Segunda-Feira, 04 de Dezembro de 2017 - 10:25 (Saude)

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PACIENTES DE UPAS, UBS E CLÍNICAS MÉDICAS MUNICIPAIS EXIGEM HUMANIZAÇÃO DA REDE DE SAÚDE

Geralmente, a demora registrada entre a recepção e a triagem, em alguns casos emergenciais cujo atendimento pelo médico é demorado, ‘é motivo até de revolta, com graves conseqüências ao paciente’, se queixam familiares.


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Porto Velho, Rondônia – A secretaria Municipal de Saúde pode fechar o ano sem resolver os principais problemas enfrentados pelas Policlínicas e Unidades de Pronto Atendimento (UPA) na periferia Leste Sul e Centro-Norte da Capital.

Foi o que apurou, neste final de semana, a Reportagem deste site em cima das ocorrências em parte dos plantões, como a falta de remédios e outros materiais básicos bancados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A grita é geral entre pacientes e familiares inconformados com o tipo de atendimento recebido. Nos casos de prescrição, quando o remédio falta na farmácia, sobretudo nas UPAs, depois da sua extinção pelo Governo Temer.

Os pacientes entrevistados até pouparam, em parte o prefeito Hildon Chaves. Mas, exigem que implante uma força tarefa da saúde; não só igual - ou melhor - ao modelo que executa com o ‘Plantão Corujão’ na Unidade Básica de Saúde (UBS), Mauricio Bustani, usada como reforço da emergência da UPA Leste e à Policlínica Ana Adelaide.

A falta de um sistema de atendimento preciso aos usuários do SUS que buscam nas UBS e UPAS a humanização do sistema municipal, os pedidos focam mais nas desmandas afetas ao primeiro atendimento.

Geralmente, a demora registrada entre a recepção e a triagem, em alguns casos emergenciais cujo atendimento pelo médico é demorado, ‘é motivo até de revolta, com graves conseqüências ao paciente’, se queixam familiares.

Na parte maior das demandas atinentes à rede municipal de saúde, o apelo mais forte foi registrado pelos pacientes e acompanhantes. Eles exigem que a Prefeitura atualize o estoque de remédios e contrate mais médicos; ‘que não só o prefeito espere pelo Ministério da Saúde’.

A quase extinção do Centro de Especialidades Médicas (CEM) anunciada pelo prefeito e negada pelo secretário Orlando Ramires, também chegou a ser abordada pelos usuários do SUS à porta de duas Unidades Básica de Saúde (UBS) e duas UPAs (Leste e Sul).

Segundo as queixas mais prementes dizem respeito a não publicidade da escala de médicos e profissionais nos plantões. Para isso, a Lei 1934, de 30 de maio de 2011, exige a afixação de cartazes informativos nas dependências de hospitais, policlínicas e postos de saúde, nesta Capital, acerca da disponibilidade de vacinais infantis obrigatórias.

Com base nessa Lei, o prefeito deve fazer aprovar legislação específica disponibilizando o numero de médicos plantonistas – ou não -, enfermeiros e outros profissionais. Além da divulgação dos remédios existentes nos estoques dos centros médicos municipais, afirma a acadêmica Francisca Souza da Silva, moradora da Zona Leste.

Fonte: NewsRondônia

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