Quinta-Feira, 07 de Novembro de 2019 - 10:49 (Geral)

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DIA DA BANDEIRA DO BRASIL: ESCOLAS SEGUEM A TRADI플O DO CIVISMO ENTOANDO OS HINOS DA NA플O

Em uma enquete realizada com 15 pessoas com idades entre 25 a 50 anos, apenas seis participantes sabiam que a Bandeira do Brasil comemorada nesse ms e que tem um hino prprio s dela.


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Muita gente sabe que o Brasil é rico em recursos naturais, e dono de uma grande diversidade biológica. Mas poucos sabem sobre a história do país e seus símbolos, entre eles a Bandeira do Brasil que tem até data de comemoração: dia 19 de novembro. Ela é a última de 13 versões de bandeiras nacionais que já existiram.

Em uma enquete realizada com 15 pessoas com idades entre 25 a 50 anos, apenas seis participantes sabiam que a Bandeira do Brasil é comemorada nesse mês e que tem um hino próprio só dela. Os demais participantes desconheciam a existência do hino, que começa com a frase: “Salve, lindo pendão da esperança, salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança, a grandeza da Pátria nos traz […]”.

Esse pequeno trecho fala sobre a grande representatividade da bandeira que simboliza paz, respeito e esperança. O Hino À Bandeira foi escrito pelo poeta e jornalista Olavo Bilac e pelo músico Francisco Pereira Passos, como forma de homenagem. Em algumas escolas do país são entoados os hinos simbolizando o patriotismo.

Em Rondônia, os estudantes da Escola 21 de Abril ainda seguem a tradição de civismo. Segundo a diretora, Ivíne Dias, os alunos se reúnem as 7h30 da manhã no pátio da escola, em formato de fileiras. No primeiro momento são repassados os recados mais importantes, logo após eles cantam os hinos da Independência e o de Rondônia.

“Todas as terças e sextas-feiras nós cantamos os hinos da nação, e seguimos a tradição de cantar o Hino da Bandeira todo o dia 19 de novembro. É um momento de patriotismo que desperta nos alunos o amor a pátria e a nação”, destacou.

O Hino da Bandeira, e dos símbolos do país,  na época eram entoados em todas as escolas, e os estudantes decoravam toda a letra, o que não se vê mais hoje em dia, afirmou a professora Maria Helena. “Antigamente nós estudávamos todos os símbolos do país. Além do hino nacional, nós cantávamos os hinos da Bandeira, do Expedicionário, do Estado de Rondônia entre outros de forma diária. Mas com o tempo esse costume foi diminuindo, embora o amor pela bandeira e pela pátria esteja vivo em cada um de nós”, relembrou.

Os estudantes Ana Coralyne e Matheus Henrique, ambos do 9º ano do Ensino Fundamental, explicam que o momento cívico realizado na escola aliado aos conhecimentos históricos prestados em sala de aula são de grande importância para que eles conheçam mais a história do país.

“Nós temos que saber a história do nosso país e do nosso Estado, já que faz parte da nossa vida, é o lugar onde nascemos. São coisas que vão ficar para toda a vida”, salientou a estudante Ana Coralyne.

O estudante Matheus diz não conhecer a letra do Hino da Bandeira, mas explica que apoia o civismo presente na escola. “Nas datas comemorativas nós sempre cantamos os demais hinos. E sempre aprendemos sobre a história dele. Se um estudante não sabe ou não aprendeu a cantar o hino, a culpa não é da escola, a culpa é nossa mesmo”, brincou o estudante.

O Hino à Bandeira foi apresentado pela primeira vez no Rio de Janeiro, em novembro de 1906. De la para cá ficou mais conhecido e se tornou uma identidade. Para os professores de história, Mário Rodrigues e Edilene Botelho, a tradição deve continuar viva, para que os futuros estudantes conheçam cada pedacinho deste país.

“O hino tem mais de 100 anos de existência e conta a história dos nossos antepassados. Por isso não podemos perder esse patriotismo e esse amor por nossa terra”, ressaltou Mário Rodrigues.

Edilene refletiu ainda sobre quando demonstramos amor ao país. “Nós, como nação, demonstramos nosso amor pela pátria somente em datas comemorativas, ou grandes eventos como a Copa do Mundo, por exemplo. Onde vemos as cores e a bandeira do país nas casas, e nas ruas. Mas esse amor não deve existir só nessas datas, e sim todos os dias de nossa vida”, finalizou a professora de história.

Fonte: 015 - Secom - Governo de Rondnia

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