SEXTA-FEIRA, 30/01/2026

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Rede Teatro da Floresta exige que o poder público, estados e municípios, da Região Norte destinem a verba da Lei Aldir Blanc urgentemente

Os últimos cinco Estados da lista em quantidade de teatros são do Norte. A maioria dos equipamentos teatrais da região, senão todos, fica nas capitais.

Publicado em 

A Rede Teatro da Floresta, com fazedores nos setes estados da Região Norte, vem a público exigir urgência dos entes públicos, Estados e Municípios, na destinação dos recursos da Lei Aldir Blanc, afinal trata-se de uma lei emergencial e que tem por objetivo salvar os trabalhadores, as trabalhadoras e toda a cadeia produtiva da cultura.

Somos uma região profunda e rica, com culturas muito diversas, como indígenas (na complexidade dos seus diversos povos), quilombolas, ribeirinhos, com comunidades de povos da floresta, de rios e das cidades. As práticas culturais da região estão apartadas dos grandes centros e relegadas ao abandono dos poderes públicos locais, a prova disso é que o CUSTO AMAZÔNICO (anexo) votado como prioridade nas Conferências Nacionais de Cultura nunca foi posto em prática.

Atualmente, devido a pandemia do COVID-19, todas as nossas atividades culturais estão paradas e não temos ideia de quando será nosso retorno. Em uma articulação nacional inédita, os artistas conseguiram fazer com que o Estado brasileiro destinasse 3 bilhões do Fundo Nacional de Cultura à cadeia produtiva e a todos os trabalhadores e trabalhadoras de cultura do país. Esses recursos são nossos por direito e não devem retornar aos cofres da União, pois impossibilitará a continuidade dos nossos fazeres artísticos. Cabe ressaltar que os Municípios que não entregarem seus planos de execução na Plataforma +Brasil, negligenciarão nosso fazer e responderão por omissão de receitas (Lei 101/2000). Quem tem fome tem pressa. Os artistas têm urgência. Exigimos a aplicabilidade dos recursos em toda Região Norte, só assim continuaremos a produzir arte em nossa região.

O tempo passa e o descaso continua. Por isso, em nossa busca por políticas públicas culturais, insistimos em nossa afirmação de uma década atrás, em nossa Carta Pororoca (2010):

A Rede Teatro da Floresta busca uma biopolitica construída por artistas/articuladores do Teatro da Amazônia. A Rede entende que o Brasil, com todas as suas instituições e mecanismos de políticas culturais para as artes do teatro, não poderá continuar míope quanto aos artistas do norte do país e suas poéticas e procedimentos cênicos, e principalmente, deixar de reconhecer o que significa o CUSTO AMAZÔNICO do fazer cultural/teatral em nossa região, implicando uma compreensão das dimensões histórica, geográfica, sócio-política, econômica e imaginária de nossa terra e tribos.

Que se cumpra.

16 de outubro de 2020

ASSINA:

REDE TEATRO DA FLORESTA

APOIAM:

1.       Teatro Ruante – Porto Velho/RO

2.      Grupo Xingô – São Paulo/SP

3.      Trupe será o Benedito- Caicó/RN

4.      O Imaginario -Porto Velho / RO

5.      Grupo Manjericão – Porto Alegre/RS

6.      Teatro Imaginário Maracangalha – Campo Grande MS

7.      Companhia Opinião – SP

8.      Teatro em Trâmite – Florianópolis/SC

9.      Nativos Terra Rasgada – Sorocaba/SP

10.  Nucleo Aclowndemia de Palhaçaria – Sorocaba/SP

11.  Cia. Estável de Teatro – São Paulo/SP

12.  Grupo TAMTAN – Tanquinho-Bahia.

13.  Grupo Pombas Urbanas – São Paulo/SP

14.  Grupo Teatro de Caretas / CE

15.  Trupe Olho da Rua /Santos-SP

16.  Grupo TIA / Canoas-RS

17.  Grupo teatral Hemisfério

18.  Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos em Teatro do Amapá-CAPTTA

