TERÇA-FEIRA, 17/03/2026

Em destaque

Fogo na Amazônia é etapa da exploração econômica do bioma

Para professor da UFPA, fogo é resultado da apropriação ilegal

Por Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil - 20

Publicado em 

Fogo na Amazônia é etapa da exploração econômica do bioma
Marizilda Cruppe/Greenpeace

Os incêndios que consomem o bioma amazônico são uma das etapas da exploração econômica da floresta, que vem sendo convocada pela economia mundial para fornecer alimentos e matérias-primas baratas, permitindo a manutenção do preço dos salários nos países mais desenvolvidos e o aumento do lucro em escala global. Essa é a avaliação do professor de economia Gilberto de Souza Marques, da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Autor do livro Amazônia: riqueza, degradação e saque, o especialista destaca que a agropecuária, a mineração e o setor madeireiro são as principais atividades que contribuem para o desmatamento da Amazônia e que a grilagem de terra alimenta essa exploração econômica.

Marques questiona o modelo econômico imposto ao bioma, argumentando que nem tudo que gera muito lucro é o melhor para o conjunto da sociedade brasileira. Além disso, afirma que a Amazônia já está internacionalizada porque as grandes multinacionais da mineração e do agronegócio são as que controlam a economia dominante na região.

Para o especialista em economia política, natureza e desenvolvimento, as experiências dos povos indígenas e comunidades tradicionais são as sementes de esperança que devem ser regadas para se contrapor à monocultura na região amazônica.

Confira a entrevista completa:

Agência Brasil: Qual a relação da destruição da Amazônia com a exploração econômica do bioma?

Gilberto Marques: A Amazônia tem duas grandes tarefas no mundo que são incompatíveis. A primeira é contribuir para aumentar a rentabilidade do capital nas economias centrais, com o rebaixamento dos custos de produção. Isso significa produzir matérias-primas baratas de exportação para a China e para a Europa, como o ferro, a soja e outros produtos.

Ao produzir alimentos baratos, a Amazônia diminui a pressão para elevação salarial nesses países e contribui para elevar as taxas de lucro em meio a uma economia global que vive sucessivas crises de rentabilidade do capital.

A segunda tarefa da Amazônia é contribuir para reduzir os efeitos do aquecimento global, em particular a emissão de gases de efeito estufa. Na atualidade, essas duas tarefas são incompatíveis porque a primeira tarefa impõe um ritmo de apropriação da natureza como nunca visto nos 13 mil anos de existência humana na Amazônia.

Esse ritmo ditado pela busca do lucro faz com que a natureza tenha dificuldade de se recompor, pois são atividades extremamente degradantes para a natureza.

Agência Brasil: Quais as principais atividades que contribuem para degradar a Amazônia?

Gilberto: Principalmente a mineração e o agronegócio associados à exploração madeireira. E a característica mais gritante na Amazônia é que o legal se alimenta do ilegal e o ilegal do legal.

O setor pecuarista, que se apropria de terras públicas e que utiliza muitas vezes o trabalho escravo, continua, de alguma forma, vendendo o seu gado para as grandes cadeias da comercialização dos grandes frigoríficos, direta ou indiretamente.

Indiretamente porque eles maquiam esse gado [de áreas griladas] e os frigoríficos sabem disso. O gado que não pode ser vendido para Europa, por exemplo, porque tem regras mais rígidas, segue para o Nordeste ou o Sudeste, abastecendo esses mercados regionais e permitindo que os rebanhos criados nessas regiões possam ser exportados sem prejuízo do consumo local. Direta ou indiretamente, o gado amazônico, mesmo criado em áreas ilegais, entra nas grandes cadeias de proteína animal do planeta.

Em 2021, o principal produto exportado pelo município de São Paulo foi o ouro, com aproximadamente 27% de tudo que o município exportou. De onde vem esse ouro que entra nos grandes circuitos legais da financeirização da economia? Esse ouro sai, em grande medida, dos circuitos ilegais que estão destruindo a Amazônia.

A mineração destrói intensivamente a floresta, o solo e subsolo, mas ela ocorre em espaço menor, ainda que tenha uma extensão além da mina, como é o caso da contaminação dos rios. Já a agropecuária usa extensas áreas e o uso de agrotóxicos mata os insetos que polinizam a floresta.

