SEXTA-FEIRA, 30/01/2026

Em destaque

Ações educativas ajudam povos amazônicos a lidar com crise climática

Uma das iniciativas é o Projeto Aldeias, que surgiu em 2019

Por RAFAEL CARDOSO* - ENVIADO ESPECIAL - 20

Publicado em 

Ações educativas ajudam povos amazônicos a lidar com crise climática
ANDRÉ NOBOA/UMGRAUEMEIO

Aos 7 anos de idade, Neymar perdeu o pai. Um homem negro, chamado Kleber, que morreu com um tiro nas costas. Segundo a família, o assassino foi um policial militar. A morte não foi um evento isolado, mas uma das muitas ocorridas durante a onda de violência que tomou conta da cidade de Altamira, no Pará, depois da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu.

Nos dois anos seguintes, a tia de Neymar, Daniela Silva, percebeu que a vida do sobrinho era marcada tanto pela perda da relação do pai, como da conexão com as raízes amazônicas. Neymar, como tantos outros de sua geração, cresceu a mais de 10 quilômetros (km) de distância do Xingu. Um grupo de crianças e adolescentes criados em bairros populares urbanos, com infraestrutura precária, que surgiram depois do processo de expulsão das terras do Xingu.

“As crianças depois da minha geração não tiveram o direito de vivenciar o rio, o igarapé, uma comunidade cercada por curandeiros, rezadeiras, indígenas, ribeirinhos. O Neymar, diferente da minha geração, não teve direito de conviver com uma infância na Amazônia. Eu sou de uma geração que tive esse privilégio. Cresci no meio dessa diversidade”, disse a geógrafa, ativista socioambiental e liderança local Daniela Silva, durante o TEDxAmazônia 2024, evento realizado entre o final de novembro e o início de dezembro, em Manaus.

Foi a partir dessas reflexões que nasceu o Projeto Aldeias em 2019. Resistir aos processos de violência e de ruptura afetiva com a Amazônia se tornou um dos nortes de Daniela. Por meio de um conjunto de ações educacionais, ela ajuda crianças e adolescentes a reatar laços naturais com a floresta e laços culturais com a cultura ribeirinha amazônica. Existe a preocupação em trabalhar uma identidade amazônida que valorize indivíduos e territórios.

“A gente só ama aquilo que conhece. E o Projeto Aldeias nasce da história desse menino, com o objetivo de retomada das nossas conexões que foram rompidas após o processo de deslocamento forçado pela construção da hidrelétrica de ‘Belo Monstro’ no nosso Rio Xingu. O Aldeias é uma conclamação para todos os setores da sociedade colocarem as nossas crianças no centro, para pensarem junto com os adultos o nosso futuro. É um projeto que se baseia naquele famoso provérbio africano que diz ser preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”, explica Daniela.

Uma das principais iniciativas do projeto é o Escola da Rua, que promove a educação ambiental, o direito e a cidadania de crianças e adolescentes periféricos de Altamira. São atividades criativas, culturais, artísticas e socioambientais, como visitas às áreas naturais da região. Em comum, as ações do Projeto Aldeias desenvolvem trabalhos conjuntos e participativos, discutem políticas públicas, infâncias, juventudes, e tentam ampliar vozes em defesa do meio ambiente e da Amazônia. O fortalecimento comunitário é visto como o melhor caminho para defesa da floresta e dos povos tradicionais. Assim dizem os versos escritos pela Daniela:

“Dá até nó na garganta de contar essa história./ Aqui na Amazônia, a violência tem etnia, tem cor, tem gênero./ Morre ‘noiz’: pretos, indígenas, seringueiros, beiradeiros./ Querem nos calar, para nossas riquezas saquear./ Mas nós não vamos deixar!/ É tempo de nos conectar!/ E juntos, com fé, união e ação, lutar!”.

Manejar o fogo

O exemplo de Daniela mostra que educação e conhecimento vão muito além de disciplinas formais da escola. Incluem também habilidades, técnicas e saberes úteis para uma vida equilibrada com a natureza. Por essa razão, não seria errado considerar que os brigadistas de Alter do Chão, no Pará, são educadores. O grupo foi criado em 2018, com seis pessoas, para dar uma primeira resposta organizada aos incêndios florestais da região e ajudar a comunidade local. A formação incluiu cursos com a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros.

Além do trabalho direto de combate aos incêndios, o grupo ajuda na formação de outros brigadistas e na conscientização da população sobre o manejo correto e legal do fogo. O que é coerente com uma das principais missões da brigada: “Implementar e aprimorar processos contínuos de formação técnica, treinamento, educação ambiental, engajamento comunitário”.