19.  Centro de experimentação artístico e Cultural encanto dos alagados-AP                                             

20.  Cirquinho do Revirado Criciúma SC

21.  Grupo de Teatro De Pernas Pro Ar – Canoas R

22.  Mamulengo Rasga Estrada – Presidente Prudente – SP

23.  Coletivo Fulô – Crato – CE                                           

24.  ERRO Grupo – Florianópolis – SC

25.  Trupe Circuluz – Olinda – PE

26.  Palhaço Piruá – Natal – RN

27.  Grupo Máscaras – Guaranésia – MG

28.  Grupo Rosa dos Ventos- Presidente Prudente SP

29.  Núcleo Sem Drama Na Cia da Cabra Orelana – São Paulo SP

30.  Bojiganga de Artes – São Paulo- SP

31.  Esquadrão da Vida – DF

32.  Cia de Teatro Madalenas – Belém-PA

33.  Cia Vulcânicas – São Paulo – SP

34.  Cia Lamparim de Circo e Teatro – Quixeramobim – CE

35.  CHAP – RJ

36.  Grupo Cutucurim – Angra dos Reis-RJ

37.  Corpos & Sombras – teatro e circo – São Leopoldo-RS

38.  Grupo Mãe da Rua – São Paulo

39.  Grupo A Pombagem / Salvador-Ba

40.  Cia Circunstancia –  Belo Horizonte/MG

41.  Brava Companhia/sp

42.  MARL – Londrina / PR

43.  Teatro Widia – Santos/SP

44.  Flor e Espinho – Campo Grande/MS

45.  Escarcéu de Teatro- Mossoró/RN;

46.  Grupo Olho Rasteiro – Curitiba/PR

47.  Cia LaCasa – Maceió/AL

48.  Gira Cia Andante – Migu el Pereira/RJ

49.  Teatro de Rocokóz – SP/SP

50.  Rué La Companhia- Guarulhos/SP

51.  Circovolante – Mariana/MG

52.  Circo Pratodos.- Mariana/MG

53.  Cia Colcha de Retalhojs SP/SP

54.  MiraMundo Produções Culturais (MA)

55.  Companhia Cultural Ciranduís – Janduís/RN

56.  Árvore Casa das Artes – Vitória/ES

57.  Teatro Itinerante RJ (Marcondes Mesqueu)

58.  Como La em Casa Teatro & Cia Bella – São Paulo

59.  Brava Companhia – São Paulo/SP

60.  Bando GolíardXs – São Paulo/SP

61.  Circo Teatro Capixaba – Divino de São Lourehnço/ES

62.  Grupo GRUTTA – Tangará da Serra/MT

63.  Cia. Fábrica SP – Peruíbe/SP

64.  Lacarta Circoj Teatro de Rua – ES

65.  O Buraco  d'Oraculo  – São  Paulo/SP

66.  Licko Turle PELE NEGRA – Salvador/BA

67.  CIA DE TEATRO NU ESCURO/GOIANIA-GO

68.  Grupo OffSina Rio de Janeiro- RJ

69.  Teatro de Trincheira / Caraguatatuba – SP

70.  Edmilson Santini – Cia Teatro Em Cordel

71.  Grupo Mãe da Rua – São Paulo

72.  Mamulengo Sem Fronteiras – DF

73.  Povo da Rua – Porto Alegre/RS

74.  Os Mamatchas – Morón/Buenos Aires

75.  Salmonela Urbana Cia- Curitiba-PR

76.  Bonita Lampião – São Paulo

77.  Som na Linha – P. Prudente/SP

78.  Grupo Put's de Teatro – Toledo/PR

79.  Será O Benedito?! / RJ

80.  Movimento PaCultura – Porto Velho/RO

81.  Thiago Maziero – Músico e produtor cultural – Porto Velho/RO

82.  Movimento Pró Cultura – Rondônia

83.  Marfiza Calixto de França – Musicista e produtora – Rondônia

84.  Walterlina Brasil – Diretora do Núcleo de Ciências Humanas da Universidade Federal de Rondônia (UNIR)

85.  Rafael Altomar – Porto Velho/RO

86.  Selma Pavanelli – Porto Velho/RO