Além disso, a plantação de soja retira cobertura vegetal, aumentando a temperatura em torno do campo de plantio e os riscos de incêndios. Essas atividades estimulam a apropriação ilegal da terra na Amazônia.

Agência Brasil: Como ocorre essa apropriação ilegal da terra da Amazônia?

Gilberto: O grileiro se apropria de uma terra pública, de uma área de preservação ou de território indígena, e derruba a floresta de imediato. Em seguida, vende para um segundo proprietário que sabe que a terra é ilegal pelo próprio preço de venda, que é rebaixado.

Depois de comprar, o segundo dono entra com o pedido de regularização fundiária dessa terra, argumentando que a comprou de boa-fé, acreditando que era uma terra legalizada.

Esse argumento da boa-fé serviu para regularizar propriedades griladas desde os governos da ditadura empresarial militar, com o argumento de que isso geraria segurança jurídica e impediria a grilagem de terra. Na realidade, isso estimula a grilagem na região amazônica.

Agência Brasil: Por que existe o risco de a soja avançar ainda mais no bioma amazônico?

Gilberto: Por que o custo de transporte é elemento determinante hoje na soja. Do município de Sorriso (MT) até o Porto de Paranaguá, no Paraná, são 2,2 mil km. Depois de embarcada nos navios, ela sobe toda a costa brasileira.

Quando essa soja é produzida aqui na Amazônia, próximo à linha do Equador, ou com conexão com os rios, o custo de transporte cai bastante ou chega a quase zero. É o caso da soja que está sendo produzida no Amapá, a 70 quilômetros do porto.

Ou seja, há uma redução de custo brutal nesse processo e a redução eleva a rentabilidade da atividade, permitindo que o produto chegue barato aos mercados centrais.

Fora isso, quando, por meio da Lei Kandir, o governo deixa de cobrar o ICMS sobre essa exportação, o produto pode ser vendido por um preço abaixo de seu valor, sem que a empresa perca nada. Mas o Estado deixou de arrecadar o que lhe caberia. Há, então, uma transferência de valor do Brasil para as economias centrais. Vendemos mercadorias e recebemos menos do que elas efetivamente valem.

Agência Brasil: Os incêndios na Amazônia têm relação com a exploração econômica?

Gilberto: O fogo é resultado desse processo de apropriação ilegal da terra e é uma etapa da exploração econômica. Durante o primeiro semestre do ano, que é o período de mais chuva, se faz a derrubada da floresta para a retirada das madeiras.

Quando começa o verão amazônico, que ocorre entre o final de junho até setembro principalmente, se toca muito fogo na floresta para queimar o que se derrubou no primeiro semestre, mas não se aproveitou para a atividade madeireira. Então, se forma o pasto.

Além disso, 80% das propriedades da floresta são reservas legais que não podem ser desmatadas. O proprietário então toca fogo na floresta e diz que aquilo foi um incêndio não produzido por ele. Como deixou se ser floresta, ele vai utilizar a área para o aumento do pasto, para o plantio de soja ou outra atividade do agronegócio.

Quando você pega a distribuição do fogo, você vê que a concentração está exatamente nos municípios em que mais avança o agronegócio. Como é o caso de São Félix Xingu (PA), que tem o maior reganho bovino do Brasil.

Porém, o que estamos vendo hoje, neste início de setembro, é um descontrole porque alguns dados de monitoramento apontam que até um terço do fogo sobre a Amazônia está ocorrendo em floresta em pé, diferentemente do padrão típico que é o fogo sobre floresta que foi derrubada no primeiro semestre.

Agência Brasil: O senhor diz que a Amazônia está internacionalizada no mercado global. Como é isso?

Gilberto: A Amazônia está internacionalizada porque os grandes ramos da produção do agronegócio e da mineração estão controlados pelas grandes empresas multinacionais em escala internacional.

As duas maiores plantas de alumina e alumínio do planeta estão no Pará e são controladas por uma empresa transnacional, que é a Hydro, de capital principalmente norueguês. O principal acionista é o governo da Noruega, que é também o principal doador do Fundo Amazônia.

