QUINTA-FEIRA, 26/02/2026

Em destaque

Pesquisador investiga cartas escritas por indígenas em 50 anos

Mais de 1,1 mil documentos foram analisados para tese de doutorado

Por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil* - 44

Publicado em 

Julia Prado/CGCOM/CAPES

“Acho que o problema do índio não é só da Funai e não é só do governo. O problema do índio é de todos os brancos”. Este é um trecho da carta aberta escrita por um dos principais líderes indígenas do país, Megaron Txucarramãe, do povo Kayapó, para o Brasil, em 1º de novembro de 1980. Divulgada em plena ditadura militar, a carta traz questões discutidas entre povos indígenas e a responsabilização dos órgãos de governo e da sociedade.

Outro trecho da carta traz assuntos que ainda hoje são críticos no Brasil, construções que impactam territórios indígenas e ameaças à saúde desses povos: “em 1973 para 1974, pessoal pegou sarampo na estrada e levou para Jarina. Sarampo matou muita gente. Para branco a estrada é muito boa, mas para nós não foi muito boa, porque pela estrada chega doença para índio”, diz o documento.

Esta é uma das mais de 1,1 mil cartas analisadas na tese Retomar o Brasil: um estudo das cartas escritas pelos povos indígenas nos últimos 50 anos, de Rafael Xucuru-Kariri (foto em destaque), doutor em ciências sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). A tese é um recorte do projeto As Cartas dos Povos Indígenas ao Brasil, coordenado pela professora da UFBA Suzane Lima Costa, que pode ser acessado na internet e reúne as cartas escritas por esses povos a presidentes, a autoridades, a organizações e lideranças nacionais e internacionais, desde o século 17.

No dia 12 de dezembro, Xucuru-Kariri venceu o prêmio Lélia Gonzales, consagrando-se como o primeiro indígena a receber uma das principais condecorações do Prêmio Capes de Tese 2024, que reconhece os melhores trabalhos de conclusão de doutorado defendidos no Brasil. Ao todo são três as premiações máximas. O prêmio que recebeu da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), é referente ao colégio de humanidades.

Na tese, Xucuru-Kariri mapeia as cartas escritas entre 1972 e 2022 e analisa quem escreve, quem são os destinatários, os assuntos e o contexto de escrita das correspondências públicas indígenas. Ao longo do tempo escolhido para a análise, ele observa também mudanças tecnológicas, com as cartas passando a ser digitalizadas a partir dos anos 2000. Com o avanço da tecnologia e também com o aumento dos índices de alfabetização, mais cartas foram escritas.

Em relação aos assuntos abordados, segundo a pesquisa, a maior parte das cartas do período tratam de terra (479), seguido por violência (211), saúde (198), educação (134) e meio ambiente (83).

Para Xucuru-Kariri, as cartas buscam trazer para o debate público assuntos que muitas vezes não têm espaço e servem também para expor as visões de mundo, os pensamentos e sentimentos desses povos. O estudo que fez derruba ainda um dos mitos que se tem no Brasil, de acordo com o pesquisador, que é de que os indígenas não tem uma produção escrita.

“É uma história que a gente acredita que ainda precisa ser contada, porque em geral não se ouve a voz indígena, não se ouve que pessoas e povos passaram para derrubar inclusive muitos dos mitos que o Brasil acredita sobre povos indígenas. Um deles é que não escrevemos, que nós não escreveríamos. E a tese demonstra justamente isso, que há, na verdade, uma escrita, uma escrita muito profunda, uma escrita de grande quantidade de povos indígenas e há refinadas formas também de interpretar o Brasil, como intelectuais, como filósofos, como pensadores sobre o país. Então, boa parte dessas cartas estão falando um pouco dessa interpretação sobre ser indígena, sobre viver e morrer sendo indígena no Brasil”, diz Xucuru-Kariri.

