LIMPEZA - Por Max Diniz Cruzeiro - News Rondônia Limpeza é uma forma de organização do ambiente em que um indivíduo transita no sentido de diminuir o risco inerente à proliferação de substâncias, materiais e outras cadeias de seres vivos que possam incorrer em risco à vida.

Porto Velho,

Sabado , 01 de Outubro de 2016 - 09:33 - Colaboradores


 


LIMPEZA - Por Max Diniz Cruzeiro

Limpeza é uma forma de organização do ambiente em que um indivíduo transita no sentido de diminuir o risco inerente à proliferação de substâncias, materiais e outras cadeias de seres vivos que possam incorrer em risco à vida.

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Limpeza é uma forma de organização do ambiente em que um indivíduo transita no sentido de diminuir o risco inerente à proliferação de substâncias, materiais e outras cadeias de seres vivos que possam incorrer em risco à vida.

Pressupõe uma série de práticas cuja a experiência coletada através da observação de eventos passados foi capaz de orientar consequências que a ausência de cuidado foi capaz de influenciar tomadas de decisões dos indivíduos ao interagirem com o habitat.

Ela embasa conceitos de higiene, e segue um raciocínio de controle do habitat por ações que fazem diminuir colônias de patógenos que em grande quantidade podem ampliar o risco do indivíduo ser afetado e vir a deslocar seu cotidiano para uma necessidade de reparação do dano sofrido ao organismo, a fim de que ele sobreviva dentro dos objetivos pessoais que o indivíduo fabricou para trabalhar dentro de sua história de vida.

Pode-se pensar também em limpeza como sendo uma ordenação de algo que se encontra difuso, que serve ao propósito de melhor alocar apreensões para reproduzir conceitos muito mais eficientes em termos de gestão e utilização da catalogação de novos conteúdos.

Muitos absorvem a ideia-conceito de que limpeza se insere no campo da eliminação de algo que traz um conteúdo ofensivo. A fim de que a “coisa” possa ser separada e encaminhada para longe em uma área em que os riscos passam a sintetizar a ausência de perigo.

Enquanto que o raciocínio em torno deste conceito descrito no parágrafo anterior, concebido como descarte, apenas faz transferir a potencialidade do risco para outras pessoas que passam a viver em áreas próximas de onde os resíduos não tratados são depositados.

Limpeza deve ser vista como reorganização do habitat. Sob o ponto de vista que controlar aspectos de propensão ao risco seja envolvido através de processos seletivos, em que os materiais são observados de forma segmentada em que o tratamento para incorporar novamente o ativo para o contexto de utilização social deve ser orientado por um estudo que privilegia a reutilização do material descartado.

A limpeza vista como impureza sintetiza princípios e valores sobre materiais que devam ser neutralizados. A fim que o equilíbrio ambiental não venha a ser afetado.

O deslocamento do princípio de limpeza para o contexto social quando carregado de preconceituação pode incorrer na elevação de raciocínios que passam a observar outros seres como elementos de descarte, em que a assimilação do conflito surge como forma reativa de sintetizar as tensões ocasionadas pelos diversos interesses conflitantes entre as partes.

A visualização do habitat como sendo inóspito à vida humana, pode também levar a uma deformação do contexto de limpeza em que os seres humanos passam a catalogar o ambiente como um processo de purificação em que a presença humana deve ser integralmente incorporada. Processo que faz muitos biomas sofrerem e virem a esgotar seus ecossistemas que poderiam ser fontes futuras de descobertas e não uma forma de “purificação” que venha o homem alterar significativamente a vida terrestre sem que se tenha a compreensão integral de como o planeta tem o seu funcionamento.

A limpeza não é um conceito benéfico em 100% dos casos. Pois impurezas são essenciais para muitas espécies, no sentido que os elementos tóxicos controláveis dentro de seu organismo inibem que outras espécies em escala evolutiva predatória venham a utilizar o organismo biológico infectado, como reserva de alimento, uma vez que é impróprio para o consumo.

A espécie humana é muito endêmica, razão que a maioria dos animais preferem abortar o consumo em virtude do odor desagradável que as partes projetam ou exalam para o ambiente, além de possuírem grande capacidade de alojar patógenos de grande complexidade para a eliminação. Por este ponto de vista o conceito de limpeza pode ser incorporado para a espécie humana como uma forma de controle interno e externo de níveis de toxidade que tem uma relação direta para a sua preservação como espécie e segurança.

O ser humano instintivamente sabe que muitos alimentos de consumo são ingeridos com alto teor de concentração de toxicantes. E a incorporação de alguns tipos de alimentos têm uma relação direta com princípios de limpeza que visam equilibrar o organismo dos contaminantes que são constantemente ingeridos.

Por outro lado, essa relação de incorporação endêmica e desintoxicante, contribui para a elevação do nível de resistividade de um organismo biológico, além de criar fatores seletivos que fazem com que a estrutura corpórea do indivíduo crie um tipo de resistividade que desative o efeito danoso do intoxicante sobre o organismo biológico.

Portanto processos de limpeza são organizados interiormente nos corpos a fim de que o indivíduo venha a manter o seu equilíbrio dinâmico corporal. Mas a retroalimentação alimentar sinaliza para o organismo constantes necessidades de ajustes a fim de que o indivíduo venha a se organizar endemicamente.

Do ponto de vista endêmico existem dois grandes grupos de seres humanos em processos de contaminação: as pessoas que se alimentam de materiais essencialmente industrializados (contaminantes químicos); e, as pessoas que se alimentam de materiais orgânicos (contaminantes biológicos). Onde o primeiro grupo carrega concentrações elevadas de substâncias tóxicas, e o segundo grupo colônias de patógenos encontrados no solo naturalmente, onde geralmente são ligados a infestação consorciada onde o elemento vivo passa a coabitar de forma associativa com o ser humano enquanto vivo.

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Fonte: Max Diniz Cruzeiro

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