Segunda-Feira, 13 de Fevereiro de 2017 - 09:57 (Colaboradores)

L
LIVRE

POR UM NOVO POLÍTICO

A incompetência é tão asquerosa quanto a corrupção. Pior ainda que as duas juntas são a fábrica de inúteis chamada burocracia. Raul Seixas apelidou com razão os burocratas de "carimbadores malucos".


Imprimir página

Antigamente, um político era um cara que podia tudo, roubava, mandava matar se fosse preciso... E pronto. E ainda por cima tinha o glamour da "profissão". Era imune, inatingível e as pessoas não tinham acesso ao que ele fazia de ruim...

Agora: avacalhado moralmente, questionado o tempo todo na internet - nem sempre com "informações" verossímeis -, não passa de um servidor público sem poder de mando (tudo é construído coletivamente)  que pouco a pouco perde privilégios e está sob a vigilância dos órgãos de controle e da sociedade. É bom? É! Tem que ser mesmo enquadrado. A questão é que a corrupção é um item. É preciso criar instrumentos para se estabelecer metas, pressa, competência, resultado no serviço público...

A incompetência é tão asquerosa quanto a corrupção. Pior ainda que as duas juntas são a fábrica de inúteis chamada burocracia. Raul Seixas apelidou com razão os burocratas de "carimbadores malucos".

O Brasil precisa de político empreendedor, que compreenda a cultura como "Soft Power", que crie leis extinguindo leis e desburocratizando o Estado, que ouse e faça bem feito... E que acima de tudo tenha um sentido de Nação: que tenha vergonha de demandas como aumentar idade mínima da população para se aposentar (não entrando aqui no mérito da questão) sem antes agir sobre os custos das estruturas dos poderes (dos três) inoperantes e abissais...

Fonte: Júlio Olivar

Noticias relacionadas

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias