Sexta-Feira, 10 de Novembro de 2017 - 09:38 (Geral)

L
LIVRE

MPF DÁ 60 DIAS À PREFEITURA PARA IMPLEMENTAR MEDIDAS DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO NO ENTORNO DO COMPLEXO FERROVIÁRIO DA MADEIRA MAMORÉ

Técnicos da secretaria de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SEMTRAN) foram consultados a respeito da instalação de quebra-molas (lombadas) e tabajaras (tartaruguinhas) em pontos estratégicos da Avenida Farcquar até a Vila dos Ferroviários.


Imprimir página

Porto Velho, Rondônia – Atiçada pela onda de violência no trânsito no entorno do Complexo Ferroviário da Madeira Mamoré (EFMM), com ameaça e perigo de acidentes automobilísticos fatais no cruzamento da Avenida Farcquar e Sete de Setembro, devido à alta velocidade impressa por condutores, o caso foi levado à Procuradoria da República pela Associação dos Ferroviários da Estrada Madeira Mamoré (EFMM).

À mesma mesa, na terça-feira (7), a Procuradora da República, Gisele Dias de Oliveira Bleggi Cunha – que já atuou em Tabatinga, na região do Alto Solimões, no Amazonas, na tríplice fronteira Brasil, Peru e Colômbia – dirigiu audiência de estudos técnicos visando conter o excesso de velocidade na área indicada pelos ferroviários.

Técnicos da secretaria de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SEMTRAN) foram consultados a respeito da instalação de quebra-molas (lombadas) e tabajaras (tartaruguinhas) em pontos estratégicos da Avenida Farcquar até a Vila dos Ferroviários.

Os ferroviários foram atendidos ainda pela Procuradoria da República que fez gestão junto aos técnicos da Prefeitura a implementação das propostas relativas à instalação de placas de direção de mão (Avenida Farcquar é mão única), realização de blitzes (fiscalização de caráter aleatório pela SEMTRAN), além da Prefeitura viabilizar vagas para idoso e PNE próximo a Delegacia Fluvial da Marinha (Rua Henrique Dias).

Um dos temas que mais chamou a atenção grupo de trabalho e ação ante a presença da Procuradora Gisele Bleggi, segundo um dos porta-vozes da Associação dos Ferroviários, ‘foi à questão da empresa que vai prestar os serviços de revitalização da EFMM, cujo contrato estaria sendo finalizado’.

A decisão tomada pelo MPF, ante aos pleitos dos ferroviários, destacou no geral, ainda, a preocupação da categoria para com a preservação e conservação incontinenti das máquinas e equipamentos, atualmente, ‘ultimando soluções urgentes urgentíssimas por parte do poder público e seus entes envolvidos no processo de recuperação da Madeira Mamoré’, afirmam José Bispo e Georges Telles (O Carioca), Presidente e Vice da Associação dos Ferroviários, respectivamente.       

Por fim, dentro dos novos procedimentos consta, ainda, segundo a pauta de reivindicação apresentada pela Associação dos Ferroviários da Estrada Madeira Mamoré, a responsabilidade, por parte, da Prefeitura desta Capital, que inclua no planejamento em curso tais medidas cujo prazo de cumprimento é de 60 dias.

Fonte: NewsRondônia

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias