Sabado, 20 de Fevereiro de 2016 - 09:48 (Colaboradores)

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MATÉRIA, POR MAX DINIZ CRUZEIRO

O efeito natural é uma acomodação zonal de substâncias primárias que dão origem ao universo atômico na forma de estruturas moleculares que formam capas restritivas naturais que faz separar diferentes concentrações de energia.


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Imaginem energia transitando de um lado para outro sem que nenhuma estrutura restritiva sirva de barreira para o deslocamento de forças... até um ponto em que diferenciais de pressão passam a condensar energias em determinadas áreas, em que o adensamento passa a constituir diferenciais que podem ser percebidos em variações termais.

À medida em que os meios tomam proporções significativas as energias alocadas nestas áreas passam a canalizar uma densidade maior em termos de concentração de energia.

O efeito natural é uma acomodação zonal de substâncias primárias que dão origem ao universo atômico na forma de estruturas moleculares que formam capas restritivas naturais que faz separar diferentes concentrações de energia.

Assim como um tubo em que é introduzido diferentes tipos de óleos que não passam a se misturar e um tipo de composto energético passa a ser envoltório de outro tipo em que as densidades passam por um processo de empilhamento de uma estrutura condicionante sobre a outra e os conteúdos passam a migrar de forma estratégia de uma porção para outra à medida que o uso é necessário ou percebido.

Então diferentes tipos de energia tenderão a ser deslocadas para partes mais externas de um objeto quando é formado em termos de uma estrutura definida chamada de matéria. E outras a serem alocadas mais internamente devido o tipo de aderência que seu vínculo propicia com o todo diferencial.

Desta forma substâncias subatômicas são geradas e o estado transitório dos tecidos quânticos passam a gerar constituintes de pressão que transmitem mecanismos de fluidez sólidos, líquidos, gasosos e plasmáticos.

E os tecidos quânticos são formados a partir de fontes energéticas puras originárias da diferenciação térmica.

Há que se pensar em um elemento base que é indestrutível (porque sua capacidade de composição é maior que a de destruição) que origina todas os desdobramentos seguintes até a constituição de um ser biológico. E que este insumo seja menor do que uma extensão conhecida como matéria.

Este elemento tem propriedades significativas para condicionar uma mecânica evolutiva em termos de desencadeamento de processos, e está em constante deslocamento razão em que as transformações decorrem de seu movimento eletrostático.

O elemento possui uma capacidade enorme de se projetar exponencialmente. Razão que a reprodução de seu conteúdo provoca oitavas de extensão do aprendizado em torno de si mesmo e dos seus desdobramentos.

Sua capacidade de replicação é tão elevada que ele reproduz cópias em miniatura do universo de acordo com sua semelhança, e transmite esta espacialidade para outros níveis de dimensões infinitamente mais complexas a fim de evoluir numa estrutura dimensionalmente mais elevada replicando com exatidão as mesmas características inicias primitivas.

O objetivo da partícula inteligente é interligar o micro a uma porção macro e criar uma estrutura cinética interativa no qual é possível o acesso de qualquer elemento dentro dos sucessivos universos imersos na trama ou malha cinética.

Esta energia é reativa a estruturas de pressão que ao pulsar entre elas sofre um represamento originando estruturas plásmicas e consequentemente processos que desencadeiam em elementos com um certo grau de solidez.

E o próprio mecanismo de sensibilidade da energia é a fonte que retroalimenta a pressão gerada de forma que não se pode conceber energia e pressão de forma isolada, vindo a constituir um único instrumento ou insumo para toda a geração do universo.

E tanto o diferencial pode ter sido originário do desdobramento da massa do universo, quanto pelo advento da pressão ter deslocado o espaço para a fabricação do universo, numa expansão consentida. E a pressão ser originária da sensibilidade do deslocamento energético cuja consequência natural é a formação de luz como uma abstração-subproduto inicial para a formação do contínuo. Tudo origina em si mesmo e por si mesmo em grandezas multilineares.

E esta energia se replica à medida que ela consegue abstrair da pressão novos diferenciais termais incorporando novos elementos dentro do universo que se expande. Até chegar um ponto ótimo de sua existência. E condicionar o acesso a outro tipo de estrutura a fim de que a tela cinética de um universo multidimensional possa ser gerada.

Então pode-se pensar que quando um universo está com todas as leis definidas ele irá expandir-se como um ser para a geração de um algo mais complexo ascendendo a sua origem inicial até que toda a rede de sua constituição forneça aspirais em torno de si mesmo.

E como um processo de herança um universo passa a ser estático na doação de parte de seu equilíbrio e forças na constituição de outro universo mais amplo e mais conexo. Então o universo expandido passa a se contrair imitando estruturas atômicas e moleculares. Em que a presença de grandes espaços vagos ou vazios é percebida entre uma estrutura atômica para outra.

A inteligência desta energia está em sua sensibilidade, reafirmo. Em seu poder de migrar (deslocar-se) à mínima percepção de mutação de alguma característica que esteja fusionada a sua autoexistência.

Assim a matéria é um artifício para a acumulação de um aprendizado que servirá para a ampliação do próprio conhecimento que irá convergir para que o multiuniverso seja estabilizado em termos de autopoiese, homeostase e plasticidade material.

Fonte: NEWSRONDONIA

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