O índice Ibovespa, da B3, encerrou as operações desta quarta-feira com uma queda de 2,14%, totalizando 181.708 pontos. O recuo ocorre imediatamente após o indicador atingir patamares recordes, sendo impulsionado principalmente pela desvalorização das ações do setor bancário.
Analistas apontam que o movimento foi motivado pela chamada realização de lucros, quando investidores vendem ativos para garantir ganhos recentes. Além disso, o cenário negativo nas bolsas dos Estados Unidos, gerado por incertezas no setor de tecnologia, influenciou o desempenho nacional.
No mercado de câmbio, o dólar comercial apresentou comportamento distinto e fechou em estabilidade, mantendo o valor de R$ 5,25. A valorização de commodities, como o petróleo tipo Brent, ajudou a moeda brasileira a resistir à pressão internacional ao longo da tarde.
O cenário externo permanece sob vigilância devido aos indicadores econômicos norte-americanos. A atividade resiliente no setor de serviços dos EUA diminuiu as expectativas de que o Federal Reserve reduza as taxas de juros na reunião marcada para o mês de março.
Apesar da queda pontual nesta quarta-feira, o acumulado do ano para o câmbio segue positivo para o Brasil. Em 2026, a moeda estadunidense registra uma desvalorização de 4,38% frente ao real, refletindo a entrada de fluxo estrangeiro no país nos meses anteriores.







































