Sexta-Feira, 26 de Julho de 2013 - 12:32 (Colaboradores)

POLÍCIA FEDERAL ESTÁ ACIMA DE TUDO E PODE MUDAR O RUMO DA RONDÔNIA CORROÍDA PELA CORRUPÇÃO DE POLÍTICOS

As operações que já ocorreram até aqui, sobretudo pela PF, investigaram e prenderam políticos, empresários, narcotraficantes e servidores públicos. Outras estão em curso.


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Porto Velho, Rondônia – Até aos anos 2002 quase nenhum poder [Capital e Governo] foi tão abalado quanto o do narcotráfico e do mundo político rondoniense. Hoje, isso ocorre com regularidade. Enquanto isso, os holofotes em cima da corrupção e sonegação nacional saem dos grandes centros para encarnarem ‘maus feitos do Centro-Oeste, Nordeste e da Amazônia’.

De lá pra cá, vereadores, deputados, senadores, ex-governadores e empresários nativos vem sentindo o peso das polícias Civil e Federal, respectivamente, em diligências e prisões de chefes de cartéis, antes considerados intocáveis.

Em Rondônia, a Polícia Civil também está preparada para dá ‘choques’ em cartéis desta parte da Amazônia.

O suposto ‘pequeno tombo’ na Assembléia Legislativa ‘pode ter até CPI para investigar o governador, secretários e empresários, mas contra deputados pode investigar coisa nenhuma’, atestam fontes deste site após os abalos provocados pela ‘Operação Apocalipse’.

Esses ‘abalos’ fizeram com que o presidente afastado do Poder Legislativo, deputado José Hermínio Coelho [agora PSD e ex-PT] atiçar a mídia paga [a dele], o Judiciário, a Polícia Federal e parte do Ministério Público. Os holofotes se voltaram a ele por momentos e aos presos pela força policial.

As operações que já ocorreram até aqui, sobretudo pela PF, investigaram e prenderam políticos, empresários, narcotraficantes e servidores públicos. Outras estão em curso.

Policiais aposentados, ouvidos em ex-unidades de inteligência em Rondônia, Acre e Amazonas, afirmam que ‘a Apocalipse não é uma farsa, como também a Termópilas’. Todas, eles disseram, ‘podem ter sido engendradas nos pilares da Operação Dominó’ que demoveu organizações criminosas [Orcrims] na ALE, factorings, gráficas, mídia eleitoreira, parte do Judiciário e suspeitas visíveis em agentes ministeriais’.

CORRUPÇÃO CORRÓI RONDÔNIA – Ninguém parece escapar desse tipo câncro incurável. Virou moda investigados, sobretudo governantes e políticos desonestos e corruptos, manobrarem a mídia em busca de satisfações, pelo menos, ‘de cunho mínimo à população’.

- Ledo engano, diz a acadêmica do Serviço Social da FIMCA, Francisca Souza da Silva, 51.

Com a entrada da Polícia Federal em um possível desdobramento da ‘Apocalipse’ para investigar crimes de lavagem de dinheiro, ou mesmo para reativar parte das operações Dominó e 886 [Lei das Licitações], agora, a PF e a Polícia Civil devem desfechar, nos próximos dias uma inédita e monumental ofensiva contra a corrupção, jogatina, narcotráfico, pedofilia, crimes de mando, crimes eleitorais e contratação de fantasmas.

Sobre o Poder Legislativo, Câmaras Municipais, Palácio Presidente Vargas [Governo] e Tancredo Neves [Prefeitura de Porto Velho], os escândalos a que os envolveram no passado e no presente, já resultaram na prisão de dois presidentes [Carlos de Oliveira, O Carlão e Walter Araújo], de Roberto Sobrinho e o envolvimento do piloto do ex-governador Jorge Teixeira perdido para o narcotráfico.

José Hermínio Coelho esperneou. Teve o filho Rivelino [O Guga], solto. Mas não foi demovido a não criar a CPI para investigar e afastar o governador Confúcio Moura do cargo por conta das supostas maracutaias do cunhado Francisco Assis e da irmã, Cláudia Moura, afastados em 2012.

Agora, segundo fontes recrutadas em parte do ninho da ante-sala da Polícia Legislativa, já enfrenta um possível golpe branco de aliados. Muitos deles votaram no presidente afastado, e antes no foragido Walter Araújo. Sem maioria, ‘em salvando o mandato, pode facilitar a unção de Maurão Carvalho à Presidência da Casa e a ocupar uma cadeira isolada em plenário’.

- Sem o pomposo título nobiliário de Presidente, Hermínio pode perder os anéis, mas irá preservar os dedos, ironiza o publicitário e gráfico Henrique Ferraz, em trânsito na Capital acriana e previsão de retorno a Porto Velho.

COMO FUNCIONA A PF – Ao exigir força federal no afã de ‘esfriar’ as pressões da Apocalipse com a ‘invasão’ da ALE-RO em recesso, a prisão do filho e o seu próprio afastamento, Hermínio Coelho pode ter dado um tiro no pé, como já ocorreu com a deputada Ana Maria [A Ana da 8].

