Terça-Feira, 12 de Fevereiro de 2013 - 08:03 (Colaboradores)

UM PAPA QUE DISSE ADEUS, por Emerson Barbosa

Puniu e expôs representantes da Santa Sé envolvidos em casos de pedofilia, assumiu culpas da Igreja cometidas por seus antecessores, uniu lideres mundiais, pediu pela união da família, e por ela o resgate da fé em Jesus Cristo.


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Quando assumiu o papado em 2005, após a morte de João Paulo II, o alemão nascido em Markti am Inn Estado da Bavária, Joseph Ratzinger se viu as voltas como administrador e líder supremo da Igreja, mas também dos problemas internos que por séculos estiveram escondidos atrás dos muros da Igreja de Pedro.

Sete anos depois Bento XVI se mostrou o líder que a Igreja Católica precisava, e iniciou assim que assumiu uma verdadeira faxina em volta dos dogmas impostos pelas doutrinas eclesiásticas.

Puniu e expôs representantes da Santa Sé envolvidos em casos de pedofilia, assumiu culpas da Igreja cometidas por seus antecessores, uniu lideres mundiais, pediu pela união da família, e por ela o resgate da fé em Jesus Cristo.

Em Cuba, no passado e diante de milhares de fieis, Bento sugeriu que a Ilha de Fidel comece a praticar com seu povo “uma sociedade mais aberta”, se referindo à ditadura imposta naquele país.

O certo é que a saída de Bento XVI coloca a Igreja de Pedro no patamar da mudança, onde o que deve prevalecer é a fé nas escrituras sagradas, e não os dogmas impostos pela Santa Sé que vem de séculos.

Fonte: Emerson Barbosa

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