QUINTA-FEIRA, 19/03/2026

Em destaque

Fogo na Amazônia é etapa da exploração econômica do bioma

Para professor da UFPA, fogo é resultado da apropriação ilegal

Por Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil - 20

Publicado em 

Fogo na Amazônia é etapa da exploração econômica do bioma
Marizilda Cruppe/Greenpeace

Os incêndios que consomem o bioma amazônico são uma das etapas da exploração econômica da floresta, que vem sendo convocada pela economia mundial para fornecer alimentos e matérias-primas baratas, permitindo a manutenção do preço dos salários nos países mais desenvolvidos e o aumento do lucro em escala global. Essa é a avaliação do professor de economia Gilberto de Souza Marques, da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Autor do livro Amazônia: riqueza, degradação e saque, o especialista destaca que a agropecuária, a mineração e o setor madeireiro são as principais atividades que contribuem para o desmatamento da Amazônia e que a grilagem de terra alimenta essa exploração econômica.

Marques questiona o modelo econômico imposto ao bioma, argumentando que nem tudo que gera muito lucro é o melhor para o conjunto da sociedade brasileira. Além disso, afirma que a Amazônia já está internacionalizada porque as grandes multinacionais da mineração e do agronegócio são as que controlam a economia dominante na região.

Para o especialista em economia política, natureza e desenvolvimento, as experiências dos povos indígenas e comunidades tradicionais são as sementes de esperança que devem ser regadas para se contrapor à monocultura na região amazônica.

Confira a entrevista completa:

Agência Brasil: Qual a relação da destruição da Amazônia com a exploração econômica do bioma?

Gilberto Marques: A Amazônia tem duas grandes tarefas no mundo que são incompatíveis. A primeira é contribuir para aumentar a rentabilidade do capital nas economias centrais, com o rebaixamento dos custos de produção. Isso significa produzir matérias-primas baratas de exportação para a China e para a Europa, como o ferro, a soja e outros produtos.

Ao produzir alimentos baratos, a Amazônia diminui a pressão para elevação salarial nesses países e contribui para elevar as taxas de lucro em meio a uma economia global que vive sucessivas crises de rentabilidade do capital.

A segunda tarefa da Amazônia é contribuir para reduzir os efeitos do aquecimento global, em particular a emissão de gases de efeito estufa. Na atualidade, essas duas tarefas são incompatíveis porque a primeira tarefa impõe um ritmo de apropriação da natureza como nunca visto nos 13 mil anos de existência humana na Amazônia.

Esse ritmo ditado pela busca do lucro faz com que a natureza tenha dificuldade de se recompor, pois são atividades extremamente degradantes para a natureza.

Agência Brasil: Quais as principais atividades que contribuem para degradar a Amazônia?

Gilberto: Principalmente a mineração e o agronegócio associados à exploração madeireira. E a característica mais gritante na Amazônia é que o legal se alimenta do ilegal e o ilegal do legal.

O setor pecuarista, que se apropria de terras públicas e que utiliza muitas vezes o trabalho escravo, continua, de alguma forma, vendendo o seu gado para as grandes cadeias da comercialização dos grandes frigoríficos, direta ou indiretamente.

Indiretamente porque eles maquiam esse gado [de áreas griladas] e os frigoríficos sabem disso. O gado que não pode ser vendido para Europa, por exemplo, porque tem regras mais rígidas, segue para o Nordeste ou o Sudeste, abastecendo esses mercados regionais e permitindo que os rebanhos criados nessas regiões possam ser exportados sem prejuízo do consumo local. Direta ou indiretamente, o gado amazônico, mesmo criado em áreas ilegais, entra nas grandes cadeias de proteína animal do planeta.

Em 2021, o principal produto exportado pelo município de São Paulo foi o ouro, com aproximadamente 27% de tudo que o município exportou. De onde vem esse ouro que entra nos grandes circuitos legais da financeirização da economia? Esse ouro sai, em grande medida, dos circuitos ilegais que estão destruindo a Amazônia.

A mineração destrói intensivamente a floresta, o solo e subsolo, mas ela ocorre em espaço menor, ainda que tenha uma extensão além da mina, como é o caso da contaminação dos rios. Já a agropecuária usa extensas áreas e o uso de agrotóxicos mata os insetos que polinizam a floresta.

