Sexta-Feira, 10 de Novembro de 2017 - 15:50 (Geral)

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SEM GLAMOUR, MANIFESTAÇÃO CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DE ESTATAIS, É CONSIDERADO MORNO PARA OS PADRÕES DE 2003-16

Enquanto isso, na esteira das estatais que podem ser privatizadas pelo atual governo federal figura a Eletrobras, a maior e mais rentável da América Latina com R$ 171 bilhões em ativos e é a 16ª maior empresa de Energia do Mundo.


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Porto Velho, Rondônia – Sem muita coloração, como ocorria no governo Fernando Henrique (PSDB), os movimentos contrários à privatização da Eletrobrás, com graves impactos em suas subsidiárias no País, saíram às ruas desta Capital, sem muito brilho.

Na manifestação desta sexta-feira, não foi observada nada de novo na pauta levada a um público seleto distribuído entre funcionários da Companhia Estadual de Energia de Rondônia (CERON), CAERD, CUT, CTB, Universidade Federal de Rondônia (UNIR), além de parte de estudantes do Instituto Federal de Rondônia (IFRO).

Concentrados no largo da Praça Presidente Getúlio Vargas, os manifestantes dedicaram parte da programação a renhidos discursos arraigados em palavras de ordem que pediam o fim das privatizações no País e, especialmente, da CERON e CAERD no estado de Rondônia.

Em meio à ‘multidão’ anotou-se a presença do professor, ex-vereador e ex-presidente do Conselho Municipal de Educação, Mário Jorge, empunhando bandeiras exigindo o fim das privatizações. Em seu discurso, denunciou ‘o desmonte das estatais do setor elétrico e da educação pelo governo Michel Temer’.

Enquanto isso, na esteira das estatais que podem ser privatizadas pelo atual governo federal figura a Eletrobrás, a maior e mais rentável da América Latina com R$ 171 bilhões em ativos e é a 16ª maior empresa de Energia do Mundo. Além de ter se tornado a maior transmissora da América Latina com 70 mil quilômetros de linhas (47% do Brasil).

No quadro atual de consumidores, a Eletrobrás, segundo pesquisa deste site de notícias e média junto à direção da Eletronorte/Rondônia têm público cadastrado na ordem de 4,3 milhões de clientes em distribuição e 258 mil quilômetros de rede. ‘É a maior empregadora do setor elétrico brasileiro’, aponta relatório reservado repassado ao NEWSRONDÔNIA.

A manifestação, enfim, reuniu representantes de sindicatos, políticos, políticos e funcionários das estatais no centro da cidade, mas ao chegou a fechar as ruas centrais como no passado. Para analistas, ‘careceu de maior mobilidade e apoio da população ante a carestia da energia, combustível, gás de cozinha, telefonia e a crise da Previdência’.

Fonte: NewsRondônia

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