Quarta-Feira, 25 de Fevereiro de 2015 - 09:44 (Colaboradores)

MAURÃO PODE SER CHAMADO PARA CONTER INSURGENTES A ALIADOS EM CANDEIAS

Para o grupo aliado de Garçon e do tio DINHO – este derrotado fragorosamente na última eleição para deputado - Neilton é acusado de fazer reformas indevidas e pagá-las sem conhecimento do plenário. O assunto é desmentido pelo presidente que, ‘alega que as contas estão em dia’, de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal.


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Candeias do Jamari\RO – Enquanto se desdobra na Capital Federal [Brasília], o prefeito Francisco Sobreira de Soares [O Careca, PSDB], a base aliada se rebela na Câmara e se une a opositores históricos temidos por aqueles que devem ou estão na mira do juízo rondoniense e federal.

Nesse instante, parte dos vereadores insatisfeitos com a gestão do presidente Neilton Bento dos Santos [PROS] – mas ligados ao prefeito - tenta, na Justiça, através de ações encomendadas ao jurídico do senador Valdir Raupp [PMDB], ‘botá-lo fora da presidência da Casa’.

Para o vereador João Gadelha [PDT], do grupo do senador Acir Gurgacz, ‘esse tipo de ação dessa ala demonstra o contrário do que se prega diante da sociedade’. Segundo disse, ‘no passado foi assim e a isso o povo tem dado respostas nas urnas’, como ocorreu a algumas personalidades que insistem mandar em tudo dentro de Candeias.

A campanha para derrubar o principal aliado do presidente da Assembléia, deputado Maurão de Carvalho [PP], começou no ano passado no apagar das luzes. A alegação do grupo opositor, segundo ex-assessores de aliados do deputado Lindomar Garçon [ex-PV e agora, PMDB], ‘o retorno por cima na Câmara e na Prefeitura dos que já comandaram tudo por aqui’.

Por outro lado, o advogado do PMDB, na Capital Porto Velho, disseram as mesmas fontes, ‘teria problemas com a falta de provas robustas para convencer o juiz do caso’ para que o presidente da casa seja, ao menos, afastado da presidência.

Com relação à gestão do presidente Neilton, muitas são as críticas pela firma que ele conduz os trabalhos, o trato com opositores e com a decisão de não fatiar o poder, como ocorria nas ex-administrações, principalmente na do ex-prefeito DINHO quando, ‘tudo era compartilhado na Prefeitura e na Câmara pela conta e risco de todos’, atestam as fontes.

De acordo com investigações paralelas feitas por um eterno candidato a prefeito, também umbilicalmente ligado ao ex-prefeito da cidade, ‘o povo quer saber tudo que se passa na Câmara e na Prefeitura’. De outro modo, para cassar o presidente a oposição precisa de maioria e teria, hoje, apenas cinco do total de nove.

O número com o qual contaria os opositores durante as audiências públicas no final dezembro de 2014, teria caído em função da suposta desistência de parte deles depois que, ‘o vereador Miguelzinho Sena teria dito em público que se a Justiça não cassar, nós, iremos fazê-lo, em plenário’.

Sabe-se, contudo, que ‘esse não é o pensamento dos articulares do processo de cassação do presidente’, já que em plenário o grupo insurgente passaria à população mais um atestado de burrice por adotar práticas não mais aceitas pela sociedade local. Além do que, revelam as fontes, ‘os vereadores estariam brigando, outra vez, por mais poder e outras benesses auferidas tão facilmente no passado’.

Fonte: Xico Nery/NewsRondonia

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