Terça-Feira, 14 de Novembro de 2017 - 15:57 (Geral)

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NESTA QUARTA 15, MANIFESTAÇÃO EM PORTO VELHO EXIGE INTERVENÇÃO MILITAR

Não mais como nos anos de chumbo, no caso específico da Capital Porto Velho, os organizadores da manifestação pró-retorno do militarismo no País, agora dão os nomes, lugares e hora marcada para que possam se manifestar, livremente.


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Porto Velho, Rondônia – Partidários de seções que integram dos são a favor de uma intervenção militar e grupos de pessoas espalhadas por vários segmentos a pró dessa possibilidade, nesta quarta-feira (15) a partir das 09:00, prometem ocupar a Praça das Três Caixas D’Água e no Espaço Alternativo, na Avenida Jorge Teixeira para marcar presença no ato.

Não mais como nos anos de chumbo, no caso específico da Capital Porto Velho, os organizadores da manifestação pró-retorno do militarismo no País, agora dão os nomes, lugares e hora marcada para que possam se manifestar, livremente.

É o que vai acontecer nesta quarta 15, data alusiva às comemorações pelo Dia da Proclamação da República (15 de Novembro), em que manifestantes dessa tendência vão se reunir para apresentar suas propostas contra o que consideram à ‘pior crise porque passa a Nação Brasileira’ depois dos anos de chumbo no pós-regime militar.

O Movimento Pró-Intervenção Militar, em Rondônia, é integrado por pessoas e entidades de defesa dos direitos civis e do retorno da soberania nacional contra o estado de corrupção desenfreada encabeçada por políticos, parlamentares, ministros, empresários do Grupo JB & F, construtoras e do ‘Quadrilhão do PMDB’.

Cientes de que ‘vai acontecer, sim, uma intervenção militar no Brasil’, segundo o pensamento dos coordenadores, ‘tudo isso é pelo restabelecimento da ordem, resgatar valores como o da família, impedir a doutrinação de esquerda em nossas escolas’.

- O Congresso Nacional, a presidência da Pública e o Judiciário já não representam o povo brasileiro, acreditam os coordenadores do chamamento da população para ir às praças e à Avenida Jorge Teixeira nesse feriadão do dia 15 de Novembro.

É esperada a presença de simpatizantes e apoiadores de uma intervenção militar para quem, ‘o ato vai mostrar os caminhos das mudanças e transformações que a sociedade precisa’.

Segundo, ainda, parte dos outros coordenadores, as frentes que integram, por exemplo, do Movimento Patriótico da Família Brasileira (MPFB), integrados por Antônio Francisco Moura Filho e Rosângela Lázaro (Advogada) vão às ruas embasadas na Constituição.

UM POUCO DE HISTÓRIA – Nos anos de chumbo, diante da prevalência do regime militar (1964-82-86), dois ou mais cidadãos reunidos (?) em praças públicas eram considerados, por força da temida Lei de Segurança Nacional (LSN, ‘subversivos’. Atualmente, dois ou milhões reunidos podem tudo ou quase tudo – até pedir pelo retorno dos militares ao poder.

Diante do atual estado de suposta desestabilização das instituições e descrédito dos poderes (Executivo, Judiciário e Legislativo), em que a corrupção, a cada dia, se mostra endêmica, com ou sem frases de impacto, o feriadão do dia 15 de Novembro (Proclamação da República) pode ser o dia certo para que, não os integrantes dos Movimentos Pró-Intervenção Militar se regozijam, mas também, os cidadãos comuns possam ter o direito de manifestar posições a mais esse ato cidadão.

Fonte: NewsRondônia

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