Sabado, 19 de Março de 2016 - 12:59 (Colaboradores)

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LIVRE

O PESO DA ORIGINALIDADE QUANDO O QUESITO É PRECONCEITO

No Brasil, Leila Diniz em 1971, grávida posa de biquíni e é rechaçada pela mídia maior, como se prostituta fosse, Joana Dark com todos os seus medos, visões e fé, para poder realizar o que entendia como certo, veste se de homem, vira heroína e aos 19 anos acaba morta na fogueira.


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Você aguenta realmente o peso da originalidade, quando o quesito é preconceito? Pois bem, a maioria não aguenta. Quem bate a cabeça dura no muro, tende a se machucar e graças a essa cabeça dura batendo no muro do preconceito, quem vem atrás consegue derrubar o muro.

No Brasil, Leila Diniz em 1971, grávida posa de biquíni e é rechaçada pela mídia maior, como se prostituta fosse, Joana Dark com todos os seus medos, visões e fé, para poder realizar o que entendia como certo, veste se de homem, vira heroína e aos 19 anos acaba morta na fogueira. 

Sarla Thakral, a primeira indiana a conquistar uma licença para pilotar – 1936, Annie Lumpkins, ativista pelo voto feminino nos EUA – 1961, Ana Bolena, decapitada porque o marido a acusou de adultério, Maria Quitéria, considerada a Joana Dark brasileira, Anita Garibaldi, revolucionária, forte e com uma coragem que marcou a história, Teresa de Calcutá a personificação da bondade, Evita Peron, eu e você. Mulheres que pagam um preço alto pela originalidade, mas não deixam de realizar o que querem, porque sabem que esta é única forma de ser feliz.

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Fonte: Nina Lee

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