A Vale do Rio Doce anunciou que a maior parcela do seu capital total é negociada em circuitos estrangeiros, ou seja, não está nas mãos de brasileiros. Se pegarmos o comércio de grãos, principalmente soja, quem comercializa e controla esse comércio na Amazônia são as grandes transnacionais do agronegócio como Cargill, Bunge, ADM [Human, Pet and Animal Nutrition Company] e LDC [Louis Dreyfus Company].

Agência Brasil: Qual a exploração econômica sustentável alternativa que pode beneficiar o povo brasileiro?

Gilberto: Nosso desafio é entender que não necessariamente o que dá grande lucro é algo que beneficia o conjunto da população ou que seja necessariamente o melhor para o país e para a região.

Precisamos problematizar essa noção de desenvolvimento como simples expansão da economia. Historicamente, isso foi utilizado no Brasil para justificar determinadas políticas, mas o resultado foi exclusão social e o enriquecimento de uma pequena minoria.

Nesse sentido, temos experiências em curso na região amazônica que são ainda muito incipientes, mas muito ricas. A produção agroecológica, com as agroflorestas, é uma delas. Outras experiências são as atividades comunitárias, como a pesca do Mapará, no Rio Tocantins, onde as pessoas se juntam para pescar e o resultado é distribuído entre todos, inclusive entre aqueles que não puderam pescar.

Tem ainda a rica experiência do povo indígena Ka’apor, do Maranhão, que tem criado áreas de proteção quando identifica a entrada de madeireiros e outros invasores. Eles constroem comunidades nas rotas dos invasores, barrando a entrada deles. Já criaram 12 áreas de proteção, permitindo a recomposição da floresta.

Temos que ajudar a disseminar essas experiências de integração sociedade-natureza em oposição à monocultura na Amazônia. A gente tem que olhar a Amazônia com esperança, porque ela ainda é a maior concentração de matéria viva do planeta.

Ela captura dióxido de carbono e cumpre papel vital para a existência da humanidade. O planeta vai continuar existindo, o que está em questão é a continuidade da humanidade. Nesse sentido, a Amazônia é a esperança para o planeta. E os povos que vivem na Amazônia, por meio de suas experiências, são sementes de esperança que temos que ajudar a brotar.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Governo lança Plano Clima com meta de reduzir emissões em até 67% até 2035

Governo lança Plano Clima com meta de reduzir emissões em até 67% até 2035

Estratégia nacional busca neutralidade de carbono até 2050 e conta com R$ 33 bilhões em recursos do Fundo Clima para este ano.
L
Nova 364 participa da Semana da Água e reforça educação ambiental

Nova 364 participa da Semana da Água e reforça educação ambiental

A concessionária Nova 364 marcou presença na abertura da Semana da Água em Rondônia, destacando a importância da educação ambiental para a gestão sustentável dos recursos hídricos.
L
Estação Soldado da Borracha: MP realiza visita

Estação Soldado da Borracha: MP realiza visita

GAEMA do Ministério Público de Rondônia realiza visita técnica à Estação Ecológica Soldado da Borracha para avaliar proteção ambiental e desafios da unidade.
L
Porto Velho amplia participação em debates ambientais nacionais

Porto Velho amplia participação em debates ambientais nacionais

Representação do município em agenda realizada em Brasília reforça orientação ao produtor rural e fortalecimento das políticas ambientais.
L
Fundo Amazônia: restauração avança em Rondônia

Fundo Amazônia: restauração avança em Rondônia

Projeto apoiado pelo Fundo Amazônia vai recuperar 330 hectares de floresta em unidades de conservação de Rondônia, gerando renda e fortalecendo ações de preservação.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Conexão RH : Maria José Maita fala sobre empreendedorismo e gastronomia venezuelana em Rondônia

A entrevista promete ser um momento de reflexão e aprendizado, mostrando como histórias de vida podem inspirar outras pessoas a acreditarem em novos caminhos e oportunidades.
L
Receita exigirá declaração de ganhos com "bets" no Imposto de Renda 2026

Receita exigirá declaração de ganhos com “bets” no Imposto de Renda 2026

Prêmios acima de R$ 28.467,20 obtidos em 2025 devem ser informados; plataformas deverão fornecer o documento “ComprovaBet” aos usuários.
L
Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 105 milhões nesta terça-feira

