Terça-Feira, 06 de Fevereiro de 2018 - 10:42 (Colaboradores)

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POLÍTICA & MURUPI: ANA ADELAIDE - POR LEO LADEIA

Deixamos a moto no vizinho e levei-a ao Ana Adelaide chegando junto com outro acidentado na van do SAMU.


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FRASE DO DIA:

“Não existe campanha política no Brasil sem caixa dois.” – Mônica Moura falando a Moro

1-Agito municipal

Quem trabalha com o prefeito Hildon Chaves na Prefeitura de Porto Velho não reclamado tédio. O vai e vem surgiu quando Fabrício, um dos líderes da transição, ficou poucos dias e vazou da SEMAD. Depois dele Bosco, Porto, Zenildo, Aldo, Beber, Negrão, Fábio, Breno, Juscelino, Fernando, Breno again além do outsider Edgar.

Ao prefeito sobram razões para trocas, nomeações, demissões e querendo, dar explicações. O cargo é dele. A nós sobram as inquirições e na falta, as ilações. Afinal, nós pagamos a conta dos erros e acertos.

2-Ana Adelaide I

A Simone acidentou-se com a moto e alguém solicitou o SAMU. 30 minutos e nada, passa um médico, avalia: “parece não ser nada, mas é preciso radiografar”. Deixamos a moto no vizinho e levei-a ao Ana Adelaide chegando junto com outro acidentado na van do SAMU.

Nova análise e Simone aguarda em função da baixa gravidade. Enquanto o rapaz recebe a primeira atenção Simone faz o raio-X e deixa o posto já medicada quando os médicos já fechavam a sutura do rapaz: da entrada à saída, tempo total de atendimento 55 minutos. 

3-Ana Adelaide II

O Ana Adelaide funciona prioritariamente como um Ambulatório de Emergência Médica e Posto de Saúde Básica. Ocorre que a resolutividade no serviço de emergência confunde o paciente da atenção básica criando expectativa do mesmo atendimento para as consultas médicas mais detalhadas e portanto mais demoradas por absoluta necessidade. O mesmo acontece nas UPAS. É o paradoxo do bom atendimento: quanto maior é aresolutividade, maior é a demanda e daí para a geração de um novo gargalo é uma questão de tempo.

4-Ana Adelaide III

Como reverter o caos nas UPAS, no ANA Adelaide e no João Paulo II? Melhorando a rede de atenção básica dotando os postinhos de saúde de tecnologia, estrutura física, pessoal e metas para atingir a excelência em resolutividade. Multiplicar agentes de saúde e treiná-los para atingirem metas a serem perseguidas em tempo real e mais: campanha educacional sobre o tema reeducando o cliente/paciente e, como não é possível negar o atendimento, no início criar uma rede física para transferência em ambulâncias. É só um pitaco, mas...

5-Cadeira elétrica da Emdur

O prefeito Hildon Chaves não precisou procurar muito por um novo nome para assumir a EMDUR. Estava a seu lado no Conselho Gestor do Programa de Parceria Público-Privada de Porto Velho – CGP/PVH, o técnico Tiago dos Santos Tezarri.

Que o Thiago não se contamine. A Emdur tem um eletroímã para a atividade politica pouco republicana. Que o diga Breno Mendes que saiu da Emdur devidamente eletrocutado.

6-Cala a boca Batista

“Que destruir o quê! Não precisa destruir nada. Ele sabe. Todo mundo sabe. Basta fechar os acessos, basta ir lá onde fica o cemitério deles e para onde são levados os caminhões roubados. Eles sabem de tudo, sabem onde ficam as bocas aqui, sabem onde moram os traficantes. Esse papinho não cola.” Crítica de um morador da favela rebatendo o ministro da Defesa que disse que o Exército não toma o morro para não “destruir“ a comunidade.

leoladeia@hotmail.com
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Fonte: Leo Ladeia/NewsRondônia

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