O REPÓRTER AMAZONENSE SÉRGIO MELO JÁ FAZ FALTA - News Rondônia ‘Serjão’ se foi sem pedir licença, disse-me o professor Lúcio Albuquerque. Mesmo se nosso pedisse, não o deixaríamos ir, nos dissemos.

Porto Velho,

Quinta-Feira , 28 de Maio de 2015 - 15:36 - Colaboradores


 


O REPÓRTER AMAZONENSE SÉRGIO MELO JÁ FAZ FALTA

‘Serjão’ se foi sem pedir licença, disse-me o professor Lúcio Albuquerque. Mesmo se nosso pedisse, não o deixaríamos ir, nos dissemos.

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ARIQUEMES, Rondônia – A cada dia a imprensa conta seus mortos. À maioria dos trabalhadores da comunicação rondonienses estão passando para o andar de cima, contudo, sem descrever à própria história quando em vida. Parte deles, igualmente, não deixa nada ou quase nada, nesse sentido, para os remanescentes.

Em meio aos números de ‘desencarnados’, sabe-se, no entanto, que nem Paulo Queiroz [O PQ] nem Rochilmer Melo Rocha [nosso verdadeiro Pato Rouco de A TRIBUNA] o fizeram. A história do jornalismo regional não registra esses sinais, tampouco mensurações sobre os feitos de nossos confrades que já se foram.

Ao menos, agora, com o desaparecimento súbito do amazonense Sérgio Melo [O Serjão], a história se repete. Nem mesmo na estadual da Rede Record deve existir registros bibliográficos plenos, sobre o homem, o profissional e o ícone dos telejornais dos inícios de noites. Do contrário, devemos nos manifestar a respeito dessa pauta.

Serjão, em vida, ainda vestibulando na Capital Manaus [AM] já liderava a radiodifusão nos grotões amazonenses. Ma será na Capital, ligado nas ondas do rádio em Freqüência Modulada [FM], na antiga Rádio Tropical e depois, quase que simultaneamente, na Rede Amazônica de Rádio e Televisão [afiliada da Rede GLOBO], que ele mais se destacou.

Em Rondônia, não foi diferente.

Aqui, entre rádio, TV e agências de publicidade, ‘Serjão’ não ficou pra trás quando o assunto era a exigência de um ótimo profissional para fins públicos, privados ou de religião. Com programas interativos, em grades privilegiadas através do jornalismo corporativo e/ou não, não havia lugar para parte de outros profissionais.

Quase menino propaganda que ia de empresas ligadas ao setor elétrico aos vários matizes que encorpam o jornalismo rondoniense, o personagem Sérgio Melo, ele sempre foi convocado. A Rede Record pode, sim, em breve, se considerar órfã em nosso meio. Não se trata de uma previsão, mas de uma realidade nua e crua; em que pese o novo se apresente a cada segundo nas produções, edições e veiculações de áudio, texto e imagem pela aí.

Serjão’ se foi sem pedir licença, disse-me o professor Lúcio Albuquerque. Mesmo se nosso pedisse, não o deixaríamos ir, nos dissemos. Tão alto é o seu valor e importância para a continuidade dos dinossauros da imprensa nativa, tupiniquim, senão!

Como os demais confrades, do nível da importância de Paulo Correa [O PC], Paulo Queiroz [PQ], Rochilmer Melo Rocha, PEPÊ e o linotipista MANEZIN [Alto Madeira] e outros não lembrados aqui, nesse pequeno espaço destinado a escrevinhadores [sic], a subida de mais um para o andar de cima abre, com certeza,  um leque de opções para os que ainda teimam em resistir no fundo das redações, mas com dignidade e encourados por suas habilidades, contorcionistas, senão.

- Ainda assim resistirão, diz este Repórter.

Aliás, não é fácil, não é e nunca será fácil o trabalhador da comunidade, ao menos, em Rondônia, sobrepor-se aos percalços impostos pelos desafios em nome da sobrevivência pessoal e familiar.

Em todo caso, tanto ‘Serjão’ quanto ‘PQ’, ‘PC’ e/ou ‘Rochilmer Melo Rocha’, agora, estão lá de cima refletindo sobre o que eles próprios, um dia, descreveram sobre os que aqui lá chegaram primeiro. Cabe, agora, a nós, referenciá-los, verdadeiramente, pelo seu nível de importância.

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Fonte: Xico Nery/NewsRondonia

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