Segunda-Feira, 08 de Junho de 2015 - 20:26 (Colaboradores)

PARA CONTER O TERROR DA BANDIDAGEM, A SAÍDA É BOTAR UMA POLÍCIA INTELIGENTE NAS RUAS

Para definir a ausência do Estado, ‘a bola da vez é a questão da falta de segurança nas escolas, depois que a rede estadual ficou à mercê de gangues juvenis e adultas que atual, principalmente, na Zona Leste da Capital, afirmou um celebrado magistrado da Vara de Execuções estadual’ que optou pelo anonimato.


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Porto Velho/RONDÔNIA – ‘O Estado rondoniense tem se demonstrado incompetente na administração dos crimes que chegam ao conhecimento geral’, essa é a informação mais peculiar que se tem em cima de análises feitas pelo mundo acadêmico ante a escalada da violência, sobretudo a infanto-juvenil.

Para definir a ausência do Estado, ‘a bola da vez é a questão da falta de segurança nas escolas, depois que a rede estadual ficou à mercê de gangues juvenis e adultas,principalmente, na Zona Leste da Capital, afirmou um celebrado magistrado da Vara de Execuções’ que optou pelo anonimato.

Segundo ele, ‘os cidadãos não devem amaciar o poder público em suas indignações’, porque a manutenção dos poderes emana da sociedade contribuinte. A violência se concentra nas falhas e os cidadãos devem apontá-las, mas ainda continuam falar por trás, ‘às costas do Estado dominante’.

Já a acadêmica do Serviço Social, Francisca Souza da Silva, ‘as rondas ostensivas que tanto sucesso garantiu às polícias na gestão do ex-Secretário de Segurança, Walderedo Paiva na jurisdição do ex-delegado Sérgio William, agora, limitam-se ao Palácio Presidente Vargas, por falta absoluta de vontade para atacar a violência de frente’.

De acordo com ativistas, em comentários tímidos à parte da mídia local, ‘o governador não reage contra o crime organizado, nem contra o avanço da violência infanto-juvenil’. Segundo falou, ‘não basta apreender menores infratores ou prender adultos e confiná-los em calabouços disfarçados de centros de ressocialização.

Na Capital, ao menos não se deve usar meias palavras para definir que o Estado, em não se atualizando, ‘o poder público esta acometido de políticas de controle social defasada’. Polícia e Governo estão baratinados e perdidos, não melhoram suas ações nem atuações no cenário regional.

Na opinião geral, ‘na escala infanto-juvenil, são os menores encorpados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente [ECA], além da proteção constitucional maior, que dariam inicio aos motins, nos centros de correições, muitas vezes em sincronia com as gangues dos presídios’, atestam ativistas mais à direita das instituições oficiais.

Em setores conservadores da política de segurança federal, ouve-se que ‘as gangues só existem devido o Estado botar nas ruas uma Polícia fraca, sem pessoal atualizado, máquinas e equipamentos [armamentos e munições] modernos. Enquanto isso, ‘os palhaços – no zargão do crime organizado – continuarão serem brutalmente assassinados, afirmam parte de agentes aposentados do sistema policial sediados na fronteira.

E citam como ‘prova’ da sensação de insegurança vivida pelas pessoas, ‘o jogo de empurra entre as polícias’. Segundo as citações, ‘o disque 190, no caso anti-drogas, transfere os casos para o 197, da Narcóticos’ [DENARC]. Desta, uma voz masculina, indaga sobre a linha que os anônimos devem adotar, a fim de que, no entender de analistas, ‘quem deve prender os bandidos’.

UM POUCO DE HISTÓRIA – Fosse nos anos 80, a proliferação da violência em todas as suas formas, segundo alguns cidadãos vitimizados em crimes de autoria de bandidos adolescentes, ‘a segurança precisa de homens fortes, como no tempo do delegado Manuel Munhoz’.

Ouvidos, parte de cidadões que admitiram,  que, na época de Walderedo Paiva [O Mão de Onça] e do delegado Munhoz, ‘a SESDEC para conter o terror da bandidagem deve retomar as blitzes e as revistas em ambientes mapeados’. Na seqüência, aconteceriam os monitoramentos e as prisões em série. No rescaldo, ‘o confronto direto seria inevitável’.

Fonte: NewsRondônia

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