Segunda-Feira, 15 de Janeiro de 2018 - 11:25 (Saude)

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UNIDADE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA 24H COMEMORA AUMENTO DO NÚMERO DE ALTAS DE PACIENTES EM RELAÇÃO A ANOS ANTERIORES

A rotatividade é alta. Sai um paciente e só dá tempo fazer a assepsia para receber outro”, disse.


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A equipe da unidade de Assistência Médica Intensiva (AMI-24h) encerrou 2017 contabilizando saldo positivo em termos estruturais, treinamento e de assistência ao paciente, com um número significativo de altas. Foi o que afirmou a coordenadora geral, Kênia Ribeiro, explicando que os pacientes eram transferidos do Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II para alívio e conforto, mas atualmente tem sido grande o número dos que têm conseguido retornar às suas casas, respondendo ao tratamento realizado por uma equipe de multiprofissionais, que inclui médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, assistentes sociais, além de técnicos de enfermagem, de nutrição, de laboratórios, entre outros.

Dez pacientes fazem hemodiálise no próprio leito

A coordenadora observou que a AMI iniciou suas atividades com 35 leitos de UTI, mas atualmente dez deles foram destinados a pacientes que necessitam de hemodiálise. “Vale ressaltar que todos os leitos estão sempre ocupados. A rotatividade é alta. Sai um paciente e só dá tempo fazer a assepsia para receber outro”, disse.

Entre as conquistas do ano que passou, Kênia citou o fortalecimento do setor de recursos humanos com a contratação, por meio de concurso público, de 56 técnicos de enfermagem, em substituição aos emergenciais; e dois novos fisioterapeutas. “Nossa meta para 2018 é continuar fortalecendo toda estrutura, considerando que se trata do braço direito do Hospital João Paulo II”, adiantou.

De acordo com os dados estatísticos, em 2013 a AMI 24h atendeu a 226 pacientes, dos quais 13 receberam alta, 91 foram removidos e 99 foram a óbito. Em 2014 havia 413 internados, 5 receberam alta e 136 foram removidos. No ano seguinte, o número de internações foi de 522, altas 14, remoções 160 e óbitos 347. Já em 2016 as internações chegaram a 555, altas 4, remoções 213 e óbitos 338; enquanto que em 2017 foram 526 atendimentos, 191 remoções, óbitos 306 e o número de altas subiu para 29.

Kênia, assim como a gerente de enfermagem, Iranilda Cabral; e o diretor-clínico Pablo Figueiredo, atribui o saldo positivo das altas ao trabalho em equipe, focado nas peculiaridades de cada paciente, para melhor resposta à assistência.

A AMI 24h, que foi construída como Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e depois transformada para atender aos pacientes de tratamento intensivo do Pronto-Socorro João Paulo II, reduzindo o déficit de leitos no estado e a mortalidade pela insuficiência de leitos para assistência de maior complexidade, atende há quatros anos na rua Geraldo Siqueira com a Thomas Edson, no bairro Cidade Nova, zona Sul de Porto Velho.

Fonte: 010 - SECOM - GOV/RO

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