87.  Marina Quinan – Las Cabaças- PA

88.  Juliana Balsalobre -Las Cabaças- PA

89.  Projeto Roda na Praça – Manaus / AM

90.  Maiara Rio Branco AsAguadeiras  – Acre

91.  Amanda Schoenmaker – AsAguadeiras- Acre

92.  Criart Teatral – Boa Vista/RR

93.  Romana Melo – Belém/PA

94.  Antoniele Xavier – Macapá/AP

95.  Jamile Soares Porto Velho/RO

96.  Stephanie Matos – Porto Velho/RO

97.  MAB – Movimento Atingidos pela Barragem – RO

98.  CEVA – Cia Eventual de Artes – Rio Branco/AC

99.  Cia. Garatuja de Artes Cênicas/ Ac

100. Everton silva – Mestre Arrepiado – Acre

101. Eurilinda Figueiredo – educadora, articuladora e ativista cultural – Rio Branco/Acre

102. Instituto Madeira Vivo

103. Espaço Cultural Maloca Mura de Nazaré

104. Elizeu Braga – Casa Arigóca – Porto Velho

105. Frente Brasil Popular/RO

106. Ângela Cavalcante  – Atriz e diretora de Teatro – Porto Velho/RO

107. Grupo Quebracabeça – Porto Velho/RO

108. Marlúcio Emídio – Ator – Porto Velho/ RO

109. Suani Corrêa – Palhaços Trovadores – Belém/PA

110. Alessandra Nogueira – Palhaços Trovadores – Belém/PA

111. Companhia Paraense de Potoqueiros – Belém/PA.

112. Espaço das Artes de Belém – Belém / PA.

113. Associação de Teatro de Parauapebas- PA.

114. Grupo T.E.I.A. Belém/Pa.

115. Cia. Oliver de Teatro. Belém/Pa.

116. Cia. Teatral Nós Outros. Belém/Pa.

117. Grupo teatral Asas da Liberdade -Marabá/PA

118. Turma do sorriso – Marabá/PA

119 Grupo teatral Turminha de jesus – Marabá/PA

120 Instituto Cultural Hozana Lopes de Abreu – Marabá Pará

121. Companhia de Cultura L'os Fulanos. Oriximiná-PA.

122. Cia. Panada de Teatro – Tucuruí/PA.

123. Grupo de teatro GARAGEM TEATRAL – Tucuruí/PA.

124. Coletivo Curupiranhas – Bragança-PA;

125. Grupo de Teatro Palha – Belém do Pará.

126. GITA – Belém do Pará.

127. Cia. Theatro de Performances e Espetáculos – Belém/Pa

128. Dirigivel Coletivo – Belém/Pa

129. Associação Cultural Palhaços Trovadores-Belem/Pa

130. Grupo Limítrofe -Belém/PA

131. Bambare arte e Cultura Negra/AFAIA Belem-PA

132. Grupo de Teatro Olho d'água – Santarém -PA.

133. Grupo de Teatro de Bonecos Novos Nheengaíbas – Soure

134. Grupo Folhas de Papel – Belém – Pa

135. Cia teatral Bom Intento- Bujaru PA

136. Trupe de Teatro FLÔR DE LYZ – Ananindeua PA

137. Companhia em Educação e Cultura Ludico-Arte  – Capanema PA

138. Cia de Teatro Kizomba – Bujaru-PA

139. Coletivo Alumiá e Mulheres na Técnica PA

140. "Kira" Rycley Bruce – Projeto Nimassa – Santarem/PA

141. Elder Aguiar- Grupo de Teatro Olho d'água – Santarem/PA

142. Maria Thaís – diretora teatral – São Paulo/SP

143. Ana Cristina Colla – Lume- Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais -UNICAMP

144. Milena Marqeus – Nascedouro Gestão Cultural, São Paulo/SP

145. Alexandre Roit – São Paulo – SP.

146. Jefferson Fernando Carneiro Alexandrino da Igreja / Grupo de Teatro T.E.M (Teatro Experimental do Mosqueiro) –  Belém/PA

