Terça-Feira, 06 de Agosto de 2013 - 12:43 (Colaboradores)

SEM CONFÚCIO, PRÓXIMO GOVERNADOR VAI TER QUE LIDAR COM ECONOMIA FRÁGIL, MAIS CORRUPÇÃO E VIOLÊNCIA

Manter o legado peemedebista dos bons tempos de heróis populares rondonienses e, ao mesmo tempo, tentar-se adaptar novas políticas para os desafios que a Rondônia de Jerônimo, Pianna, Raupp, Bianco, Cassol e agora, de Confúcio Moura sempre enfrentou, como corrupção no topo, violência e problemas econômicos gravíssimos, com Marinha ou outro postulante, ‘isso será muito difícil para que Rondônia chegue ao equilíbrio’.


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Ji-Paraná, Rondônia Central – Urnas abertas por quatro mandatos já elegeram a psicóloga Marinha Raupp [PMDB] a deputada federal e a dois sucessivos, o marido senador Valdir Raupp, ambos por Rolim de Moura, na Zona da Mata rondoniense.

Esses fenômenos, saídos das hostes do polêmico e ‘bom de briga’ dos anos de chumbo, ao lado do saudoso Agenor Martins Carvalho – assassinado pelo latifúndio - o goiano Jerônimo Garcia de Santana, ‘pode devolver o comando do Estado ao PMDB em 2014, caso o pleito fosse hoje ante a uma possível renúncia de Confúcio Moura’.

SEM MEIOS-TERMOS - Sem Confúcio, o próximo governador do PMDB terá de lidar com um mau desempenho da economia centrada apenas no agronegócio bovino, madeireiro e mineral, além de não poder reduzir os índices altíssimos de violência e corrupção entre mandatários, servidores e políticos já presos e outros que virão a reboque do ranking nacional.

Manter o legado peemedebista dos bons tempos de heróis populares rondonienses e, ao mesmo tempo, tentar-se adaptar novas políticas para os desafios que a Rondônia de Jerônimo, Pianna, Raupp, Bianco, Cassol e agora, de Confúcio Moura sempre enfrentou, como corrupção no topo, violência e problemas econômicos gravíssimos, com Marinha ou outro postulante, ‘isso será muito difícil para que Rondônia chegue ao equilíbrio’.

PEQUENO TOMBO - Com José Hermínio Coelho já fora do páreo, de novo apenas Marinha Raupp, Kazan Roriz do Partido Ecológico Nacional [PEN], Nilton Capixada [PTB do vereador Fogaça], Mário Português [PPS], Mauro Nazif [PSB], Expedido Júnior [PSDB] ou outro nome que as alianças de última hora parir das ruas e nos bunkers da direita produzir nas a partir das fazendas ou do agronetóxico – como, aliás, desde os anos isso vem ocorrendo.

Entre outros velhos factóides defenestrados do Palácio Presidente Vargas, Tancredo Neves, de Câmaras Municipais e da Assembléia Legislativa, à sua maneira, tanto Ivo Narciso Cassol quanto José Aparecido Cahúlla ‘não considerados um bom exemplo de mudanças’, segundo fontes deste site no Cone Sul do Estado.

SEDAM! DE NOVO? - Ivo Cassol enfrentou os mesmos problemas econômicos, políticos e de violência vertiginosa que o agora governador Confúcio Moura. Na SEDAM, de Cletho Muniz Brito e Paulo Roberto Brandão, ‘a PF chegou a montar acampamento’.

À época, uns tantos milhares de licenciamentos ambientais polêmicos, a maioria assinados pelo geólogo José Trajano dos Santos, quanto às desejadas LOs [Licenciamentos Ambientais] do setor mineral.

O QUE FAZER? Para o povo trabalhador e cidadãos do bem, tais e pretensos nomes a [re] ocuparem o centro maior do poder rondoniense precisam passar pela ‘peneira’ da Justiça e da Lei da Ficha Limpa. A maioria tem pendências a ajustar com o erário. Um deles, Cassol, está à beira do assento da frente do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal [STF]. Outros, de menor rosário criminal, esperam a vez de fazê-lo.

ROCHA É DE ROCHA - Outra vez, à sua maneira, o ‘Botinudo Cassol’, como é taxado por petistas e comunistas, respectivamente, rompido com o já considerado milionário Expedito Júnior [dizem que chegou a faturar até R$ 59 milhões anuais com contratos do Governo], agora pode ressurgir das cinzas. Mas reticente, Cassol tenta emplacar o deputado Carlos Magno, na iminência de ser alcançado pelas garras do Supremo de Joaquim Barbosa.

Diante do lançamento de novos nomes, tanto o ex-inquilino do Palácio rondoniense, quanto o opositor Confúcio fizeram campanha prometendo fazer justiça social, compartilhar o Governo com os pobres, com os barnabés [servidores do SINTERO], acelerar o crescimento, zerar a dívida interna e construírem a partir do Centro Político-Administrativo [CPA], uma Nova Rondônia.

Esse milagre ainda foi realizado por ninguém.

COMO SISIFO - De novo na política, para uma corrida que já começou ao Palácio Presidente Vargas, entre os demais potenciais pré-candidatos, apenas Marinha Raupp e Expedito Júnior - este último, para cassolistas, antes empobrecido – ainda não revelaram se podem manter o ‘legado’ de Confúcio, e ao mesmo adaptar as suas políticas para os desafios que a Rondônia enfrenta em problemas sociais, econômico, de corrupção e de violência.

Xico Nery é Produtor Executivo de Rádio, Jornal, TV, Repórter Fotográfico e CONTATO de Agências de Notícias nas Amazônias, Países Andinos e Bolivarianos. 

Fonte: Xico Nery

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