A Caixa Econômica Federal realiza nesta quarta-feira (18) o pagamento da parcela de fevereiro do Programa Bolsa Família para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. O valor mínimo segue em R$ 600, mas, com os adicionais previstos, o benefício médio sobe para R$ 690,01.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa de transferência de renda alcança neste mês 18,84 milhões de famílias, com investimento estimado em R$ 13 bilhões.
Além do valor base, há complementos destinados a públicos específicos. O Benefício Variável Familiar Nutriz garante seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses. Também há acréscimo de R$ 50 para gestantes e nutrizes, adicional de R$ 150 por criança de até 6 anos e mais R$ 50 para filhos entre 7 e 18 anos.
No calendário tradicional, os pagamentos do Bolsa Família ocorrem nos últimos dez dias úteis de cada mês. Por causa do carnaval, os beneficiários com NIS final 1 e 2 receberam antecipadamente, com os depósitos retomados nesta quarta. Informações detalhadas podem ser consultadas pelo aplicativo Caixa Tem, que reúne dados sobre valores, datas e composição das parcelas.
Pagamento unificado
Moradores de 171 cidades em oito estados receberam o benefício de forma antecipada, independentemente do final do NIS. A medida contemplou principalmente municípios afetados por estiagens ou chuvas intensas, além de localidades com povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A relação completa dos municípios está disponível nos canais oficiais do ministério.
Desde 2024, os beneficiários deixaram de ter desconto do Seguro Defeso, conforme previsto na Lei 14.601/2023, que retomou a estrutura do programa. O benefício é destinado a pescadores artesanais impedidos de exercer a atividade durante o período de reprodução dos peixes.
Regra de proteção
Cerca de 2,51 milhões de famílias permanecem enquadradas na regra de proteção, mecanismo que permite a manutenção de 50% do valor do benefício por período determinado quando há melhora de renda. A regra passou por ajustes em 2025, reduzindo o tempo de permanência para novas famílias que ingressaram a partir de junho daquele ano, enquanto os beneficiários anteriores mantêm o prazo original.










