147. Leandro Pansonato Cazula – Projeto Iurupari, Grupo de Teatro, Santarém/PA

148. Maria Rita Costa da Silva-Rio Branco/AC

149. Luciano Flávio de Oliveira,  Trupe dos Conspiradores, Porto Velho/Rondônia.

150. Raimundo Nonato Tavares, Companhia Vitória-Régia/Manaus Amazonas

151. Guilherme Henrique Brito Vieira | Grupo de Teatro 'Motirõ de Teatro' ,Gurupi/TO

152. Keila Silva – Celeiro Cultural , Ji-Paraná/RO

153. Maria da Conceição Gomes dos Santos., Grupo Iurupari, Santarém/PA

154. Juliana Gontijo, As Graças, São Paulo/SP

155. Lucas Alcides Justino- Grupo de Teatro Um Ponto Dois – Palmas/TO

156. Cícero Belém Filho | Cia de Teatro Fernanda Montenegro | Palmas – TO

157. Claudio Barros – Belem/PA

158. Luiz Evandro Rodrigues Barbosa (palhaço Pimenta) – Coletivo Circo Tapajós,  Santarém/Pará

159. Fernanda Haucke, Cira Mor, São Paulo/SP

160. Cibele Forjaz, Cia Livre/ SP

161. Eliana Bolanho , Cia Teatral As Graças -São Paulo/SP

162. Eduardo Brasil / Cia 22:22 Teatro e Dança/ SP

163. Ana Clara Amaral/Cia 22:22 Teatro e Dança/SP

164. Jonas Santos Estevão/ arte de Rua Botucatu/ São Paulo

165. Lucenildo Soares Lima – Monte Alegre/PA

166. Roberto Borovik (Borô) – Alter do Chão, Santarém / PA

167. Auristela C.Castro

168. Francesco Zigrino – diretor teatral – Bolonha/Italia

169. Lamira Artes Cênicas – Palmas/TO

170. Annieli Valério, Uirapuru Cultura e Comunicação, Oriximiná/Pará

171. Leandro Oliva- Projeto Palco – São Paulo/SP

172. Aline Sasahara, documentarista, São Paulo/SP

173. Juliana Jardim, Ensaios Ignorantes, São Paulo/SP

174. Celso Maldos, documentarista – São Paulo/SP

175. Rosival Dias de Sousa. Cururim e Cia – Santarém/PA

176. Carlos Francisco – Grupo Folias D'arte – São Paulo/SP

177. Byanca Andréa

178. Grupo Cordão Encantado do Repente, Rio Branco/Acre

179. Giovanna Parra – Produtora, São Paulo/SP

180. Leandro Chaves Araujo, Rio Branco/AC

181. Jefferson Paiva de Sousa, Coletivo Tapajônico, Santarém/Pará

182. Doutores sorridentes – Marabá/PA

183. Val Oliveira/ grupo teatral Asas da Liberdade, Marabá  Pará

184. Kelly Vanessa nunes de Sousa/ Panorando Cia e Produtora/Coletiva de   Palhaças/Cacompanhia Manaus-AM

185.  Kelly Lima, Circo di SóLadies, SP

186. Tatá Oliveira, Circo di SóLadies, SP

187. Veronica Mello, Circo di SóLadies, SP

188. Grupo GPT – Rio Branco/Acre

189. As Aguadeiras – Rio Branco/Acre

190. Cia. Expressão de Teatro – Rio Branco/Acre

191. Grupo do Macaco Prego da Macaca e Barulho do Acre – Rio Branco/Acre

192. Associação Cultural Artística Locômbia Teatro de Andanças – Boa Vista Roraima

193. Cia Art Teatro. Companhia, Meio Fio- Boa Vista Roraima

194. Fórum de Artes Cênicas – Boa Vista Roraima

195. Federação de Teatro do Acre – FETAC

196. Cia. Visse e Versa de Ação Cênica – Rio Branco – Acre

197. Associação de Teatro de Santarém – ATAS – Santarém – PA

198. Grupo Teatral Kauré – Santarém/PA

199. In Bust Teatro com Bonecos – Belém-PA

200. Rafael Barros – Porto Velho/Guajará-Mirim – Rondônia

201. Taiane Sales – Porto Velho/Rondônia

202. Grupo de Teatro e Pesquisa Papa Xibé – Santarém (PA).

203. Everton silva – Mestre de Capoeira Arrepiado – Acre

204. Companhia de Cultura L'os Fulanos. Oriximiná-PA

205. Associação de Teatro de Parauapebas – Pará

206. CIa. Eventual de Artes Rio Branco Acre

207. Lúdico-Arte – Capanema PA

208. Movimento Cultural Desclassificaveis – AP

209. Zecas Coletivo de Teatro – Belém – PA

210. Soufflé de Bodó Co. – Manaus – AM

211. Trupe de Experimentação e Investigação em Artes -TEIA/PA

212. Zenital Produções – RO

213. Projeto Roda na Praça – Manaus/AM

214. Coletivas Xoxós – Belém/PA

215. Cia de Artes Evolução-Porto Velho/RO

216. Cia Teatral MeioFiu / Roraima-RR

217. Cia Arteatro /Boa Vista – RR.

218. Cordão Encantado do Repente/Rio Branco Ac

219. Cia. Sorteio de Contos – Belém/Pa

220. Grupo Experimental de Artes Vivarte Acre e Casa de Cultura Vivarte – Acre

221. Fórum de Artes Cênicas de Roraima

