OMISSÃO DO MUNICÍPIO É VISTA COMO CRUCIAL PARA O FIM DO BAIRRO TRIÂNGULO - News Rondônia No documento apresentado pela própria líder comunitária, Araci Silva, o MPF determina que por força maior que “o município na construção do ‘Parque das Águas’ inserisse ás famílias dentro local. Más, o ex-prefeito Roberto Sobrinho por motivo que ainda não se sabe teria apresentado ao Ministério das Cidades (MC) um documento onde classificava os moradores do Bairro Triângulo meros invasores, e não remanescentes da história. Confira na última parte da série Triângulo: O fim de um bairro, com tradução especial para o site NewsRondônia.

Porto Velho,

Quinta-Feira , 21 de Maio de 2015 - 14:50 - Colaboradores


 


OMISSÃO DO MUNICÍPIO É VISTA COMO CRUCIAL PARA O FIM DO BAIRRO TRIÂNGULO

No documento apresentado pela própria líder comunitária, Araci Silva, o MPF determina que por força maior que “o município na construção do ‘Parque das Águas’ inserisse ás famílias dentro local. Más, o ex-prefeito Roberto Sobrinho por motivo que ainda não se sabe teria apresentado ao Ministério das Cidades (MC) um documento onde classificava os moradores do Bairro Triângulo meros invasores, e não remanescentes da história. Confira na última parte da série Triângulo: O fim de um bairro, com tradução especial para o site NewsRondônia.

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Por Emerson Barbosa

No terceiro andar do prédio do Ministério Público Federal de Rondônia tramita desde 2009 ações que pedem ao poder público, no caso á Prefeitura de Porto Velho a realocação imediata das 135 famílias que estão dentro do projeto “parque das águas” para locais seguros.

Más, o ex-prefeito Roberto Sobrinho por motivo que ainda não se sabe teria apresentado ao Ministério das Cidades (MC) um documento onde classificava os moradores do Bairro Triângulo meros invasores, e não remanescentes da história. Como a proposta do ex-prefeito foi descoberta a tempo o Ministério das Cidades enviou uma comissão para estudar e analisar a situação dessas famílias, e se realmente o ex-prefeito estaria falando a verdade. Na carta a equipe do MC determinou que a prefeitura desse um melhor tratamento ás todos, por estes serem uma espécie de patrimônio cultural ainda vivo de Porto Velho.

A Defesa Civil condenou tudo aquilo ali. As famílias terão que deixar o lugar”, disse ele. O secretário só não explicou o motivo. Más, observando o teor da situação e da resposta, a administração passava não teve e atual continua não contando com um plano para salvar as famílias do bairro. Resta saber  como vai ficar o restante da cidade, caso uma nova cheia de índices tão devastador acontecer novamente.

Na contra partida, o município por meio da Secretária de Assistência Social, inclusive durante entrevista ao jornal ‘Fala Rondônia’ segunda edição afirmou que as famílias do bairro triângulo estão inseridas dentro do programa das 800 casas disponibilizadas pelo programa federal Minha Casa Minha Vida, no conjunto habitacional Morada Nova, na zona leste.

Porém caso essas famílias sejam transferidas, os moradores esperam que o governo as realoque numa área que pertence à união, na estrada que leva ao cemitério Santo Antônio. E dentro dessa óptica, respeitando as mesmas nuances culturais das suas antigas moradias. 

O MPF determinou que o executivo municipal realocasse as famílias que estava com as casas despencando, levadas barranco abaixo que fossem transferidas para outro setor bem mais seguro. Exatamente nesta vila de residências moram hoje essas pessoas. Porém como a outra parte das famílias que ficavam no outro lado da rua do bairro triângulo após os trilhos da estrada de ferro, como a família da dona Leonilda e do morador, Natan Oliveira ainda não estavam ameaçadas pela erosão nenhuma medida foi tomada.

Enquanto o poder público não tem uma resposta objetiva do que fazer com as famílias remanescentes do Bairro Triângulo resta a essas pessoas imaginar como será a vida delas daqui pra frente. Más, se por acaso houver uma chance que possa transformar esse sonho em realidade que o poder público não demore muito, do contrário nem mesmo essas pessoas poderão ser encontradas mais nestes locais.

E para quem muito acordou as madrugas para concretizar uma idealização, como foi à construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Os filhos que conviveram com os antigos da época acreditam que estão se despedindo de um local que começou em virtude do progresso. E que hoje por conta do progresso corre o risco de ser destruído.

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Fonte: Emerson Barbosa

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