SEM INFILTRAÇÃO ENTRE ALIADOS E OPOSITORES, CONFÚCIO É DIPLOMADO E PODE NÃO LEVAR À TIRACOLO MESA DIRETORA DA ASSEMBLEIA EM 2015-18 - News Rondônia Na preleção autorizada pelo Tribunal Eleitoral, ele fez uma quase mea culpa e nela deixou patenteada ‘uma possível recuada palaciana em direção ao Poder Legislativo e aos contribuintes’ ao citar dificuldades e pendengas judiciais a candidatos a cargos eletivos.

Porto Velho,

Sexta-Feira , 19 de Dezembro de 2014 - 11:32 - Colaboradores


 


SEM INFILTRAÇÃO ENTRE ALIADOS E OPOSITORES, CONFÚCIO É DIPLOMADO E PODE NÃO LEVAR À TIRACOLO MESA DIRETORA DA ASSEMBLEIA EM 2015-18

Na preleção autorizada pelo Tribunal Eleitoral, ele fez uma quase mea culpa e nela deixou patenteada ‘uma possível recuada palaciana em direção ao Poder Legislativo e aos contribuintes’ ao citar dificuldades e pendengas judiciais a candidatos a cargos eletivos.

ImprimirImprimir página

Porto Velho\RONDÔNIA - Na nova plataforma política anunciada pelo governador Confúcio Moura [PMDB], na quarta-feira, 17, durante a diplomação dos eleitos para o quadriênio 2015-18, o mandatário arrancou risos e sussurros entre aliados e opositores ao seu segundo inquilinato à frente dos destinos dos rondonienses.


Foto: Ísis Capistrano/G1

Foi numa dessas tiradas folclóricas, próprias do então deputado federal Confúcio Aires Moura, que, ‘o público acenou com a aprovação, por exemplo, de que as compras do Governo, no primeiro mandato, giraram em torno dos 97% através do sistema de pregão eletrônico’, segundo ele, ‘onde se compra e não se vê a cara do licitante’.

Em todo o caso, o pior estava por vir. E surpreendeu pela dose impressa por um público seleto, contado a dedos pelo Cerimonial do Tribunal Regional Eleitoral [TRE], que não previu a presença de uma turba sedenta para reagir a um dos ungidos do governador e do senador Valdir Raupp [PMDB].

Aliados empossados, dos mil lugares reservados a convidados, pouco mais de 745 ouviram as vaias ao ex-diretor do Departamento Estradas e Rodagem [DER], o evangélico Lúcio Mosquini, eleito deputado federal, preso pela Operação LUDUS, mas, que saiu a cadeia na antevéspera da diplomação, na contramão dos organizadores.

Vaiado e achincalhado, Mosquini não foi esquecido nem mesmo por aliados contados no fundo do auditório da Universidade do Paraná [UNOPAR] e durante muito tempo, segundo as manifestações contrárias à sua presença ao lado Governo, nesta data, ‘pode ser a pedra no sapato de Confúcio’.

Com a pretensa nova política moldada pelo mandatário rondoniense, é intenção dele ‘acompanhar a agenda das ações setoriais, coletivas e temáticas, que estão começando a se organizar com a nomeação dos novos integrantes do Governo’. Segundo Confúcio, ‘os percalços foram muitos, desde os debates na TV e no dia a dia da campanha’.

Em seu discurso, o mandatário contou às favas que colheu até aqui e o fez ferindo as regras ditadas pelo cerimonial do tempo mínimo de três minutos. Ofegante, apenas se ressentiu em falar sobre o ‘Caso Lúcio Mosquini’, diante da nata do TRE e da Procuradora Federal, Gisele Dias de Oliveira Bleggi Cunha, respectivamente - mesmo não defenestrado por uma maioria do público.

De novo, Confúcio dirigiu várias vezes à palavra aos novos deputados e aos reeleitos. E pediu ‘paz e união em nome do povo’. Para ele, ‘Rondônia é um estado pujante, fantástico e que cresce mais que os vizinhos estados do Mato Grosso e Tocantins’. Por fim, admitiu, no entanto, que, ‘só a educação é capaz de superar as riquezas geradas pela pecuária, da madeira, do garimpo e da tecnologia’.

BASTIDORES DA POLÍTICA – A eleição da nova mesa diretora da Assembleia Legislativa parece não incomodá-lo. Porém, a movimentação palaciana em torno dos nomes dos deputados Lebrão [PTN] e Maurão de Carvalho [PP] dizem ao contrário do processo de desidratação de José Hermínio Coelho [ex-PT e agora, PSD].

Tudo isso, segundo analistas dos segmentos de gerência e inteligência de caráter privado, ‘nos quatro anos de Governo, Confúcio pôs em prática um sistema de comunicação não eficaz, de não resultado e quase empírico em se tratando de sua formação médica e militar’. Ele teria integrado uma das Polícias mais bem pagas do País, a Polícia Militar de Goiás e do Distrito Federal.

Como no primeiro mandato, ele contou com o deputado mais votado, Zequinha Araújo [PMDB], mas não fez a Mesa Diretora. Agora, o ex-aliado Adelino Follador, é o mais votado de 2014. Ele pode não contar com o seu apoio por razões óbvias; porém, ‘a sorte está lançada’, disse a este site um deputado estreante que preferiu admitir que, ‘tudo pode acontecer até o dia 1° de fevereiro, inclusive, nada’.

Mapeados os bastidores, depreende-se, contudo, que, ‘com Walter Araújo fora do páreo, mas as delações de José Batista avivando o caldeirão da suposta desgraçada anunciada por ele e Rômulo Lopes da Silva, o Palácio Presidente Vargas pode ser surpreendido com viagens inusitadas [individuais rumo ao coletivo insurgente] de deputados para fora do Estado.

O processo conduzido antes por Neodi Carlos, Carlão de Oliveira e Walter Araújo pode repetir Fernando Henrique [PSDB], no caso dos cinco anos de inquilinato dele no Palácio da Alvorada, no Distrito Federal - fato descoberto. Mas, tardiamente, aduziu o publicitário e gráfico Henrique Ferraz.

NOTICIAS RELACIONADAS

Fonte: Xico Nery

Comentários do Facebook

Veja Também

Publicidade

  • Http://www.Auto-doc.pt