Além disso, a plantação de soja retira cobertura vegetal, aumentando a temperatura em torno do campo de plantio e os riscos de incêndios. Essas atividades estimulam a apropriação ilegal da terra na Amazônia.

Agência Brasil: Como ocorre essa apropriação ilegal da terra da Amazônia?

Gilberto: O grileiro se apropria de uma terra pública, de uma área de preservação ou de território indígena, e derruba a floresta de imediato. Em seguida, vende para um segundo proprietário que sabe que a terra é ilegal pelo próprio preço de venda, que é rebaixado.

Depois de comprar, o segundo dono entra com o pedido de regularização fundiária dessa terra, argumentando que a comprou de boa-fé, acreditando que era uma terra legalizada.

Esse argumento da boa-fé serviu para regularizar propriedades griladas desde os governos da ditadura empresarial militar, com o argumento de que isso geraria segurança jurídica e impediria a grilagem de terra. Na realidade, isso estimula a grilagem na região amazônica.

Agência Brasil: Por que existe o risco de a soja avançar ainda mais no bioma amazônico?

Gilberto: Por que o custo de transporte é elemento determinante hoje na soja. Do município de Sorriso (MT) até o Porto de Paranaguá, no Paraná, são 2,2 mil km. Depois de embarcada nos navios, ela sobe toda a costa brasileira.

Quando essa soja é produzida aqui na Amazônia, próximo à linha do Equador, ou com conexão com os rios, o custo de transporte cai bastante ou chega a quase zero. É o caso da soja que está sendo produzida no Amapá, a 70 quilômetros do porto.

Ou seja, há uma redução de custo brutal nesse processo e a redução eleva a rentabilidade da atividade, permitindo que o produto chegue barato aos mercados centrais.

Fora isso, quando, por meio da Lei Kandir, o governo deixa de cobrar o ICMS sobre essa exportação, o produto pode ser vendido por um preço abaixo de seu valor, sem que a empresa perca nada. Mas o Estado deixou de arrecadar o que lhe caberia. Há, então, uma transferência de valor do Brasil para as economias centrais. Vendemos mercadorias e recebemos menos do que elas efetivamente valem.

Agência Brasil: Os incêndios na Amazônia têm relação com a exploração econômica?

Gilberto: O fogo é resultado desse processo de apropriação ilegal da terra e é uma etapa da exploração econômica. Durante o primeiro semestre do ano, que é o período de mais chuva, se faz a derrubada da floresta para a retirada das madeiras.

Quando começa o verão amazônico, que ocorre entre o final de junho até setembro principalmente, se toca muito fogo na floresta para queimar o que se derrubou no primeiro semestre, mas não se aproveitou para a atividade madeireira. Então, se forma o pasto.

Além disso, 80% das propriedades da floresta são reservas legais que não podem ser desmatadas. O proprietário então toca fogo na floresta e diz que aquilo foi um incêndio não produzido por ele. Como deixou se ser floresta, ele vai utilizar a área para o aumento do pasto, para o plantio de soja ou outra atividade do agronegócio.

Quando você pega a distribuição do fogo, você vê que a concentração está exatamente nos municípios em que mais avança o agronegócio. Como é o caso de São Félix Xingu (PA), que tem o maior reganho bovino do Brasil.

Porém, o que estamos vendo hoje, neste início de setembro, é um descontrole porque alguns dados de monitoramento apontam que até um terço do fogo sobre a Amazônia está ocorrendo em floresta em pé, diferentemente do padrão típico que é o fogo sobre floresta que foi derrubada no primeiro semestre.

Agência Brasil: O senhor diz que a Amazônia está internacionalizada no mercado global. Como é isso?

Gilberto: A Amazônia está internacionalizada porque os grandes ramos da produção do agronegócio e da mineração estão controlados pelas grandes empresas multinacionais em escala internacional.

As duas maiores plantas de alumina e alumínio do planeta estão no Pará e são controladas por uma empresa transnacional, que é a Hydro, de capital principalmente norueguês. O principal acionista é o governo da Noruega, que é também o principal doador do Fundo Amazônia.

