SEDAM NÃO TIRA RONDÔNIA DA LISTA SUJA DO DESMATAMENTO - News Rondônia Nos arredores de Costa Marques e Nova Mamoré, afora Guajará-Mirim, é visível que há anos vem acontecendo nas barbas das autoridades, afirmam ativistas agrários e eco-extrativistas com ativistas independentes em várias Reservas e Unidade de Conservação [UC’s].

Porto Velho,

Quarta-Feira , 05 de Junho de 2013 - 07:13 - Colaboradores


 

SEDAM NÃO TIRA RONDÔNIA DA LISTA SUJA DO DESMATAMENTO

Nos arredores de Costa Marques e Nova Mamoré, afora Guajará-Mirim, é visível que há anos vem acontecendo nas barbas das autoridades, afirmam ativistas agrários e eco-extrativistas com ativistas independentes em várias Reservas e Unidade de Conservação [UC’s].

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Guajará-Mirim, Amazônia Brasileira – Apesar de décadas de luta, as queimadas e desmatamentos revelam a partir desta parte do Meio Oeste brasileiro a ‘fragilidade’ da política ambiental e de conservação praticada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental [SEDAM] e dos órgãos federais acreditados na região.

Para ambientalistas ouvidos por este site de notícias, ‘é patético negar o que é de praxe nesta estação do ano, o que já se tornou uma verdadeira prática cultural de se acelerar o desmatamentos, as queimadas de pastagens e do que sobra das florestas antes protegidas por leis mais rígidas’.

Nos arredores de Costa Marques e Nova Mamoré, afora Guajará-Mirim, é visível que há anos vem acontecendo nas barbas das autoridades, afirmam ativistas agrários e eco-extrativistas com ativistas independentes em várias Reservas e Unidade de Conservação [UC’s].

De Costa Marques chega à notícia de que ‘o roubo de madeiras tornou-se uma prática comum entre parte das populações tradicionais e dono de madeireiras de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

Neste Governo, o plano do deputado Lebrão – com domicílio em São Francisco do Guaporé – de abrir uma estrada interligando Costa Marques a Guajará-Mirim ganha força dentro das comunidades de extrativistas ligados às associações e cooperativas.

A motivação, segundo estudos, ‘é o estado de quase miséria absoluta das famílias nativas, atualmente, impedidas de negociarem manejos comunitários ou mesmo pela ausência do Estado nas RESEX em não arbitrar punibilidade aos invasores das reservas – toreiros e madeireiros do eixo Cacoal, Ji-Paraná e do Cone Sul de Rondônia.

Com o avanço do agronegócio pelos grotões dos campos e cerrados do Sul e do Norte do Estado, abriu-se todas as porteiras dos órgãos de fiscalização e de controle fiscal. No Vale do Guaporé, caso o deputado Lebrão leve adiante o projeto de abertura da estrada até Guajará-Mirim, ‘os desmatamentos indiscriminados e as queimadas de pastagens, podem não cessar.

Além de botar em risco a biodiversidade, atesta um anônimo ex-ocupante da Secretaria do Desenvolvimento Ambiental no primeiro governo do então governador Valdir Raupp [PMDB-Rolim de Moura]. Segundo ele, ‘também é patético negar o marasmo dos Governos [Estadual, Municipal e Federal] em coibir de vez as ações criminosas e nefastas dos inimigos das florestas’.

TOQUE DE MIDAS - Desde que Confúcio Aires Moura recebeu a maior votação proporcional no Estado [eleições de 2010], em Guajará-Mirim, tudo o que diz nos bastidores e na mídia da Capital Porto Velho alcança grande repercussão nesta cidade e em Nova Mamoré. É como se desse um toque de Midas no que di e no que faz o seu Governo para os povos mais pobres do Estado.

Em audiência com o deputado Federal Padre TON [PT], os estaduais Ribamar Araújo [PT], Epifânia Barbosa [PT], Cláudio Carvalho [PT], o presidente da Cooperativa dos Garimpeiros, Mineração e Agro-florestal [MINACOOP] e representantes das Escolas Família [EFA-RO], na Procuradoria Geral do Estado [PGE], nesta segunda-feira [3], não fez cerimônia em demonstrar sua frustração palaciana ‘por ter as orelhas puxadas por Brasília por conta dos desmatamentos e queimadas’.

Ele disse que, ‘Rondônia continua nos primeiros lugares no ranking das queimadas e desmatamentos’. O governador se queixou do desgaste, a nível nacional e internacional, que sofre o Governo por ainda não ter conseguido coibir os desmatamentos e as queimadas indiscriminadas’. A função é da SEDAM e órgãos variáveis, do tipo IBAMA, ICM-Bio e dos Batalhões Ambientais.

TRISTE HISTÓRICO - Com políticas de controle ambiental e mineral, respectivamente, consideradas ‘fragilizadas’, o estado de Rondônia voltou a liderar o ranking de mais devastado e poluidor da atmosfera’. E da lista suja do desmatamento por causa da fumaça que voltou a cobrir os céus rondonienses.

De acordo com alguns setores da mídia regional independente, ‘tudo isso ocorre porque falta infra-estrutura à Coordenadoria Ambiental e de Fiscalização da SEDAM’. Esses órgãos, alegam fontes locais, ‘faltam educadores e técnicos qualificados à função, sobretudo para atuarem em crime ambientais, roubo de madeiras das reservas e nos entorno das RESEX’.

O que disse o governador na PGE só confirma os dados emitidos pelo Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real [DETER], do Ministério do Meio Ambiente [MMA], os municípios de Rondônia não indicam reduções significativas e nenhum deles incluídos na Lista de Municípios de Prioritários de Rondônia de 2012, como Machadinho do Oeste [domicílio do Adjunto da SEDAM, Francisco Sales], Pimenta Bueno, Porto Velho e Nova Mamoré.

Fonte: Xico Nery-News Rondônia

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