Quarta-Feira, 20 de Setembro de 2017 - 11:08 (Cultura)

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PREFEITO HILDON CHAVES QUER PRIVATIZAR GESTÃO DO MERCADO CULTURAL E DE OUTROS ESPAÇOS JÁ TOMBADOS

Por sua vez, a Fundação Cultural (FUNCULTURAL), lançou na terça-feira (19) uma prévia do que será o ‘chamamento público’ para convocar empresas interessadas em reformar e restaurar as áreas e espaços, atualmente, ocupados por escritórios e pessoas fora das atividades artísticas e culturais.


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Porto Velho, Rondônia – Sem consulta popular, através de audiências públicas, a Prefeitura quer privatizar a gestão (?) do Mercado Cultural, também conhecido como ‘Centro Cultural MANELÃO’, nos arredores de sítios já tombados desta Capital.

Por sua vez, a Fundação Cultural (FUNCULTURAL), lançou na terça-feira (19) uma prévia do que será o ‘chamamento público’ para convocar empresas interessadas em reformar e restaurar as áreas e espaços, atualmente, ocupados por escritórios e pessoas fora das atividades artísticas e culturais.

Em entrevista, Antônio Ocampo – que é Museólogo – disse que, ‘um edital será publicado, em breve, mas adiantou, contudo, que o regimento disciplinando as novas regras da gestão ainda encontra-se em fase de elaboração’.

De outro modo, o projeto do prefeito Hildon Chaves, nãosó em elação ao Mercado Cultural, segundo relatos de parte de servidores da SEMDSTUR (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Econômico e Turismo), ‘é privatizar os espaços ociosos em de bens tombados, inclusive’.

Além de entregar o Mercado Cultural à iniciativa privada para gerir o local através de um polêmico modelo de concessão, ainda sem a realização de audiências públicas, a Prefeitura, por meio da Fundação Cultural, segundo grupos de fazedores de cultura, ‘quer, agora, decidir o que podemos ver e ter em cultura nativa e suas reflexões no âmbito nacional’, criticaram.

Em linhas gerais, pesquisa deste site de noticias atesta, no entanto, que, para quem visita a Porto Velho Antiga, praticamente, não tem nada ou quase nada em termos de obtenção de informações turísticas produzidas no âmbito da Prefeitura.

Fora do calendário municipal de visitação ao Complexo da Estrada Madeira Mamoré (EFMM), mercados Central, do Quilômetro 1, Mercado do Peixe, do Quilômetro 1, Terminal Hidroviário – ainda sem qualquer previsão de retorno às suas atividades -, também fora do projeto de revitalização da Prefeitura praças históricas e outros logradouros de importância .

Na cidade é visível a falta de cuidados por parte da Prefeitura, na atual gestão, com avenidas e ruas que levam o nome de figuras ilustres da história local, regional e da Amazônia Ocidental brasileira. As ruas D. Pedro II, Floriano Peixoto, Barão do Rio Branco, José do Patrocínio, Henrique Dias, Prudente de Morais, seguidas das avenidas Sete de Setembro, Rogério Weber, Farcquar, Alexandre Guimarães e outras, ‘a iluminação e higienização é quase zero no período noturno.

Por causa dessa situação, o turista e visitante, já a partir das 17h45 – durante uma paradinha para apreciar o Pôr-do-Sol -, ‘não tem grandes opções de ir mais além rumo aos demais pontos turísticos da cidade. Além da questão da iluminação – que ainda não é pelo sistema LED -, enfrenta, fatalmente, nas vias centrais, dificuldade de mobilidade e segurança.

Fonte: NewsRondônia

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