222. Tata Pacheco Arte-Belém/PA

223. Carolina Di Deus – Acre

224. Karimme Silva, Belem/PA

225. Nalzar O Portal das Artes Acre Kuran

226. Ancaca – Arte na Comunidade a Ceu Aberto, Marabá/PA

227. Espaço Cultural Kauré – Santarém – PA

228. Rede Brasileira de Teatro de Rua

229. Fórum Permanente do Teatro do Pará

230. Adailtom Alves Teixeira – Professor da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) – Porto Velho/RO

231. PAKY`OP – Laboratório de Pesquisa em Teatro e Transculturalidade do Departamento de Artes da Universidade Federal de Rondônia (UNIR)

232. Jussara Trindade Moreira – Professora da Universidade Federal de Rondônia (UNIR)

233. Alexandre Mate – professor da Universidade Estadual Paulista – Unesp

234. Alexandre Falcão de Araújo – professor da Universidade Federal de Rondônia

235. Fernanda Azevedo – Coletivo Comum – São Paulo/SP

236. Luiz Eduardo Frin – Professor de teatro – São Paulo/SP

237. Andressa Batista – Produtora cultural – Porto Velho/RO

238. Beatriz Georgopoulos Calló – Coletivo Comum – São Paulo/SP

239. Laura Melamed Barbosa – Grupo de Pesquisa Amorada – São Paulo/SP

240. Simone Carleto – Grupo de Pesquisa Amorada

241. Flávio Melo – Grupo Teatral Nativos Terra Rasgada – Sorocaba/SP

242. Rodrigo Morais Leite – professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA)

243. Núcleo Pavanelli – São Paulo/SP

ANEXO

CUSTO AMAZÔNICO

Existe uma região no Brasil composta por indígenas, europeus, asiáticos, negros africanos, caboclos e nordestinos brasileiros migrados, e principalmente, e quase totalmente, por uma mistura-mesclada de todos os outros citados, o "Homo amazonius", ser humano adaptado ao seu território.

Formada pelos sete Estados da região norte, mais parte do Maranhão e parte do Mato Grosso, esta região, a Região Geoeconômica da Amazônia ou Complexo Regional Amazônico, ocupa 59% por cento do território desse país, cerca de 5,1 milhões de quilômetros quadrados de barreiras geográficas, que obriga o ser humano adaptado a, dentro de um único Estado, levar 32 horas de viagem fluvial para ir de um município a outro, sem opção terrestre ou aérea. Ou, dentro de um único município, percorrer 900 km de um distrito até a sede urbana, por terra (digo, lama), sem opção fluvial ou aérea.

Ser humano adaptado a apenas duas estações: a de poeira, no verão, e a de lama, no inverno, se estiver em área terrestre, e a de lama, no verão e de muita água, no inverno, se for ribeirinho. O Clima equatorial úmido, predominante na região, gera altas taxas de precipitação pluviométrica. No verão chove todo dia, no inverno chove o dia todo. Em qualquer das situações, terá que enfrentar a malária, a dengue, a leishmaniose, e, a cada novo período de lama, o aumento de cerca de 40% no preço dos alimentos e medicamentos que podem ser comprados (se tiver onde comprar). Quem tem equipamentos eletrônicos ou qualquer outro bem com um mínimo de sensibilidade à umidade, necessita de um estado permanente de manutenção ou perda total de documentos, objetos, acervos.

Em centenas de lugarejos e comunidades de dezenas de municípios paga-se muito e arrisca-se a vida para simplesmente ir e vir, pois as únicas vias de acesso são os rios e igarapés da maior bacia hidrográfica do planeta, com quatro milhões de quilômetros quadrados só na Amazônia brasileira. Os barcos, meios de transporte predominantes na região, no geral, não tem equipamentos de segurança, a maioria não possui coletes salva-vidas, proteção contra o escapamento de fumaça do motor e nem contra o eixo de funcionamento (gerando um dos índices mais elevados de escalpelamento do mundo), sem conforto e limpeza. Ainda assim, é caro. O diesel que alimenta esses barcos sai de São Sebastião (SP) e percorre de 6 a 10 mil quilômetros para ser consumido e, nisso, entre navios, barcos, caminhões e muitos dias de viagem, gasta 10 milhões de reais, transformando-se no diesel mais caro do país. 

