SEM CALÇAMENTO, REDE DE ESGOTO E ÁGUA, MORADORES DA ZONA SUL PEDEM SOCORRO - News Rondônia A ligação da Geraldo Siqueira á estrada dos Japoneses, caso fosse concretizada, segundo os moradores, ‘iria desafogar o trânsito na região’. Eles disseram que os estudos teriam sido feitos pela Secretaria de Planejamento e SEMTRAN.

Porto Velho,

Quinta-Feira , 07 de Julho de 2016 - 17:26 - Colaboradores


 


SEM CALÇAMENTO, REDE DE ESGOTO E ÁGUA, MORADORES DA ZONA SUL PEDEM SOCORRO

A ligação da Geraldo Siqueira á estrada dos Japoneses, caso fosse concretizada, segundo os moradores, ‘iria desafogar o trânsito na região’. Eles disseram que os estudos teriam sido feitos pela Secretaria de Planejamento e SEMTRAN.

ImprimirImprimir página

Porto Velho, Rondônia – “Não há o que discutir, quando o assunto é infra-estrutura a realidade de nossos bairros é preocupante’, afirmou o presidente da Associação de Moradores e Amigos do Bairro Castanheiras [ASMAC], Francisco Liberato, 47, para quem em diferentes regiões da Zona Sul da Capital ‘as famílias reclamam da falta de serviços essenciais, como o saneamento básico’.

Esta semana, ele guiou este site por diversas ruas e avenidas e relatou o que considera ‘um grande descaso o abandono em que se encontram os moradores’. Segundo ele, ‘a situação se repete ao menos duas décadas e a única saída é denunciar os problemas através da mídia’, além de esperarem que a Prefeitura os solucione.

De acordo com a ASMAC, ‘a realidade, por exemplo, do bairro Castanheiras, é a mesma de muitos outros é lamentável e humilhante’. Segundo uma rápida peregrinação, este site constatou que ‘há esgotos a céu aberto, grandes crateras lunares entre ruas e avenidas’, além da situação de quase morte do igarapé Bate Estaca.

Dos bairros da Zona Sul que mais sofrem com a falta de saneamento, é o Castanheiras. A Prefeitura deixou de lado a ligação do final da Rua Siqueira à antiga Estrada dos Japoneses [atual 13 de Setembro] e vem investindo até mesmo em áreas de invasão, em vez de dar seqüência aos projetos de urbanização prometidos pelo prefeito e pelo secretário de Obras, Mauro e Gilson Nazif.

A ligação da Geraldo Siqueira á estrada dos Japoneses, caso fosse concretizada, segundo os moradores, ‘iria desafogar o trânsito na região’. Eles disseram que os estudos teriam sido feitos pela Secretaria de Planejamento e SEMTRAN.  Com isso, os problemas seriam solucionados em dois tempos, inclusive sem muito investimento por se tratar de uma área de apenas 300 metros para ser abertos.

Também estão precárias as ruas Lucilo, Joaquim da Rocha [interditadas], Bom Jesus, Nova Esperança além da Francisco Costa que se liga à Centro Oeste, esta bastante movimentada devido o fluxo de veículos leves, ônibus e caminhões. Nessas vias, como Rua B-1 e Ivan Marrocos, os problemas são antigos, diferentemente da Cidade Nova que vem recebendo pavimentação asfáltica com o tom de um embelezamento invejável.

Um dos problemas mais críticos e sem infra-estrutura ainda não resolvida pela Prefeitura é o caso das famílias que moram nas áreas de riscos que seriam remanejadas desde 2015 para casas do projeto ‘Minha Casa Minha Vida’ do governo federal. Há dois anos, a secretaria do Meio Ambiente interditou a área e não deu respostas alguma às famílias.

De acordo com o presidente da ASMAC, ‘só há em nosso bairro duas ruas asfaltadas do tempo do ex-prefeito Roberto Sobrinho’. Segundo ele, na área congelada pelo Meio Ambiente [SEMA], de 51 construções foram paralisadas com a promessa de transferência das famílias para casas populares, o que pode não acontecer até o final das eleições deste ano.

Tanto Francisco Liberato, o Professor Ernanes Pinheiro, bem como e um dos pioneiros ainda vivo, José Domingos Sobrinho, 86 anos, acreditam que ‘falta vontade política dos governantes para, ao menos amenizar parte dos nossos problemas’. E sugerem como solução, ‘sejam realizadas cobranças junto ao Ministério Público para forçar o Prefeito e o governador garantirem melhorias às comunidades da Zona Sul.

Além da pavimentação dos bairros, a população do Castanheiras ao Caladinho, ainda sofre com a falta de águia potável e sobrevivem com a coleta de água de poços semi-artesianos que, à cada verão amazônico, deixa as famílias sem água até mesmo para escovar os dentes e tomar banho.

Xico Nery – Direto ao Ponto.  

NOTICIAS RELACIONADAS

Fonte: XICO NERY

Comentários do Facebook

Veja Também

Publicidade

  • Http://www.Auto-doc.pt