“Uma coisa bem didática para as pessoas entenderem. Se uma empresa tem um prédio grande, é obrigada a ter uma brigada para dar o primeiro combate ao incêndio predial. As brigadas que estão nos territórios rurais têm as melhores condições para dar a primeira resposta no combate ao incêndio florestal, porque o governo nunca vai ter braço suficiente. É muito caro você deslocar alguém de Brasília, por exemplo. Ideal sempre que tenha uma brigada em todas as regiões”, diz Daniel Gutierrez, brigadista voluntário.

“Todo incêndio florestal pode ser apagado com o pé no começo, quando ainda é pequeno. E as brigadas são as melhores ferramentas para impedir que esses fogos virem grandes incêndios”, acrescenta

Apesar do trabalho majoritariamente voluntário, os brigadistas tiveram de lidar com opositores poderosos. Em novembro de 2019, quatro deles, incluindo Gutierrez, chegaram a ser presos, responsabilizados pelo incêndio que atingiu a Área de Proteção Ambiental (APA) Alter do Chão dois meses antes. Segundo a Polícia Civil, eles teriam cometido o crime para arrecadar doações para a brigada. Passaram três dias na prisão. O episódio incluiu acusações do presidente da República à época, Jair Bolsonaro, e do então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Até o ator norte-americano Leonardo Di Caprio foi citado pelo governo como financiador dos incêndios. Por falta de provas, o inquérito foi arquivado pela Polícia Federal e o processo acabou sendo extinto na Justiça.

“ONGs são demonizadas. E esses ataques da extrema-direita vêm porque eles não querem que a gente se organize e fique cobrando ações do poder público. E não entra na cabeça de muita gente que eu gaste o meu tempo e a minha saúde em um trabalho voluntário, sem receber nada para isso. Apesar de tudo, queremos crescer como instituição e, em 2025, planejamos ter um corpo de funcionários pagos e inteiramente dedicados às atividades da brigada”, projeta Daniel Gutierrez.

Na luta pela preservação da Floresta Amazônica, os brigadistas de Alter do Chão tentam conscientizar a população para o uso correto do fogo e esperam por uma regulação melhor do trabalho pelo poder público. Um primeiro passo foi dado em julho de 2024, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Política Nacional de Manejo do Fogo.

“O fogo é uma ferramenta ancestral nas comunidades da Amazônia. Pessoas queimam, por exemplo, uma área pequena para plantar mandioca, que ajuda na subsistência local. É o que a gente chama de fogo bom, com aceiro em volta, para as chamas não se alastrarem. Mas ocorrem irregularidades quando, por exemplo, a prefeitura não disponibiliza recolhimento de lixo, as pessoas queimam tudo e perdem o controle das chamas. A gente precisa de políticas públicas, que os governos entendam a nova realidade climática, com eventos extremos mais frequentes. E que ofereçam serviços adequados para a população”, conclui o brigadista.

Educação ribeirinha

Impactados diretamente por esses eventos extremos, como secas e inundações, povos ribeirinhos procuram lidar com a nova realidade e preparar respostas para proteger o meio ambiente. Na comunidade de Tumbira, município de Iranduba, Amazonas, esse aprendizado conta com a ajuda do Núcleo de Inovação e Educação para o Desenvolvimento Sustentável (Nieds), da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), uma organização sem fins lucrativos. Alberta Pacheco é a gestora do núcleo e coordena projetos educativos para que as pessoas sejam protagonistas do desenvolvimento social, econômico e ambiental da Amazônia.

Ela explica que crianças, jovens e adultos que estão cursando o ensino fundamental e médio participam dos projetos complementares no contraturno das aulas. Pelos menos 380 pessoas já foram impactadas pelas ações desde 2010. A conservação da floresta é um dos pilares dessas atividades, que entendem a Amazônia como uma grande sala de aula, onde se desenvolvem equidade, a justiça, o respeito, a ética e liberdade das pessoas que vivem na floresta.

“Dentro dos nossos projetos complementares, trabalhamos, por exemplo, com o Repórter da Floresta. Temos oficinas de rádio, vídeo e produção de texto para os estudantes desenvolverem práticas de educomunicação e levarem perspectivas da floresta para o mundo por meio de redes sociais e do rádio. Há outro projeto que trabalha práticas agroecológicas, a questão de produção das hortaliças, da criação de aves. A escola está dentro de uma unidade de conservação, então a gente procura o ano inteiro fazer palestras e promover debates de cuidado com o meio ambiente”, explica Alberta Pacheco. “Quem vive dentro da floresta sofre impactos diariamente das mudanças climáticas. Nossos alunos são engajados e representam a nossa escola em congressos e eventos que tratam desse tema.”