A Vale do Rio Doce anunciou que a maior parcela do seu capital total é negociada em circuitos estrangeiros, ou seja, não está nas mãos de brasileiros. Se pegarmos o comércio de grãos, principalmente soja, quem comercializa e controla esse comércio na Amazônia são as grandes transnacionais do agronegócio como Cargill, Bunge, ADM [Human, Pet and Animal Nutrition Company] e LDC [Louis Dreyfus Company].

Agência Brasil: Qual a exploração econômica sustentável alternativa que pode beneficiar o povo brasileiro?

Gilberto: Nosso desafio é entender que não necessariamente o que dá grande lucro é algo que beneficia o conjunto da população ou que seja necessariamente o melhor para o país e para a região.

Precisamos problematizar essa noção de desenvolvimento como simples expansão da economia. Historicamente, isso foi utilizado no Brasil para justificar determinadas políticas, mas o resultado foi exclusão social e o enriquecimento de uma pequena minoria.

Nesse sentido, temos experiências em curso na região amazônica que são ainda muito incipientes, mas muito ricas. A produção agroecológica, com as agroflorestas, é uma delas. Outras experiências são as atividades comunitárias, como a pesca do Mapará, no Rio Tocantins, onde as pessoas se juntam para pescar e o resultado é distribuído entre todos, inclusive entre aqueles que não puderam pescar.

Tem ainda a rica experiência do povo indígena Ka’apor, do Maranhão, que tem criado áreas de proteção quando identifica a entrada de madeireiros e outros invasores. Eles constroem comunidades nas rotas dos invasores, barrando a entrada deles. Já criaram 12 áreas de proteção, permitindo a recomposição da floresta.

Temos que ajudar a disseminar essas experiências de integração sociedade-natureza em oposição à monocultura na Amazônia. A gente tem que olhar a Amazônia com esperança, porque ela ainda é a maior concentração de matéria viva do planeta.

Ela captura dióxido de carbono e cumpre papel vital para a existência da humanidade. O planeta vai continuar existindo, o que está em questão é a continuidade da humanidade. Nesse sentido, a Amazônia é a esperança para o planeta. E os povos que vivem na Amazônia, por meio de suas experiências, são sementes de esperança que temos que ajudar a brotar.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Qualidade dos rios da Mata Atlântica estagna em nível precário, aponta SOS Mata Atlântica

Qualidade dos rios da Mata Atlântica estagna em nível precário, aponta SOS Mata Atlântica

Novo relatório indica que apenas 3% dos pontos analisados possuem água de boa qualidade; falta de saneamento básico e degradação florestal são os principais entraves.
L
Peixes contaminados por metais tóxicos ameaçam saúde de ribeirinhos na Amazônia

Peixes contaminados por metais tóxicos ameaçam saúde de ribeirinhos na Amazônia

Estudo da UFOPA revela níveis de mercúrio até 30 vezes acima do limite em espécies no Pará; 25% das amostras apresentam risco considerável de câncer.
L
Zona Leste de Porto Velho comemora fim dos alagamentos

Zona Leste de Porto Velho comemora fim dos alagamentos

Obras de drenagem e infraestrutura transformam bairros da zona Leste, garantindo segurança, mobilidade e mais qualidade de vida para os moradores.
L
MPRO participa de audiência sobre mudanças climáticas no Rio Madeira

MPRO participa de audiência sobre mudanças climáticas no Rio Madeira

O Ministério Público de Rondônia discutiu impactos de grandes empreendimentos e mudanças climáticas no Rio Madeira, ouvindo comunidades ribeirinhas e indígenas.
L
Escritório de Governança é inaugurado em Porto Velho para fortalecer gestão ambiental

Escritório de Governança é inaugurado em Porto Velho para fortalecer gestão ambiental

Prefeitura e Ministério do Meio Ambiente instalam centro de inteligência no Prédio do Relógio para monitorar desmatamento e eventos climáticos
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Agenda News: Vitória Morão fala sobre arte, identidade e pertencimento

Em seu trabalho, técnica e sensibilidade caminham juntas para ampliar olhares e contar histórias conectadas às vivências femininas, às memórias e ao território onde está inserida. Esse percurso também se fortalece no campo da formação artística.
L
Xbox Game Pass recebe Resident Evil 7 e novos jogos em março