Escrevendo cartas 

O pesquisador conta que as cartas sempre fizeram e ainda fazem parte da própria história. Ele integra a primeira geração de indígenas alfabetizados em massa no Brasil, o que ocorreu a partir da Constituição de 1988. Os pais dele eram funcionários da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a casa da família era frequentada por diversas lideranças indígenas. Por já saber ler e escrever, Xucuru-Kariri foi, ele mesmo, redator de muitas cartas.

“Nossa casa era sempre rodeada por muitas lideranças, muitas pessoas discutindo, principalmente ali no extremo sul da Bahia, onde a gente foi criado. A gente escutava e debatia muito com Pataxós, Pataxós  Hã-Hã-Hãe e Tupinambás. Eles estavam sempre lá em casa discutindo, falando sobre o movimento indígena. Como eu já tinha passado por esse processo de letramento e sabia datilografar – na época, nem eram computadores, eram aquelas máquinas de datilografar -, eu redigia muitas dessas cartas, com demandas sobre postos de saúde, escolas e demandas variadas nas aldeias”, diz.

Mesmo conhecendo de perto os documentos e os processos de escrita, Xucuru-Kariri nunca tinha pensado em estudar essas cartas até conhecer o projeto de Suzane Lima Costa, do qual hoje faz parte. “Eram reflexões óbvias, mas que ninguém tinha. Que esses povos, essas pessoas, escreviam e escrevem muitas cartas públicas”, diz.

“Você tem todas essas cartas do passado, mostrando como a história indígena e, portanto, a história brasileira, é muito rica e diferente daquilo que, infelizmente, a gente aprendeu nos livros didáticos e como a gente acaba divulgando na sociedade brasileira. Você também tem um lado presente, como na ditadura, que eles escreviam muito analisando a sua situação política. E também na redemocratização, como os povos participaram da Constituinte, como eles demarcaram um espaço ali no debate público”, acrescenta.

Problemas persistem

As cartas mostram também que os problemas persistem ao longo dos anos. Se em 1980 Megaron falou sobre os riscos do sarampo para os indígenas, em 2021, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) lutou para que a vacina contra a covid-19 chegue aos povos indígenas.

“A luta da Apib junto ao Supremo Tribunal Federal, através da ADPF 709, e a mobilização dos povos indígenas no enfrentamento da pandemia garantiram que os povos entrassem no grupo prioritário da vacinação nesse momento, pois a vulnerabilidade dos povos à covid-19 é muito maior do que o restante da população, podendo chegar a sete vezes em certas faixas etárias”, diz trecho da carta analisado na tese.

A luta pela terra e a violência também perpassam os anos analisados na tese. Em 12 de agosto de 1975, a líder indígena, educadora, contadora de histórias, escritora e artesã Andila Kaingang escreveu ao então presidente, Ernesto Geisel:

“Isto, senhor presidente, para o povo branco e civilizado, como se julgam, talvez possa parecer romantismo ou coisa que equivalha, mas para o meu povo não, para ele é estilo de vida, é razão de viver e, consequentemente, motivo bastante para morrer. A invasão de nossas terras para o vosso povo tem significa simplesmente um problema jurídico, ou como quer queiram chamá-lo, para o meu povo não, são problemas que nós caigangues sentimos como feridas que nos atormentam no mais alto dos sentimentos, fazendo-nos diminuídos, oprimidos e transformando as nossas noites e vigílias na esperança de ver ao amanhecer nossas terras desocupadas pelos brancos e, no entardecer, mais um dia de desilusão, iniciando-se uma nova esperança”, diz trecho da carta.

A terra foi e é espaço de disputa nacional, muitas vezes marcada por violência extrema. Em 2004, mulheres indígenas que sobreviveram a ataque de homens armados aos povos da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima relatam o que ocorreu em carta aberta. “Foi às 6h da manhã e eu estava deitada ainda. Aí, o meu cunhado (que foi baleado) chegou correndo […] Eu sai, e quando olhei […] o fogo já estava queimando as casas. Eu peguei o meu terçado e cerquei eles. Falei: podem sair daqui! Se não, eu toro vocês no meio com o meu terçado! Eles pararam e disseram: que mulher buchudinha braba! Ele (um dos agressores) disse que ia me matar. Ele disse: vou atirar em tu, com o teu filho na barriga! Eu disse: pode me matar, que eu não tenho medo de morrer! […] Eles tocaram fogo”, diz trecho da carta.