Não sabem os deputados investigados que, a PF não usa clarividência, médiuns ou visionários em busca das verdades em crimes praticados contra o erário e a cidades de bens vitimizados por corruptos, estelionatários, fraudadores do Sistema Tributário Nacional. Nem em desfavor de narcotraficantes.

Os federais, como os temidos agentes da ABIN [Agência Brasileira de Inteligência], não são uma farsa que se utilizariam de embustes, não toleram fraudes ou desconhecem engenhocas modernas e/ou programas de computadores usados pelas quadrilhas investigadas no Estado e no país.

Todos da PF – a Polícia de elite do Estado Brasileiro - navegam pela Internet, revelam fontes fidedignas a este site de notícias.

O presidente afastado, por divergências, perdeu um importante aliado que ocupava a Chefia de Gabinete, o economista e jornalista Sílvio Persivo. Durante a vitoriosa gestão dele, ‘o Presidente manteve posturas elogiáveis ante ao público e ao polêmico plenário’, revelam ex-aliados que agora se aproximaram do vice Maurão Carvalho. Porém, segue até hoje três visionários contumazes que integrariam o ‘Jornalismo Horror’ – a temida mídia incendiária.

Sobre, atestam que, com a entrada da Polícia Federal nos meandros da ‘Operação Apocalipse’, o presidente afastado pode sofrer o seu primeiro inédito e monumental revés político-eleitoral a partir de uma possível cassação do mandato conquistado no Partido dos Trabalhadores [PT de Roberto Sobrinho, de Epifânia Barbosa, Cláudio Carvalho e Ribamar Araújo].

Na ex-Capital da República, Rio de Janeiro, só lá existia uma Policia diferenciada e que era responsável pela segurança dos Presidentes e Ministros. Atuava também na segurança daquele Estado. Era a Polícia do Distrito Federal, a PDF.

Em março de 1944, ainda antiga Capital, mudou de nome e passou a ser chamada de DFSP [Departamento Federal da Segurança Pública].

Suas atividades só foram estendidas para todo o País em junho de 1946, mas ainda assim só para investigar alguns casos, em alguns tipos de crimes específicos, como o tráfico de entorpecentes – um dos principais problemas nacionais da época – e crimes contra a fé pública, quando eram de interesse da Fazenda Nacional.

Em 1960, a Capital foi para Brasília, os órgãos públicos federais dos Poderes da República, incluindo o ex-DFSP, também mudaram para lá. E passou a ser o hoje Distrito Federal do País, mas o Estado da Guanabara ficou com a maior parte do efetivo e seus serviços de segurança pública.

Em 31 de dezembro de 1960, o Governo decidiu criar uma Escola de Polícia através do General Osmar Soares Dutra. A idéia era formar policiais e peritos em técnicas policiais avançadas para combater o crime – que crescia rapidamente – e fizessem cursos de aperfeiçoamento e profissionais.

O modelo a que se inspirou o General Dutra, após a reestruturação do DFSP [Departamento Federal de Segurança Pública ] para orientar e treinar os novos alunos da Academia Nacional de Polícia , foram as polícias da Inglaterra, Estados Unidos e Canadá, já a partir de 20 de dezembro de 1961, com 200 selecionados no Rio de Janeiro, Recife, porto Alegre, Salvador, Goiânia e Belo Horizonte.

Em 16 de novembro de 1964, quando o Brasil já estava sob a ditadura militar, através da Lei 4.483, os policiais do DFSP passaram a ter, efetivamente, atuação em todo o Território Nacional, podendo, desde então, atuar em qualquer Estado da Nação.

O nome Polícia Federal só começou a ser usado em 1967, quando mudou de DFSP [Departamento Federal de Segurança Pública] para Departamento de Polícia Federal [DPF], adiantou fontes anônimas deste site.

Dizem as mesmas fontes que a PF atua ainda nas fronteiras do Brasil com outros países para evitar a entrada de bandidos de fora, carros roubados, drogas e armas. São muitas as atribuições da Polícia Federal. 

A PF tem muitas e diferentes atribuições. Além do combate aos grandes traficantes de drogas e a emissão de passaportes, mas, há muito mais do que isso sob os cuidados da Polícia Federal, uma polícia melhor treinada e mais especializada e que tem equipamentos mais modernos e mais eficazes do que as polícias dos Estados.

Partes de suas divisões são: Divisão de Controle de Adoções, Divisão de Produtos Químicos, Divisão de Controle de Segurança Privada e Divisão de Emissão de Passaportes. Além, a PF combate crimes contra o INSS, Desvio de Verbas Públicas, Crimes Financeiros, Dinheiro Falso, Crackers e outros crimes, como combate a armas, drogas e contrabando através de operações especiais – algumas delas no viés com Polícias Estaduais e Rodoviárias.          

 A PF está acima de tudo, assegura a mesma fonte deste site de noticias.

Xico Nery é Produtor Executivo de Rádio, Jornal, TV, Repórter Fotográfico e CONTATO de Agências de Notícias nas Amazônias, Países Andinos e Bolivarianos.

Fonte: Xico Nery-NewsRondonia

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