Esse mesmo diesel torna a energia 5 vezes mais cara na região, pois é gerada em usinas termelétricas alimentadas…pelo diesel, que, além, jogam no ar, por ano, o equivalente a toda a frota de veículos da cidade de São Paulo no mesmo período. Com essas condições, existem distritos, comunidades e até regiões da Amazônia brasileira sem energia elétrica. Também, no trecho amazônico da transamazônica, 66% da população não tem água encanada e 27% não tem instalações sanitárias.

O ser humano adaptado, mesmo o mais adaptado, com toda a certeza prefere condições mais adequadas de vida. Disse adequadas. Ele não precisa de um prédio de apartamentos, nem de um carro do ano, alguns nem de trabalho precisam, pois já tem, mas de condições sanitárias melhores, comodidades que a energia elétrica estável permite, água encanada, médico, escola, arte, reconhecimento cultural. Os governos, sem disposição política de chegarem até essas pessoas, passaram anos estimulando o êxodo e hoje 73% da população amazônida vive nas cidades. Estes enfrentam problemas semelhantes aos das cidades do sul e do sudeste do Brasil (bolsões urbanos de desemprego, violência, drogas, sobrevida), mas, sem infraestrutura. Os outros, mais adaptados, que por algum motivo continuam na floresta ou nas beiras de estradas e de rios, sobrevivendo da pesca, do extrativismo vegetal ou da agricultura familiar, parecem ter menos direitos sociais de cidadania que os das cidades (eles não vivem nas cidades mesmo).

Sim, as políticas públicas no Brasil apresentam vários problemas. Mas, para a Amazônia, submetem o amazônida a um processo econômico que não o considera, não considera as características da região e, por conseguinte, não respeita a sua cultura. Repete experiências que deram certo noutros contextos culturais e naturais, concebe povo e natureza como primitivos e atrasados. A idéia de desenvolvimento sustentável, que considera o meio e seu sujeito, insere suas necessidades presentes e prevê condições futuras, não é essencial nessas políticas, aparece limitada a alguns programas de alguns órgãos dos setores ambientais. Ou seja, a grandeza, a riqueza e a diversidade da floresta são reconhecidas, mas o ser humano que a habita, não.

Falemos então dos custos disso. Esta região possui o 3º Produto Interno Bruto do Brasil (perdendo para o Centro-Sul e para o Nordeste), com uma economia baseada no extrativismo animal, vegetal e mineral. Algumas multinacionais estão instaladas na região, sobretudo na serra dos Carajás (Pará), de onde se extrai parte do minério de ferro do país. Alguns pólos industriais se destacam na região, a saber, o Pólo Petroquímico da Petrobras, com extração de petróleo e gás natural nos poços de Urucu, em Coari/AM, o Pólo Industrial de Manaus (PIM) e o Pólo de Biotecnologia, também em Manaus. O PIM fabrica a maioria dos produtos eletrodomésticos brasileiros valendo-se de uma política governamental de isenção de impostos.

Ainda que Manaus seja o terceiro Estado brasileiro em PIB per Capita, com R$ 13.534, Belém, Boa Vista e Palmas estão entre os do fim da fila, com R$ 4.875, R$ 4.749 e R$ 4.392, respectivamente. No ranking do Indice de Desenvolvimento Humano (IDH), o Estado que chega mais perto do topo é o Mato Grosso, em 11º lugar. Vai seguido sequentemente pelo Amapá, Amazonas, Rondônia, Tocantins, Pará, Acre e Roraima. O Maranhão é o penúltimo. O Acre tem o município líder na taxa de analfabetos: 60,7% dos 4,45 mil habitantes de Jordão não sabem ler ou escrever.

(Para falarmos um pouquinho de teatro, segundo o Anuário de Estatísticas Culturais, publicado pelo MinC em 2009, a Região Norte tem 46 teatros, perde para todas as regiões. Não vou nem falar dos 689 teatros do Sudeste. Os últimos cinco Estados da lista em quantidade de teatros são do Norte. A maioria dos equipamentos teatrais da região, senão todos, fica nas capitais. Palmas (TO), por exemplo, tem um teatro para 220 mil habitantes).

