PREFEITO DE PARINTINS SURPREENDE ‘ESQUERDITE’ DA UEA E DESMONTA PALANQUE DISFARÇADO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA – POR DANIEL MARTINS - News Rondônia Como são devotos os partidos do Mensalão e do Petrolão, logo entrou outro palestrante tentando criar um para esse problema parintinense que se arrasta desde 1999, chamando-o de lixoduto. Essa, nem a claque premiada por não ter que ficar em sala de aula aplaudiu.

Porto Velho,

Segunda-Feira , 23 de Novembro de 2015 - 11:52 - Colaboradores


 


PREFEITO DE PARINTINS SURPREENDE ‘ESQUERDITE’ DA UEA E DESMONTA PALANQUE DISFARÇADO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA – POR DANIEL MARTINS

Como são devotos os partidos do Mensalão e do Petrolão, logo entrou outro palestrante tentando criar um para esse problema parintinense que se arrasta desde 1999, chamando-o de lixoduto. Essa, nem a claque premiada por não ter que ficar em sala de aula aplaudiu.

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A UEA-PIN requereu e a Câmara de Vereadores autorizou a realização de uma Audiência Pública no campus, na última quinta-feira, 18/11, para tratar do lixão que incendiou na semana passada, e do futuro aterro. Como os circos que os comunistas de Lênin produzem há um século em todo o mundo ocidental, esse não fugiu à regra. Agradou organizadores e a sua claque, mas nada acrescentou ao que se propunha: resolver o problema do lixo, do lixão, e a definição do aterro para a comunidade parintinense.

O cenário foi preparado com esmero desde o dia anterior quando varreram todo o campus – fato raro – e teve bom público garantido pelos alunos (aulas pra quê?... nunca fizeram greve!). De modo geral os inscritos atacavam a gestão municipal, e tudo esteve dentro do roteiro até os minutos finais do segundo tempo.

A recepção era feita por uma tradicional faixa crítica colocada em frente à mesa, carregando na mentira de que “o lixão estava matando as pessoas”. Ao roteiro planejado para professores e politiqueiros de uma tecla só, como manda a escola grammycista, tudo estava fadado ao sucesso. O show seria impecável.

Como em todo evento de faculdades brasileiras, cada frase-slogan dita pelos falantes recebia palmas e gritos e quem disse algo fora disso foi vaiado, essa é a democracia deles. Alguns alunos mais dramáticos, ou que talvez estivessem precisando de mais pontos junto aos professores, seguravam máscaras de proteção nas mãos diante do iminente fim do mundo que a fumaça do lixão causaria aos 90 mil habitantes da ilha.

O primeiro a falar começou conquistando os poucos moradores presentes, expondo sua “grande preocupação” com os pobres... nesse caso com os que moram nos bairros vizinhos do lixão. Faltou apenas a defesa da implantação imediata da ´bolsa fumaça`, talvez porque, garantiu ele, ali se fazia política com P maiúsculo, ou seja, a sua faculdade é um partido político, ou seus professores tem partido, quando deveriam ter cultura, civismo e vocação.

O segundo a falar deve ter encontrado uma raiz quadrada que nenhum professor conseguiu encontrar sequer nas plantas da UEA, por afirmar solenemente o que nem analfabeto afirmaria: que para cada real gasto com a solução do lixão, se economizaria 4 na saúde. Agradecer a Deus pela audição é justo, mas ouvir isso numa faculdade é exigir muito da paciência de quem não se deixou contaminar pela ´esquerdite´ mundial.

O próximo tribuno não quis perder a competição dos “engodos de Itu”, ou script de exageros, que o ensaiado jogral apresentaria no decorrer do evento. Questionou ele, com ares de dramaturgia shakesperiana, “quem paga aos pobres catadores que recolhem 10 toneladas por mês de produtos recicláveis”? Ninguém respondeu que os catadores vendem isso no mercado e sobrevivem normalmente, como em todo país de terceiro mundo, e particularmente nos que a esquerda quebrou, como o Brasil, Espanha, Venezuela, Argentina e Grécia.

Com o típico espírito lulista de aumentar a dor dos que os comuno-capitalistas ajudam dando piabas e não varas, o nobre professor quase chorou pelos que carregam 200 kg de papel e recicláveis num triciclo por dia, sem se lembrar que muito mais que isso qualquer tricicleiro carrega de casais turistas, ou pequenas mudanças também todo dia, sem a regularidade do produto e da renda que os catadores têm. Dramatizar é o que lhes importam, às favas a verdade!

Como são devotos os partidos do Mensalão e do Petrolão, logo entrou outro palestrante tentando criar um para esse problema parintinense que se arrasta desde 1999, chamando-o de lixoduto. Essa, nem a claque premiada por não ter que ficar em sala de aula aplaudiu.

O seguinte chegou mais bravo, tipo Stédile, e anunciou claramente que poderão invadir prédios se o problema não for resolvidos. Mas lugar de lixo não é na lixeira?

Mas o próximo foi mais utópico ainda. Quer que a prefeitura ensine a população a lavar as embalagens de leite para que não atraiam vetores (baratas, moscas) para o lixão (sic).