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 105 milhões nesta terça-feira

Concurso 2.985 conta com premiação acumulada e adicional por final cinco; apostas podem ser feitas até as 20h.
L
‘Lei Felca’: ECA Digital entra em vigor hoje (17) e protege crianças e adolescentes online

‘Lei Felca’: ECA Digital entra em vigor hoje (17) e protege crianças e adolescentes online

A Lei Felca, também chamada de ECA Digital, estabelece regras para proteger menores de 18 anos em redes sociais, jogos e plataformas digitais, responsabilizando empresas e pais.
L
Mais de 2,3 mil vagas abertas em Rondônia: confira sua cidade

Mais de 2,3 mil vagas abertas em Rondônia: confira sua cidade

O Governo de Rondônia disponibiliza 2.377 vagas formais em diversas cidades do estado, reforçando oportunidades no mercado de trabalho e o fortalecimento da economia local.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

CNU divulga resultado final com classificações e lista de espera

CNU divulga resultado final com classificações e lista de espera

Candidatos já podem consultar notas e posições na página da FGV; convocações para nomeações e cursos de formação começam nesta segunda-feira.
L
Assessor em Economia tem resultado definido em processo seletivo da ARDPV

Assessor em Economia tem resultado definido em processo seletivo da ARDPV

Seleção da Agência Reguladora de Porto Velho visa o fortalecimento técnico para a regulação e o desenvolvimento dos serviços municipais.
L
CNU: Candidatos têm até as 23h59 de hoje para confirmar interesse em vagas imediatas

CNU: Candidatos têm até as 23h59 de hoje para confirmar interesse em vagas imediatas

Aproximadamente 102 convocados devem realizar o procedimento no site da FGV para seguir no certame; ausência de manifestação resulta em eliminação.
L
Brasil registra menor taxa de desemprego da história em janeiro

Brasil registra menor taxa de desemprego da história em janeiro

Índice de desocupação recua para 5,4% e atinge nível recorde desde o início da série histórica em 2012; rendimento médio do trabalhador também alcança patamar inédito.
L
Governo prorroga validade do CNU; aprovados podem ser convocados até 2027

Governo prorroga validade do CNU; aprovados podem ser convocados até 2027

Decisão publicada no Diário Oficial estende o prazo do “Enem dos Concursos” por mais 12 meses, garantindo fôlego para novas nomeações.
L
Publicidade

POLÍTICA

Mendonça proíbe CPMI do INSS de acessar dados de Vorcaro em sala-cofre

Mendonça proíbe CPMI do INSS de acessar dados de Vorcaro em sala-cofre

Ministro do STF determinou que materiais armazenados no Senado sejam devolvidos à Polícia Federal após vazamento de mensagens íntimas.
L
Alex Redano solicita melhorias nas Linhas 2 e 9 em Candeias do Jamari

Alex Redano solicita melhorias nas Linhas 2 e 9 em Candeias do Jamari

A situação tem gerado constantes reclamações da comunidade, que depende das estradas para atividades essenciais do dia a dia.
L
Deputado Alex Redano solicita recuperação urgente da estrada de acesso ao Lago do Cuniã

Deputado Alex Redano solicita recuperação urgente da estrada de acesso ao Lago do Cuniã

Indicação parlamentar pede serviços de patrolamento e encascalhamento para garantir trafegabilidade e acesso a serviços essenciais no Baixo Madeira.
L
Elero abre atividades educacionais de 2026 com cursos gratuitos

Elero abre atividades educacionais de 2026 com cursos gratuitos

Capacitações serão realizadas entre terça (17) e quarta (19).
L
Publicidade

POLÍCIA

Governo Federal cria rede nacional para combater o tráfico de armas e explosivos

Governo Federal cria rede nacional para combater o tráfico de armas e explosivos

Portaria publicada no Diário Oficial institui a Renarme, integrando inteligência e fiscalização entre ministérios e órgãos estaduais.
L
Motociclista e criança ficam feridos em atropelamento na zona sul de Porto Velho