Xbox Game Pass recebe Resident Evil 7 e novos jogos em março

Catálogo da Microsoft ganha reforço com títulos consagrados e lançamentos aguardados, ampliando opções para assinantes até abril.
L
Entenda as novas regras do governo Lula que limitam o acesso de menores às redes sociais

Entenda as novas regras do governo Lula que limitam o acesso de menores às redes sociais

A medida estabelece obrigações para plataformas digitais, como redes sociais, aplicativos e jogos, que passam a ter que adotar mecanismos mais rígidos de controle e segurança para usuários menores de 18 anos.
L

Giro News: Priscila Franco doa vida e inspira superação com Cleber Martinelli

A entrevista vai abordar não apenas os aspectos médicos do transplante de medula óssea, mas também o lado humano dessa história, o impacto na vida da família e a importância da doação para salvar vidas.
L
Senado aprova uso imediato de tornozeleira para agressores de mulheres

Senado aprova uso imediato de tornozeleira para agressores de mulheres

Projeto permite que delegados determinem o monitoramento em cidades sem juiz; proposta segue para sanção presidencial e amplia proteção prevista na Lei Maria da Penha.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

CNU 2025 consolida maior diversidade étnica e de gênero no serviço público federal

CNU 2025 consolida maior diversidade étnica e de gênero no serviço público federal

Ministra Esther Dweck apresenta balanço da segunda edição do “Enem dos Concursos”, destacando que 40% dos aprovados pertencem a grupos de cotas reservadas.
L
CNU convoca 712 candidatos para etapa de investigação social

CNU convoca 712 candidatos para etapa de investigação social

A fase é eliminatória para o cargo de analista técnico de justiça e defesa, exigindo o preenchimento de ficha de informações pessoais até o dia 24 de março.
L
Mais de 2,3 mil vagas abertas em Rondônia: confira sua cidade

Mais de 2,3 mil vagas abertas em Rondônia: confira sua cidade

O Governo de Rondônia disponibiliza 2.377 vagas formais em diversas cidades do estado, reforçando oportunidades no mercado de trabalho e o fortalecimento da economia local.
L
CNU divulga resultado final com classificações e lista de espera

CNU divulga resultado final com classificações e lista de espera

Candidatos já podem consultar notas e posições na página da FGV; convocações para nomeações e cursos de formação começam nesta segunda-feira.
L
Assessor em Economia tem resultado definido em processo seletivo da ARDPV

Assessor em Economia tem resultado definido em processo seletivo da ARDPV

Seleção da Agência Reguladora de Porto Velho visa o fortalecimento técnico para a regulação e o desenvolvimento dos serviços municipais.
L
Publicidade

POLÍTICA

Moraes cobra novo parecer da PGR sobre envolvimento de Wassef no caso das joias

Moraes cobra novo parecer da PGR sobre envolvimento de Wassef no caso das joias

Ministro do STF suspende decisão sobre arquivamento e pede análise detalhada de provas da Polícia Federal; investigação apura desvio de presentes oficiais de Jair Bolsonaro.
L
Gleisi Hoffmann reforça adesão de municípios ao pacto contra o feminicídio

Gleisi Hoffmann reforça adesão de municípios ao pacto contra o feminicídio

Ministra destaca aumento de 96% nos casos em São Paulo e convoca prefeituras para atuação coordenada; evento em SP também detalhou investimentos recordes em saúde e habitação.
L
Deputada que fez blackface declarou-se parda à Justiça Eleitoral e recebeu Fundo Especial

Deputada que fez blackface declarou-se parda à Justiça Eleitoral e recebeu Fundo Especial

Fabiana Bolsonaro (PL) afirmou ser branca durante discurso na Alesp, mas registro de candidatura de 2022 indica autodeclaração parda; parlamentar recebeu verba destinada a cotas raciais.
L
Sílvia Cristina convida para o “Elas por Elas” e destaca protagonismo feminino em Porto Velho

Sílvia Cristina convida para o “Elas por Elas” e destaca protagonismo feminino em Porto Velho