Mais recentemente, em 2021, as disputa seguem com a discussão sobre o marco temporal, que foi o foco de carta do povo terena. Julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas, defendida por proprietários de terras, estipulava que os indígenas somente teriam direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

“Impor a tese do marco temporal a nós, povos indígenas, nada mais é do que simplesmente querer legalizar o ilegal ou ilícito, quer dizer, legalizar a titulação fraudulenta das propriedades estabelecidas em terras das quais comunidades inteiras foram expulsas de maneira violenta, de onde foram vítimas de remoção forçada ou esbulho. Tal imposição está diretamente ligada à ideia de genocídio ou etnocídio porque a terra é o suporte físico para o usufruto e a existência física e cultural dos povos indígenas, segundo seus usos costumes e tradições, conforme estabelece a própria Carta Magna em seu artigo 231”, diz o trecho destacado na tese.

Recriando espaços públicos

Para Xucuru-Kariri, as cartas são importantes para a comunicação dos povos com o restante do país. “É um tipo de estratégia que os povos têm criado com as cartas para reconfigurar, recriar um espaço público. Essa eu acho que é uma das principais respostas que a gente tem observado. Para fora, elas criam uma ressonância na sociedade brasileira, para discutir mais, para fazer mais ações nas aldeias que impactem positivamente os povos indígenas, mas para dentro também. Esses povos, a partir dessas cartas, se reorganizam”.

Atualmente, Xucuru-Kariri é servidor público que atua na UFBA. Participou da criação recente da Licenciatura Intercultural Indígena da universidade. Após ter sido responsável pela escrita de cartas e após ter feito um doutorado sobre elas, ele diz que, como servidor, tornou-se também um dos destinatários desses documentos. “Hoje em dia, eu posso dizer que, sem saber, eu passei uma vida entre cartas. Continuo vivendo minha vida entre essas cartas”, diz.

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Curta “Mucura” é selecionado para festival em Portugal

Curta “Mucura” é selecionado para festival em Portugal

Filme incentivado pelo Governo de Rondônia participará do Fantasporto, um dos principais festivais internacionais de cinema fantástico.
L
Pôr do Sol Musical: cultura no Madeira-Mamoré

Pôr do Sol Musical: cultura no Madeira-Mamoré

Evento gratuito movimenta o Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré com música ao vivo e recreação para famílias em Porto Velho.
L
Bloquinho Kids reúne 100 crianças em Nova Mutum

Bloquinho Kids reúne 100 crianças em Nova Mutum

1ª edição teve marchinhas, concurso de fantasia e participação de comerciantes locais.
L
Edital “Cultura e Criatividade” abre inscrições em RO

Edital “Cultura e Criatividade” abre inscrições em RO

Governo de Rondônia recebe, até 4 de março de 2026, propostas para 56 projetos artístico-culturais por meio da Política Nacional Aldir Blanc.
L
O Agente Secreto: vitória histórica no Spirit Awards

O Agente Secreto: vitória histórica no Spirit Awards

Filme de Kleber Mendonça Filho conquista prêmio internacional inédito, reforça o cinema brasileiro independente e celebra novos criadores.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Número de mortos sobe para 46 após temporais na Zona da Mata Mineira

Número de mortos sobe para 46 após temporais na Zona da Mata Mineira

Corpo de Bombeiros confirma 40 vítimas fatais em Juiz de Fora e seis em Ubá; pelo menos 21 pessoas seguem desaparecidas sob escombros de deslizamentos.
L
Senado aprova política de proteção a animais resgatados em desastres

