Sabado, 16 de Julho de 2016 - 09:14 (Colaboradores)

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VEJA O QUE O PRESIDENTE NEILTON BENTO NÃO PODE FAZER NA CÂMARA

A única função de importância que não podia abrir mão, dentro de suas previsões econômicas rumo à sua pré-candidatura a prefeito da cidade, era a ocupada pelo irmão do prefeito, André Silva e de sua amiga, a psicóloga Êmene Germano Rosa, adiantou a mesma fonte pedindo anonimato.


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Candeias do Jamari/RO – A reestréia do vereador Neilton Bento Santos [ex-PROS e agoraPMDB], à frente da Presidência, aconteceu em clima de muita tensão, ora por conta das medidas de força que iria anunciar, ora pelo cumprimento das demissões entre servidores e assessores dos colegas.

- Palavra dada, promessa cumprida, afirmou um importante integrante da Diretoria Financeira. Segundo essa fonte, ‘a ele não lhe restou outra saída, senão ir pra cima dos adversários com toda a voracidade e abiscoitar os cargos e dá-los aos aliados’.

A única função de importância que não podia abrir mão, dentro de suas previsões econômicas rumo à sua pré-candidatura a prefeito da cidade, era a ocupada pelo irmão do prefeito, André Silva e de sua amiga, a psicóloga Êmene Germano Rosa, adiantou a mesma fonte pedindo anonimato.

Com esse e vários gestos, o reempossado presidente, em opinião colhida à porta da Casa, ‘tendeu fazer com sua volta se pareça respeitável no ninho da oposição que sempre enfrentou, em plenário’, assegurou a fonte, outra vez.

De acordo com consultores da Capital Porto Velho, ‘o que acontece, então, é que as duas correntes de mando dentro do Legislativo sempre se misturaram’.

Outra agravante nos novos posicionamentos tomados pelo vereador-Presidente insistiram ‘pode ter ignorado a Lei 9.504/97, que impõe restrições de ordem administrativa-funcional aplicáveis a todos os entes de direito público, no período de três meses que antecedem o pleito eleitoral até a posse dos eleitos’.

Segundo diz a legislação, ‘as proibições previstas na Lei eleitoral se aplicam aos funcionários públicos estatutários e temporários, porque o artigo 73, da referida lei prevê que ‘são proibidas aos agentes públicos, servidores OU NÃO, as seguintes condutas tendentes a afetar a IGUALDADE de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais [...], nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex-officio, remover, transferir ou exonerar servidor, na circunscrição do pleito, nos três meses que o antecedem e até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade do pleno direito’.

NOVA TURBULÊNCIA – O caso das demissões vem suscitando várias versões em meio às verdadeiras pretensões dos novos dirigentes do Legislativo. Uma delas, segundo novas fontes deste site, ‘é fragilizar os ex-integrantes da Mesa Diretora diante do pleito eleitoral e botarem na rua servidores e assessores.

Enquanto isso, por conta do vai-e-vem de oficiais de Justiça ao prédio da Câmara e dos fuxicos entre os grupos em disputa, ora pela Presidência, ora pelo controle da Prefeitura, ‘só dá Neilton Bento nos redutos que domina’, o que viria causando nas rodas de apostas à espera do próximo perdedor ou ganhador do próximo embate.

XICO NERY – Direto Ao Ponto  

Fonte: Xico Nery

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