A caminhada do deputado de Minas Gerais até Brasília é vista como estratégia de autopromoção, distante de causas nacionais urgentes como emprego e combate à miséria.
Caso em São Paulo citado nas redes e em artigos de opinião expõe indignação com progressão de regime e coloca no centro a pergunta: as penas atuais são suficientes para crimes hediondos contra a vida?
Cobranças elevadas de cadeiras e guarda-sóis em praias brasileiras criam barreiras econômicas e mobilizam Ministério da Justiça por regulamentação nacional.
Presidente da Câmara assume Prefeitura mesmo em prisão domiciliar e levanta debate nacional sobre legalidade, razoabilidade e a atuação do Judiciário brasileiro.