No roteiro não faltou um aluno bombeiro para choramingar que não tem veículos adequados. Tratam dos problemas como se fossem particularidades exclusivas de PIN. Esquecem que o Brasil é 3º mundo e PIN sofre mais por ser parte do grupo G100 – municípios de baixa renda per capta e alta vulnerabilidade social.

Seu sucessor no microfone determinou que a lixeira tem de ser retirada daqui... Levou os independentes a pensar que ele deve estudar direito e já tem certeza que será juiz e terá tal poder. Ademais, não sabe que para ser feito tudo depende de dinheiro, não apenas de necessidade, direito ou conquista.

Na sequência a presidente do Paschoal Allágio confessou algo inusitado. Por causa da fumaça precisou de remédios, mas não encontrou no posto de saúde, mas a faculdade os comprou para ela. Cabe a pergunta se isso é burocraticamente legal ou mais serviço para o MPE?

Depois de tanta baboseira e estrelismo juvenil apesar da idade grisalha da maioria, o diretor da UEA entrou no jogo e disse que “tinha de trazer o prefeito na UEA”, como se esta não fosse apenas uma entidade propositora, e no regime democrático todos podem propor, mas intimar um prefeito só a justiça pode fazê-lo. Mesmo assim o diretor deu sorte, pois no meio da fala dos vereadores o prefeito “o atendeu”, e chegou.

Susto geral, silêncio seguidos de palmas e vaias se misturaram no salão. O vereador que falava e já criticava, Vanildes, correu da raia e passou o microfone para o prefeito Carlos Alexandre. Este, parecendo estar no quintal da sua casa, começou humilhando os radicais, chamando de bandidos os que se reúnem para tratar de problemas mas insuflam a população da Vila Amazônia para inviabilizar o aterro.

De concreto o prefeito defendeu seu projeto de 169 milhões que visa encerrar o lixão e construir um aterro sanitário na Vila Amazônia. E aos que quiserem somar de verdade por esse projeto ele disse que paga “as passagens de todos que quiserem ir a Brasília lutar pelos recursos que o município não tem”.

Após sua fala o vereador Cabo Ernesto cravou uma pérola que professor promotor do evento encampou como verdade na sua fala final. Segundo ambos agora o aterro vai sair porque “ali estavam os 3 poderes que governam o mundo: a classe política, o poder econômico (que na verdade não teve ali nenhum representante), e o poder do conhecimento, representado pela Universidade. É nisso que dá fazer palestras sacadas do Google, sem o devido conhecimento. Os 3 poderes institucionais são na verdade, o executivo, o legislativo e o judiciário. Popularmente a imprensa é considerada o 4º. Poder, e o que de fato manda no mundo – o poder econômico – não se fez presente – mas como mostramos a seguir, é quem vai decidir e resolver esta parada.

Finalmente, das 4 longas horas do evento, afora o prejuízo dos alunos pois é um assunto técnico e político que não depende de platéia e muito menos de leigos para ser levado a bom termo, mais uma vez se expõe o negativo de que no Brasil nossas universidades não têm o peso de países do primeiro mundo. Aqui, mesmo com a certeza de que todo país que segue o comunismo vai à lona quando o implanta, elas são politicamente esquerdistas, vivendo e pregando a crença de que o Estado é o paizão que tudo tem de dar, infinitamente. E por pensarem que o erário não tem fundo o PT e sua base vermelha fez assaltaram e quebraram o Brasil atual, e sua cúpula está quase toda presa e aguardando a chegada de mais e nobres companheiros em suas celas.

Mas se isso é uma fase que passa como na china passou, o mal maior dos nossos campus é a falta de pesquisa, ou de recursos para pesquisa, setor que gera fortunas para países empreendedores (não socialistas) como Japão, Coréia do Sul, Singapura, Índia, e até a China que é uma ditadura mas abriu-se ao mercado e à produtividade que o comunismo abomina.

A nossa ´esquerdite´ universitária é crônica, e o show mambembe na UEA mostrou que no interior da Amazônia eles dominam completamente a universidade. Nenhuma voz destoou da cartilha marxista, nem trouxe novidade ou viu o problema por inteiro. Nada novo, pois como sempre tentam fazer de qualquer episódio social negativo fato exclusivo do terreiro onde atuam, quando sobre lixão, esse é um problema para 90% ou 5.300 municípios brasileiros. E a causa é uma só: falta de grana, tutu, recursos...

E por isso o lixão é problema em todo o Amazonas e em Parintins também. Mas pior que essa cegueira ou malícia, é que chegamos à maioridade desse problema (desde 1999) quando PIN não tem recursos nem para o INSS, o Estado reduziu até atendimento de emergência nos hospitais, e a nação essa dinossáurica esquerda quebrou e endividou como sempre fizeram e fazem em todos os países. 

Os organizadores não disseram porque a ideologia os cegam, mas o evento poderia ter um final maior que a chegada surpresa do prefeito Carbrás. Bastaria que apontassem para a única solução real e que vem de outra fonte; aquela que eles odeiam porque exige suor, produtividade, risco, sucesso ou prejuízo; empreendedorismo - não estatização, contabilidade real - não pedaladas, cálculo pragmático - não teoria, nem falácia, engodo ou utopia. Qual seja?...  o velho capitalismo. Esse perene produtor de riquezas por eles sempre excomungado. Coitados.

Por Daniel Martins/ Blog do Daniel

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Fonte: Daniel Martins

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