Conhecimento indígena

Natural de Minas Gerais, Maria do Carmo Barcelos se mudou para o interior de Rondônia em 1976, no auge da ditadura militar e da ideia de colonização dos territórios amazônicos. Ela tinha 26 anos de idade e uma vontade imensa de conhecer melhor a vida dos indígenas Paiter Suruí. Educadora e licenciada em geografia, Maria começou a atuar como professora, mas o trabalho com os indígenas se desenvolveu em outras frentes com o passar do tempo.

A vida se mesclou com a dos Paiter Suruí a ponto de adotar como filha uma menina da etnia, que havia perdido a mãe com dez dias de vida e tinha a saúde frágil. Hoje, a integração é tamanha que ela afirma ser vista como uma “igual” onde vive, no município de Cacoal. Quem quiser encontrá-la por lá precisa perguntar por Maria dos Índios, como é conhecida há décadas. O trabalho em prol da comunidade é reconhecido e valorizado, como os projetos que envolvem educação de crianças, jovens e professores indígenas. Um dos focos atuais é o de discutir governança territorial e mudanças climáticas.

“Desenvolvemos uma metodologia que privilegia interdisciplinaridade e interculturalidade. Produzimos um livro para cada povo, porque cada um deles tem a própria história. Só não produzimos nas línguas originais ainda, porque nenhuma delas está esquematizada. O português é a língua que eles têm usado mais”, explica a indigenista. “O objetivo é que a rede de educação escolar indígena possa inserir esses materiais na grade curricular básica do ensino fundamental. E isso já vem acontecendo.”

O trabalho foi feito até agora em oito territórios diferentes e, entre os materiais oferecidos, estão livros sobre mudanças climáticas escritos especialmente para cada um desses povos. Há um diálogo entre os saberes tradicionais e os saberes científicos, adaptados para cada cosmologia diferente. Maria conta que uma das partes do livro, por exemplo, fala do “surgimento das coisas”, para explicar como determinado povo indígena explica a origem do Sol, da Lua, dos seres humanos.

“A partir daí, falamos da história das mudanças climáticas, buscando os sinais da natureza que os antigos interpretavam. Conhecimento que muitos deles ainda têm, mas outros vão esquecendo. Por exemplo, quando as cigarras estão cantando muito, ou quando o sapinho coaxa muito, é um sinal de que a chuva vai chegar. A gente começa aí e busca o entendimento especialmente que os mais velhos têm sobre o assunto. O material é muito interativo e são as crianças que vão construir com os mais velhos as respostas para as mudanças climáticas. Vemos ali o que eles falam de concreto, como os impactos na pesca, quando a água se aquece demais e provoca mortandade dos peixes, ou dos periquitos que passaram a cantar de madrugada. O ciclo das plantações, o que florescia em determinada época, e agora está tudo bagunçado, sem muita previsibilidade”, diz Maria.

Ciente de que as mudanças climáticas são um desafio de longo prazo, ela entende que o investimento no conhecimento dos mais jovens é importante para que as próximas gerações assumam a liderança na defesa da Amazônia. “Um dos objetivos é que eles possam desenvolver um senso crítico e elaborar respostas para esses impactos climáticos. Essas crianças e adolescentes daqui a pouco tempo vão ser os gestores dos territórios em que vivem e os tomadores de decisão. E as pressões continuam sendo muitas. Mesmo que o movimento indígena esteja maravilhosamente assumindo seu protagonismo, ganhando espaço no mundo, os problemas vão continuar, e as soluções têm que ser encontradas”, ressalta Maria dos Índios.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
NEWSTV
Publicidade

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade abre inscrições com R$ 3 milhões em apoio

Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade abre inscrições com R$ 3 milhões em apoio

Iniciativa do MMA vai selecionar 50 organizações indígenas, quilombolas, agricultores familiares e comunidades tradicionais que preservam saberes ligados à biodiversidade.
L
Porto Velho estabelece normas para proteger aves e ninhos durante o manejo da arborização

Porto Velho estabelece normas para proteger aves e ninhos durante o manejo da arborização

Secretaria Municipal de Meio Ambiente define critérios técnicos para poda e supressão; novas normas para proteger aves proíbem ações em períodos críticos
L
Parceria com povo Karitiana garante sementes para reflorestamento

Parceria com povo Karitiana garante sementes para reflorestamento

Material será utilizado na recuperação de áreas degradadas e na arborização urbana; iniciativa reforça valorização do conhecimento tradicional indígena
L
Plano de Prevenção às Queimadas alcança todas as regiões de Porto Velho