Motociclista e criança ficam feridos em atropelamento na zona sul de Porto Velho

Acidente ocorreu no cruzamento da Rua Joaquim da Rocha com a Estrada dos Japoneses; vítimas foram socorridas com fraturas e escoriações.
12
Polícia Civil investiga acidente fluvial com criança ferida em Guajará-Mirim

Polícia Civil investiga acidente fluvial com criança ferida em Guajará-Mirim

Vítima foi atingida por embarcação no Rio Pacaás Novos; condutor teria perdido o controle da direção em área de banho.
10
Equipe do sgt Roque prende ladrão que furtou bike em panificadora

Equipe do sgt Roque prende ladrão que furtou bike em panificadora

Durante a abordagem, o indivíduo confessou o crime e informou que já havia comercializado o produto do roubo por um valor muito abaixo do mercado.
10
VÍDEO: Bandidos são filmados fazendo roubo de iPhone na zona sul

VÍDEO: Bandidos são filmados fazendo roubo de iPhone na zona sul

Criminosos abordaram vítima na Rua da Lua, no bairro Floresta.
10
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Recebimento de Licença Ambiental, Certificado de Conclusão de Obra e Dispensa de Licenciamento: ARQUIDIOCESE DE PORTO VELHO

Licença Ambiental de Instalação, Certificado de Conclusão de Obra e Dispensa de Licenciamento.
L
Irã negocia com Fifa transferência de jogos da Copa para o México

Irã negocia com Fifa transferência de jogos da Copa para o México

Federação iraniana alega falta de garantias de segurança para atletas em solo norte-americano após ataques aéreos e declarações de Donald Trump.
L
Taxa mínima para entregadores pode reduzir pedidos em 67%

Taxa mínima para entregadores pode reduzir pedidos em 67%

Pesquisa encomendada pelo iFood aponta que proposta de taxa mínima por entrega pode encarecer o serviço e reduzir drasticamente a demanda por delivery no Brasil.
L
Crescimento da tecnologia climática gera oportunidades bilionárias no Brasil

Crescimento da tecnologia climática gera oportunidades bilionárias no Brasil

Demanda global por soluções verdes deve movimentar US$ 10,1 trilhões até 2030, mas país ainda busca ampliar participação no fluxo de investimentos internacionais.
L
Mercado estima redução da Selic em 0,25 ponto nesta semana

Mercado estima redução da Selic em 0,25 ponto nesta semana

Boletim Focus aponta que taxa básica de juros deve cair para 14,75% ao ano; projeção de inflação sobe para 4,1% devido a tensões no Oriente Médio.
L
Comunidade aprova atendimentos da nova UPA José Adelino

Comunidade aprova atendimentos da nova UPA José Adelino

Inaugurada recentemente em Porto Velho, a UPA José Adelino recebe elogios da população por estrutura moderna e atendimento humanizado na rede municipal de saúde.
L
Judocas brasileiras superam preconceito e inspiram jovens atletas

Judocas brasileiras superam preconceito e inspiram jovens atletas

Rafaela Silva e Jéssica Pereira compartilham trajetórias de superação em evento no Rio de Janeiro sobre equidade de gênero e desenvolvimento social.
L
Apenas 10% dos direitos autorais na música são destinados a mulheres

Apenas 10% dos direitos autorais na música são destinados a mulheres

Estudo da UBC revela profunda desigualdade de gênero no setor e aponta que apenas 11 mulheres figuram entre os 100 maiores arrecadadores do país.
L
Mercado para lácteos, sementes, soja e ponte em Rondônia pautam encontro de Lula e Rodrigo Paz

Mercado para lácteos, sementes, soja e ponte em Rondônia pautam encontro de Lula e Rodrigo Paz

Presidente Lula e o boliviano Rodrigo Paz trataram de integração logística, construção da segunda ponte sobre o Rio Mamoré e fortalecimento do agronegócio rondoniense.
L
Escola Vôo da Juriti: rede elétrica passa por adequação em Porto Velho

Escola Vôo da Juriti: rede elétrica passa por adequação em Porto Velho

A Escola Vôo da Juriti, na zona Leste de Porto Velho, passa por intervenção na rede elétrica antes do início das aulas, com acompanhamento da Secretaria Municipal de Educação.
L