Evento promovido pelo Movimento Mulheres Progressistas reúne lideranças e incentiva maior participação das mulheres na política e na sociedade neste sábado (21), às 17h.
L
Governo lança edital de R$ 100 milhões para proteção de crianças na internet

Governo lança edital de R$ 100 milhões para proteção de crianças na internet

MCTI e Finep apoiarão projetos de Inteligência Artificial focados em segurança digital; iniciativa coincide com o início da vigência do novo ECA Digital.
L
Publicidade

POLÍCIA

Veículo roubado em São Paulo é recuperado na fronteira e repatriado em Guajará-Mirim

Veículo roubado em São Paulo é recuperado na fronteira e repatriado em Guajará-Mirim

Ação integrada entre forças de segurança do Brasil e da Bolívia localizou automóvel durante a Operação Protetor; carro estava sem placas no Porto Oficial.
10
Corpo de mulher em estado de decomposição é encontrado em residência na capital

Corpo de mulher em estado de decomposição é encontrado em residência na capital

Vítima estava desaparecida há três dias no bairro Nova Porto Velho; moradores acionaram a polícia após sentirem forte odor vindo do imóvel.
18
Tribunal de Justiça mantém condenação de homem por tráfico de drogas em RO

Tribunal de Justiça mantém condenação de homem por tráfico de drogas em RO

Segunda Câmara Criminal negou recurso que pedia absolvição ou desclassificação do crime para uso pessoal; réu cumprirá pena de 5 anos e 10 meses.
10
Ônibus que seguia para rodeio cai em rio após erro de trajeto em RO

Ônibus que seguia para rodeio cai em rio após erro de trajeto em RO

Veículo transportava trabalhadores e equipamentos para montagem de estruturas de evento; acidente ocorreu na zona rural de Chupinguaia e não houve feridos.
14
Colisão entre carro e moto deixa motociclista ferido em RO

Colisão entre carro e moto deixa motociclista ferido em RO

Acidente ocorreu no cruzamento das ruas Parnaíba e Machado de Assis, no bairro Cidade Alta; vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros com dores no joelho.
12
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Requerimento da Licença Ambiental: PURO MEL DA AMAZONIA LTDA

LICENÇA AMBIENTAL SIMPLIFICADA – LAS
L
Revisão do veículo é essencial para viagens seguras, destaca Nova 364

Revisão do veículo é essencial para viagens seguras, destaca Nova 364

A concessionária destaca que a segurança viária começa antes mesmo da partida, com a revisão detalhada dos principais itens de segurança do automóvel.
L
Prefeitura de Jaru convoca aprovados em concurso e fixa prazo de posse

Prefeitura de Jaru abre inscrições para o 2º Festival de Pesca

Evento será realizado em 25 de abril.
L
Doze cidades campeãs de royalties do petróleo têm qualidade de vida abaixo da média nacional

Doze cidades campeãs de royalties do petróleo têm qualidade de vida abaixo da média nacional

Estudo da organização Agenda Pública revela que alto faturamento com compensações financeiras não garante, por si só, avanço nos indicadores sociais de municípios no Rio, São Paulo e outros estados.
L

Requerimento da Licença Ambiental: LAVANDERIA HCR LTDA

LICENÇAS PRÉVIA, DE INSTALAÇÃO E DE OPERAÇÃO
L
SUS pode implementar programa de rastreamento para câncer colorretal

SUS pode implementar programa de rastreamento para câncer colorretal

Diretriz elaborada por especialistas recebe parecer favorável da Conitec e passará por consulta pública; exames focam em pessoas de 50 a 75 anos sem sintomas.
L

Requerimento de Outorga: LAVANDERIA HCR LTDA

OUTORGA DO DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOS
L
Ressaca Folia 2026 mantém clima de Carnaval no Mercado Cultural

Ressaca Folia 2026 mantém clima de Carnaval no Mercado Cultural

Evento promovido por bloco tradicional reúne agremiações e estende a programação carnavalesca em Porto Velho até o início de abril.
L
Sonic the Hedgehog 4 confirma Jim Carrey e estreia em 2027

Sonic the Hedgehog 4 confirma Jim Carrey e estreia em 2027

Novo filme da franquia traz Amy Rose, Metal Sonic e reúne elenco estrelado para ampliar o universo do herói nos cinemas.
L