoli encontrou Nikolas, e a multidão que o acompanha, no município de Luziânia (GO) e deve concluir o ato na capital federal. Ao todo, o ato deve acumular 240 quilômetros desde o ponto de partida que foi no município de Paracatu, em Minas Gerais.
L
Espanha nega convite para participar de Conselho da Paz de Donald Trump

Espanha nega convite para participar de Conselho da Paz de Donald Trump

Primeiro-ministro Pedro Sánchez afirma que decisão é coerente com o compromisso do país com o multilateralismo e o sistema das Nações Unidas
L
"Trump quer criar nova ONU", diz Lula sobre Conselho de Paz

“Trump quer criar nova ONU”, diz Lula sobre Conselho de Paz

Presidente critica proposta americana durante encerramento do 14º Encontro Nacional do MST em Salvador; alerta sobre enfraquecimento do multilateralismo
L
Igualdade de Direitos e o Debate sobre Cotas Raciais em Santa Catarina

Igualdade de Direitos e o Debate sobre Cotas Raciais em Santa Catarina

Sem escolas públicas fortes, cotas raciais perpetuam desigualdades em vez de garantir justiça social.
L
Alex Redano indica complementação de diárias para servidores estaduais em missões integradas

Alex Redano indica complementação de diárias para servidores estaduais em missões integradas

Indicação busca evitar prejuízos financeiros a servidores civis e militares em ações conjuntas com União e municípios
L
Publicidade

POLÍCIA

Membro de facção do Acre é preso em condomínio na zona leste

Membro de facção do Acre é preso em condomínio na zona leste

Policiais militares capturaram neste sábado um foragido da Justiça acriana conhecido como Trem do Comando durante uma abordagem realizada no residencial Orgulho do Madeira.
12
Funcionário da Upa Leste é preso por denúncia de importunação

Funcionário da Upa Leste é preso por denúncia de importunação

Um motorista de ambulância de 45 anos foi detido pela Polícia Militar na manhã deste sábado após ser acusado por uma colega de trabalho de praticar ato libidinoso no alojamento da unidade.
10
Policiais militares prendem homem após assalto a adolescentes

Policiais militares prendem homem após assalto a adolescentes

O suspeito foi localizado no bairro São João Batista com uma bicicleta roubada e um simulacro de arma de fogo após abordar um casal de jovens na zona sul de Porto Velho na sexta-feira.
16
Suspeitos de torturar vítimas a mando de influenciadora são presos em Porto Velho

Suspeitos de torturar vítimas a mando de influenciadora são presos em Porto Velho

Três pessoas foram presas nesta sexta-feira (23); investigação aponta ligação com facção criminosa e crimes de tortura ordenados por influenciadora digital.
18
Diretor escolar é preso em Rolim de Moura após condenação definitiva a 23 anos

Diretor escolar é preso em Rolim de Moura após condenação definitiva a 23 anos

Mandado foi cumprido na sexta-feira (23); condenado cumprirá pena em regime fechado por crimes de favorecimento e exploração sexual de vulnerável.
18
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Porto Velho: 111 anos com avanços e investimentos do governo de Rondônia

Porto Velho: 111 anos com avanços e investimentos do governo de Rondônia

Capital rondoniense completa 111 anos de instalação com obras em infraestrutura, lazer, saneamento, saúde, educação e desenvolvimento econômico
L
Porto Velho celebra 111 anos com avanços em infraestrutura e desenvolvimento

Porto Velho celebra 111 anos com avanços em infraestrutura e desenvolvimento

Capital de Rondônia completa 111 anos de instalação com investimentos do governo estadual em mobilidade, saúde, educação e qualidade de vida
L
Comitê de Mudanças Climáticas define ações para 2026

Comitê de Mudanças Climáticas define ações para 2026

Primeira reunião do comitê debateu a atualização do plano de ação e a realização do 1º Fórum Municipal de Mudanças Climáticas, previsto para março.
L
Porto Velho celebra 111 anos com Bike Tour histórico e turístico

Porto Velho celebra 111 anos com Bike Tour histórico e turístico

Passeio ciclístico reuniu mais de 100 participantes e percorreu pontos históricos da capital rondoniense neste sábado (24), abrindo a programação de aniversário da cidade.
L
Entidades de Rondônia alertam para impactos da concessão da BR-364

Entidades de Rondônia alertam para impactos da concessão da BR-364

O Crea-RO e representantes do setor produtivo enviaram uma carta à bancada federal manifestando preocupação com os reflexos econômicos do modelo de pedágio na rodovia federal.
L
Dunlop reforça presença no agronegócio com soluções de alta resistência

Dunlop reforça presença no agronegócio com soluções de alta resistência

Pneus SP926 e SP571 apresentam ganhos de rendimento e ampliam vida útil da carcaça.
L
Aston Martin apresenta o Valhalla ao mercado brasileiro

Aston Martin apresenta o Valhalla ao mercado brasileiro

Modelo híbrido de produção limitada inicia entregas globais e chega ao Brasil.
L
Ganhador é anunciado em sorteio do News Rondônia e Garnizé

Ganhador é anunciado em sorteio do News Rondônia e Garnizé

Álvaro Lima de Souza foi o selecionado desta semana na parceria que premia seguidores do portal todos os sábados com peças que valorizam a identidade e a cultura regional.
L
Carro atinge motoneta na BR-364 em Vilhena e mata homem

Carro atinge motoneta na BR-364 em Vilhena e mata homem

Colisão ocorreu no trecho urbano da rodovia, próximo à saída para Cuiabá; vítima retornava do trabalho em um posto de combustíveis.
18
Colisão entre carro e moto deixa motociclista ferida em RO

Colisão entre carro e moto deixa motociclista ferida em RO

Acidente ocorreu no cruzamento da avenida Aracaju com a rua Jamari e mobilizou Bombeiros e Polícia Militar.
12
Logo News Rondônia
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.