Quarta-Feira, 11 de Outubro de 2017 - 17:44 (Saude)

L
LIVRE

PRIMEIRA CONFERÊNCIA ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEFINE PAUTA CENTRAL QUE VAI LEVAR PARA O DEBATE NACIONAL

Com a palestra “Vigilância em Saúde: Direito, Conquistas e Defesa de um SUS Público e de Qualidade”, o secretário estadual de Saúde, Williames Pimentel, fez um balanço positivo dos indicadores positivos obtidos pelo governo nos últimos oito anos.


Imprimir página

Com o objetivo de debater junto aos municípios a melhoria da atenção básica – porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) -, o enfrentamento de endemias, analisar os números positivos de média e alta complexidade, o avanço do setor nos últimos anos, e definir propostas que o Estado levará para a conferência nacional, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) encerra nesta quarta-feira (11), em Porto Velho, a 1ª Conferência Estadual de Vigilância em Saúde.

Na pauta, a eleição dos delegados que irão defender as propostas de Rondônia na Conferência Nacional de Vigilância em Saúde e uma auto-avaliação dos resultados positivos, bem como indicadores que ainda estão distantes das metas do Ministério da Saúde (MS) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Com a palestra “Vigilância em Saúde: Direito, Conquistas e Defesa de um SUS Público e de Qualidade”, o secretário estadual de Saúde, Williames Pimentel, fez um balanço positivo dos indicadores positivos obtidos pelo governo nos últimos oito anos.

Ele citou como exemplo  que o número de leitos hospitalares em Rondônia cresceu 66,30% no período entre 2010 e 2016. Os dados estão no Relatório de Gestão – publicado anualmente pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) -, uma espécie de anuário com todos serviços realizados, atendimentos e investimentos feito governo de Rondônia no setor, informa o secretário.

Em 2010 o Estado dispunha de 969 leitos – diretos, onde o Estado é dono -, e 25 contratualizados – quando o governo compra o serviço com base na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2016, a oferta é de 1.653 leitos no programa de Atenção Hospitalar. Somam-se à rede mais 250 leitos contratualizados, um número quase dez maior do que em 2010, quando o governo implantou os programas de gestão e descentralização do atendimento, um salto de qualidade histórico.

Desse total, 262 leitos são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Com a oferta em UTI, o Estado supera o teto estimado pelo  Ministério da Saúde (MS) que prevê os leitos de UTI seja de um percentual de 10% da população. Considerando que, segundo IBGE, Rondônia tem 1.588.891 habitantes, a Sesau oferta hoje mais de 50 leitos acima do teto do Ministério da Saúde.

Segundo Pimentel, todos os números positivos são reflexos da melhoria da atenção em vigilância em saúde promovida pelo governo de Rondônia, em parceria com as prefeituras, numa visão ampla, macro que tem como objetivo a manutenção da qualidade do atendimento e a ampliação da oferta à população.

MALÁRIA

Vilã nos anos 1980, a malária – que Rondônia detinha 50% dos todos os casos nacionais – foi apontada como avanço exemplo de resultado positivo em vigilância em saúde. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde (MS) confirmam que Rondônia reduziu, em apenas uma década – 2006 a 2016 – o número de casos de malária em 92,8%.

Para Pimentel, o governo trabalha para reduzir os indicadores negativos na mesma estratégia utilizada com a malária; mapear o território e agir no foco da incidência de doenças evitáveis e endêmicas.

Fonte: 010 - SECOM/GOV-RO

Noticias relacionadas

Banner Ale

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias