O Corinthians feminino entra em campo neste domingo (1º), às 15h, para disputar a final da Copa das Campeãs da Fifa, o primeiro Mundial de Clubes feminino organizado pela entidade máxima do futebol. A decisão será contra o Arsenal, da Inglaterra, no Emirates Stadium, em Londres, marcando um confronto inédito na história do futebol feminino.
Multicampeão no Brasil e na América do Sul, o Corinthians tenta alcançar a maior conquista de sua trajetória. As Brabas chegam à final após vencerem o Gotham FC, campeão da NWSL e da Concacaf, por 1 a 0. A vaga no torneio veio com o título da Conmebol Libertadores feminina, consolidando a equipe paulista como uma das forças do futebol mundial.
Do outro lado estará um Arsenal recheado de estrelas internacionais. Um dos principais nomes é a atacante espanhola Mariona Caldentey, 29 anos, ex-Barcelona, com quem conquistou 25 títulos e quatro das últimas cinco edições da Champions League feminina, além de ter marcado mais de 100 gols. Caldentey, inclusive, já atuou ao lado de Andressa Alves, 32 anos, hoje peça-chave do Corinthians.
Outro destaque das inglesas é Alessia Russo, 26 anos, atacante que já passou por Manchester United, Chelsea e pela liga norte-americana. Artilheira do Arsenal na última temporada, ela marcou 20 gols no ano e oito na campanha do título europeu. Completam o setor ofensivo nomes como Chloe Kelly, também com passagens marcantes por clubes de ponta da Inglaterra.
O Arsenal garantiu vaga na final ao aplicar uma goleada de 6 a 0 sobre o As Far, de Marrocos, enquanto as brasileiras avançaram com uma vitória apertada, mas consistente. A equipe inglesa chega com o peso de atual campeã da Champions League feminina, o que aumenta o grau de dificuldade da decisão.
O técnico Lucas Piccinato pode repetir a formação que estreou na competição. A provável escalação do Corinthians tem Letícia; Gi Fernandes, Thaís Ferreira, Letícia Teles e Tamires; Duda Sampaio, Andressa, Gabi Zanotti e Ana Vitória; Belén Aquino e Jaqueline Ribeiro. Já o Arsenal, comandado por Renée Slegers, deve iniciar com Anneke Borbe; Smilla Holmberg, Wubben-Moy, Laia Codina e Taylor Hinds; Frida Maanum, Mariona Caldentey e Victoria Pelova; Bethany Mead, Olivia Smith e Stina Blackstenius, com Alessia Russo como opção.
A final coloca frente a frente a força coletiva e vencedora do futebol sul-americano contra a tradição e o poder técnico europeu, valendo um título inédito e histórico para o futebol feminino mundial.











