Plano de Prevenção às Queimadas alcança todas as regiões de Porto Velho

Primeira etapa do Plano Multinível mobiliza órgãos estaduais com ações educativas e preventivas em todas as zonas da capital
L
Prefeitura de Porto Velho resgata cães abandonados após denúncia

Prefeitura de Porto Velho resgata cães abandonados após denúncia

Ação da Sema reforça o combate ao abandono e a proteção aos animais; resgate ocorreu no bairro Igarapé após denúncia anônima
L
Publicidade
ENERGISA
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Nova 364 informa que até o momento não foi notificada sobre suspensão de pedágio na BR-364

Nova 364 informa que até o momento não foi notificada sobre suspensão de pedágio na BR-364

A concessionária responsável pelo trecho da rodovia em Rondônia afirma cumprir todas as obrigações contratuais e mantém a cobrança da tarifa normalmente.
L
Prefeito de Porto Velho reforça: maus-tratos contra cães e gatos é crime

Prefeito de Porto Velho reforça: maus-tratos contra cães e gatos é crime

Prefeito Léo Moraes pede ajuda da população para cuidar dos animais e denunciar casos de abandono e maus-tratos.
L
Rondônia entra em alerta de nível 2 para tempestades severas e organizadas

Rondônia entra em alerta de nível 2 para tempestades severas e organizadas

Chuvas intensas e persistentes devem atingir todo o estado nesta sexta-feira, com risco de descargas elétricas, ventos fortes e alagamentos durante o fim de semana.
L
Indícios de precarização trabalhista e subtributação levantam alerta em licitação de transporte inter-hospitalar em Rondônia

Indícios de precarização trabalhista e subtributação levantam alerta em licitação de transporte inter-hospitalar em Rondônia

Apontamentos envolvem possíveis violações a direitos trabalhistas e desvio de arrecadação municipal em contrato da saúde estadual
L

Comunidade News: Entrevista com Diretores de Esportes do Sindeprof

Programa Comunidade News entrevista diretores do Sindeprof sobre iniciativa esportiva que completa 36 anos e valoriza integração e trabalho coletivo.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Brasil cria mais de 1,2 milhão de empregos formais em 2025

Brasil cria mais de 1,2 milhão de empregos formais em 2025

O saldo positivo de vagas com carteira assinada no país teve uma queda de 23,73% na comparação com o ano anterior, influenciado por juros e economia lenta.
L
Câmara dos Deputados abre concurso com salário de R$ 21 mil

Câmara dos Deputados abre concurso com salário de R$ 21 mil

O novo edital oferece vagas para o cargo de policial legislativo com inscrições a partir desta semana e provas marcadas para todas as capitais.
L
Auxiliar de Linha de Produção: vagas lideram em RO

Auxiliar de Linha de Produção: vagas lideram em RO

Função concentra o maior número entre mais de 2 mil vagas abertas pelo governo de Rondônia via Sine, com oportunidades em vários municípios e foco no fortalecimento do emprego.
L
Prazo para contestar nota da prova discursiva do CNU termina nesta terça-feira

Prazo para contestar nota da prova discursiva do CNU termina nesta terça-feira

Candidatos devem enviar os recursos através do site da Fundação Getulio Vargas; o resultado definitivo da segunda fase do concurso será divulgado em 18 de fevereiro.
L
Prazo para contestar nota da prova discursiva do CNU 2 começa nesta segunda

Prazo para contestar nota da prova discursiva do CNU 2 começa nesta segunda

O período de revisão das notas preliminares da segunda edição do Concurso Nacional Unificado segue até terça-feira, permitindo que candidatos questionem a correção feita pela FGV.
L
Publicidade

POLÍTICA

Bagattoli celebra suspensão de pedágio na BR-364, em Rondônia

Bagattoli celebra suspensão de pedágio na BR-364, em Rondônia

O parlamentar rondoniense classificou a decisão judicial como uma vitória contra injustiças e destacou a união da bancada federal na defesa do estado.
L
Gislaine Lebrinha entrega veículo para UBS de Santana

Gislaine Lebrinha entrega veículo para UBS de Santana

Deputada estadual reforça estrutura da saúde em São Miguel do Guaporé com automóvel 0 km para melhorar atendimento à população.
L
Marinho afirma que juros altos frearam o emprego em 2025

Marinho afirma que juros altos frearam o emprego em 2025

O ministro do Trabalho destacou que a taxa Selic teve impacto mais negativo na geração de vagas do que as sobretaxas comerciais impostas pelos Estados Unidos.
L
Pedágio BR-364: Justiça suspende cobrança em Rondônia