Senado aprova política de proteção a animais resgatados em desastres

Proposta estabelece regras para manejo de fauna doméstica e silvestre em emergências; texto segue para sanção presidencial e altera leis ambientais e de segurança de barragens.
L
Morador denuncia casal que aluga casas no Cristal da Calama e depois vende os imóveis

Morador denuncia casal que aluga casas no Cristal da Calama e depois vende os imóveis

O golpe teria causado prejuízo de R$ 25 mil, envolvendo a venda fraudulenta de uma casa no Cristal da Calama.
10

Saúde em crise: moradores cobram explicações sobre desvio de mais de R$ 13 milhões em São Francisco do Guaporé

População questiona falhas no controle da gestão municipal e pede responsabilização após abertura de CPMI pela Câmara
L
In Foco Podcast: Reginaldo Trindade fala sobre literatura, justiça e pensamento crítico

In Foco Podcast: Reginaldo Trindade fala sobre literatura, justiça e pensamento crítico

Nesta quarta-feira, dia 25, às 15h, o In Foco Podcast recebe Reginaldo Trindade, procurador da República e escritor, para uma conversa sobre trajetória, obras, educação e sociedade.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Maioria dos aprovados no CNU confirma interesse em vagas imediatas

Maioria dos aprovados no CNU confirma interesse em vagas imediatas

Primeira convocação do certame registra 91% de adesão; governo prepara segunda chamada para preencher postos remanescentes já na próxima sexta-feira.
L
Empregos em Rondônia: 2.333 vagas abertas

Empregos em Rondônia: 2.333 vagas abertas

Empregos em Rondônia somam 2.333 vagas nesta semana, com oportunidades para engenheiro civil, jovem aprendiz e cargos de liderança em vários municípios.
L
IBGE libera locais de prova para concurso com 9.590 vagas

IBGE libera locais de prova para concurso com 9.590 vagas

Candidatos a agente e supervisor podem consultar endereço no site da FGV; exames ocorrem neste domingo em dois turnos diferentes.
L
Prazo para confirmação de interesse em vagas do CNU termina nesta segunda

Prazo para confirmação de interesse em vagas do CNU termina nesta segunda

Candidatos aprovados na segunda edição do “Enem dos Concursos” devem realizar o procedimento até às 23h59; manifestação é obrigatória para garantir a posse.
L
Dezenove estados e DF registram menor desemprego da história

Dezenove estados e DF registram menor desemprego da história

Dados do IBGE revelam que o Brasil fechou 2025 com taxa de 5,6%, impulsionado pelo dinamismo do mercado de trabalho e pelo aumento do rendimento real.
L
Publicidade

POLÍTICA

Pré-candidato a Deputado Federal Jônatas França reúne grandes lideranças políticas de Ji-Paraná

Reunião de alinhamento estratégico em Ji-Paraná juntou parlamentares, vereadores, lideranças religiosas e comunitárias para consolidar o projeto político e ampliar o diálogo com a população rondoniense.
L
Senado aprova vulnerabilidade absoluta para menor de 14 anos

Senado aprova vulnerabilidade absoluta para menor de 14 anos

Projeto de lei elimina brechas jurídicas que permitiam absolvição em casos de estupro de vulnerável; texto segue para sanção do presidente Lula.
L

Bagattoli integra grupo no Senado sobre acordo Mercosul-UE

Senador Jaime Bagattoli passa a compor grupo da Comissão de Relações Exteriores que acompanha impactos do acordo Mercosul-União Europeia.
L
CPI do Crime convoca Vorcaro, Campos Neto e Paulo Guedes

CPI do Crime convoca Vorcaro, Campos Neto e Paulo Guedes

Comissão investiga se desregulação do mercado financeiro facilitou fraudes bilionárias; sigilos do Banco Master e de seus sócios foram quebrados pelos senadores.
L

DER executa tapa-buracos na RO-459, em Alto Paraíso, após solicitação de Pedro Fernandes