Considerando que isso seja resultado de uns quatro séculos de exploração em favor das metrópoles e da nação, ainda é um lugar onde o de fora aponta o que deve ser valorizado e explorado, indica o tipo de cultura apreciável, mostra o que se esperar para o futuro. Uma história de anulação da identidade cultural do ser humano da região, uma imposição de valores. Assim, a Região Geoeconômica da Amazônia ou Complexo Regional Amazônico, entrou nesse século com sua identidade cultural em risco de desaparecimento, substituida por uma imagem estrangeira de exotismos, sem um projeto firme de desenvolvimento adequado à sua gente e à sua diversidade de expressão.

Há uma situação a ser reparada, cuja responsabilidade é da nação. Há um reconhecimento a ser deflagrado sobre as possibilidades de um ser moderno, integrado à natureza, mesmo que em centros urbanos, sujeito da sua própria cultura (no caso dessa região, pela diversidade, diremos: culturas), capaz de escrever sua história. Atitude de grandeza humana para além de detrimentos entre regiões e sim de completude de uma expressão nacional. O "Homo amazonius" deve apontar seus próprios modelos, com o respeito e o reconhecimento das demais populações brasileiras.

População da Amazônia em 2009 (estimado) 24.728.438

Fontes:

Revista Veja Especial Amazônia, editora Abril, ano 42, setembro 2009. http://veja.abril.com.br/especiais/amazonia/index.html

http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=354

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_estados_do_Brasil_por_IDH#IDH_Renda

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142002000200008 

Amazônia: uma história de perdas e danos, um futuro a (re)construir. de Violeta Refkalefsky Loureiro  (mestre em Sociologia pela Unicamp, doutora em Sociologia pelo Institut des Hautes Études de l'Amérique Latine (Paris) e professora da Universidade Federal do Pará).

http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/10/cultura_em_numeros_2009_final.pdf

http://www.amazonia.org.br/

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Prefeito Léo Moraes pede ajuda da população para cuidar dos animais e denunciar casos de abandono e maus-tratos.
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Rondônia entra em alerta de nível 2 para tempestades severas e organizadas

Rondônia entra em alerta de nível 2 para tempestades severas e organizadas

Chuvas intensas e persistentes devem atingir todo o estado nesta sexta-feira, com risco de descargas elétricas, ventos fortes e alagamentos durante o fim de semana.
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Indícios de precarização trabalhista e subtributação levantam alerta em licitação de transporte inter-hospitalar em Rondônia

Indícios de precarização trabalhista e subtributação levantam alerta em licitação de transporte inter-hospitalar em Rondônia

Apontamentos envolvem possíveis violações a direitos trabalhistas e desvio de arrecadação municipal em contrato da saúde estadual
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EMPREGOS E CONCURSOS

Brasil cria mais de 1,2 milhão de empregos formais em 2025

Brasil cria mais de 1,2 milhão de empregos formais em 2025

O saldo positivo de vagas com carteira assinada no país teve uma queda de 23,73% na comparação com o ano anterior, influenciado por juros e economia lenta.
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Câmara dos Deputados abre concurso com salário de R$ 21 mil

Câmara dos Deputados abre concurso com salário de R$ 21 mil

O novo edital oferece vagas para o cargo de policial legislativo com inscrições a partir desta semana e provas marcadas para todas as capitais.
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Auxiliar de Linha de Produção: vagas lideram em RO

Auxiliar de Linha de Produção: vagas lideram em RO

Função concentra o maior número entre mais de 2 mil vagas abertas pelo governo de Rondônia via Sine, com oportunidades em vários municípios e foco no fortalecimento do emprego.
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Prazo para contestar nota da prova discursiva do CNU termina nesta terça-feira

Prazo para contestar nota da prova discursiva do CNU termina nesta terça-feira

Candidatos devem enviar os recursos através do site da Fundação Getulio Vargas; o resultado definitivo da segunda fase do concurso será divulgado em 18 de fevereiro.
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Prazo para contestar nota da prova discursiva do CNU 2 começa nesta segunda

Prazo para contestar nota da prova discursiva do CNU 2 começa nesta segunda

O período de revisão das notas preliminares da segunda edição do Concurso Nacional Unificado segue até terça-feira, permitindo que candidatos questionem a correção feita pela FGV.
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POLÍTICA

