Quarta-Feira, 20 de Setembro de 2017 - 15:44 (Colaboradores)

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PANORAMA POLÍTICO: GASTOS PARLAMENTARES - POR HENRIQUE FERRAZ

Os gastos da nossa bancada federal com a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar no mês de agosto ficou em R$ 231.480,88.


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Reforma Política: Sem consenso na Câmara Federal, A reforma política não andou, ou seja quase nada de novo para as próximas eleições. Distritão ou voto distrital misto já era.

O que será aprovado com certeza será o Fundo de Campanha que abastecerá os cofres dos partidos com uma enxurrada de dinheiro para financiar suas campanhas disso eu não tenho dúvida nenhuma.

Temer: Michel Temer está nas mãos dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, sua defesa tenta fazer com a última denúncia feita por Rodrigo Janot volte para as mãos da nova procuradora Raquel Dodge.

Na minha opinião, se for recusado o pedido e a denúncia for para a Câmara desta vez será difícil reverter o quadro. Na minha opinião o atual mandatário do Brasil deveria estar na cadeia. Mas essa é a minha opinião...

Gastos Parlamentares: Os gastos da nossa bancada federal com a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar no mês de agosto ficou em R$ 231.480,88.

A campeã de gastos foi a deputada Mariana Carvalho (PSDB) que gastou R$ 50.802,92, em 2º lugar ficou o deputado Lucio Mosquini (PMDB) R$ 41.590,72, em 3º lugar Nilton Capixaba (PTB) R$ 30.141,08, em 4º Lindomar Garçom (PRB) R$ 29.765,95, em 5º lugar o deputado Luiz Cláudio (PR) R$ 29.645,14, em 6º lugar o deputado Marcos Rogério (PDT) R$ 22.518,64 em 7º deputado Expedito Neto (PSD) R$ 19.677,00, em 8º a deputada Marinha Raupp (PMDB) R$ 7.339,43. Por incrível que pareça o deputado federal que menos gastou nesta rubrica foi o deputado Tiririca que gastou somente R$ 2.465,60. 

A tucana Mariana Carvalho, vai com sede ao pote, só com a despesa de divulgação da atividade parlamentar a deputada gastou em agosto nada mais nada menos do que 45 mil reais.

Sindicato dos Bancários fazem manifestação em frente a Caixa Econômica: Lançaram até uma cartilha destacando as verdades e mentiras sobre os Bancos Públicos, até aí tudo bem, eles tem o dever de defender os seus interesses.

Ou seja, a eles não interessa a privatização, pois com ela, perdem sua estabilidade e terão que trabalhar com metas e cobranças diárias feitas pelos bancos privados. Ou seja na iniciativa privada o que vale é a meritocracia, já nos bancos públicos o que manda é a burocracia, o atendimento insatisfatório aos correntistas. Privatização já. 

Fonte: NewsRondônia

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