Pedágio BR-364: Justiça suspende cobrança em Rondônia

Deputado Coronel Chrisóstomo comemora liminar que interrompe tarifação entre Porto Velho e Vilhena, destacando impactos no transporte e na população.
L
Janeiro Branco: Eyder Brasil promove ação de saúde mental

Janeiro Branco: Eyder Brasil promove ação de saúde mental

Deputado estadual organiza evento em Porto Velho com lazer, orientação e atividades educativas para conscientizar sobre a saúde emocional da população.
L
Publicidade

POLÍCIA

Sobe para três o número de mortos em confronto na zona leste

Sobe para três o número de mortos em confronto na zona leste

Homem que estava internado em estado grave após tiroteio no bairro Mariana não resistiu aos ferimentos; Polícia Civil investiga as causas do ataque.
18
Polícia Militar recupera bolsa furtada no centro de Porto Velho

Polícia Militar recupera bolsa furtada no centro de Porto Velho

Ação rápida de policiais do 1º Batalhão resultou na prisão do suspeito e na devolução de objetos pessoais à vítima nas proximidades do Ministério Público.
12
Força policial trava transporte de madeira em reserva indígena

Força policial trava transporte de madeira em reserva indígena

Ação do Batalhão de Polícia Ambiental resulta em prisões e apreensão de caminhões que operavam esquema de extração clandestina no sul de Rondônia.
10
Ação policial desarticula núcleo de facção no interior de Rondônia

Ação policial desarticula núcleo de facção no interior de Rondônia

Diligências em Vista Alegre do Abunã resultam em prisões, apreensão de dinheiro e diversos aparelhos celulares utilizados pelo crime organizado.
14
Adolescente é apreendido por tráfico no bairro Teixeirão

Adolescente é apreendido por tráfico no bairro Teixeirão

A Polícia Militar localizou porções de maconha, cocaína e balanças de precisão no quarto do jovem após abordagem motivada por forte odor de entorpecente.
12
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Xbox perde interesse de desenvolvedores e receita cai

Xbox perde interesse de desenvolvedores e receita cai

Pesquisa e relatório da Microsoft indicam que devs estão abandonando o Xbox, enquanto a divisão de games registra queda de faturamento no início de 2026.
L

Requerimento da Licença Ambiental: LONDON MÁRMORES E PORCELANATOS LTDA

LICENÇA PRÉVIA, INSTALAÇÃO e OPERAÇÃO
L
Escalada de tensão entre Irã e EUA pressiona mercado de energia

Escalada de tensão entre Irã e EUA pressiona mercado de energia

Manobras militares no estreito de Ormuz e ameaças diretas da Casa Branca elevam o preço do petróleo e acendem alerta para novo conflito global.
L
Preços altos derrubam consumo de café no Brasil em 2025

Preços altos derrubam consumo de café no Brasil em 2025

Apesar da queda de 2,31% no volume consumido, o faturamento da indústria cresceu mais de 25%, impulsionado pelo aumento do valor do produto nas gôndolas.
L

Agenda News Folia: Luciana Oliveira fala sobre os 32 anos do Pirarucu do Madeira

O tema do Carnaval 2026 do bloco é “Um freio torrado de alegria”, uma expressão carregada de irreverência e identidade regional.
L

Requerimento de Renovação da Licença Ambiental: Agropecuária Masutti Ltda

Licença de Operação – LO Nº 089/2024/SEMMA/PMV
L
Crescimento do consórcio de pesados reorganiza estratégias de aquisição no país

Crescimento do consórcio de pesados reorganiza estratégias de aquisição no país

Modalidade se consolida como instrumento de organização financeira para compra de bens de alto valor
L
FROMIMPE realiza oficinas para fortalecer pequenos negócios

FROMIMPE realiza oficinas para fortalecer pequenos negócios

Fórum permanente de Rondônia alinhou estratégias, capacitou coordenadores e planejou ações para impulsionar micro e pequenas empresas em 2026.
L
TE Connectivity celebra 10 anos de formação profissional com foco regional

TE Connectivity celebra 10 anos de formação profissional com foco regional

Formare chega ao décimo ano com 108 participantes qualificados e nova turma confirmada
L
Banda do Vai Quem Quer: contagem regressiva para o Carnaval

Banda do Vai Quem Quer: contagem regressiva para o Carnaval

Bloco de Porto Velho entra na fase final de preparativos para desfile do dia 14 de fevereiro, com abadás à venda e foco na segurança dos foliões.
L
Logo News Rondônia
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.