PGR pede suspensão da lei de Santa Catarina que proibiu cotas raciais

PGR pede suspensão da lei de Santa Catarina que proibiu cotas raciais

O procurador-geral Paulo Gonet enviou parecer ao STF para manter suspensa a norma estadual que proíbe a reserva de vagas raciais em instituições de ensino.
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Bagattoli celebra suspensão de pedágio na BR-364, em Rondônia

Bagattoli celebra suspensão de pedágio na BR-364, em Rondônia

O parlamentar rondoniense classificou a decisão judicial como uma vitória contra injustiças e destacou a união da bancada federal na defesa do estado.
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Gislaine Lebrinha entrega veículo para UBS de Santana

Gislaine Lebrinha entrega veículo para UBS de Santana

Deputada estadual reforça estrutura da saúde em São Miguel do Guaporé com automóvel 0 km para melhorar atendimento à população.
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Marinho afirma que juros altos frearam o emprego em 2025

Marinho afirma que juros altos frearam o emprego em 2025

O ministro do Trabalho destacou que a taxa Selic teve impacto mais negativo na geração de vagas do que as sobretaxas comerciais impostas pelos Estados Unidos.
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Pedágio BR-364: Justiça suspende cobrança em Rondônia

Pedágio BR-364: Justiça suspende cobrança em Rondônia

Deputado Coronel Chrisóstomo comemora liminar que interrompe tarifação entre Porto Velho e Vilhena, destacando impactos no transporte e na população.
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POLÍCIA

Sobe para três o número de mortos em confronto na zona leste

Sobe para três o número de mortos em confronto na zona leste

Homem que estava internado em estado grave após tiroteio no bairro Mariana não resistiu aos ferimentos; Polícia Civil investiga as causas do ataque.
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Polícia Militar recupera bolsa furtada no centro de Porto Velho

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Ação rápida de policiais do 1º Batalhão resultou na prisão do suspeito e na devolução de objetos pessoais à vítima nas proximidades do Ministério Público.
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Força policial trava transporte de madeira em reserva indígena

Força policial trava transporte de madeira em reserva indígena

Ação do Batalhão de Polícia Ambiental resulta em prisões e apreensão de caminhões que operavam esquema de extração clandestina no sul de Rondônia.
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Ação policial desarticula núcleo de facção no interior de Rondônia

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Diligências em Vista Alegre do Abunã resultam em prisões, apreensão de dinheiro e diversos aparelhos celulares utilizados pelo crime organizado.
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Adolescente é apreendido por tráfico no bairro Teixeirão

Adolescente é apreendido por tráfico no bairro Teixeirão

A Polícia Militar localizou porções de maconha, cocaína e balanças de precisão no quarto do jovem após abordagem motivada por forte odor de entorpecente.
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ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Xbox perde interesse de desenvolvedores e receita cai

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Pesquisa e relatório da Microsoft indicam que devs estão abandonando o Xbox, enquanto a divisão de games registra queda de faturamento no início de 2026.
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LICENÇA PRÉVIA, INSTALAÇÃO e OPERAÇÃO
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Manobras militares no estreito de Ormuz e ameaças diretas da Casa Branca elevam o preço do petróleo e acendem alerta para novo conflito global.
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Apesar da queda de 2,31% no volume consumido, o faturamento da indústria cresceu mais de 25%, impulsionado pelo aumento do valor do produto nas gôndolas.
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Agenda News Folia: Luciana Oliveira fala sobre os 32 anos do Pirarucu do Madeira

O tema do Carnaval 2026 do bloco é “Um freio torrado de alegria”, uma expressão carregada de irreverência e identidade regional.
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Requerimento de Renovação da Licença Ambiental: Agropecuária Masutti Ltda

Licença de Operação – LO Nº 089/2024/SEMMA/PMV
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Modalidade se consolida como instrumento de organização financeira para compra de bens de alto valor
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Fórum permanente de Rondônia alinhou estratégias, capacitou coordenadores e planejou ações para impulsionar micro e pequenas empresas em 2026.
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Formare chega ao décimo ano com 108 participantes qualificados e nova turma confirmada
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Deputado estadual organiza evento em Porto Velho com lazer, orientação e atividades educativas para conscientizar sobre a saúde emocional da população.
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