Serviço executado nesta semana atende solicitação do deputado Pedro Fernandes e busca melhorar segurança e trafegabilidade na rodovia.
L
Publicidade

POLÍCIA

Capotamento é registrado após colisão no bairro Agenor de Carvalho

Capotamento é registrado após colisão no bairro Agenor de Carvalho

Acidente envolveu dois veículos no cruzamento das ruas Capitão Natanael de Aguiar e Cléa Mercês; apesar do impacto, motoristas e uma criança saíram ilesos.
16
PRF apreende cerca de 20 kg de maconha em ônibus em Pimenta Bueno

PRF apreende cerca de 20 kg de maconha em ônibus em Pimenta Bueno

Ação na BR-364 resultou na descoberta de 20 tabletes da droga escondidos em mala de passageiro; suspeito apresentou nervosismo durante abordagem policial.
10
Neta é procurada por matar avô e balear avó em Ariquemes

Neta é procurada por matar avô e balear avó em Ariquemes

Crime ocorreu no distrito de Garimpo Bom Futuro; neta teria pedido para o casal sentar no sofá antes de iniciar os disparos pelas costas das vítimas.
18
Equipe do SGT Rocha prende envolvidos em furto a loja de calçados

Equipe do SGT Rocha prende envolvidos em furto a loja de calçados

Ação policial localiza jovem de 18 anos e adolescente de 14 após postagem em rede social; criminosos furtaram unidade da Sapatinho de Luxo na zona Leste.
14
PRF apreende cerca de 20 kg de skunk em ônibus na BR-364

PRF apreende cerca de 20 kg de skunk em ônibus na BR-364

Ação ocorreu durante fiscalização de rotina em Vilhena; passageiro de 23 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas ao transportar 20 tabletes do entorpecente.
12
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Prefeitura organiza atendimentos do Cadastro Único

Prefeitura organiza atendimentos do Cadastro Único

Semias realiza reunião técnica no Prédio do Relógio para ampliar visitas unipessoais e atualizar dados do Cadastro Único em Porto Velho.
L
Semtel apresenta agenda oficial de eventos 2026

Semtel apresenta agenda oficial de eventos 2026

Prefeitura de Porto Velho divulga nesta quinta (26), no Complexo Madeira-Mamoré, calendário anual de turismo, esporte e lazer.
L
Dia do Agronegócio destaca força da agricultura familiar em Porto Velho

Dia do Agronegócio destaca força da agricultura familiar em Porto Velho

Prefeitura amplia políticas da Semagric com transporte gratuito, calcário e apoio técnico para fortalecer pequenos produtores.
L
Equipes federais seguirão na Zona da Mata mineira, afirma ministro

Equipes federais seguirão na Zona da Mata mineira, afirma ministro

Waldez Góes visita regiões afetadas e garante suporte técnico para reconstrução; governo federal reconhece estado de calamidade pública em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa.
L
Juros para famílias e empresas voltam a subir em janeiro

Juros para famílias e empresas voltam a subir em janeiro

Taxa média para pessoas físicas atinge 61% ao ano e acompanha ciclo de alta da Selic; cartão de crédito parcelado e crédito pessoal impulsionam o avanço.
L
Dívida Pública Federal supera R$ 8,6 trilhões em janeiro

Dívida Pública Federal supera R$ 8,6 trilhões em janeiro

Reconhecimento de juros pressiona estoque do endividamento mesmo com resgates de títulos; Selic a 15% ao ano dificulta queda do montante global.
L

IFRO abre inscrições para curso gratuito de Cuidadora de Idoso

Inscrições seguem até 3 de março no Campus Porto Velho Calama para mulheres em situação de vulnerabilidade social.
L
Condenação é recado para quem debochou de Marielle, diz Anielle

Condenação é recado para quem debochou de Marielle, diz Anielle

Ministra da Igualdade Racial e familiares acompanham julgamento no STF; irmãos Brazão foram condenados a 76 anos de prisão como mandantes do crime.
L
Logo News Rondônia
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.